Analisam-se os impactos macroeconômicos criados pela crise econômica originada no mercado hipotecário dos EUA de 2009 sobre a economia brasileira. Com a crise, houve uma escassez de crédito em todo o mundo, com desdobramentos sobre a produção, emprego e consumo em escala internacional. Para o Brasil, a falta de financiamento significou um grande desafio, representado por um ciclo recessivo do PIB, aumento da taxa de câmbio e do custo de financiamento, com efeitos severos sobre as finanças públicas que, somados às debilidades estruturais de competitividade do país, reduziu o nível de atividade econômica. Para o período que compreende a realização das próximas eleições gerais de 2018, há previsões de retomada modesta do crescimento econômico, dos investimentos estrangeiros e exportações. Contudo, ainda persistem desafios a serem superados – inflação persistente, elevadas taxas de juros e debilidades estruturais como precariedade infraestrutural, alta carga tributária e desafios na educação.
Neste trabalho é apresentado uma análise comparativa entre a economia da Coreia do Sul e a do Brasil. Levantando as principais estratégias e fatores que afetaram no desenvolvimento de ambos os países, especialmente nos anos 1990 e 2000. Buscando entender quais foram os principais fatores que influenciaram o desenvolvimento de cada um dos países e o que tornou a Coreia do Sul um dos países mais competitivos do mundo, ressaltando a importância de um país ser competitivo no mercado internacional.