Search Results - "Souza, Margarida Maria Pimentel de"

Search alternatives:

Publication Catalog - "Souza, Margarida Maria Pimentel de"

  • Showing 1 - 10 results of 10
Refine Results
  1. 1

    Voando com gaivotas: um estudo das interações na educação de surdos

    Publication
    by Souza, Margarida Maria Pimentel de
    Origin: Oasisbr
    This study aimed to investigate the particular process of teaching and learning, carried over two distincts languages and cultures, this is, a universe formed by a non-deaf teacher and six deaf students. This is a qualitative research developed in an ethnographic approach. For data collecting, I proritized remarks, registering them through reporting and filming due to the spatial-visual aspect of the language of the students. Analyses of the data were focused in the strategies of mediation / interaction and in the discursive activities of the actors of a 4th grade of elementary school in a special school in the city of Fortaleza. The theoretical references are firmed in the historical-cultural vision of Lev Vygotsky, especially with regard to the development and learning as a result of a socio-cultural process as well as the constructs of Mikhail Bakhtin about the principle dialogical, that enhances the occurrence of several voices in the discursive activities, theoretical approaches that bring fundamental reflections about the production of the sign and participation of the other. The results obtained showed that the actors seek multiple strategies such as use of drawings, portuguese flagged, gestures etc. To fill the gaps of the failure meeting in linguistic , especially the students who do not ceased to make hard work of significance. So, I could verify that although be used various materials or symbolic resources, rehearsing a gestural communication, it is the sign language, the support which will serve as an organizer element of the thought of the deaf, as is a standalone system language, with grammatical structure independent, whose combination of parameters allows the preparation of contexts and abstraction. Therefore, based on studies like this and the legislation in the country that recommend the Bilíngüe Education for these actors, it is crucial that be organized pedagogic actions which teaching how to "listen" their hands and their bodies, emphasizing the discursive trading , with the goal of boost the development of such apprentices under the bias bilingual and bicultural.
    2012 master thesis Brazil open access
  2. 2

    Por uma Pedagogia visual: caminhos e concepções que marca(ra)m a educação de surdos no Brasil

    Publication
    by Souza, Margarida Maria Pimentel de
    Other Authors: Lustosa, Francisca Geny
    Origin: Oasisbr
    Este artigo objetiva trazer à tona questões relacionadas aos caminhos e concepções que marca(ra)m e/ou influencia(ra)m no dia a dia da educação de aprendizes surdos. Tratar de assuntos históricos traz nitidez a aspectos da atualidade, por isso é sempre salutar o confronto entre os tempos idos e os atuais. Tratar da educação de surdos é tratar de políticas linguísticas e educacionais, é tratar de cidadania, de diferença cultural e dos distintos “modelos” de educação a eles oferecida. Fruto de uma pesquisa bibliográfica, esse texto se apoia em documentos referenciados e em autores das áreas de políticas linguísticas para as minorias (BEREMLUM, 2003; MAHER, 2013; PETTER, 2003) e de educação de surdos (BARCELLAR, 1929/INES, 2013; LANE, 1992; SACKS, 1998; PIMENTEL-SOUZA, 2008). Os resultados mostram que o conhecimento histórico contribui para desmitificar conceitos e fatos equivocados, bem como demonstram as lutas e conquistas dessa população há tanto tempo “amordaçada”, mas apontam ainda um árduo caminho a se trilhar em prol da Pedagogia Visual, ao caminho de uma educação bilíngue de fato e da cidadania plena às pessoas surdas. Por fim, o texto traz também uma reflexão quanto à disciplina Língua de Sinais Brasileira – Libras e a questões correlatas, posto que uma conquista não representa um caminho concluído, mas uma nova porta a se adentrar, a investigar, rumos a organizar e implementar.
    2020 article Brazil open access
  3. 3

    Ensino de Língua de Sinais Brasileira como primeira língua: currículo em práticas no estágio do Letras Libras

    Publication
    by Souza, Margarida Maria Pimentel de
    Other Authors: Nascimento, Sandra Patrícia de Faria; Lustosa, Francisca Geny
    Origin: Oasisbr
    This article shares experiences of the supervised traineeship of the Licentiate Course in Letras Libras, in the teaching of the Brazilian Sign Language (Libras or LSB) as first language (L1), under three interrelated aspects: (a) the traineeship as a reflexive and collaborative experience; (b) the student immersion in socio-interactive teaching practice, reflecting on concepts of mother tongue and curriculum of Libras as L1; and (c) the school as territory of culture production, place of (de)territorialization of stages and (de)construction of students’ identities. The data for analysis were extracted from records of the traineeship of the first class of Letras Libras/UFC, in activities produced in the following academic semesters: 2017.1 and 2017.2. The theoretical foundations that supported the experiences of this traineeship were developed with Fedathi Sequence (BORGES-NETO, 2017a, 2017b) which is based on socio-interactive contribution proposed by Vygotsky (1989, 1993) under the ideology on metalinguistic consciousness (GIUSTINA; ROSSI, 2008) and the intercession with specific literature on deafness (LANE, 1992; SACKS, 1998). The reports presented by the students, in Libras, reflected the results of the empiria, presenting the urgency to systematize Libras’ curriculum as L1 in different levels. At the end of this experience we can affirm that the different stages problematized curriculum, school and teaching of Libras as L1; and it gave us opportunities for the triad experiences: student (from school), trainee and teachers (supervisors), outlining a rhizomatic framework as a bridge to the constitution of the professionalization of the (future) Libras’ teachers.
    2019 article Brazil open access
  4. 4

    O educando surdo: uma discussão para além da língua(gem)

    Publication
    by Souza, Margarida Maria Pimentel de
    Origin: Oasisbr
    Quem é esse, em minha sala que, embora brasileiro, age e se exprime diferentemente da maioria das pessoas? Será que me fiz entender? O que ele(a) pensa? O que ele(a) quer dizer com suas mãos e corpo? O que querem dizer esses sons que se esforça para emitir? Por outro lado: O que quer dizer essa boca em constante movimento? O que ele(a) quer dizer apontando para essas letras, para esses desenhos, para esses objetos? O que são essas palavras? O que e como devo responder? Estas e outras indagações devem surgir na cabeça de pessoas que se encontram diariamente, mas que podem permanecer estranhos, um ao outro, por meses ou anos a fio: professores ouvintes e educandos surdos. Tais questões encontram seu leito no universo da linguagem, visto que, como um ser social, o ser humano se constitui e se desenvolve na e pela lingua(gem), que tem, como via fundamental de desenvolvimento, as interações. A ausência destas ocasiona obstáculos muitas vezes intransponíveis e lacunas consideráveis, se o isolamento permanece.[...]
    2019 book part Brazil open access
  5. 5

    Da deficiência à diferença: caminhos que marcam a educação de pessoas surdas

    Publication
    by Souza, Margarida Maria Pimentel de
    Origin: Oasisbr
    Na Antigüidade, período da divinização do "verbo", o sujeito surdo era conhecido como "surdo-mudo", considerado como um ser incapaz de adquirir conhecimentos ou herdar propriedades, casar, trabalhar, etc. Acreditava- se que tal "surdo-mudez" era algo a ser curado através da fé religiosa. (...) Nessecontexto, foram surgindo ascontribuições das ciências sociais que trouxeram para as discussões, o entendimento dessas pessoas como sendo uma comunidade minoritária, detentora de uma língua e cultura próprias. Nessanova concepção são evidenciadas as"características diversas" do ser humano em contato com grupos sociais, destacando-se a "riqueza de diferenças" (LEITÃO, 2003, p. 84) individuais, sociais e culturais. Assim, novos olhares à pessoasurda e asàsformas instrucionais d~ educação a ela di rigidas abri ram portas para estudos que encaram o suj.eito surdo como "diferente". Skliar (1998, p. 11) reforça tais concepções, afirmando que a surdez "constitui uma diferença a ser politicamente reconhecida". Em outra obra, o autor reforça que entende essa"diferença", não como um espaço retórico, mas "como uma construção histórica e social, efeito de conflitos sociais, ancora em práticas de significação e de representaçõescompartilhadas entre ossurdos"(SKLlAR, 2001, p. 13). (...)
    2019 book part Brazil open access
  6. 6

    Rede Surdos-CE: sinalário escolar: parcerias expandem sinais (CHOO.2015.PJ0219)

    Publication
    by Oliveira, Liana Mariele Albuquerque Carneiro
    Other Authors: Souza, Margarida Maria Pimentel de
    Origin: Oasisbr
    A Língua Brasileira de Sinais-Libras regulamentada pelo Decreto nº 5.626/05 é a língua natural dos surdos brasileiros, por isso o site https://redesurdosce.wordpress.com, fruto do Projeto Rede Surdos-CE: sinalário escolar, proporciona o acesso a um vocabulário diverso para utilizar em escolas bilíngues de surdos e inclusivas. Possui sinais das áreas curriculares em geral e cearenses, a fim de atender as necessidades principais dos profissionais da educação. São sinais já instituídos e outros arbitrários, criados e consolidados pela comunidade linguística envolvida. Respaldam o projeto, os autores: Quadros e Karnopp (2004), Stumpf (1998) e Capovilla (2008), bem como a visão construtivista e sociointeracionista, oferecendo acesso aos conhecimentos em ambientes de formação. A pesquisa junto a intérpretes, bem como as comunidades surdas e docentes de Libras da Universidade Federal do Ceará, busca ampliar parcerias e catalogação de mais sinais/palavras. Os sinais são coletados em visitas às escolas para áreas específicas, observando-se o uso da língua no cotidiano escolar; pesquisas em Youtube; CD-Rom; DVDs Letras Libras/UFSC e dicionários trilíngues (Capovilla, 2004,2008), sendo gravados em vídeo, e posteriormente postados no site Rede Surdos-CE. O sinalário apresenta significativa participação das instituições parceiras com sinais específicos: Instituto Cearense de Educação de Surdos e CEJA Prof. Gilmar Maia de Souza. Assim apoia as escolas para facilitar o acesso dos sinais de áreas escolar e acadêmica pela necessidade de ouvintes e surdos. Como bolsistas, nossa relação com as escolas, com pesquisas e interação com professores tem sido um excelente experiência, aumentando também nossos conhecimentos, o que facilitará nosso futuro profissional a partir dessa “Rede surdos-CE”, pois junto com as instituições parceiras, estamos construindo uma “rede de instituições” voltadas à educação de surdos.
    2021 other Brazil open access
  7. 7

    Sinalário: uma rede de consulta escolar e acadêmica (CHOO.2015.PJ0219)

    Publication
    by Mota, Wiliana Almeida
    Other Authors: Souza, Margarida Maria Pimentel de
    Origin: Oasisbr
    Este trabalho é fruto do Projeto de extensão intitulado “REDE SURDOS-CE: sinalário escolar” que consiste na elaboração de um website contendo um glossário escolar e acadêmico em Língua Brasileira de Sinais – Libras. Inicialmente as categorias elaboradas serviam de apoio à disciplina Libras nos cursos de Licenciatura/UFC, passando em seguida a englobar o universo das disciplinas curriculares das escolas. Os referenciais que respaldam são: Stumpf (2003); Quadros e Karnopp (2004), Capovilla (2001) e Matar (2013). O Sinalário encontra-se disponível em: https://redesurdosce.wordpress.com e seu desenvolvimento se dá através de pesquisas de sinais no universo acadêmico e escolar e registros em vídeos que são produzidos pelos bolsistas do projeto, pelos educadores da instituição parceiras e colaboradores voluntários. Tal glossário apresenta ainda sinais próprios do estado Ceará, devido ao regionalismo lexical da Libras, isso reforça a posição da Libras como língua de instrução. Diante da necessidade de uma maior explanação de significados, apresenta-se a descrição de verbetes de forma a somar o conhecimento específico com auxílio de imagens, conceito e escrita de sinais – Signwriting. Assim possibilita pesquisas de sinais já existentes, propõe a criação de novos sinais, consolidando ao final, a partir do resultado desta interação, com a publicação na internet e disponibilização de todo o material produzido. Podemos constatar interesse e aceitação por parte da Comunidade Surda e instituições interessadas em contribuir tanto com o glossário como em divulgar. Destarte, o trabalho está aberto a novas parcerias.
    2021 other Brazil open access
  8. 8

    Sinalário escolar: um glossário singular em ambientes educativos (CHOO.2015.PJ0219)

    Publication
    by Pontes, Alissandra Sousa de Goes
    Other Authors: Souza, Margarida Maria Pimentel de
    Origin: Oasisbr
    Este projeto visa sistematizar e disponibilizar os sinais de Língua Brasileira de Sinais-Libras usados em Escolas de surdos, para divulgar os conhecimentos dessa língua com o Sinalário, um dicionário online disponível às escolas bilíngues e inclusivas de surdos. Desenvolvido no Estado do Ceará, objetivo um Glossário em Libras faltou muito glossário sinalaria vão combinar os sinais comunidade surda é natural, desenvolvimento ajudam do projeto de extensão intitulado Rede Surdos-CE. Temos como referência os autores: (CAPOVILLA e RAPHAEL, 2008), (QUADROS, 2004) e (SACKS, 1998). Seguimos uma visão sociolinguística, encarando as diversidades linguísticas regionais no uso da Libras nos locais de ensino e buscando promover o acesso aos conhecimentos se respaldando nas abordagens construtivistas e sociointeracionista. Divulgar as pessoas usar os sinais. Quando o sinal era eles conhecido, já gravávamos em vídeo a execução do vocábulo, uma vez que a Libras é uma língua espaço-visual. Depois disso, regravamos os sinais coletados, com a sinalização por parte de nossa equipe de bolsistas e a consequente edição dos vídeos. Por fim, em parceria com escolas da rede pública estadual de Fortaleza, dentre elas o Instituto Cearense de Educação de Surdos, procedemos com criação de um website https://redesurdosce.wordpress.com. A pesquisa ainda encontra-se em desenvolvimento e somente está sendo possível devido ao apoio da UFC. A produção de vídeos com os sinais coletados e a utilização da internet, esta contribuindo para consolidar e compartilhar os sinais, representando uma alternativa para assegurar o acesso à Libras de forma padronizada e democrática no meio escolar e acadêmico. Com o progresso do projeto Rede Surdos-CE estamos criando um ambiente de integração linguística entre escolas e universidades do estado do Ceará, permitindo o acesso a vocábulos específicos da Libras nas mais variadas disciplinas escolares e áreas acadêmicas.
    2021 other Brazil open access
  9. 9

    Rede surdos-CE: sinalário escolar e acadêmico: um relato de experiência na Rede Cuca dos cursos de Libras do Projeto Integração-SME em Fortaleza-CE

    Publication
    by Paiva, Paulo Vitor Vilela
    Other Authors: Silva, Emanuel Bruno Carioca; Souza, Margarida Maria Pimentel de
    Origin: Oasisbr
    Este artigo traz um relato de experiência vivenciado no ensino de Libras como segunda língua nos cursos básicos de Libras do Projeto Integração/Rede Cuca/Secretaria Municipal de Educação da cidade Fortaleza-CE. Trata-se do uso de um suporte didático constituído por um glossário online, fruto de um projeto de extensão da UFC, intitulado Rede Surdos-CE: Sinalário Escolar e Acadêmico. Visamos apresentar as atividades que foram embasadas no Blog “Rede Surdos-CE” e a metodologia da Aprendizagem Cooperativa. Para isso, foram desenvolvidas duas atividades, uma de orientação e apresentação do site, que foi realizada nos laboratórios de informática da instituição, e outra de produção em Libras com temas específicos, que foram apresentadas em sala. O trabalho foi realizado no Cuca Jangurussu, que fica localizado em um bairro periférico de Fortaleza. No primeiro semestre de 2018 as atividades foram realizadas com 12 alunos – com média de 14 anos de idade, já no segundo semeste de 2018 as atividades foram realizadas com 15 alunos – com média de 15 anos de idade – ambas as atividades tinham como objetivo oferecer uma nova ferramenta de pesquisa aos aprendizes, trabalhando a cooperação em sala de aula, avaliando também o domínio dos alunos em relação as novas tecnologias. Acreditamos que os resultados dessa experiência foram exitosos, as atividades com O Sinalário Rede Surdos-CE estimularam o interesse e a cooperação entre os alunos, promovendo o debate e esclarecimentos em relação aos sinais regionais. Cabe ressaltar que a Rede Cuca dispõe de uma excelente infra-estrutura, o que facilitou o acesso do professor e dos alunos aos recursos tecnológicos, nota-se também que a grande maioria dos alunos domina a pesquisa pela internet e possuem conhecimentos básicos em informática.
    2019 other Brazil open access
  10. 10

    O ensino de frações no Curso de Pedagogia: desconstruindo fraudes epistemológicas

    Publication
    by Santos, Maria José Costa dos
    Other Authors: Souza, Margarida Maria Pimentel de; Mendes, Haiani Larissa de Souza
    Origin: Oasisbr
    Os estudos acerca dos problemas que envolvem os processos de ensino e de aprendizagem de frações têm sido realizados em vários contextos, porém é fato que este conteúdo ainda aflige professor (ensino) e aluno (aprendizagem), seja nos anos iniciais da Educação Básica ou no Ensino Superior (Pedagogia). (SANTOS, 2007). Por conseguinte, é preciso alertar os educadores para considerarem fatores preponderantes para a assimilação desse conteúdo. Dentre estes, o carro-chefe é o estágio psicológico do sujeito, no que se refere ao desenvolvimento psicocognitivo, ou seja, é preciso verificar se ele constrói conceitos por meio de organizações lógicas e esquemas próprios, ou seja, se ele é conservativo de quantidades e/ou área. Píaget, em sua teoria da aprendizagem, diz que o conceito de fração é mais complexo que a construção do número natural, e exige certa maturidade e acúmulo de conhecimentos matemáticos prévios.[...]Não pretendemos aqui aprofundar e detalhar a teoria psicogenética de Píaget, mas apenas explanar os pontos que nos foram úteis para justificar porque nos apoiamos nesse teórico para explicar os processos de ensino e de aprendizagem do conceito de frações.[...]
    2019 book part Brazil open access