Search Results - "SFRH/BD/93006/2013"

Publication Catalog - "SFRH/BD/93006/2013"

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    Layers of Invisibility in Portuguese State Furniture Design, 1940–1974

    Publication
    by Diniz, Sofia
    Other Authors: Rosário Martins, João Paulo
    In Portugal, the political regime resulting from the 1926 military coup – led almost throughout by António de Oliveira Salazar (1889–1970) – was known as Estado Novo. One of its main features was a policy of promoting architectural works and basic infrastructure in the country through the centralised organisation of services and a strict definition of procedures. In 1929, even before the creation of the Ministry of Public Works some three years later, the Directorate-General of Buildings and National Monuments (Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais – DGEMN) was set up, an institution responsible for the planning and construction of public service buildings and the maintenance and conservation of Portugal’s national monuments. In 1940, the intentions that motivated the DGEMN were replicated in the realm of furniture, with the creation of the Furniture Acquisition Commission (Comissão para Aquisição de Mobiliário - CAM), which remained active until 1980. As laid down by the law that created the commission (Decree-Law no. 30.359), the work of the CAM was to focus on ‘studies and the acquisition of furniture for the State’s buildings that are to be newly created, and others that have undergone radical alterations or extension works’, with the aim of ensuring ‘harmony between the furniture used and the architectural language of these buildings’ to ensure the adoption of common principles’, and to ensure ‘the appropriate technical management and controls’.
    2015 article Portugal open access
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    Mobilar o Estado. A Encomenda Pública de Mobiliário e o seu Impacto na Indústria Nacional (1940-1974)

    Publication
    by Diniz, Sofia Isabel Plácido dos Santos
    A Comissão para a Aquisição de Mobiliário (CAM), estrutura de carácter eventual criada no âmbito da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), em 1940, foi o primeiro organismo inteiramente dedicado ao estudo e aquisição de mobiliário e equipamento fixo para edifícios públicos. A DGEMN, enquanto serviço da administração central responsável pelo estudo, projeto e construção de edifícios públicos por todo o país, entendeu necessária a concentração numa só estrutura de tudo o que ao mobiliário, decoração e equipamentos fixos dissesse respeito. A CAM, que devia intervir apenas em construções de raiz ou em edifícios profundamente remodelados, surgiu como uma referência para os restantes departamentos e serviços, dentro e fora do organograma da DGEMN, procurando definir e agilizar procedimentos, desenvolvendo ferramentas e recursos que garantissem o “respeito e a disciplina” que devia ser vivido e sentido nos serviços públicos. Não obstante a sua pertinência, intensa e longa atividade (foi extinta apenas em 1980), esta comissão não foi o único agente neste quadro de responsabilidades, mesmo no seio da DGEMN. Outras entidades, como a Delegação das Novas Instalações para Serviço Públicos (DNISP), a Delegação nas Obras de Edifícios de Cadeias, das Guardas Republicana, Fiscal e das Alfândegas (DOECGRFA) e os serviços regionais, tiveram intervenções nos edifícios sob sua administração, definindo os seus interiores e procedendo à aquisição do seu mobiliário e equipamento fixo. Nesse sentido, conhecer o mais aprofundadamente possível cada um destes intervenientes, e algumas das suas obras, será essencial para compreender como o Estado, através da DGEMN, se posicionou neste plano e quais os fatores que conformaram eventuais decisões, definindo a sua prática. A análise destes processos dará a conhecer também novos protagonistas – públicos e privados, individuais e coletivos – com relevância para esta área de estudo, destacando certos autores que permaneceram anónimos e que importa, por isso, valorizar. Por outro lado, a encomenda oficial, pela sua dimensão e escala, terá certamente influenciado a produção industrial de mobiliário, mas os exatos contornos dessa transferência permanecem por clarificar. Nesse sentido, o estudo dos processos de aquisição e fornecimento de mobiliário para edifícios públicos poderá contribuir para um melhor conhecimento sobre este setor da indústria nacional, identificando os principais participantes, registando a capacidade de resposta dos fabricantes adjudicatários, os seus produtos e meios de produção, mas também as suas fragilidades e idiossincrasias. Na impossibilidade de empreender recolhas quantitativas, estes processos dão acesso a uma dimensão qualitativa igualmente enriquecedora e relevante. Conhecer os interiores dos edifícios públicos, os objetos que os compõem, os seus processos de aquisição e os seus protagonistas, é da maior importância para a história do design, das instituições e da indústria de mobiliário, mas também para a salvaguarda e patrimonialização daquela cultura material.
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