Resultados da pesquisa - "Rosa,Rafael Fabiano Machado"

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    IRMÃOS AFETADOS PELA SÍNDROME DE ECTRODACTILIA, DISPLASIA ECTODÉRMICA E FISSURA LABIOPALATAL (EEC) COM PAIS HÍGIDOS: MOSAICISMO GERMINATIVO?

    Publicação
    por Rosa,Rafael Fabiano Machado
    Outros Autores: Moraes,Samir Abou Ghaouche de; Sulczinski,Leonardo Paludo; Silva,Filipe Augusto da; Milner,Olga Gaio; Pires,Silvana Rodrigues Streit et al.
    Origem: Oasisbr
    RESUMO Objetivo: EEC é um acrônimo para uma síndrome autossômica dominante caracterizada clinicamente por ectrodactilia (E), displasia ectodérmica efissura labiopalatal (C). Nosso objetivo foi relatar um caso raro de irmãos afetados pela síndrome de ectrodactilia, displasia ectodérmica efissura labiopalatal (EEC) com pais hígidos. Descrição do caso: O paciente era o terceiro filho de pais jovens e hígidos, os quais não apresentavam nenhuma anomalia menor ou maior de mãos e pés ou anomalias de pele, cabelos e dentes. O casal tinha história prévia de duas crianças com malformação de mãos e pés, similar à do paciente. O primeiro foi natimorto e o segundo, prematuro, falecendo nos primeiros dias de vida, pelas consequências da prematuridade. Após o nascimento, o paciente apresentou desconforto respiratório, com necessidade de intubação orotraqueal e ventilação mecânica. No exame físico, verificaram-se a presença de fissura labiopalatal e ectrodactilia de mãos e pés, com ausência do segundo e terceiro dedos em ambas as mãos e defeitos de redução acometendo principalmente o segundo dedo dos pés. A criança apresentou pneumotórax e parada cardiorrespiratória, morrendo com 1 mês e 26 dias de vida. Comentários: Descrevemos aqui um caso de irmãos com síndrome EEC, indicativo de mosaicismo germinativo. Na revisão da literatura, observaram-se apenas três relatos similares. Este caso reforça a possibilidade do mosaicismo germinativo ser um mecanismo de herança mais comum do que se acreditava previamente para casos da síndrome EEC.
    2017 relatório Brasil acesso aberto
  2. 2

    Características clínicas de uma amostra de pacientes com a síndrome do olho do gato

    Publicação
    por Rosa,Rafael Fabiano Machado
    Outros Autores: Mombach,Rômulo; Zen,Paulo Ricardo Gazzola; Graziadio,Carla; Paskulin,Giorgio Adriano
    Origem: Oasisbr
    OBJETIVO: A síndrome do olho do gato é considerada uma doença cromossômica rara e fenotipicamente bastante variável. O objetivo deste trabalho foi descrever as características clínicas de uma amostra de pacientes com a síndrome avaliada em nosso serviço. MÉTODOS: Foram analisados, retrospectivamente, seis pacientes com diagnóstico de síndrome do olho do gato. Todos eles apresentavam cariótipo com a presença de um cromossomo marcador adicional, inv dup(22)(pter-&gt;q11.2::q11.2-&gt;pter). Um deles, ainda, possuía mosacismo com uma linhagem com constituição cromossômica normal. A partir dos prontuários médicos foram coletados dados clínicos e de evolução dos pacientes. Para comparação entre as frequências encontradas em nosso estudo e a literatura foi utilizado o teste exato de Fisher (P<0,05). RESULTADOS: As principais anormalidades encontradas foram os apêndices/fossetas pré-auriculares e a imperfuração anal (ambas observadas em 83% dos casos). O coloboma de íris, um achado importante da síndrome, foi verificado em dois casos (33%). Cardiopatia congênita, por sua vez, foi observada em quatro pacientes (67%), sendo o principal defeito a comunicação interatrial (75%). Achados incomuns incluíram a microssomia hemifacial associada à microtia, além da atresia de vias biliares. Quanto à evolução clínica, apenas um dos pacientes foi a óbito, sendo que este ocorreu secundário a um quadro de quilotórax e sepse. CONCLUSÃO: O fenótipo observado na síndrome do olho do gato é bastante variável e pode se sobrepor àquele do espectro óculo-aurículo-vertebral. Apesar dos indivíduos apresentarem usualmente um bom prognóstico, incluindo do ponto de vista neurológico, acreditamos que todo paciente com a síndrome deveria ser precocemente avaliado quanto à presença de malformações cardíacas, biliares e anorretais. Isto evitaria possíveis complicações, incluindo o óbito.
    2010 artigo Brasil acesso aberto
  3. 3

    Síndrome de deleção 22q11 e cardiopatias congênitas complexas

    Publicação
    por Rosa,Rafael Fabiano Machado
    Outros Autores: Trevisan,Patrícia; Koshiyama,Dayane Bohn; Pilla,Carlo Benatti; Zen,Paulo Ricardo Gazzola; Varella-Garcia,Marileila et al.
    Origem: Oasisbr
    OBJETIVO: Verificar a frequência da síndrome de deleção 22q11 (SD22q11) entre pacientes portadores de cardiopatia congênita do tipo complexa. MÉTODOS: A amostra foi constituída por uma coorte prospectiva e consecutiva de pacientes com cardiopatia complexa em sua primeira hospitalização em uma unidade de tratamento intensivo cardiológica de um hospital pediátrico. Para cada paciente foi preenchida uma ficha de avaliação, com coleta de dados clínicos, e realizado o cariótipo de alta resolução e técnica de hibridização in situ fluorescente (FISH) com pesquisa de microdeleção 22q11. Os defeitos cardíacos foram classificados por um cardiologista participante do estudo. RESULTADOS: A amostra foi composta de 66 pacientes. Quanto à análise cariotípica, alterações foram observadas em cinco pacientes (7,6%); contudo, nenhum deles apresentava deleção 22q11. A avaliação pela técnica de FISH pôde ser realizada com sucesso em 65 pacientes, sendo que a microdeleção 22q11 foi identificada em dois (3,1%). Dos 66 pacientes com defeitos complexos, 52 eram portadores de malformações do tipo conotruncal, sendo que em 51 a pesquisa para microdeleção 22q11 foi realizada. Os dois pacientes portadores da microdeleção 22q11 fizeram parte deste grupo, representando uma frequência de 3,9%. Eles apresentavam tetralogia de Fallot. CONCLUSÃO: A SD22q11 é uma anormalidade frequente entre pacientes com cardiopatias congênitas complexas e conotruncais. Variações da frequência da SD22q11 entre os estudos parecem estar associadas, principalmente, com a forma adotada para a seleção da amostra e às características da população em análise.
    2011 artigo Brasil acesso aberto
  4. 4

    Ear abnormalities in patients with oculo-auriculo-vertebral spectrum (Goldenhar syndrome)

    Publicação
    por Rosa,Rafael Fabiano Machado
    Outros Autores: Silva,Alessandra Pawelec da; Goetze,Thayse Bienert; Bier,Bianca de Almeida; Almeida,Sheila Tamanini de; Paskulin,Giorgio Adriano et al.
    Origem: Oasisbr
    Oculo-auriculo-vertebral spectrum (OAVS) is a rare condition characterized by the involvement of the first branchial arches. PURPOSE: To investigate the ear abnormalities of a sample of patients with OAVS. MATERIALS AND METHODS: The sample consisted of 12 patients with OAVS seen at the Clinical Genetics Unit, UFCSPA/CHSCPA. The study included only patients who underwent mastoid computed tomography and with normal karyotype. We performed a review of its clinical features, giving emphasis to the ear findings. RESULTS: Nine patients were male, the ages ranged from 1 day to 17 years. Ear abnormalities were observed in all patients and involved the external (n=12), middle (n=10) and inner ear (n=3). Microtia was the most frequent finding (n=12). The most common abnormalities of the middle ear were: opacification (n=2), displacement (n=2) and malformation of the ossicular chain. Agenesis of the internal auditory canal (n=2) was the most frequent alteration of the inner ear. CONCLUSIONS: Ear abnormalities are variable in patients with OAVS and often there is no correlation between findings in the external, middle and inner ear. The evaluation of these structures is important in the management of individuals with OAVS
    2011 artigo Brasil acesso aberto
  5. 5

    Anterior laryngeal membrane and 22q11 deletion syndrome

    Publicação
    por Rosa,Rafael Fabiano Machado
    Outros Autores: Rosa,Rosana Cardoso Manique; Krumenauer,Rita Carolina Pozzer; Varella-Garcia,Marileila; Paskulin,Giorgio Adriano
    Origem: Oasisbr
    2011 relatório Brasil acesso aberto
  6. 6

    Amenorréia e anormalidades do cromossomo X

    Publicação
    por Rosa,Rafael Fabiano Machado
    Outros Autores: Dibi,Raquel Papandreus; Picetti,Jamile dos Santos; Rosa,Rosana Cardoso Manique; Zen,Paulo Ricardo Gazzola; Graziadio,Carla et al.
    Origem: Oasisbr
    OBJETIVO: correlacionar as manifestações clínicas de pacientes com amenorréia e anormalidades do cromossomo X. MÉTODOS: realizou-se uma análise retrospectiva dos achados clínicos e laboratoriais das pacientes com amenorréia e anormalidades do cromossomo X, atendidas entre janeiro de 1975 e novembro de 2007. Suas medidas antropométricas foram avaliadas através de tabelas de crescimento padrão, sendo que, quando presentes, dismorfias menores e maiores foram anotadas. O estudo dos cromossomos foi realizado através do cariótipo com bandamento GTG. RESULTADOS: do total de 141 pacientes com amenorréia, 16% apresentavam anormalidades numéricas e 13% estruturais do cromossomo X. Destas pacientes com anormalidade do X (n=41), 35 possuíam descrição clínica completa. Todas elas apresentavam hipogonadismo hipergonadotrófico. Amenorréia primária foi observada em 24 pacientes, das quais 91,7% com fenótipo de síndrome de Turner. Com exceção de um caso com deleção Xq22-q28, todas as demais pacientes com este fenótipo apresentavam alterações envolvendo Xp (uma com uma linhagem 46,XY associada). Os dois casos restantes com apenas amenorréia primária possuíam deleções proximais de Xq. Entre as 11 pacientes com amenorréia secundária, 54,5% apresentavam fenótipo de Turner (todas com monossomia do X isolada ou em mosaico). Entre aquelas com fenótipo de falência ovariana isolada observaram-se somente deleções Xq e trissomia do X. CONCLUSÕES: a análise cromossômica deve sempre ser realizada em mulheres com falência ovariana de causa não conhecida, mesmo na ausência de achados dismórficos. Esta também é de extrema importância em pacientes sindrômicas, pois, além de confirmar o diagnóstico, é capaz de identificar pacientes em risco, como nos casos com uma linhagem 46,XY.
    2008 artigo Brasil acesso aberto
  7. 7

    Amenorréia primária e cariótipo XY: identificando pacientes em risco

    Publicação
    por Rosa,Rafael Fabiano Machado
    Outros Autores: Dibi,Raquel Papandreus; Toscani,Nadima Vieira; Silva,Leonardo Leiria Moura da; Zen,Paulo Ricardo Gazzola; Graziadio,Carla et al.
    Origem: Oasisbr
    OBJETIVO: verificar a prevalência e as características clínicas de pacientes com amenorréia primária e cariótipo XY avaliadas em nosso Serviço com o intuito de identificar achados que possam auxiliar em seu reconhecimento. MÉTODOS: no período de Janeiro de 1975 a Novembro de 2007, foram avaliadas 104 pacientes com amenorréia primária. Para todos os casos foi realizada a análise pelo cariótipo por bandas GTG. Destas, 21 (20,2%) apresentavam uma constituição 46,XY. Contudo, duas foram excluídas do estudo por terem prontuários incompletos. Das 19 pacientes que compuseram a amostra, a maior parte veio encaminhada pela ginecologia (63,2%). Suas idades variaram entre 16 e 41 anos (média de 22,1 anos). Realizou-se uma coleta de dados sobre sua história familiar e pregressa, exame físico e resultados de exames complementares. Para determinação dos seus diagnósticos levaram-se em consideração essas informações. RESULTADOS: a síndrome de resistência aos androgênios foi o diagnóstico predominante (n=12; 63,2%). Cinco pacientes (26,3%) apresentavam disgenesia gonadal pura XY (DGP XY), uma (5,3%) deficiência de 17-alfa hidroxilase e uma (5,3%) deficiência de 5-alfa redutase. Achados clínicos freqüentemente observados nessas pacientes incluíram desenvolvimento anormal dos caracteres sexuais secundários (n=19), agenesia uterina com vagina em fundo de saco (n=14), história familiar de amenorréia (n=8) e gônadas palpáveis no canal inguinal (n=5). Duas delas apresentavam história de hérnia inguinal. Hipertensão arterial sistêmica foi diagnosticada somente na paciente com deficiência de 17-alfa hidroxilase, e malignização gonadal, naquela com DGP XY. CONCLUSÕES: a freqüência de pacientes com cariótipo XY (20%) foi superior à usualmente descrita na literatura (3 a 11%). Acreditamos que isso tenha relação com a forma de encaminhamento das pacientes ao Serviço. Certos achados da história clínica e do exame físico deveriam ser rotineiramente avaliados em indivíduos com amenorréia primária. Dessa forma, haveria um reconhecimento mais precoce das pacientes 46,XY e, conseqüentemente, um adequado manejo clínico das mesmas.
    2008 artigo Brasil acesso aberto
  8. 8

    Espectro óculo-aurículo-vertebral em pacientes com defeitos cardíacos congênitos

    Publicação
    por Rosa,Rafael Fabiano Machado
    Outros Autores: Zen,Paulo Ricardo Gazzola; Flores,José Antônio Monteiro; Golendziner,Eliete; Pilla,Carlo Benatti; Roman,Tatiana et al.
    Origem: Oasisbr
    FUNDAMENTO: Há poucos estudos avaliando a frequência do espectro óculo-aurículo-vertebral (EOAV) nos pacientes com defeitos cardíacos congênitos (DCC). OBJETIVO: Verificar a frequência do EOAV em uma amostra de pacientes com malformações cardíacas graves. MÉTODOS: Avaliamos uma coorte prospectiva de pacientes com DCC, admitidos em uma unidade de terapia intensiva (UTI) cardiopediátrica no Brasil. O diagnóstico de EOAV foi feito com base em dados clínicos, considerando critérios padrões. Os pacientes que preenchiam esses critérios foram submetidos ao cariótipo de alta resolução com bandamento GTG e hibridização fluorescente in situ para a microdeleção 22q11.2. O teste exato de Fisher (P < 0,05) foi usado para as análises estatísticas. RESULTADOS: Durante o período de avaliação, 330 pacientes foram hospitalizados pela primeira vez na UTI, mas trinta deles não participaram deste estudo. Dos 300 pacientes que constituíram a amostragem final, o EOAV foi verificado em três casos (1%). Todos apresentaram estudos citogenéticos normais. CONCLUSÃO: O EOAV parece ser uma condição frequente em pacientes com DCC. Contudo, não podemos excluir a possibilidade de que a frequência de EOAV encontrada em nosso estudo possa ter sido subestimada devido à baixa taxa de detecção pré-natal de DCC e ao acesso limitado dos pacientes ao tratamento médico apropriado em nosso meio. Estudos prospectivos futuros com critérios clínicos bem definidos e pacientes com defeitos leves e graves serão importantes para avaliar o papel do EOAV na população em geral de indivíduos com malformações cardíacas.
    2010 artigo Brasil acesso aberto
  9. 9

    Síndrome brânquio-óculo-facial (BOFS) e cardiopatias congênitas

    Publicação
    por Rosa,Rafael Fabiano Machado
    Outros Autores: Zen,Paulo Ricardo Gazzola; Graziadio,Carla; Paskulin,Giorgio Adriano
    Origem: Oasisbr
    Relatamos aqui o caso de um menino com 43 dias de vida, apresentando síndrome brânquio-óculo-facial (BOFS) e cardiopatia congênita. Na avaliação clínica, ele possuía retardo de crescimento, pregas epicânticas, fendas palpebrais pequenas, telecanto, base nasal alargada, fenda labial falsa (pseudocleft), micrognatia, orelhas displásicas e rotadas posteriormente, fendas branquiais, pescoço curto e alado, mamilo extranumerário, hipotonia e reflexos tendinosos profundos diminuídos. A ecocardiografia verificou presença de um defeito do septo atrioventricular completo do tipo A e persistência do canal arterial. Essa descrição fortalece a possibilidade de que defeitos cardíacos congênitos possam fazer parte do espectro de anormalidades observado na BOFS.
    2009 artigo Brasil acesso aberto
  10. 10

    Duplicação 22q11.2 e defeitos cardíacos congênitos

    Publicação
    por Rosa,Rafael Fabiano Machado
    Outros Autores: Zen,Paulo Ricardo Gazzola; Ricachinevsky,Cláudia Pires; Pilla,Carlo Benatti; Pereira,Vera Lúcia Berenstein; Roman,Tatiana et al.
    Origem: Oasisbr
    2009 artigo Brasil acesso aberto