Search Results - "Rocha, Jorge"

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  1. 1

    Os Sistemas de Informação Geográfica na Monitorização da Qualidade Ambiental: Projecto Litoral Digital

    Publication
    by Rocha, Jorge
    Other Authors: Pontes, Saudade; Fernandes, Sónia; Simões, Helena; Ramalhete, Filipa
    O GEOTA - Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, é uma organização não governamental de ambiente, de âmbito nacional, que funciona com trabalho voluntário de base. Constituiu-se legalmente em 1986, mas a sua existência, enquanto grupo de reflexão e educação na área do ambiente, remonta a 1981, contando actualmente com mais de 2000 associados em todo o país. Um dos muitos projectos que o GEOTA realiza na área do ambiente é o Coastwatch. O Coastwatch Europe é um projecto de âmbito europeu, de caracterização ambiental da faixa costeira. Baseia-se nos resultados obtidos a partir do preenchimento de um questionário para cada unidade de 500 metros da faixa litoral. O Coastwatch Europe surgiu na Irlanda (onde se encontra a coordenação internacional), em 1988, e tem sido realizado em vários países da Europa. Em Portugal, o projecto arrancou também no ano de 1988, e, desde então, tem sido recolhida informação todos os anos. Embora os resultados destes questionários fossem sempre analisados estatisticamente, fazia-se sentir uma necessidade cada vez mais premente de obter uma perspectiva espacial dos indicadores recolhidos, bem como de os cruzar com outros existentes (por exemplo, informação relativa à população e habitação). Foi a identificação desta necessidade que esteve na base da decisão da criação do Litoral Digital. Para tal, contou-se com o apoio da Octopus / ESRI Portugal, que forneceu todo o software necessário, e do IGeoE que disponibilizou a linha de costa à escala 1:25000 em formato digital (vectorial) e, mais tarde, todas as cartas militares 1:25000, para a área do continente, em formato raster, e também para os Açores e Madeira. Esta informação constituiu a base para a construção do Sistema de Informação Geográfica (SIG). O projecto foi também apoiado pelo Instituto Português da Juventude, pelo Instituto de Promoção Ambiental, e pela Direcção-Geral de Ambiente (DGA). O projecto do Litoral Digital desenvolve-se desde 1999. No início de 2000 foi criada nova cartografia (para identificação das regiões aquando do trabalho de campo), já com recurso ao SIG e à informação atrás referida, e procederam-se a algumas experiências de inquirição e análise espacial. Durante o ano de 2001, foi desenvolvido um programa para facilitar a inserção de dados na base de dados e apresentados os primeiros resultados do projecto.
    2001 book part Portugal open access
  2. 2

    Caracterização da franja urbana-rural através de gradientes: análise por continuum versus contraste

    Publication
    by Rocha, Jorge
    Other Authors: Tenedório, José A.; Morgado, Paulo; Marques da Costa, Eduarda; Marques Da Costa, Nuno
    O conceito de ‘urbanidade’ implica que se encare a distinção urbano-rural como um continuum e não como uma dicotomia. Quando a maioria das pessoas vivia em zonas rurais, a dicotomia parecia mais válida, apesar da grande variabilidade que também pode existir nesses ambientes. Já em 1950, quando a população urbana era inferior a 30%, a divisão de população das Nações Unidas afirmava que um contínuo urbano-rural seria preferível a uma dicotomia (Smailes, 1966). Portanto, deve-se caminhar na direcção da criação de uma variável – um continuum ou um gradiente – que de forma mais adequada e exacta reflicta as vastas diferenças existentes entre as pessoas, os locais onde vivem e como organizam as suas vidas. Deste modo releva-se necessária a criação de um índice que possa ver o seu valor incrementado, ou simplesmente mude de valor, à medida que as características dos lugares (e das pessoas que vivem nesses lugares) se transformam com o tempo, e variam através do espaço. Um índice deste tipo permite medir tanto a quantidade (quantum) como a frequência (tempo) das alterações urbanas e sua evolução, e portanto, aumenta a nossa capacidade de prever e compreender os fenómenos actuais relacionados com a transição das regiões para uma realidade urbana e/ou a forma como estas continuam a evoluir na sua ‘urbanidade’. O objectivo deste trabalho é propor um índice de ‘urbanidade’ – ou um gradiente urbano – baseado em imagens obtidas por detecção remota. O índice será aplicado à Área Metropolitana de Lisboa, a qual inclui espaços urbanos e rurais administrativamente bem definidos.
    2005 book part Portugal open access
  3. 3

    Planning and Land Use/Cover Scenarios: The Role of Probabilistic Algorithms

    Publication
    by Rocha, Jorge
    Other Authors: Rodrigo, Catarina; Viana, Cláudia M.; Barbosa, Ângela
    A cellular automata (CA) model is characterized by phase transitions that can generate complex patterns through simple transition rules. As such, this technique seems suited to model the complexity of urban systems (Clarke and Gaydos, 1998; Batty, 1995). Unlike most conventional urban models that focus more or less on the spatial patterns of urban growth, cellular automata based urban models usually pay more attention to simulating the dynamic process of urban development and defining the factors or rules driving the development. By applying different transition rules, a model based on cellular automata seeks to explore how the urban system has been developing and how this system changes under certain rules or forces. The central component of a CA model is the transition rules that represent the logic of the process being modelled and, thus, determine the spatial dynamics of the system (White and Engelen, 2000). The transition rules define how changes the state of a cell in response to its current state and the states of its neighbours. This is the key component of CA because these rules represent the process of the system being modelled, and thus are essential to the success of a good modelling practice (White, 1998). For a restricted CA, the transitional rules are uniform and applied synchronously to all cells within the system. However, it has been pointed out a large number of different ways to define the transition rules.
    2015 book part Portugal open access
  4. 4

    Sistemas complexos, modelação e geossimulação da evolução do espaço urbano

    Publication
    by Rocha, Jorge
    Other Authors: Tenedório, José A.; Abreu, Diogo
    A utilização da computação na manipulação de modelos, i.e. geosimulação tornou possível o processamento paralelo de inúmeras variáveis e também aplicar regras de crescimento na forma de algoritmos que permitem acrescentar, entre outros factores, elementos aleatórios ao modelo. O trabalho aqui apresentado é um exemplo prático da utilização da modelação aliada a conceitos como a complexidade e a emergência na procura de representações dinâmicas do crescimento urbano. O submodelo preditivo é uma das características principais deste(s) modelo(s), pelo se testaram várias abordagens possíveis para a sua realização, apresentando-se os resultados e as especificidades de cada uma delas.
    2013 book part Portugal open access
  5. 5

    Risk management and assessment

    Publication
    by Rocha, Jorge
    Other Authors: Oliveira, Sandra; Capinha, César
    Human beings are increasingly subjected to risks and phenomena of natural or technological origin that can compromise the balance between the social and natural environments. The Knowledge Society of the 20th century is characterized by the intensification of risks associated with climate change. Potentially devastating risks are our society’s biggest problem. By definition, risk is the value obtained from the assessment of possible consequences (human losses, direct and indirect damages and costs) caused by incidents or accidents, together with the probability of occurrence of hazardous processes due to the conjunction of the factors involved. Risk is a combination of the probability of unfavorable scenarios and their consequences. In this context, it is possible, and advisable, to evaluate the expected value of these consequences, in order to establish, based on scenarios, procedures for forecasting, preventing, controlling and mitigating the effects of these hazardous processes to people and assets, associated with both natural and technological risks. Risk analysis, risk evaluation and risk management are the main pieces in the process known as ‘Risk Assessment’. Risk assessment can be understood as the joint effort of identifying and analysing potential future events, i.e., risk analysis, and evaluating the acceptability of risk based on the risk analysis, while considering influencing factors, i.e., risk evaluation. In short, risk assessment analyses what can go wrong, how likely it is to happen and, if it happens, what are the potential consequences. Since this is a multi-disciplinary domain involving various scientific areas, among which geography, Earth and environmental sciences, ecology, engineering, law, economics, sociology and political sciences, this book gathers contributions covering a wide spectrum of topics with regard to their theoretical background and field of application. As part of this process, the resulting assessment of risk may be expressed in both quantitative and qualitative approaches. Vulnerability to risks varies widely, primarily depending on the capacity of societies to integrate them in the management of their activities, to mitigate their effects and to recover from the disaster. Two major parameters are decisive for ensuring the development of these capacities and the consequent reduction in vulnerability - expert knowledge and planning. It is within the first parameter that one seeks to discern the magnitude of risks and to test new technologies to support the monitoring, evaluation and communication of threats. The concept of risk has, of course, evolved over time, and is now a basic principle in decision-making by politicians, managers, entrepreneurs, builders and civil protection services, in the definition of safety and security systems, completed in safety and emergency plans, and is integrated in crisis management programs associated with accident situations. Risk assessment is an inherent part of an overall risk management strategy, which attempts to introduce, after a risk assessment, control measures to eliminate or reduce any potential risk-related consequences. This concept is linked today to a new paradigm, in which the technological, social and communicational aspects gain even more relevance.
    2020 book Portugal open access
  6. 6

    Spatial analysis, modelling and planning

    Publication
    by Rocha, Jorge
    Other Authors: Tenedório, José António
    2018 book Portugal open access
  7. 7

    Evolução dos padrões de ocupação do solo em áreas litorais desenvolvidas: integração de dados Fuzzy com redes neuronais e autómatos celulares

    Publication
    by Rocha, Jorge
    Other Authors: Ferreira, José C.; Tenedório, José A.; Encarnação, Sara
    A geocomputação é um campo emergente de investigação que advoga o uso de métodos de análise espacial computacionalmente intensivos como os que recorrem a pesquisas heurísticas, redes neuronais e autómatos celulares. Este trabalho apresenta um método de simular a evolução do uso do solo numa realidade periurbana, com recurso à integração de redes neuronais e agentes autónomos em ambiente SIG. A simulação das alterações no uso do solo recorrendo unicamente a agentes autónomos é desaconselhada, em virtude destes modelos, na sua forma mais convencional, apresentarem limitações na definição dos parâmetros espaciais e das regras de transição. Neste trabalho é utilizada uma rede neuronal para aferir o grau de importância que cada variável de predição (probabilidade) tem nos constrangimentos geográficos. Estas variáveis são obtidas com recurso ao SIG, que também é utilizado num fim de todo o processo com o intuito de verificar a validade dos resultados obtidos.
    2005 book part Portugal open access
  8. 8

    Avaliação e comparação de protocolos de Geocodificação

    Publication
    by Rocha, Jorge
    Other Authors: Marques, Miguel; Figueiredo, Daniela
    O crescente desenvolvimento dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) tem permitido às empresas localizar os seus clientes de modo a adotarem estratégias de Geomarketing espacialmente robustas. Este desenvolvimento dos SIG confere atualmente especial importância às Bases de Dados Geográficas, principalmente no mundo empresarial. Estas bases de dados geográficas são suportadas através das técnicas de geolocalização/ geocodificação. Normalmente as bases de dados geográficas (TeleAtlas®, Nokia®, Google®, Yahoo!®) utilizadas no geocoding baseiam-se em estruturas topológicas dos segmentos das ruas. Nestas estruturas topológicas podem surgir erros geométricos nos segmentos das ruas, o que pode levar à imprecisão da geocodificação pretendida. Este trabalho analisa e compara, usando um conjunto de moradas recolhidas aleatoriamente, o comportamento dos diferentes protocolos de geolocalização existentes no mercado. A comparação é feita com referência aos dados georreferenciados manualmente e é analisada tanto em termos quantitativos como qualitativos, tendo como foco Portugal Continental.
    2016 book part Portugal open access
  9. 9

    A importância da análise espacial na reconstituição da oferta educativa em Portugal

    Publication
    by Rocha, Jorge
    Other Authors: Henriques, Cristina
    Este trabalho encontra-se inserido no projecto Atlas-Repertório dos Municípios na Educação e na Cultura em Portugal (1820-1986). Como trabalho inicial, assentou na criação de uma base de trabalho, i.e. levantamento da informação para o ano zero (1800). Assim foram geocodificadas, com base no reportório toponímico nacional, todas as escolas existentes no referido ano e foram vectorizadas, recorrendo a informação proveniente de cartografia histórica, as estradas principais existentes na mesma data. Esta informação foi alvo de análises de estatística espacial com base num Sistema de Informação Geográfica (SIG).
    2014 article Portugal open access
  10. 10

    A complexidade em Geografia

    Publication
    by Rocha, Jorge
    Other Authors: Morgado, Paulo
    Muitos de nós, nas suas infâncias, sucumbimos à curiosidade, achando que valia o risco de apanharmos umas palmadas correctivas, e desmontámos o brinquedo novo que tínhamos acabado de receber, só para tentar perceber como aquelas peças se encaixavam umas-nas-outras e de forma articulada permitiam ao brinquedo funcionar. Pois é, apesar de haver alguns menos confessos, a verdade é que passados todos estes anos, continuamos a proceder tal e qual, na busca da compreensão e da verdade escondida nas coisas, i.e., continuamos a desmontar o universo em sistemas, subsistemas, moléculas, átomos e ainda assim, sem ter descoberto a verdade das coisas. Esta teoria reducionista, que afirmava que para se compreender a natureza das coisas, tínhamos primeiro de compreender as suas componentes, e que tem prevalecido até meados do século XX, está esgotada. Durante anos tentámos ver o mundo na perspectiva das suas componentes, para depois constatarmos que a realidade é bem mais complexa e que as leis entretanto declaradas não eram universais. Não obstante, avanços foram feitos e se não bastassem os muitos fundamentos teóricos que continuam a prevalecer, só o facto dos cientistas perceberem que a teoria reducionista os levava constantemente a esbarrar com o insolúvel problema da complexidade (a complexidade da natureza), era já suficiente pelo interesse que levantou e nas investigações que instigou.
    2007 book part Portugal open access