Search Results - "Regato, Mariana"

Publication Catalog - "Regato, Mariana"

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  1. 1

    A cultura da romãzeira no Alentejo: experiência mostra boa adaptação

    Publication
    by Regato, Mariana
    Other Authors: Costa, Idália
    A experimentação levada a cabo no Centro Hortofrutícola da Escola Superior Agrária de Beja, tem mostrado que a cultura tem boa adaptabilidade à região, produzindo frutos de boa qualidade e sem necessidade de muitos cuidados culturais. O principal problema que tem surgido é o da sua sensibilidade aos afídeos.
    2012 article Portugal open access
  2. 2
  3. 3

    A cultura do diospireiro no Alentejo

    Publication
    by Regato, Mariana
    Other Authors: Costa, Idália
    Atualmente existem alguns pomares estremes, bem conduzidos, regados e com boa produtividade, localizados sobretudo na região do Algarve. A área ocupada por esta cultura é de cerca de 231 ha, dando origem a uma produção superior a 2900 toneladas anuais.
    2013 article Portugal open access
  4. 4

    A cultura do diospireiro no Alentejo

    Publication
    by Regato, Mariana
    Other Authors: Costa, Idália
    Atualmente existem alguns pomares estremes, bem conduzidos, regados e com boa produtividade, localizados sobretudo na região do Algarve. A área ocupada por esta cultura é de cerca de 231 ha, dando origem a uma produção superior a 2900 toneladas anuais.
    2013 article Portugal open access
  5. 5

    A cultura da figueira no Alentejo

    Publication
    by Regato, Mariana
    Other Authors: Costa, Idália
    Este trabalho realizado no Centro Hortofrutícola da Escola Superior Agrária de Beja, no Alentejo, teve como objetivos o acompanhamento de um ensaio de sistemas de condução (em vaso e em eixo central revestido) × cultivares (Lampa Preta, Dauphine, CN 250 e Pingo de Mel) na cultura da figueira, num pomar instalado em outubro de 2003.
    2013 article Portugal open access
  6. 6

    Produção de Figos Lampos no Alentejo

    Publication
    by Regato, Mariana
    Other Authors: Costa, Idália
    O estudo foi realizado num ensaio instalado no Centro Hortofrutícola da Escola Superior Agrária de Beja em 2003, onde se está a acompanhar o comportamento de algumas cultivares de figueira (Maia, Bêbera Preta, e Colo de Dama) relativamente a novas tecnologias, que permitem a obtenção de frutos de boa qualidade para o consumo em fresco e com menores custos de mão-de-obra na colheita. O ensaio está instalado em blocos casualizados, com três repetições, no compasso de 5 x 2,5 m (800 árvores ha-1). Cada bloco tem três árvores de cada cultivar. As árvores estão conduzidas em eixo central revestido e não ultrapassam dois metros de altura. Os resultados referentes ao período de 2007 a 2011 foram os seguintes: A cv. Bêbera Preta foi a primeira a iniciar a maturação, seguida da cv. Maia e da cv. Colo de Dama. A cv. Maia foi a mais produtiva e a que produziu os frutos de maior peso. Os frutos das cvs. Colo de Dama e Maia apresentaram a percentagem mais elevada de sólidos solúveis totais.
    2014 article Portugal open access
  7. 7
  8. 8

    A cultura da romãzeira no Alentejo

    Publication
    by Regato, Mariana
    Other Authors: Costa, Idália
    A experimentação levada a cabo no Centro Hortofrutícola da Escola Superior Agrária de Beja, tem mostrado que a cultura tem boa adaptabilidade à região, produzindo frutos de boa qualidade e sem necessidade de muitos cuidados culturais. O principal problema que tem surgido é o da sua sensibilidade aos afídeos.
    2012 article Portugal open access
  9. 9

    A cultura da Figueira -da-índia (Opuntia ficus-indica (L.) no Alentejo

    Publication
    by Fole, Francisco
    Other Authors: Regato, Mariana
    A figueira-da-índia (Opuntia ficus-indica (L.) Mill) é originária da América, mais propriamente do México. Foi introduzida na Europa por Cristóvão Colombo e difundiu-se posteriormente pela região Mediterrânica (Polunin et al., 1978). Até então,era tratada como uma planta marginal, de bordadura, usada para limitar propriedades. Começa a ter interesse no Alentejo, podendo ser mais uma cultura alternativa às tradicionalmente praticadas na região. Embora seja uma cultura pouco exigente em água, pode atingir maiores produtividades e frutos de melhor qualidade quando regada.
    2015 article Portugal open access
  10. 10

    Influência da aplicação de hormonas no enraizamento de estacas de ornamentais

    Publication
    by Carvalho, Vera João Soares
    Other Authors: Regato, Mariana
    O ensaio teve como objectivo estudar o enraizamento de estacas de Bougainvillea glabra (branca, rosa e roxa), Ligustrum japonicum, Ligustrum ovalifolium e Nerium oleander (branco, rosa e variegate), com e sem aplicação de hormona de enraizamento - ácido  – indol – butírico (0,8 % p/p) em placas de alvéolos com um substrato de terra vegetal numa estufa de cobertura de polietileno. Durante o tempo que as estacas permaneceram nas placas de alvéolos fizeram-se os seguintes registos: abrolhamento dos gomos, medição da área foliar e comprimento das raízes. Após 120 dias efectuou-se a repicagem das estacas enraizadas para vasos de 2,5 litros e continuou-se a estudar o seu comportamento através da observação visual, medição da área foliar, altura e diâmetro das estacas e registo do número de flores no caso em que existiam. As conclusões foram as seguintes: a Bougainvillea glabra rosa, o Ligustrum japonicum, o Nerium oleander variegate e o Nerium oleander branco apresentaram maior capacidade de enraizamento do que as outras espécies e cultivares estudadas. A influência da hormona de enraizamento fez-se sentir apenas no número de estacas abrolhadas, tendo um efeito positivo no caso da Bougainvillea glabra durante os 120 dias de observações e no Ligustrum apenas nos 20 dias após o início do enraizamento. A aplicação da hormona não teve qualquer influência no enraizamento das estacas de Nerium oleander.
    2004 article Portugal open access