Search Results - "Rebelo, Helena"
Publication Catalog - "Rebelo, Helena"
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A Question about Linguistic Madeiran Patrimony: Saloia/Saloio
Publicationby Rebelo, HelenaOrigin: Arquivo Histórico da MadeiraIn the Archipelago of Madeira, “Easter visits” take place from Easter Sunday to the day of Pentecost. To accompany the insignia of the Holy Spirit, go children called “saloias”. In practically all the parishes in which they participate, they are girls. These young girls are dressed by a special way. In the research carried out in all counties, there were cases with boys. This is what we intend to talk about here. Are the masculine and the feminine equivalent? Why the predominance of girls in the visits? Why the shortage of boys? How does the presence of both differ? These are some of the questions that are to be addressed, condensing the problematic in the question of the grammatical gender (masculine/feminine) of the term that triggered a research in the Linguistic Patrimony of the Autonomous Region of Madeira: the use of the term “saloia” for “girl who accompanies the insignia of the Holy Spirit”. Keywords Archipelago of Madeira; Visits of the Insignia of the Holy Spirit; Saloias; Saloios; Linguistic Gender. -
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Examples for the History of Orthography in Funchal: From Linguistic Landscape to Linguistic Patrimony with Toponymy
Publicationby Rebelo, HelenaOrigin: Arquivo Histórico da MadeiraIn a community, such as a city, there is linguistic patrimony of a more or less distant past visible in the present, in the middle of the public space. In consecutive generations, ancestors left written records that are reflections of the spelling changes that occurred over time, due, mainly, to political options that altered the spelling. Consequently, different (ortho)spellings coexist in a territory because marks from earlier times remain. Some are more visible than others. Some are found indoors, while many are located outdoors as elements of the Linguistic Landscape. All are heritage assets, although some are less valued. Because they contain verbal language, they are a component of Linguistic Patrimony. It is intended to observe the case of Funchal, in a nonlinear route through the city. The data is registered strolling through the streets and paying attention to the details of Funchal landscape, whether non-linguistic, linguistic or mixed and symbolic. The information is collected, in particular, in toponymic plates indicating arteries, and also in trademarks with advertising and painted logos, as well as various elements, including traffic signs, which reveal orthographic particularities. All linguistic elements are informative and associated with indications of Linguistic Patrimony scattered throughout the various urban spaces. Looking closely, the elements of the landscape offer linguistic matter of study. In this wide set of heritage manifestations that arise in the urban landscape, it is intended to highlight the History of Spelling, through some examples, with decades and centuries, collected with photographs in Funchal, between 2019 and 2022. The observation of this samples constitutes, in itself, a corpus. From it, a description of some topics related to writing, more precisely the orthographic representation, is done. The landscape details are identified as traces of a direct and indirect Linguistic Patrimony, which is inherited, but that the community changes, reconstructs and also constitutes, to bequeath it to future generations, maintaining incongruities and unlikely combinations. Yesterday’s city writings are renewed today and perpetuated tomorrow. This is the case with Funchal in the landscape and linguistic patrimony, particularly in toponymy. Keywords: History of Spelling; Linguistic Landscape; Funchal; Toponymy; Linguistic Patrimony. -
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O falar do Porto Santo: a variação no vocalismo oral acentuado
Publicationby Rebelo, HelenaApresenta-se um levantamento exaustivo das publicações relativas ao falar do Porto Santo, numa relação implícita e explícita com a ilha da Madeira (Capítulo I – Revisão Bibliográfica). Tendo por base dados gravados em estúdio, a partir de respostas a um questionário estabelecido e aplicado a dois informantes masculinos de gerações distintas, realiza-se o estudo do vocalismo oral acentuado, através de espectrogramas, por meio da segmentação do sinal sonoro e da sua transcrição fonética (Capítulo II - Análise Espectrográfica). A descrição das respostas obtidas (Capítulo III - Descrição do Corpus) resulta da observação pormenorizada do contexto em que foram produzidas as vogais acentuadas. Estas são analisadas e caracterizadas a nível qualitativo e quantitativo, com registo dos formantes (F1, F2 e F3), do desvio padrão, da duração e da energia. Concluída esta fase, passa-se à comparação dos resultados (Capítulo IV – Comparação dos Dados). Primeiro, concretiza-se entre os materiais dos informantes do Porto Santo e, depois, com os de estudos semelhantes, quer para o português padrão, quer para uma variedade algarvia, quer ainda para variedades açorianas (Corvo e São Miguel). -
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Os porquês do português: a variação linguística em usos quotidianos
Publicationby Rebelo, HelenaOs porquês do português: A variação linguística em usos quotidianos compila diversas reflexões linguísticas, em jeito de crónicas, que procuram responder a questões relacionadas com a língua portuguesa. As interrogações são motivadas por diversas vivências do quotidiano nacional e internacional, nos séculos XX e XXI, levando a uma reflexão para procurar respostas. A fim de fundamentar a solução a cada problema de língua portuguesa, tornou-se imprescindível a consulta de diversos dicionários portugueses e brasileiros, assim como de algumas gramáticas. Compreende-se, ao longo do livro, o quanto a variação linguística está patente nos diversos usos dos falantes da comunidade de língua portuguesa. -
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Os nomes das receitas: um património linguístico regional, nacional ou internacional?: uma análise lexical
Publicationby Rebelo, HelenaNum mundo globalizado, com valorização crescente do património regional (cf. dieta mediterrânica), as receitas culinárias tendem a generalizar-se. As comidas regionais podem assumir contornos mundiais, reconhecidas pelo seu nome. As revistas de culinária assumem esse papel de transmissão, que, no passado, era operado oralmente, de geração em geração, no seio da família ou da comunidade. Os nomes atribuídos aos pratos não serão, portanto, completamente arbitrários. Há receitas de comidas e bebidas cujos intitulados ignoram os nomes dos ingredientes (jardineira, canja, tim-tam-tum, brisa). Outras dão conta deles e do modo de preparação, (espada com banana, frango assado). Umas quantas revelam a sua proveniência geográfica (carne de porco à alentejana, vinho do Porto). Muitas correspondem a estrangeirismos (“crepes”, “vodka”). Considerando estes e outros tipos de intitulados, as designações das receitas merecem ser estudadas porque constituem um considerável património linguístico. Pretende-se analisar, num plano linguístico, os intitulados das receitas de alguns números da revista Continente Magazine, “a revista de culinária mais vendida em Portugal”, tendo também em conta dois livros de receitas madeirenses. No total, a amostra comporta 537 nomes de receitas. Que tipo de léxico dá nome às receitas? O vocabulário é essencialmente nacional ou predominarão muitos estrangeirismos? Haverá, por exemplo, algumas comidas e bebidas da Madeira, ou seja, referências locais e regionais? Os nomes das receitas divulgadas correspondem, sobretudo, a um património linguístico alimentar regional, nacional ou internacional? Procurando responder a estas questões, analisam-se os 537 nomes de receitas através das seguintes variáveis: autoria, designação, extensão, estrutura e origem. -
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Reflexões em torno de sexo, género, língua e literatura: questões culturais de hegemonia
Publicationby Rebelo, Helena -
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Da paisagem à paisagem linguística como património ou da prática à teoria: para uma tipologia da paisagem linguística
Publicationby Rebelo, HelenaA paisagem tem sido alvo de estudo em diversas disciplinas. No âmbito da Linguística, tem aparecido a chamada “paisagem linguística”, que tem sido analisada sob diversos ângulos, incluindo uma abordagem interdisciplinar. É um assunto que também importa ao Património Linguístico, a vários níveis. Impõe-se responder às questões: Até que ponto será linguística a paisagem? Vê-se apenas ou lê-se, a paisagem? Vai-se realizando investigação sobre o assunto. Indo da prática à teoria, tem-se observado que existem vários níveis, isto é, degraus, a considerar para estabelecer uma tipologia da Paisagem Linguística. Assim, parte-se da paisagem em si, sem qualquer marca linguística, passando por aquelas que ganham um ou mais sinais esporádicos ou permanentes, em número reduzido e contável ou incontável por se multiplicarem. -
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O arquipélago da Madeira, região europeia, e o AMPER, projecto transeuropeu: uma amostra da prosódia feminina madeirense
Publicationby Rebelo, Helena: A Região Autónoma da Madeira é considerada uma região ultraperiférica relativamente aos centros de decisão nacionais e europeus, nomeadamente os da União Europeia. Se isso sucede a diversos níveis (económico, político, etc.), também acontece no âmbito dos Estudos Linguísticos. A interligação com investigadores de outras universidades, incluindo as nacionais, mas também as internacionais (europeias e transeuropeias), permite sair desta periferia que, no fundo, é apenas aparente. Em pleno Atlântico, esta região ocupa uma posição estratégica, interessando os estudos que aqui são desenvolvidos. Este trabalho apresenta uma amostra da prosódia feminina regional. Debruça-se sobre algumas estruturas frásicas produzidas pelas seis informantes gravadas na região para o AMPER, uma em cada um dos seguintes pontos de inquérito: Santa Maria Maior, São Martinho, Calheta, São Jorge, Campo de Baixo e Camacha (no Porto Santo). Comparam-se diversos dados, essencialmente a evolução da curva melódica em frases simples de tipo declarativo com as correspondentes interrogativas directas. -
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Contributo para a definição de “saloia” no âmbito do património linguístico: função das “saloias” na festividade do espírito santo no Arquipélago da Madeira
Publicationby Rebelo, HelenaO culto português ao “Divino Espírito Santo” é, nas ilhas portuguesas atlânticas, uma realidade ancestral que assumiu contornos específicos, consoante as vivências das populações. Nos territórios madeirenses, da Páscoa ao Pentecostes, saem à rua as “visitas do Espírito Santo”. Indo de casa em casa das famílias que abrem a porta, vão as insígnias representativas da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade: o Espírito Santo. Em quase todos os locais, há umas meninas trajadas de modo particular e diverso, segundo os locais, que levam, obrigatoriamente, um cesto. O grupo pode incluir músicos que revestem, com frequência, o vestuário do quotidiano, opondo-se aos restantes elementos que trajam de um modo identificador. Deste conjunto, no presente caso, importa destacar as meninas designadas por todos os falantes como “saloias”. Tem-se desenvolvido investigação relativa a esta manifestação patrimonial que, até ao momento, se considera especificamente madeirense. A pesquisa, sobretudo do domínio do Património Linguístico, mas também do Património Cultural Imaterial, tem versado sobre a origem do termo “saloia” e a procura de uma explicação para o vocábulo, inesperadamente, estar relacionado com as visitas pascais do Espírito Santo. Neste trabalho, visando o aprofundamento da definição do conceito regional, pretende-se abordar a função das “saloias”. Colocam-se as seguintes questões: Que função desempenham as “saloias” nas “visitas do Espírito Santo” nas localidades do arquipélago, no século XXI? Serão apenas “cantoras”? Por que razão ter crianças com vozes, por vezes, extremamente agudas e pouco harmoniosas, a cantar, quando, como para os músicos, se poderiam conseguir adultos que cantassem? Terão elas assumido “desde sempre” a tarefa de cantar? Na fase de pesquisa, é possível concluir que a função primeira das “saloias” não seria, propriamente, a de cantoras. É o que se pretende demonstrar.
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