Resultados da pesquisa - "PTDC/COM-OUT/3004/2020"

Catálogo de Publicações - "PTDC/COM-OUT/3004/2020"

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  1. 1

    Notícia: Jornalismo em estado puro

    Publicação
    por Fillol, Joana
    [Excerto] Notícia pode ser o comboio que descarrilou, a greve que os alunos ou os professores anunciaram ou a frase polémica do Primeiro-Ministro sobre um acontecimento de interesse geral. Acima de tudo, a notícia trata de factos — do que aconteceu, está para acontecer ou vai acontecer. Ao contá-los, o jornalista deve fornecer a quem o lê, escuta ou vê os elementos que compõem esse facto da forma mais neutra, clara e concisa possível. [...]
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  2. 2

    Código deontológico do jornalista: 11 pontos a não perder de vista

    Publicação
    por Fillol, Joana
    [Excerto] Composto por 11 pontos, o Código Deontológico do Jornalista (CDJ)1 estabelece os deveres e obrigações a que um jornalista está vinculado no exercício da profissão, mas os jornalistas não são os únicos a terem um código deontológico.
    2025 capítulo de livro Portugal acesso aberto
  3. 3

    A palavra a quem produz e acompanha os meios de comunicação escolares

    Publicação
    por Pereira, Sara
    Outros Autores: Brandão, Daniel; Fillol, Joana
    [Excerto] De norte a sul do país, passando pelos Açores e pela Madeira, ouvimos, escola a escola, alunos e professores de nove jornais, duas rádios e uma televisão. Conversámos, também, com as coordenadoras do projeto Público na Escola (PnE) para obter uma visão de conjunto. Neste texto, colocamos os vários atores em diálogo, para falarem das suas experiências e aconselharem quem pensa aventurar-se no jornalismo escolar1. [...]
    2025 capítulo de livro Portugal acesso aberto
  4. 4

    O desafio aliciante de fazer jornalismo na escola

    Publicação
    por Pinto, Manuel
    [Excerto] É comum, na definição da educação para a literacia mediática, incluir não apenas a dimensão da análise e leitura crítica dos media (integrando meios clássicos e digitais), mas também a criação e produção de meios e de conteúdos. Há duas razões que me parecem importantes para não descurar esta dimensão mais ativa e concreta. Uma é que, pelo exercício da criação e alimentação de meios e conteúdos de comunicação, se depara com situações e decisões análogas às que encontram os meios profissionais, o que leva — ou pode levar — a compreender melhor o funcionamento destes últimos. A outra é que se pode ir ao encontro de necessidades informativas e comunicativas de cada pessoa envolvida, mas também dos grupos e comunidades de pertença. [...]
    2025 capítulo de livro Portugal acesso aberto
  5. 5

    Entrevista: A força do discurso direto

    Publicação
    por Fillol, Joana
    [Excerto] Não há jornalismo sem perguntas e sem entrevistas. Através delas, o jornalista obtém a informação que depois vai trabalhar para apresentar ao leitor/ouvinte/telespectador sob a forma de notícia ou reportagem, por exemplo. Mas a entrevista como género jornalístico — de que aqui falamos — é algo diferente: obedece a um formato de pergunta-resposta que vai ser apresentado assim mesmo ao público.
    2025 capítulo de livro Portugal acesso aberto
  6. 6

    É possível termos narrativas transmediáticas nos media escolares?

    Publicação
    por Moura, Pedro
    [Excerto] Ainda antes de pensarmos se faz sentido criar narrativas transmediáticas nos meios de comunicação da escola, temos de definir o que é isso da “narração transmediática”. Em primeiro lugar, falamos de alguma coisa que está a ser contada — ou não fosse, antes de mais, uma narrativa. Por regra, as narrativas transmediáticas dizem respeito a histórias de ficção, no entanto os seus princípios podem ser aplicados em qualquer forma de narração. E esses princípios têm como base a parte “transmediática” do conceito. Isto é, uma narrativa transmediática é uma história que se desenvolve com recurso a media distintos, mas que estão necessariamente em relação. O nível de aprofundamento desta relação pode ser muito variável: uma simples adaptação de um livro para filme pode ser vista como uma narrativa transmediática, já que a mesma história vai ter sempre nuances diferentes por causa das capacidades de cada um destes meios. No entanto, podem ser mais complexas do que isto — e para explicar até onde pode chegar esta complexidade nada melhor do que recorrer a um exemplo muito popular: o Marvel Cinematic Universe (MCU).
    2025 capítulo de livro Portugal acesso aberto
  7. 7

    Vivências digitais de crianças e jovens em Portugal: Um estudo qualitativo sobre o uso das redes sociais

    Publicação
    por Pereira, Sara
    Outros Autores: Jardim, Carolina; Pessôa, Clarisse Alves Monteiro
    Estudos nacionais e internacionais têm mostrado que as redes sociais têm vindo a assumir um papel central nas práticas mediáticas, em particular das novas gerações. Crianças e jovens usam cada vez mais estas plataformas, formando os seus repertórios de acordo com os papéis e os significados que atribuem a cada rede. Este artigo pretende analisar os usos das redes sociais por crianças e jovens portugueses com idades compreendidas entre os 11 e os 19 anos. A análise tem por base a realização de 59 grupos focais em oito agrupamentos de escolas de Portugal Continental, contando com 390 participantes. Os resultados indicam que ver vídeos, ver publicações de amigos, celebridades e pessoas que admiram; comunicar com amigos, colegas e família; e produzir e publicar as suas próprias fotografias e vídeos são os usos mais comuns. Pelo lado do que é menos frequente, encontra-se a partilha de notícias e informações, bem como a pesquisa de notícias. Estes usos são marcados por diferenças de idade e sexo.
    2025 comunicação em conferência Portugal acesso aberto
  8. 8

    Introdução — Meios de comunicação escolares: Um laboratório de cidadania

    Publicação
    por Pereira, Sara
    Outros Autores: Brandão, Daniel; Fillol, Joana
    [Excerto] Os meios de comunicação escolares e o jornalismo escolar têm assumido um papel relevante na promoção da literacia mediática e da literacia para as notícias no contexto das instituições educativas, sobretudo a partir da produção de jornais, mas também de rádios e televisões escolares, e mesmo de blogues, quando estes tiveram o seu ponto alto. Atualmente, embora estes meios se mantenham como tradição em muitos estabelecimentos de ensino, a sua produção tem acompanhado, de algum modo, o próprio percurso da literacia mediática na escola, caracterizado por “sucessivos avanços e recuos” (Brederode Santos & Fonseca, 2009, p. 30). [...]
    2025 capítulo de livro Portugal acesso aberto
  9. 9

    Introdução [Crianças, jovens e media: Vidas (des)ligadas? Atas do Congresso bYou]

    Publicação
    por Pereira, Sara
    Outros Autores: Brandão, Daniel
    [Excerto] Quatro horas com o telemóvel, três horas nas redes sociais, duas horas a ver televisão, duas horas no computador/tablet, uma hora a ver vídeos, uma hora a ouvir música, uma hora a jogar videojogos e 30 minutos a ler livros e ler/ver ou ouvir notícias é o tempo que, em média, 1.131 crianças e jovens, com idades entre os 11 e os 19 anos, dizem gastar em atividades relacionadas com os media num dia de semana “normal”, sendo a dependência do telemóvel reconhecida por uma parte significativa desta amostra. Ouvir rádio, ouvir podcasts e ler jornais impressos ou online são atividades a que a amostra não dedica quase tempo nenhum.
    2025 capítulo de livro Portugal acesso aberto
  10. 10

    Crianças, jovens e media: Vidas (des) ligadas? - Texto de abertura do Congresso

    Publicação
    por Pereira, Sara
    Outros Autores: Brandão, Daniel
    [Excerto] Num mundo cada vez mais digital, a relação entre crianças, jovens e media é um tema que desperta reflexões essenciais. A hiperconectividade dos dias de hoje tem transformado profundamente a forma como comunicamos, aprendemos e interagimos. Mas, diante desse cenário, surge a grande questão: as crianças e os jovens estão realmente mais ligados ou, paradoxalmente, mais desligados do que nunca? Estarão mais ligados aos media, mas mais desligados do mundo? Ou os media ligam-nos ao mundo?
    2025 outro Portugal acesso aberto