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  1. 1

    Fatores desencadeantes de crises de migrânea em pacientes com migrânea sem aura

    Publication
    by Ierusalimschy,Ricardo
    Other Authors: Moreira Filho,Pedro Ferreira
    Origin: Oasisbr
    Com o objetivo de estudar a distribuição de fatores desencadeantes de migrânea em uma população determinada, foram avaliados, através de entrevista pessoal, 100 pacientes que preenchiam os critérios diagnósticos para migrânea sem aura propostos pela Sociedade Internacional de Cefaléia. O estresse foi o desencadeante mais citado, respondendo pelo surgimento de crises de migrânea em 76% dos pacientes. Em seguida, em ordem de frequência decrescente, foram citados: estímulos sensoriais (75%), privação do sono (49%), jejum (48%), fatores ambientais (47%), alimentos (46%), menstruação (39%), fadiga (35%), bebidas alcoólicas (28%), sono prolongado (27%), cafeína (22%), esforço físico (20%), trauma craniano (20%), viagens (4%), atividade sexual (3%), medicamentos (2%), os movimentos do pescoço (2%), tabagismo (1%) e uso de travesseiro baixo (1%). Conclui-se que determinados fatores parecem desempenhar papel importante na precipitação da migrânea.
    2002 article Brazil open access
  2. 2

    Atualização no tratamento profilático das enxaquecas

    Publication
    by KRYMCHANTOWSKI,ABOUCH VALENTY
    Other Authors: MOREIRA FILHO,PEDRO FERREIRA
    Origin: Oasisbr
    Dentre as cefaléias primárias, pacientes com migrânea ou enxaqueca são os que mais procuram assistência médica. A sua prevalência é estimada em 12% da população sendo mais comum em mulheres com média de 18 a 20%, de 6% nos homens e de 4 a 8% nas crianças. O impacto econômico na produtividade e lazer é significativo, e as crises incapacitam o paciente para as atividades habituais. Com fisiopatologia complexa e ainda insuficientemente conhecida, a migrânea pode cursar com ataques de cefaléia intermitente, intensa e com características peculiares. A abordagem mais eficiente para o tratamento inclui o afastamento dos fatores deflagradores, tratamento medicamentoso preventivo, uso de medicamentos de resgate para os momentos de dor, e as terapias acessórias ou não medicamentosas. Para o tratamento profilático, objeto desta avaliação, utilizam-se várias classes de medicamentos que incluem os beta bloqueadores, antidepressivos tricíclicos (e mais recentemente inibidores seletivos da recaptação da serotonina), antagonistas dos canais de cálcio, antagonistas da serotonina, anticonvulsivantes e outros. Embora os seus mecanismos de ação nas migrâneas ainda sejam desconhecidos, parece que todos atuam nas funções serotoninérgica, noradrenérgica e gabaérgica centrais. Novas propostas de mecanismos de ação para algumas destas drogas incluem a inibição da formação do óxido nítrico e a ação específica de modulação em canais catiônicos neuronais. Quando individualizados e usados corretamente, estes medicamentos preventivos têm sido responsáveis por reduções importantes na frequência e intensidade dos episódios de migrânea, diminuindo assim o sofrimento e condutas duvidosas às quais os pacientes são usualmente submetidos.
    1999 article Brazil open access
  3. 3

    Cefaléia do tipo tensional episódica: avaliação clínica de 50 pacientes

    Publication
    by Matta,André Palma da Cunha
    Other Authors: Moreira Filho,Pedro Ferreira
    Origin: Oasisbr
    Com o objetivo de estudar os aspectos clínicos, a história familiar e o impacto da dor nas atividades laborativas, foi conduzido estudo de série de casos de 50 pacientes portadores de cefaléia do tipo tensional episódica (CTTE). Foram avaliados 40 mulheres e 10 homens, com idade média de 30 (±12) anos. Dor constrictiva esteve presente em 40 pacientes (80%). O enjôo foi o principal fenômeno acompanhante (20%). A dor bilateral predominou; entretanto, a localização unilateral também esteve presente (10%). Embora classicamente descrita como uma dor leve, observou-se que a CTTE pode se manifestar como crises de forte intensidade (16%). A história familiar foi positiva em 12 pacientes (24%). O impacto nas atividades laborativas foi detectado em 14% da amostra. Os achados a respeito das características da dor estão de acordo com a literatura. O impacto representado pela CTTE a nível individual e na sociedade deve, entretanto, ser reconsiderado.
    2006 article Brazil open access
  4. 4

    Painful temporomandibular disorder, sleep bruxism, anxiety symptoms and subjective sleep quality among military firefighters with frequent episodic tension-type headache. A control...

    Publication
    by Wagner,Bianca de Araújo
    Other Authors: Moreira Filho,Pedro Ferreira
    Origin: Oasisbr
    ABSTRACT Objective To investigate associations of temporomandibular disorders (TMDs), bruxism, anxiety and sleep quality among military firefighters with frequent episodic tension-type headache (FETTH). Methods The sample comprised two groups (80 individuals): controls (mean age 35.2 years) and study group (mean age 38.5 years). Headache was diagnosed in accordance with the ICHD-III. The Research Diagnostic Criteria for TMDs were used to classify the TMDs; bruxism was diagnosed in accordance with the International Classification of Sleep Disorders; anxiety was classified using the Beck Anxiety Inventory; and sleep quality was assessed using the Pittsburgh Sleep Quality Index. In the statistical models, we used a significance level of 95%. Results Associations were found between participants with FETTH and TMDs (p < 0.001) and anxiety (p = 0.002).Poor quality of sleep (p = 0.687) and bruxism (p = 0.670) were not risk factors. Conclusion The study found that TMDs and anxiety among firefighters were associated with FETTH.
    2018 article Brazil open access
  5. 5

    Association of bruxism and anxiety symptoms among military firefighters with frequent episodic tension type headache and temporomandibular disorders

    Publication
    by WAGNER,Bianca de Araújo
    Other Authors: MOREIRA FILHO,Pedro Ferreira; BERNARDO,Vagner Gonçalves
    Origin: Oasisbr
    ABSTRACT Objective To assess the presence of bruxism and anxiety among military firefighters with frequent episodic tension-type headache and painful temporomandibular disorders (TMDs). Methods The sample consisted of 162 individuals aged 18 to 55 years divided into four groups. Headache was diagnosed in accordance with the International Classification of Headache Disorders-III. The Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders questionnaire was used to classify TMDs and awake bruxism; sleep bruxism was diagnosed in accordance with the International Classification of Sleep Disorders-3; and anxiety was classified using the Beck Anxiety Inventory. In statistical models, a significance level of 95% was used. The chi-square test was used to assess anxiety. Results Associations were found among frequent episodic tension-type headache, painful TMDs, awake bruxism and anxiety (p < 0.0005). Sleep bruxism was not a risk factor (p = 0.119) except when associated with awake bruxism (p = 0.011). Conclusion Anxiety and awake bruxism were independent risk factors for developing frequent episodic tension-type headache associated with painful TMDs; only awake bruxism was a risk factor for frequent episodic tension-type headache with non-painful TMDs.
    2019 article Brazil open access
  6. 6

    Postmeningitis headache: case report

    Publication
    by Matta,André Palma da Cunha
    Other Authors: Ribas,Márcia Cristina Antunes; Moreira Filho,Pedro Ferreira
    Origin: Oasisbr
    We report a case of a 18-year-old female patient that developed a migraine-like headache following an acute meningococcal meningitis. She had no previous history of recurrent headaches. The pain was intense, pulsatile and throbbing, typically unilateral, without aura. Its frequency increased during the following weeks and a prophylactic treatment with amitriptyline and atenolol was initiated. There was remission of the attacks.
    2007 article Brazil open access
  7. 7

    Cefaléia crônica diária primária: características clínicas

    Publication
    by JEVOUX,CARLA DA CUNHA
    Other Authors: MOREIRA FILHO,PEDRO FERREIRA; SOUZA,JANO ALVES DE
    Origin: Oasisbr
    Sob a designação de cefaléia crônica diária (CCD) primária agrupam-se diferentes tipos de cefaléia que se caracterizam por se manifestarem diária ou quase diariamente, por longos períodos de tempo. Esse conceito refere-se a temporalidade e não a um tipo específico de cefaléia. É importante conhecer a CCD primária e seus subtipos. Nesta revisão são criticamente abordadas as principais características clínicas da CCD e sua história natural, bem como alguns fatores possivelmente influenciadores na cronificação das cefaléias.
    1998 article Brazil open access
  8. 8

    Cefaléia crônica diária primária: a propósito de 52 casos

    Publication
    by JEVOUX,CARLA DA CUNHA
    Other Authors: MOREIRA FILHO,PEDRO FERREIRA; SOUZA,JANO ALVES DE
    Origin: Oasisbr
    Apesar de a cefaléia crônica diária (CCD) ser frequentemente observada na prática cefaliátrica, o interesse pelo seu estudo é recente. Foram estudados 52 pacientes (48 mulheres e 4 homens) com idade entre 13 e 71 anos, que preencheram os critérios diagnósticos propostos por Silberstein e col. (1994) para CCD primária. A análise das principais características clínicas permitiu o diagnóstico de três modalidades da CCD: migrânea transformada (n=39; 75%), cefaléia do tipo tensional crônica (n=11; 21,1%) e cefaléia diária persistente de início súbito (n=2; 3,9%). Destes pacientes, 34 (65,4%) utilizavam de modo excessivo medicações sintomáticas e foram considerados como sofredores de cefaléia induzida por drogas. O esquema de tratamento utilizado incluiu, além da orientação à interrupção das medicações sintomáticas, o uso de amitriptilina isoladamente ou em associação ao propranolol, em doses crescentes, levando-se em conta a resposta e a tolerância a estes fármacos. Esse esquema revelou-se eficaz na diminuição da frequência da cefaléia na maioria dos pacientes com CCD. Os efeitos benéficos revelaram-se duradouros, persistindo mesmo após seis meses do início do acompanhamento. Na minoria dos pacientes na qual a terapêutica instituída não obteve êxito, constatou-se, de forma estatisticamente significativa, a persistência do uso excessivo de medicações sintomáticas.
    1998 article Brazil open access
  9. 9

    Cefaléia pós-traumática crônica em traumatismos crânio-encefálicos leves

    Publication
    by SOUZA,JANO ALVES DE
    Other Authors: MOREIRA FILHO,PEDRO FERREIRA; JEVOUX,CARLA DA CUNHA
    Origin: Oasisbr
    Apesar de as evidências atuais indicarem que a cefaléia pós-traumática crônica (CPTc) resulta de alterações orgânicas, os sofredores dessa condição continuam sendo, ainda, frequentemente, considerados tão somente como neuróticos ou simuladores, especialmente, quando a dor se origina de TCE leves. O objetivo deste estudo foi identificar as características clínicas da CPTc após traumatismos crânio-encefálicos (TCE) leves. Foram estudados 27 pacientes de 16 a 64 anos que preencheram os critérios estabelecidos para CPTc e TCE leve. Verificou-se o início da cefaléia no mesmo dia do TCE em 51,8% dos indivíduos. As seguintes formas clínicas foram identificadas: migrânea (70,3%); cefaléia do tipo tensional - CTT (51,8%) e cefaléia cervicogênica (11,1%). A associação de CTT e migrânea ocorreu em 29,6%. Trinta e três por cento dos trabalhadores, 40% das donas de casa e 50% dos estudantes da amostra manifestaram comprometimento da capacidade produtiva. Apesar disso, apenas três pacientes (11,1%) encontravam-se em litígios por compensação. A ausência de potencial de ganho por parte da maioria dos pacientes e a uniformidade do quadro clínico apresentado são sugestivos de uma causa orgânica.
    1999 article Brazil open access
  10. 10

    Clomiphene treatment may be effective in refractory episodic and chronic cluster headache

    Publication
    by Nobre,Maria Eduarda
    Other Authors: Peres,Mario Fernando Prieto; Moreira Filho,Pedro Ferreira; Leal,Antonio José
    Origin: Oasisbr
    ABSTRACT Objective To describe the evolution of 15 patients who were treated for difficult-to-control episodic and chronic cluster headaches with clomiphene. Methods Clomiphene treatment was used for seven chronic and eight episodic cluster headache patients. The chronic patients were refractory to the medication being used, and the episodic patients, in addition to being resistant to conventional medication, had longer cluster headache periods, exceeding the average time of previous cluster cycles. Our main analysis was of the time to pain-free, complete remission, and the length of pain-free time and complete remission. Results Clomiphene was used for 45-180 days. The average time to being pain-free was 15 days and cluster remission was up to 60 days. The average time between being pain-free until cluster remission was 26 days. Conclusions Clomiphene treatment was significantly efficient. It interrupted chronicity in all patients, suggesting the capability of changing the pattern of attacks. It proved to be safe and well tolerated.
    2017 article Brazil open access