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  1. 1

    Desempenho dos membros inferiores após reconstrução do ligamento cruzado anterior

    Publication
    by Marchetti,Paulo Henrique
    Other Authors: Bucchianico,Eduardo Garcia; Amore,Tatiane; Nardi,Priscyla Silva Monteiro; Gali,Júlio Cesar; Uchida,Marco Carlos
    Origin: Oasisbr
    O desempenho dos membros inferiores em tarefas dinâmicas pode auxiliar no entendimento do controle motor em indivíduos submetidos à reconstrução do LCA. Os objetivos do presente estudo foram investigar o déficit bilateral e a simetria entre os membros inferiores de sujeitos submetidos à reconstrução do LCA e comparar com sujeitos não lesionados. Vinte adultos jovens foram divididos em dois grupos (LCA e controle). A tarefa consistiu na execução do exercício Leg Press (unilateral direita e esquerda e bilateral). O número de repetições máximas (RM) foi quantificado e então o déficit bilateral e o índice de assimetria foram calculados. Os resultados mostraram assimetria no número de RM realizada entre membros no grupo LCA (p=0,005) e apenas o grupo controle apresentou déficit bilateral (p=0,004). Conclui-se que indivíduos que realizaram a reconstrução do LCA apresentaram assimetrias entre membros, sem a presença de déficit bilateral.
    2012 article Brazil open access
  2. 2

    Muscle Activation Pattern During Isometric Ab Wheel Rollout Exercise in Different Shoulder Angle-Positions

    Publication
    by Marchetti,Paulo Henrique
    Other Authors: Schoenfeld,Brad J.; Silva,Josinaldo Jarbas da; Guiselini,Mauro Antonio; Freitas,Fabio Sisconeto de; Pecoraro,Silvio Luiz et al.
    Origin: Oasisbr
    OBJECTIVE: To investigate muscle activation of the shoulder extensors and trunk stabilizers by surface electromyography (sEMG) activity during the isometric Ab Wheel Rollout exercise in different shoulder joint positions. METHOD: We recruited 8 young, healthy, resistance trained men (age: 25 ± 3 years, height: 178 ± 5 cm, and total body mass: 81 ± 2 kg). All subjects performed two sets of 10 sec. maximal isometric contractions of the Ab Wheel Rollout exercise keeping the knees fixed on the floor and the arms taut. To perform the exercise, all subjects were randomly assessed in the following three positions related to the angle between the arms and trunk, in random order: arms aligned vertically with the Ab Wheel Rollout exercise (neutral); 90º and 150º. A rest period of 5 minutes was provided between tests. The sEMG signals were recorded in the following muscles: Latissimus Dorsi; Pectoralis Major; Erector Spinae; Rectus Abdominis. RESULTS: There were significant increases in Rectus Abdominis muscle activity between: neutral vs. 90º, neutral vs. 150º and 90º vs. 150º. There was a significant increase in Pectoralis Major muscle activity between neutral x 150º. CONCLUSION: The present findings indicate that (a) Ab Wheel Rollout exercise emphasizes the muscle action of the Pectoralis Major and Rectus Abdominis more than the Latissimus Dorsi and Erector Spinae; (b) the level of muscle activation depends on the external force created by the body mass and lever arm from the center of mass.
    2015 article Brazil open access
  3. 3

    VALIDAÇÃO DO TAPETE DE CONTATO NA MENSURAÇÃO DA ALTURA DO SALTO EM JOGADORES DE BASQUETE DE ELITE VALIDITY OF CONTACT MAT FOR MEASURING JUMP HEIGHT IN ELITE BASKETBALL PLAYERS

    Publication
    by Marchetti, Paulo Henrique
    Other Authors: Ceschini, Fábio Luiz
    Origin: Oasisbr
    O tapete de contato tem sido utilizado em diversos estudos e possui grande aplicação prática no treinamento e no controle esportivo. Embora a plataforma de força seja considerada o “padrão ouro” na avaliação da certas variáveis dos saltos verticais, ela requer um ambiente de laboratório, assim como um alto custo para aquisição e manutenção. Consequentemente, os testes realizados no tapete de contato constituem uma boa alternativa para a avaliação de atletas na condição esportiva, quando, muitas vezes, o acesso a um laboratório se torna impossível e inacessível. Desta forma, o objetivo do presente estudo foi mensurar os critérios de validade do tapete de contato (Ergojump Jump Pro 2.0-Brazil), comparando-se tais cálculos com os resultados do “padrão ouro” na plataforma de força. Quinze atletas de basquetebol de elite, categoria sub-21, foram submetidos a três tentativas do SCM no tapete de salto (Ergojump Jump Pro 2.0) e na plataforma de força (OR6-1000, AMTI). A altura do salto vertical foi calculada utilizando-se ambos os equipamentos. Os valores de média (±1DP) para a altura do SCM, medidos pela plataforma de força, foram 32.3±5.1cm e, para o tapete de contato, foram 32.44.5cm. O teste t de Student pareado não apresentou diferenças significantes entre ambas as formas de mensuração (p = 0.90). O gráfico de Bland-Altman foi construído para fornecer uma interpretação visual aos dados. Portanto, o presente estudo sugere que os SCMs avaliados no tapete de contato apresentam confiáveis e consistentes medidas para a definição da altura de salto comparadas às obtidas por meio de plataformas de força, e que seu uso pode apresentar menor custo e praticidade.
    2010 article Brazil open access
  4. 4

    ASPECTOS METABÓLICOS DO EXERCÍCIO INTERMITENTE METABOLIC ASPECTS OF THE INTERMITTENT EXERCISE

    Publication
    by Marchetti, Paulo Henrique
    Other Authors: Mello, Fernando de Campos
    Origin: Oasisbr
    O exercício intermitente de alta intensidade e curta duração, separado por diferentes períodos de recuperação, tem sido amplamente utilizado durante o treinamento de diferentes esportes. Entretanto, a contribuição energética de cada estímulo e sua relação com os diferentes intervalos de recuperação são parâmetros necessários para a correta prescrição do treinamento. O exercício intermitente de alta intensidade é caracterizado pela execução de vários estímulos máximos, com um pequeno intervalo de tempo de recuperação entre eles. Ao longo desses exercícios, ocorrem alterações no desempenho e na contribuição dos sistemas metabólicos. As proporções dessas alterações estão diretamente ligadas à relação do tempo de esforço e recuperação.
    2010 article Brazil open access
  5. 5

    INFLUÊNCIA DA LATERALIDADE NAS ASSIMETRIAS MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS EM INDIVÍDUOS SEDENTÁRIOS INFLUENCE OF THE LATERALITY ON MORPHOLOGICAL AND FUNCTIONAL ASYMMETRIES IN SEDENTARY...

    Publication
    by Marchetti, Paulo Henrique
    Other Authors: dos Anjos, Filemon Carlos; Nardi, Priscyla Silva Monteiro; Manzzo, Ivani de Souza
    Origin: Oasisbr
    O ser humano apresenta características de simetria em escala macroscópica. A simetria também pode ser observada entre os hemisférios cerebrais quanto à sua forma anatômica, mas, em se tratando de suas características funcionais, é possível observar importantes diferenças, principalmente entre segmentos. Tais diferenças, decorrentes do sistema nervoso, levam a distintas características comportamentais e morfológicas, dentre elas as assimetrias. O objetivo do presente estudo foi investigar a influência da lateralidade pedal no comportamento morfológico e funcional dos membros inferiores, em indivíduos sedentários. A amostra foi composta por 27 adultos jovens universitários, e estes responderam aos questionários de lateralidade pedal para definição de dominância. Os sujeitos foram submetidos a uma avaliação antropométrica e de salto horizontal máximo unilateral, e um índice de assimetria foi calculado para todas as variáveis. Os resultados mostram que, para a análise da performance do salto horizontal unipedal, não foram observadas diferenças entre membros para os índices de assimetria; foram verificadas apenas assimetrias, entre membros, para a circunferência de coxa (t(26) = 3.03, p = 0.005). A análise de correlação entre variáveis não apresentou correlações significativas entre as distâncias dos saltos e as variáveis antropométricas de membros inferiores, assim como também não foram observadas correlações significativas entre os índices de assimetria. Conclui-se que sujeitos sedentários apresentam condições simétricas morfológicas e funcionais e, em condições onde se manifestam pequenos graus de assimetria morfológica, estas não parecem estar relacionadas diretamente às funcionais.
    2010 article Brazil open access
  6. 6

    Efeito de diferentes durações do alongamento no desempenho de saltos unipodais

    Publication
    by Marchetti,Paulo Henrique
    Other Authors: Soares,Enrico Gori; Silva,Fernando Henrique Domingues Oliveira; Medeiros,Iris Ilza de; Reis Neto,Ilídio dos; Lopes,Charles Ricardo et al.
    Origin: Oasisbr
    INTRODUÇÃO: A prática de exercícios de alongamento é muito comum como parte do aquecimento em diversas modalidades esportivas, porém, esta prática pode ser negativa para aqueles que desejam o aprimoramento da força e potência muscular, consequentemente, o rendimento dos saltos pode ficar reduzido após exercícios de alongamento, que depende do tempo de duração e intensidade do mesmo.OBJETIVO: Avaliar a influência do tempo de permanência no exercício alongamento sobre o desempenho do drop jump unilateralmente (unipodal).MÉTODOS: A amostra foi composta por 16 adultos jovens hígidos, com larga experiência em saltos. O protocolo de teste consistiu em realizar três drop jumps unipodais máximos a partir de uma plataforma de 15 cm sobre um tapete de salto (Hidrofit(r)), antes e após duas durações (i.e. uma série 3 min. de um lado, e 6 min. para outro, a escolha foi de forma aleatória) de alongamento dos músculos tríceps sural, utilizando uma intensidade entre 70-90% da percepção subjetiva de desconforto. A análise de variância ANOVA (2x2) foi utilizada para verificar diferenças para a altura de salto, tempo de contato e flexibilidade, utilizando um nível de significância de 5%.RESULTADOS: Apresentaram diferenças significativas entre condições pré e pós-alongamento para as durações de 3 e 6 minutos (P=0,002 e P=0,001, respectivamente), com a diminuição na altura máxima do salto. O tempo de contato foi maior apenas para a duração de 6 minutos (P=0,039).CONCLUSÃO: A realização de exercícios de alongamento do músculo tríceps sural por 3 ou 6 minutos de duração resulta na queda do desempenho do drop jumpunipodal, diminuição da altura do salto vertical (para 3 e 6 min. de duração) e tempo de contato (apenas 6' min.), reforçando a necessidade de mais debates na área sobre exercícios de alongamento antes daqueles de potência.
    2014 article Brazil open access
  7. 7

    ALONGAMENTO INTERMITENTE E CONTÍNUO AUMENTAM A AMPLITUDE DE MOVIMENTO E REDUZEM A FORÇA DOS FLEXORES DE PUNHO

    Publication
    by Marchetti,Paulo Henrique
    Other Authors: Mattos,Viviane de Jesus P.; Serpa,Érica Paes; Silva,Josinaldo Jarbas da; Soares,Enrico Gori; Paulodeto,Antonio Claudio et al.
    Origin: Oasisbr
    Introdução: A manipulação do intervalo entre séries pode influenciar o desempenho de atividades subsequentes. Objetivo: Comparar o efeito do intervalo de alongamento estático de forma continua e intermitente no desempenho de flexores de punho. Métodos A amostra foi composta por 14 adultos jovens, hígidos, do gênero masculino (idade 31±9 anos; estatura 178±0,7 cm; massa 85±12 Kg). Foi avaliada a amplitude de movimento passivo (ADMP) em extensão de punho, a força isométrica máxima de flexão de punho associado a eletromiografia superficial antes e depois de dois protocolos de alongamento com diferentes intervalos entre séries. Para cada sujeito, um dos membros superiores foi alongado com o protocolo contínuo (CON) e o outro com o intermitente (INT), de forma aleatória. O protocolo CON consistiu na realização do alongamento durante 6 minutos ininterruptos, e o INT consistiu na realização de seis séries de 1 minuto por 20 segundos de intervalo entre as séries. A intensidade foi mantida a 70-90% da percepção subjetiva de desconforto. Resultados Os resultados de ADMP mostraram aumento significante entre as condições pré e pós-intervenção, em ambos os protocolos INT (81°±10 e 94°±10, P<0,001) e CON (87°±12 e 96°±11, P=0,004). Os resultados para o pico de força mostraram redução significante nas condições pós-intervenção para ambos os protocolos: INT (205±54 Kgf e 148±56 Kgf, P<0,001) e CON (211±39 Kgf e 144±36 Kgf, P<0,001). Os resultados para a taxa de produção de força mostraram aumento significante nas condições pré e pós-intervenção, para ambos os protocolos INT (0,52±0,29 Kgf/ms e 1,24±0,45 Kgf/ms, P<0,001) e CON (0,43±0,29 Kgf/ms e 1,11±0,34 Kgf/ms, P<0,001). Conclusão Ambos os protocolos aumentaram a amplitude passiva de movimento, reduziram a força pico e taxa de produção de força, sem modificações na ativação dos flexores de punho.
    2015 article Brazil open access
  8. 8

    Técnicas de aterrissagem afetam o desempenho e estresse mecânico durante Drop Jump

    Publication
    by Marchetti,Paulo Henrique
    Other Authors: Santos,Thaís Tomaz dos; Soares,Enrico Gori; Serpa,Erica Paes; Silva,Josinaldo Jarbas da; Magalhães,Roberto Aparecido et al.
    Origin: Oasisbr
    RESUMO Introdução: O drop jump é utilizado para melhorar da potência dos membros inferiores. Mantendo-se a altura de queda constante, a variação da técnica de aterrissagem pode alterar o desempenho e as características mecânicas do salto. Objetivo: Avaliar os efeitos da alteração da técnica de aterrisagem no desempenho e na força de reação do componente vertical do solo após drop jump. Métodos: Vinte e cinco homens saudáveis e fisicamente ativos (idade: 26±8 anos, massa corporal total: 75±10 kg, altura: 175±10 cm) realizaram quatro técnicas de aterrisagem após o drop jump: bounce drop jump (BDJ), drop jump com 90° de flexão do joelho (DJ90), drop jump com 135° de flexão do joelho (DJ135) e drop jump com 135° de flexão do joelho e com apoio das mãos no solo (DJ135A). Foram realizadas três tentativas para cada técnica, os sujeitos realizaram o drop jump caindo de uma plataforma de força de 40 cm de altura. As medidas de altura de salto, tempo de contato e impacto foram determinadas através da força de reação do componente vertical do solo, medida pela plataforma de força, em frequência de aquisição de 2.000 Hz. A ANOVA com medidas repetidas foi utilizada para comparar as diferentes técnicas. Resultados: A técnica BDJ apresentou menor altura de salto, menor tempo de contato e maior impacto que as demais condições (P < 0,001). A técnica DJ90 apresentou altura de salto similar às condições DJ135 e DJ135A e tempo de contato menor que as condições DJ135 e DJ135A, além de menor impacto que as demais condições (P < 0,001). Conclusão: As maiores alturas do salto vertical foram observadas para DJ90, DJ135 e DJ135A. O menor tempo de contato foi observado na técnica BDJ, seguido de DJ90. Quanto ao impacto, a técnica BDJ apresentou os maiores valores.
    2017 article Brazil open access
  9. 9

    Influência da fadiga unilateral de membro inferior sobre o salto vertical bilateral

    Publication
    by Marchetti,Paulo Henrique
    Other Authors: Uchida,Marco Carlos
    Origin: Oasisbr
    Em saltos verticais é comum a verificação do déficit de força bilateral. Essa é caracterizada pela menor força gerada em contrações bilaterais, quando comparada à soma das contrações unilaterais dos mesmos músculos. Pouco se conhece sobre o efeito da fadiga unilateral sobre atividades bilaterais. O objetivo do estudo foi verificar o efeito da fadiga unilateral sobre o rendimento e o déficit bilateral durante saltos verticais bipedais. Dez adultos jovens sedentários fatigaram unilateralmente cada membro inferior e realizaram saltos verticais (bipedal e unipedal). Foram medidas a força de reação do solo vertical e a atividade mioelétrica de cada membro em cada condição (pré-fadiga, fadiga do membro dominante (FD) e não dominante (FND)). Houve diferença entre tarefas e condições apenas na pré-fadiga (p = 0,030). Verificaram-se diferenças para o salto bipedal entre a condição de pré-fadiga e FD (p = 0,005), e no salto unipedal, entre a pré-fadiga e FD (p < 0,001) e FND (p < 0,001). Apenas durante a condição de FD houve alteração no desempenho dos saltos bipedais, tendo maior influência no desempenho dos saltos. Observou-se tendência de diminuição do índice de assimetria para a ação muscular do membro contralateral fatigado, observado através de eletromiografia. Através dos dados sugere-se que exista um comando comum onde o sistema nervoso considere os músculos ativados simultaneamente como uma unidade, exceto em condições de fadiga unilateral.
    2011 article Brazil open access
  10. 10