Resultados da pesquisa - "LOPES, Angela Maria Moed"
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Avaliação de um novo protocolo de imunoterapia com células dendríticas no tratamento de tumores experimentais de mama induzido com células 4T1
Publicaçãopor LOPES, Angela Maria MoedOrigem: OasisbrIntrodução: O tumor é a segunda causa de óbitos em todo o mundo, cerca de 9,6 milhões em 2018. A imunoterapia com células dendríticas no tratamento do tumor objetiva ativar a resposta imune para que sejam capazes de eliminar células neoplásicas. O presente estudo teve por objetivo avaliar o perfil de resposta imune induzido por células dendríticas submetidas à diferentes protocolos de maturação no baço e microambiente tumoral de camundongos com tumor de mama experimental. Materiais e métodos: Para este estudo, células pluripotentes da medula óssea de camundongos Balb/c fêmeas foram diferenciadas por meio do estímulo com fator estimulador de colônias de granulócitos e macrófagos (GM-CSF) e interleucina-4 (IL-4). Posteriormente, estas células foram submetidas a dois diferentes protocolos de maturação. No protocolo DCs, as células dendríticas foram estimuladas com TNF-α e lisado tumoral. No protocolo LPSDCs, as células dendríticas foram estimuladas com TNF-α, lipopolissacarídeo e lisado tumoral. As células DCs e LPSDCs foram utilizadas para imunoterapia de camundongos Balb/c fêmeas com tumor de mama experimental induzido com células de linhagem 4T1 (n= 10 animais por grupo). Após o período experimental, células esplênicas e intratumorais foram coletadas e avaliadas por meio da citometria de fluxo. Resultados: Em nosso estudo observamos as vacinas DCs e LPSDCs reduzem o volume tumoral tumoral (p<0,0001) quando comparados aos camundongos com tumor de mama não tratados. Além disso, observamos que a vacina LPSDCs induz um aumento do percentual de células T auxiliares CD3+ CD4+ esplênicas e intratumorais quando comparada aos grupos WT (p<0,001) e Tumor (p<0,0001). Ambas as vacinas aumentaram a produção de IFN-γ no microambiente tumoral (p<0,0001) quando comparados ao grupo Tumor. O tratamento de camundongos com tumor de mama com a vacina LPSDCs induziu uma redução significativa do percentual de células T reguladoras e macrófagos no microambiente tumoral quando comparados ao grupo Tumor (p<0,0001) e uma maior porcentagem de células NK CD335+ quando comparado aos grupos Tumor (p=0,0201) e DCs (p=0,0001). Conclusão: este estudo experimental demonstra que respostas imunes in vivo são induzidas por meio da imunoterapia com células dendríticas, sendo que o estímulo adicional com lipopolissacarídeo induz o aumento da infiltração de células imunes com atividade antitumoral e redução de células imunossupressoras no microambiente tumoral. -
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Avaliação do perfil de ativação de células dendríticas através da análise de moléculas co-estimulatórias e citocinas em pacientes com lesões intraepiteliais cervicais e câncer cerv...
Publicaçãopor LOPES, Angela Maria MoedOrigem: OasisbrNeste estudo buscamos avaliar o perfil de ativação de células dendríticas diferenciadas a partir de monócitos obtidos de pacientes com lesão intraepitelial cervical de diferentes graus, submetidos a três diferentes protocolos de ativação, no intuito de verificar se o estadiamento da lesão cervical pode influenciar no processo de diferenciação destas células e se diferentes protocolos de ativação poderiam resultar em células dendríticas com maior fenótipo de maturação. Um total de 83 mulheres foi incluído neste estudo, destas pacientes foi coletado o sangue periférico para obtenção de células mononucleares que foram submetidas a três diferentes protocolos de diferenciação. No protocolo I, utilizou-se o GM-CSF, a IL-4 e o TNF-α, para diferenciação de monócitos em células dendríticas. No protocolo II, os monócitos foram diferenciados a partir do estímulo com GM-CSF, IL-4 e TNF-α e, posteriormente, co-estimuladas com células não-aderentes estimuladas com LPS. No protocolo III, as células mononucleares do sangue periférico foram estimuladas com GM-CSF, IL-4 e TNF-α para diferenciação de células dendríticas e, posteriormente, co-estimuladas com células mononucleares estimuladas com LPS. As células dendríticas diferenciadas foram avaliadas quanto à expressão de marcadores de superfície e moléculas co-estimulatórias e o sobrenadante da cultura foi avaliado para a presença de citocinas. Nosso estudo revelou que o processo de diferenciação e ativação das células dendríticas diferenciadas a partir de monócitos do sangue periférico de pacientes com câncer cervical invasivo está prejudicado, uma vez que observamos uma redução significativa da expressão de CD209. Os resultados observados a partir da comparação entre os protocolos utilizados revelaram também que o estímulo com LPS é capaz de induzir uma melhor diferenciação das células dendríticas ativadas com TNF-α, obtidas de pacientes com diagnóstico de LSIL e HSIL. Além disso, observamos também que o LPS é capaz de induzir um aumento significativo da expressão de CD86 e HLA-DR da produção de IL-12, importantes para a diferenciação do perfil de resposta imune antitumoral Th1. A presença de células não aderentes na cultura de células dendríticas parece ser essencial para seu processo de diferenciação, uma vez que sua remoção, no protocolo II, induziu uma redução significativa da expressão dos marcadores de superfície CD11c, CD86 e HLA-DR, e da síntese de IL-12, TNF-α e IL-10. Assim, mais estudos tornam-se necessários para compreensão dos efeitos das células não aderentes e do estímulo com TNF-α associado ao LPS sobre o processo de diferenciação das células dendríticas. -
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Safety alert for hospital environments and health professional: chlorhexidine is ineffective for coronavirus
Publicaçãopor Assis,Marcelo Souza deOutros Autores: Araújo,Renata Alves de Andrade Moreira; Lopes,Angela Maria MoedOrigem: OasisbrSUMMARY An alarming fact was revealed by recent publications concerning disinfectants: chlorhexidine digluconate is ineffective for disinfecting surfaces contaminated by the new coronavirus. This is a finding that requires immediate disclosure since this substance is widely used for the disinfection of hands and forearms of surgeons and auxiliaries and in the antisepsis of patients in minimally invasive procedures commonly performed in hospital environments. The objective of this study is to compare the different disinfectants used for disinfection on several surfaces, in a review of worldwide works. Scientific studies were researched in the BVS (Virtual Health Library), PubMed, Medline, and ANVISA (National Health Surveillance Agency) databases. The following agents were studied: alcohol 62-71%, hydrogen peroxide 0.5%, sodium hypochlorite 0.1%, benzalkonium chloride 0.05-0.2%, povidone-iodine 10%, and chlorhexidine digluconate 0.02%, on metal, aluminum, wood, paper, glass, plastic, PVC, silicone, latex (gloves), disposable gowns, ceramic, and Teflon surfaces. Studies have shown that chlorhexidine digluconate is ineffective for inactivating some coronavirus subtypes, suggesting that it is also ineffective to the new coronavirus.
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