Resultados da pesquisa - "JEVOUX,CARLA DA CUNHA"

Catálogo de Publicações - "JEVOUX,CARLA DA CUNHA"

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  1. 1

    Cefaléia crônica diária primária: características clínicas

    Publicação
    por JEVOUX,CARLA DA CUNHA
    Outros Autores: MOREIRA FILHO,PEDRO FERREIRA; SOUZA,JANO ALVES DE
    Origem: Oasisbr
    Sob a designação de cefaléia crônica diária (CCD) primária agrupam-se diferentes tipos de cefaléia que se caracterizam por se manifestarem diária ou quase diariamente, por longos períodos de tempo. Esse conceito refere-se a temporalidade e não a um tipo específico de cefaléia. É importante conhecer a CCD primária e seus subtipos. Nesta revisão são criticamente abordadas as principais características clínicas da CCD e sua história natural, bem como alguns fatores possivelmente influenciadores na cronificação das cefaléias.
    1998 artigo Brasil acesso aberto
  2. 2

    Cefaléia crônica diária primária: a propósito de 52 casos

    Publicação
    por JEVOUX,CARLA DA CUNHA
    Outros Autores: MOREIRA FILHO,PEDRO FERREIRA; SOUZA,JANO ALVES DE
    Origem: Oasisbr
    Apesar de a cefaléia crônica diária (CCD) ser frequentemente observada na prática cefaliátrica, o interesse pelo seu estudo é recente. Foram estudados 52 pacientes (48 mulheres e 4 homens) com idade entre 13 e 71 anos, que preencheram os critérios diagnósticos propostos por Silberstein e col. (1994) para CCD primária. A análise das principais características clínicas permitiu o diagnóstico de três modalidades da CCD: migrânea transformada (n=39; 75%), cefaléia do tipo tensional crônica (n=11; 21,1%) e cefaléia diária persistente de início súbito (n=2; 3,9%). Destes pacientes, 34 (65,4%) utilizavam de modo excessivo medicações sintomáticas e foram considerados como sofredores de cefaléia induzida por drogas. O esquema de tratamento utilizado incluiu, além da orientação à interrupção das medicações sintomáticas, o uso de amitriptilina isoladamente ou em associação ao propranolol, em doses crescentes, levando-se em conta a resposta e a tolerância a estes fármacos. Esse esquema revelou-se eficaz na diminuição da frequência da cefaléia na maioria dos pacientes com CCD. Os efeitos benéficos revelaram-se duradouros, persistindo mesmo após seis meses do início do acompanhamento. Na minoria dos pacientes na qual a terapêutica instituída não obteve êxito, constatou-se, de forma estatisticamente significativa, a persistência do uso excessivo de medicações sintomáticas.
    1998 artigo Brasil acesso aberto
  3. 3

    Cefaléia pós-traumática crônica em traumatismos crânio-encefálicos leves

    Publicação
    por SOUZA,JANO ALVES DE
    Outros Autores: MOREIRA FILHO,PEDRO FERREIRA; JEVOUX,CARLA DA CUNHA
    Origem: Oasisbr
    Apesar de as evidências atuais indicarem que a cefaléia pós-traumática crônica (CPTc) resulta de alterações orgânicas, os sofredores dessa condição continuam sendo, ainda, frequentemente, considerados tão somente como neuróticos ou simuladores, especialmente, quando a dor se origina de TCE leves. O objetivo deste estudo foi identificar as características clínicas da CPTc após traumatismos crânio-encefálicos (TCE) leves. Foram estudados 27 pacientes de 16 a 64 anos que preencheram os critérios estabelecidos para CPTc e TCE leve. Verificou-se o início da cefaléia no mesmo dia do TCE em 51,8% dos indivíduos. As seguintes formas clínicas foram identificadas: migrânea (70,3%); cefaléia do tipo tensional - CTT (51,8%) e cefaléia cervicogênica (11,1%). A associação de CTT e migrânea ocorreu em 29,6%. Trinta e três por cento dos trabalhadores, 40% das donas de casa e 50% dos estudantes da amostra manifestaram comprometimento da capacidade produtiva. Apesar disso, apenas três pacientes (11,1%) encontravam-se em litígios por compensação. A ausência de potencial de ganho por parte da maioria dos pacientes e a uniformidade do quadro clínico apresentado são sugestivos de uma causa orgânica.
    1999 artigo Brasil acesso aberto
  4. 4

    Medication-overuse headache. Retrospective comparison of preventive treatments

    Publicação
    por Krymchantowski,Abouch V.
    Outros Autores: Krymchantowski,Ana Gabriela Ferreira; Jevoux,Carla da Cunha
    Origem: Oasisbr
    ABSTRACT Objectives: Medication-overuse headache is commonly seen in tertiary centers. Limited evidence is available regarding treatment. We compared the use of one or two drugs, three drugs, or four pharmacological agents for the prevention of headache. Methods: This was a retrospective analysis of 149 consecutive patients. Sudden withdrawal and pharmacological prevention with one or more drugs were carried out. Adherence and the decrease of headache frequency of more than 50% were compared after four months between the one or two, three, and four drug groups. Results: There was no difference in adherence (p > 0.6). Headache frequency reduction was shown in 23 (54.8%, one or two drugs), 33 (70%, three drugs) and 11 (55%, four drugs); p = 0.13 and p = 0.98, not significant. There was a tendency towards significance between the one or two drug takers versus the three drug and four drug takers together (p = 0.09). Conclusions: The use of more drugs was not better at improving headache. However, there is the possibility that acting simultaneously on different sites may promote broader modulation and better outcome.
    2018 artigo Brasil acesso aberto
  5. 5

    Migraine treatment: the doors for the future are open, but with caution and prudence

    Publicação
    por Krymchantowski,Abouch V.
    Outros Autores: Krymchantowski,Ana Gabriela Ferreira; Jevoux,Carla da Cunha
    Origem: Oasisbr
    ABSTRACT Migraine is a burdensome disorder. Current treatments are far from ideal. Recent knowledge has been indicating targets whose antagonism may improve efficacy. It is particularly true with the calcitonin gene-related peptide (CGRP) and the monoclonal antibodies anti-CGRP can interfere with this pathway and decrease the frequency of migraine attacks. Erenumab, fremanezumab and galcanezumab have recently been approved and eptinezumab is likely to be, soon. Although efficacy figures were not spectacular, tolerability and potential higher adherence were noteworthy. However, caution must be exercised. The time frame after the studies was limited to three years and dose administration was restricted to three-monthly doses. The CGRP is present throughout the human body and migraine is a life-long disease, often requiring treatment for decades. It is not known whether this favorable profile can be maintained or will be safe in pregnant women or adolescents. In addition, there were deaths during the studies, which may have happened without a clear relationship. New treatments are welcome, but caution is warranted.
    2019 artigo Brasil acesso aberto
  6. 6

    Remission of refractory chronic cluster headache after warfarin administrations: case report

    Publicação
    por Souza,Jano Alves de
    Outros Autores: Moreira Filho,Pedro Ferreira; Jevoux,Carla da Cunha; Martins,Geraldo Fortuna; Pitombo,André Bettini
    Origem: Oasisbr
    Isolated reports of a possible positive effect of anti-coagulant drugs, among them heparin, warfarin and acenocumarol, in migraine prophylaxis are found in the literature. We report the case of a 37 years old man suffering from refractory chronic cluster headache that presented remission with the administration of warfarin for the treatment of deep venous thrombosis associated to arterial thrombosis. We did not found any case like that in the literature.
    2004 artigo Brasil acesso aberto
  7. 7

    Idade como fator de risco independente para cefaléias secundárias

    Publicação
    por Souza,Jano Alves de
    Outros Autores: Moreira Filho,Pedro Ferreira; Jevoux,Carla da Cunha; Albertino,Sérgio; Sarmento,Elder Machado; Brito,Cláudio Manoel
    Origem: Oasisbr
    OBJETIVO: Verificar se a idade é um fator de risco para cefaléias secundárias independente do tempo de evolução da queixa de dor de cabeça. MÉTODO: Foram selecionados 1131 pacientes com queixa principal de cefaléia. A proporção de cefaléias secundárias foi avaliada e comparada entre pacientes jovens e idosos em geral; entre indivíduos com cefaléia de início antes e após os 60 anos; e entre jovens e idosos com cefaléia de início há menos de um ano. RESULTADOS: Os idosos em geral e os indivíduos com cefaléia de início após os 60 anos apresentaram maior proporção de cefaléias secundárias que os jovens e aqueles com início da dor antes dos 60 anos. Idosos com cefaléia de início recente apresentaram proporção maior de cefaléias secundárias do que os jovens com mesmo tempo de evolução da dor. CONCLUSÃO: A idade é um fator de risco independente do tempo de evolução para cefaléias secundárias.
    2004 artigo Brasil acesso aberto