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  1. 1

    Estabilização da artrodese da articulação tarsometatársica: estudo biomecânico

    Publicação
    por Fernandes,Túlio Diniz
    Outros Autores: Santos,Alexandre Leme Godoy dos; Corsato,Marcos de Andrade; Sakaki,Marcos Hideyo; Ortiz,Rafael Trevisan; Prado,Marcelo Pires
    Origem: Oasisbr
    INTRODUÇAO: As artrodeses tarsometatársicas sao opçao terapeutica efetiva no tratamento das osteoartroses sintomaticas da articulacao de Lisfranc. Os métodos de estabilizaçao disponíveis sao: Fios de Kirschner, Parafusos Corticais, Placas e parafusos e Agrafe. A estabilidade oferecida e a técnica cirúrgica utilizada para cada material é discutida na literatura. OBJETIVO: Comparar a força de compressão e a estabilidade biomecânica da fixação da articulação tarsometatársica com Parafusos Corticais e com Agrafe. CASUISTICA E MÉTODO: Selecionados 10 cadáveres frescos, do genero masculino, idade variando de 35 a 49 anos, foram submetidas a dissecçao do cúboide e do 4° metatarso bilateralmente, decorticadas as superfícies articulares e realizada fixação com parafuso cortical - Cortical Screw 3.5mm Impol, e Agrafe - Uni-clip® Staple 2.0 NewDeal. RESULTADOS: Os 20 ensaios biomecânicos foram completados. A analise estatística dos métodos agrafe vs parafuso cortical, em relação a energia acumulada até atingir o pico de força do ensaio p= 0.047, e a energia acumulada até o final do ensaio p= 0.047 apresentaram diferença significativa. CONCLUSÃO: Os picos de carga suportados pelas estabilizaçoes com agrafe e com parafuso cortical decrescem, significativamente, com a idade. Observa-se valores de força superiores para o agrafe em ossos osteoporóticos. A energia acumulada na area de trabalho dos graficos nos ensaios com o agrafe, mostram-se estatisticamente superiores aos valores para os Parafusos Corticais.
    2008 artigo Brasil acesso aberto
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    Epidemiological study on Lisfranc injuries

    Publicação
    por Fernandes, Túlio Diniz
    Origem: Oasisbr
    2017 artigo Brasil acesso aberto
  6. 6

    Talar Body Reconstruction for Nonunions and Malunions

    Publicação
    por Fernandes, Tulio Diniz
    Origem: Oasisbr
    2018 artigo Brasil acesso aberto
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  9. 9

    Avaliação do torque de resistência passiva em atletas femininas com entorse de tornozelo

    Publicação
    por Barbanera,Márcia
    Outros Autores: Araujo,Rubens Correa; Fernandes,Tulio Diniz; Hernandez,Arnaldo Jose
    Origem: Oasisbr
    INTRODUÇÃO: A entorse de tornozelo é uma das lesões mais comuns em atletas. Uma forma de avaliar a frouxidão ligamentar pode ser através da medida da amplitude passiva dos movimentos de inversão e eversão do pé para estimar a resistência passiva das estruturas capsuloligamentares do tornozelo, o qual pode ser chamado de torque de resistência passiva. Existem poucos estudos que utilizam a avaliação do torque passivo do tornozelo para avaliar a resistência da cápsula e dos ligamentos. OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi comparar o torque passivo dos movimentos de inversão e eversão do pé em atletas com e sem história de entorse de tornozelo. MÉTODO: Participaram do estudo 32 atletas de basquetebol e voleibol feminino (16,06 ± 0,8 anos, 67,63 ± 8,17kg, 177,8 ± 6,47cm). Seus tornozelos foram divididos em dois grupos: grupo controle (29), composto por tornozelos sem sintomas, e grupo entorse de tornozelo, composto por tornozelos que sofreram lesão (29). O torque dos movimentos passivos do tornozelo foi registrado por um dinamômetro isocinético, e a atividade dos músculos fibular longo e tibial anterior foi medida por um eletromiógrafo. As atletas realizaram duas repetições do movimento de inversão e eversão, nas velocidades de 5, 10 e 20°/s e, em seguida, o mesmo protocolo foi repetido apenas para o movimento de inversão máxima do pé. RESULTADOS: O torque de resistência passiva durante os movimentos de inversão e eversão do pé foi menor no grupo com entorse do tornozelo. Este grupo também mostrou menor torque durante o movimento de inversão máxima do pé. Não foram observadas diferenças entre o movimento de inversão e eversão. CONCLUSÕES: A entorse de tornozelo leva a um menor torque de resistência passiva, indicando redução da resistência dos ligamentos colaterais do tornozelo e uma frouxidão articular mecânica.
    2012 artigo Brasil acesso aberto
  10. 10

    Avaliação do torque de resistência passiva em atletas femininas com entorse de tornozelo

    Publicação
    por Barbanera, Márcia
    Outros Autores: Araujo, Rubens Correa; Fernandes, Tulio Diniz; Hernandez, Arnaldo Jose
    Origem: Oasisbr
    Made available in DSpace on 2019-09-12T16:25:53Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2012
    2019 artigo Brasil