Search Results - "Espírito Santo, Maria"

Publication Catalog - "Espírito Santo, Maria"

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  1. 1

    CCR5 and CXCR4 inhibitors

    Publication
    by Espírito Santo, Maria
    Other Authors: Calado, Ana Marta; Costa, Quirina Santos; Dorr, Patrick; Pereira, José Miguel Azevedo
    2009 book Portugal
  2. 2

    Estudo da susceptibilidade do VIH-2 à inibição por moléculas inibidoras do co-recptor CCR5

    Publication
    by Espírito Santo, Maria
    Até à data deste trabalho, poucos estudos têm sido feitos para determinar a susceptibilidade do VIH-2 aos antagonistas dos co-receptores (CoR). Estes pertencem a um grupo de inibidores de entrada com um novo mecanismo de acção, agindo fora da célula, ligam-se ao CoR, impedindo a sua utilização durante a entrada viral, ao contrário dos outros inibidores já existentes, que têm por alvo, proteínas do HIV. Neste estudo, determinou-se a susceptibilidade do HIV-2 aos inibidores do CCR5 (TAK-779, MVC, PF-2221753 e mAb2D7) e do CXCR4 (SDF-1alpha e o mAb12G5), usando seis estirpes VIH-2 isoladas e caracterizados no nosso laboratório, e utilizando a estirpe HIV- 1BaL como controlo. Para os ensaios de inibição, utilizou-se a linha celular humana obtida dum osteossarcoma (GHOST) que expressa o receptor CD4 e o co-receptor CCR5 ou CXCR4. A replicação viral foi monitorizada pela detecção do Ag p24 nos sobrenadantes da cultura. Os resultados demonstraram que o TAK-779, MVC e o PF-227153 inibiram eficientemente todas as estirpes HIV-2 enquanto o mAb2D7, inibiu apenas a estirpe HIV-2ALI. Verificou-se ainda que o SDF-1alpha inibiu três das quatro estirpes estudadas, enquanto o mAb12G5 teve um efeito inibitório menor quando comparado com o SDF-1alpha. Estes resultados permitem-nos concluir que: os antagonistas do CCR5 analisados são mais eficientes para o HIV-2 do que para o HIV-1BaL e que o SDF-1alpha é mais eficaz quando comparado com o mAb12G5 para a inibição das estirpes. Estes resultados sugerem assim novas direcções e soluções terapêuticas no combate à infecção por HIV-2.
    2010 master thesis Portugal open access
  3. 3

    Women, Fado and Cante heritage

    Publication
    by Espírito Santo, Maria
    Other Authors: Côrte-Real, Maria de São José
    2022 book part Portugal open access
  4. 4
  5. 5
  6. 6
  7. 7

    Infestantes das culturas agrícolas. Chaves de identificação

    Publication
    by Espírito-Santo, Maria Dalila
    Other Authors: Monteiro, Ana
    O presente trabalho destina-se essencialmente ao ensino, nas disciplinas de Botânica e Herbologia, da sistemática e identificação de táxones que frequentemente se comportam como infestantes das culturas agrícolas. O esqueleto baseou-se nas chaves dicotómicas para identificação de infestantes elaboradas em 1983 por Espírito-Santo. A seleção das espécies referidas nas chaves fundamentou-se nos trabalhos desenvolvidos no Centro de Botânica e Engenharia Biológica na última década do séc. XX, os quais permitiram ampliar os conhecimentos, tanto sistemáticos como ecológicos, das principais infestantes das culturas em Portugal Continental. A organização do conteúdo do livro consiste primeiramente na elaboração das chaves das famílias e dos géneros das plantas infestantes selecionadas, com excepção dos géneros da família das Asteráceas e das Poáceas que são descritos conjuntamente com as chaves das espécies. A actualização da presente edição foi efectuada a partir da Checklist da Flora de Portugal (Continental, Açores e Madeira) (Sequeira et al., 2010). Na ilustração das famílias, géneros e espécies selecionaram-se os caracteres morfológicos mais relevantes e de mais fácil observação. Algumas precauções devem ser tomadas pelos utilizadores destas chaves, já que elas não abrangem a totalidade das espécies existentes em Portugal e contêm algumas simplificações. Pelo menos, quando a totalidade das características morfológicas apontadas não se verifiquem na planta que se pretende determinar, deverão as identificações ser confirmadas por recurso a "Floras" como as de Franco & Rocha Afonso (1994-2003) e Castroviejo et al. (1986-2013). Para interpretação dos termos morfológicos elaborou-se um glossário das designações mais comuns, essencialmente baseado nos conceitos apresentados por Vasconcellos et al. (1969) e Fernandes (1972). Para a determinação da família adaptaram-se as chaves dicotómicas de Franco (1982) para as dicotiledóneas e as de Valdés et al. (1987) para as monocotiledóneas, tendo-se eliminado as famílias que usualmente não ocorrem como infestantes. Os nomes vulgares referidos são os seguidos em primeiro lugar por Williams et al. (1982), apresentando-se outras designações mencionadas em Rocha (1979, 1996) e Castroviejo et al. (1986-2013)
    2014 book Portugal restricted access
  8. 8

    O dragoeiro e Vandelli

    Publication
    by Espírito-Santo, Maria Dalila
    2009 article Portugal open access
  9. 9

    Diversidade florística dos bosques de Quercus faginea subsp. broteroi (cercais) do Centro Oeste de Portugal

    Publication
    by Espírito-Santo, Maria Dalila
    Other Authors: Rego, Francisco Castro; Lousã, Mário; Bingre, Pedro; Lopes, Carmo; Maia, José et al.
    Com o intuito de tipificar a diversidade floristica das formações florestais dominadas por carvalho-cerquinho, foram analisados 77 inventários efectuados em cercais de Arisaro vulgare-Quercetum broteroi e em louriçais de Vinco difformis-Lauretum nobilis, no Centro Oeste de Portugal, procurando-se estabelecer a relação entre estes bosques e o seu grau de conservação e diversidade. Os dados obtidos foram analisados através de uma análise canónica de correspondências (CCA) tendo sido efectuados os cálculos relativos à diversidade florística (recorrendo ao índice de Shannon) e à diversidade em espécies com interesse para conservação. Na análise canónica de correspondências (CCA) foram admitidas 4 variáveis no teste de permutação de Monte Carlo, com probabilidade de erro inferior a 1 %: altitude, densidade de copado, grau de artificialização e índice de Shannon. Os louriçais (de Vinco difformis-Lauretum nobilis e endémicos do Subsector Oeste-Estremenho) aparecem associados a situações de menor altitude, maior densidade de copado e com menor grau de artificialização do que os cercais de Arisaro vulgare-Quercetum broteroi. Dos cercais foi possível distinguir um grupo de inventários enriquecidos com Quercus robur e com o híbrido deste com o Quercus faginea subsp. broteroi, o Quercus x coutinhoi. Este grupo está positiva e fortemente correlacionado com elevados valores de diversidade florística, provavelmente devido a estar associado a situações de menor altitude ligeiramente edafo-higrófilas, o que contribui para uma maior estratificação das respectivas comunidades e a maior diversidade floristica. Vários endemismos e espécies com estatuto de protecção apareceram associadas aos cercais: Antirrhinum majus subsp. linkianum e Scrophularia grandiflora, entre outras, associadas aos cercais sobre calcários. Por sua vez, aos louriçais estão associadas espécies como o Ruscus aculeatus e Quercus pyrenaica. No total, registaram-se 5 taxa com estatuto vulnerável, 1 taxa em perigo de extinção, 2 taxa incluídos no Anexo II da Directiva 92/43/CE e 3 do Anexo V da mesma Directiva. Entre estas destaca-se a presença característica de Silene longicilia, Lavandula latifolia e Scrophularia grandiflora. Verificou-se que a diversidade em espécies endémicas com estatuto de protecção está positivamente correlacionada com a altitude e o declive, ou seja, este tipo de espécies associadas aos bosques de Quercus faginea subsp. broteroi estão concentradas especialmente em áreas menos acessíveis, de maior altitude e com menor grau de artificialização. Por outro lado, o grau de artificialização aparece positivamente correlacionado com o índice de Shannon, o que revela que determinadas acções de perturbação contribuem para um aumento da diversidade específica.
    2005 conference output Portugal open access
  10. 10

    Estudo da flora, vegetação e paisagem vegetal da Serra da Arrábida

    Publication
    by Espírito-Santo, Maria Dalila
    Other Authors: Monteiro Henriques, T.; Silva, V.; Rodrigues, J.P.; Costa, José Carlos
    2011 report Portugal open access