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    Causas raras de pseudo-hermafroditismo feminino: quando suspeitar?

    Publicação
    por Castro,Margaret de
    Outros Autores: Elias,Lucila Leico
    Origem: Oasisbr
    Neste artigo discutiremos as causas raras de pseudo-hermafroditismo feminino. Hiperplasia congênita adrenal é a causa mais comum da ambigüidade da genitalia externa no nascimento, em fetos 46,XX, devido principalmente à forma clássica de deficiência de 21-hidroxilase. São apresentadas aqui as deficiências de 11beta-hidroxilase e de 3beta-hidroxiesteroide desidrogenase, além da resistência familial aos glicocorticóides, caracterizada pela secreção aumentada de cortisol sem evidência clínica de hipercortisolismo, mas com manifestations de excesso de andrógenos e de mineralocorticóides, decorrente de mutações no gene do receptor do glucocorticóide. Também são discutidas a deficiência de aromatase placentária, caracterizada por masculinização do feto feminino, acompanhada de virilização materna durante a gestação, e deve ser considerada na ausência da hiperplasia adrenal fetal e de tumores maternos produtores de andrógenos e a deficiência da P450-oxidorredutase, além das causas maternas e de quadros dismórficos complexos que levam ao pseudo-hermafroditismo feminino. A investigação requer a análise do cariótipo, dosagens séricas iniciais de 17OH progesterona, 11 desoxicortisol, 17-pregnenolone e andrógenos para avaliar o diagnóstico das diferentes causas de hiperplasia adrenal congênita. Após este diagnóstico ser afastado, dados clínicos e laboratoriais devem ser coletados para afastar as causas ainda mais raras de pseudo-hermafroditismo feminino.
    2005 artigo Brasil acesso aberto
  9. 9

    Screening and diagnosis of Cushing's syndrome

    Publicação
    por Castro,Margaret de
    Outros Autores: Moreira,Ayrton C.
    Origem: Oasisbr
    Cushing's syndrome (CS) results from sustained pathologic hypercortisolism. The clinical features are variable and the most specific features for CS include abnormal fat distribution, particularly in the supraclavicular and temporal fossae, proximal muscle weakness, wide purple striae, and decreased linear growth with continued weight gain in a child. Clinical presentation of CS can be florid and in this case the diagnosis is usually straightforward. However, the diagnosis can be difficult particularly in states of mild or cyclical or periodical hypercortisolism. Several tests based on the understanding of the physiologic characteristics of the hypothalamic-pituitary-adrenal axis have been used extensively to confirm the diagnosis of Cushing's syndrome, but none has proven fully capable of distinguishing all cases of CS from normal and/or pseudo-Cushing individuals. Three first-line diagnostic tests are currently used to screen for CS: measurement of free cortisol in 24-hour urine (UFC), cortisol suppressibility by low doses of dexamethasone (DST), and assessment of cortisol circadian rhythm using late-night serum and/or salivary cortisol. This paper discusses the effectiveness regarding best cut-off values, the sensitivity and the specificity of these tests to screen for CS. Late-night salivary cortisol appears to be the most useful screening test. UFC and DST should be performed to provide further confirmation of the diagnosis.
    2007 artigo Brasil acesso aberto
  10. 10