Resultados da pesquisa - "Almeida,Sheila Tamanini de"

Pesquisas alternativas:

Catálogo de Publicações - "Almeida,Sheila Tamanini de"

Filtros
  1. 1

    Disfagia orogaríngea: eu sei o que é e posso ajudar

    Publicação
    por Almeida, Sheila Tamanini de
    Outros Autores: Palermo, Rafaela Pagani; Fernandes, Mariane de Moura
    Origem: Oasisbr
    Anais do 35º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul - Área temática: Saúde
    2018 outro Brasil acesso aberto
  2. 2

    Falando em amamentação

    Publicação
    por Almeida, Sheila Tamanini de
    Outros Autores: Rocha, Alexia D. F. da; Faleiro, Amanda
    Origem: Oasisbr
    Anais do 35º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul - Área temática: Saúde
    2018 outro Brasil acesso aberto
  3. 3

    Análise acústica da deglutição e do segmento pós-deglutição de crianças com disfagia orofaríngea e aspiração traqueal

    Publicação
    por Almeida, Sheila Tamanini de
    Origem: Oasisbr
    A ausculta cervical digital (ACD) pode ser utilizada para avaliar o mecanismo de proteção das vias aéreas e a duração dos sons da deglutição. O presente estudo objetivou comparar os sons da deglutição e a densidade de potência espectral (DPE) dos sons captados de crianças com disfagia orofaríngea (DOF), com e sem aspiração traqueal. Trinta e dois pacientes foram encaminhados para videofluoroscopia da deglutição (VFD), com mediana (percentil 25-75) de idade de 69 meses (35-120). Vinte e dois sons de deglutição foram captados, durante a deglutição de liquido destes pacientes com queixa de DOF e que aspiraram pelo menos uma vez durante o exame. Os sinais foram separados em G1 (n=11; com aspiração traqueal) e em G2 (n=11; sem aspiração traqueal). Outro grupo de sons da deglutição de crianças sem queixa de DOF (G3; n=11) foi comparado com G1 e G2. Todas as crianças foram avaliadas com microfone piezoelétrico fixado ao pescoço. As comparações múltiplas entre os grupos de sinais foram realizadas pelo método de equações de estimativas generalizadas com ajuste de Bonferroni, considerando p≤0.05. A média do tempo da deglutição no G1 (1.289±0.064s) e no G2 (1.230±0.124s) foi significativamente maior do que em G3 (0.596±0.057s) (p<0.001). Não houve diferença entre os tempos de deglutição de G1 e G2 (p=0.999). A média do tempo do “Gap” no G1 (0,266±0,025s) e no G2 (0,223±0,033s) foi maior que em G3 (0,117 ±0,017s) (p<0.001). Não houve diferença desta variável entre G1 e G2 (p=0.999). A média dos valores da DPE da aspiração detectada no G1(3330.8±405.7 1/√Hz) foi estatisticamente maior que os valores da respiração pós-deglutição detectada em G2 (720.55 ±121.6 1/√Hz) e em G3 (890.3±179.4 1/√Hz) (p<0.001). Não foi encontrada diferença entre G2 e G3 (p=0.999). Crianças com DOF apresentam tempo de duração da deglutição e do “Gap” maior do que crianças sem DOF. A DPE do segmento pós-deglutição com aspiração detectada pela ACD foi maior do que a DPE do segmento pós-deglutição com respiração subsequente. A ausculta cervical pode ser um recurso para a detecção de aspiração traqueal e um complemento à avaliação clínica fonoaudiológica à beira do leito.
    2015 tese de doutoramento Brasil acesso aberto
  4. 4

    EXPERIÊNCIA NA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DISFAGIA OROFARÍNGEA.

    Publicação
    por Almeida, Sheila Tamanini de
    Outros Autores: Cardoso, Anna Carolina Angelos
    Origem: Oasisbr
    A disfagia orofaríngea é um sintoma que compromete o ato de deglutição, em qualquer etapa do trajeto do alimento da boca ao estômago, que ocorre em consequência de alguma doença ou evento neurológico, mecânico, imunológico, etc. Este trabalho tem o objetivo de apresentar as ações que foram e serão desenvolvidas no ano de 2019 pelo projeto de extensão “Disfagia Orofaríngea: eu sei o que é e posso ajudar”, vinculado ao curso de Fonoaudiologia da UFCSPA a 4 anos. O projeto visa interagir, comunicar e compartilhar conhecimento entre todos os estudantes e profissionais da área da saúde e da comunidade envolvidos no nosso trabalho. A nossa principal ação ocorre semanalmente, com os pacientes à beira do leito e com a equipe multidisciplinar do Hospital Santa Clara, da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. Na semana de Atenção à Disfagia, foram desenvolvidas três ações, são elas: Ação em um parque da cidade de Porto Alegre, onde foram entregues folders informativos e realizadas orientações e esclarecimentos sobre disfagia; Atividade nas dependências da UFCSPA, voltada para a comunidade interna e interessados, onde também foi explicado de forma geral e simples, os principais tópicos sobre a disfagia; Organização do IV Evento Comemorativo de Atenção à Disfagia, o qual ultrapassou 100 inscrições prévias. Em maio, participaremos do UFCSPA Acolhe, evento acadêmico que objetiva levar as atividades desenvolvidas em âmbito universitário para a comunidade. Diante das nossas ações como projeto de extensão, observamos, muitas vezes, a falta de informação de diversos públicos, inclusive da área da saúde, acerca da disfagia. Por esta razão, percebemos a importância da nossa atuação como projeto de extensão que visa a disseminação desse conhecimento não só nas atividades de extensão, mas também na pesquisa e no ensino do nosso tema principal para todos indivíduos.
    2019 artigo Brasil acesso aberto
  5. 5

    Avaliação de recém-nascidos prematuros durante a primeira oferta de seio materno em uma uti neonatal

    Publicação
    por Silva,Patrícia Keitel da
    Outros Autores: Almeida,Sheila Tamanini de
    Origem: Oasisbr
    OBJETIVO: avaliar recém-nascidos prematuros durante a primeira oferta de seio materno em uma Unidade de Terapia Intensiva neonatal. MÉTODOS: foram avaliadas 15 díades mãe/recém-nascido durante a primeira oferta de seio materno na Unidade de Terapia Intensiva neonatal da Maternidade Mario Totta, no Hospital Santa Clara da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. A coleta ocorreu em três partes: 1ª) Consulta ao prontuário do recém-nascido e preenchimento de um formulário. 2ª) Aplicação de um questionário estruturado às mães. 3ª) Avaliação da primeira oferta de seio materno aplicando o Formulário de Avaliação Fonoaudiológica das mamadas. RESULTADOS: 46,7% dos recém-nascidos apresentaram a prematuridade como único motivo de internação, 60% já estavam em acompanhamento fonoaudiológico antes de iniciarem o aleitamento materno. A média de idade das mães foi 29,27 +/- 8,058 anos e 40% delas afirmou terem relacionamento estável com o pai do recém-nascido. Foi verificado que quanto maior a idade gestacional corrigida do recém-nascido, melhor as condições de pega e ordenha ao seio materno e classificação final da mamada, assim como, quanto mais dias de vida o recém-nascido tem, melhor a pega ao seio materno. CONCLUSÃO: a prematuridade foi o principal obstáculo para o aleitamento materno, porém, as características positivas das mães, como grau de escolaridade, estado civil, experiência prévia em aleitamento materno, e atendimento fonoaudiológico iniciado antes do aleitamento materno em grande parte dos RN, podem ter proporcionado bons resultados na primeira oferta de seio materno.
    2015 artigo Brasil acesso aberto
  6. 6

    Avaliação das características orofaciais e da amamentação de recém-nascidos prematuros antes da alta hospitalar

    Publicação
    por Castelli,Carla Thamires Rodriguez
    Outros Autores: Almeida,Sheila Tamanini de
    Origem: Oasisbr
    RESUMO: Objetivo: avaliar as características orofaciais e a amamentação de recém-nascidos prematuros antes da alta hospitalar e verificar possíveis relações entre o sistema sensório motor orofacial e a amamentação. Métodos: trata-se de um estudo transversal, quantitativo e descritivo. A coleta de dados foi realizada no período de junho a outubro de 2014. Realizou-se em três etapas a pesquisa: busca de dados no prontuário, aplicação do protocolo de prontidão do prematuro para início da alimentação oral e aplicação do protocolo de avaliação da mamada em recém nascidos prematuros. Obteve-se uma amostra de conveniência em uma unidade de terapia intensiva de um hospital escola de Porto Alegre. Foram considerados critérios de inclusão: prematuridade; ter recebido atendimento fonoaudiológico, estar de alta hospitalar; indicação para aleitamento materno exclusivo; assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido pelo responsável. Resultados: a amostra contou com 26 sujeitos, posteriormente 6 indivíduos foram excluídos. A maioria das características do sistema sensório motor orofacial dos prematuros estava adequada e a maior parte das categorias avaliadas na amamentação estava próxima ao escore máximo. Identificou-se que os prematuros com estado de consciência alerta apresentaram melhor posição mãe/recém-nascido durante o aleitamento materno (p= 0,043). Observou-se que quanto maior a idade gestacional corrigida melhor o escore final do prematuro na avaliação do sistema sensório motor orofacial (rs = 0,512; p= 0,021). Conclusões: elucidaram-se informações do sistema sensório motor orofacial e do aleitamento materno do prematuro. Bem como, foram encontradas relações entre o sistema sensório motor orofacial e a amamentação do prematuro.
    2015 artigo Brasil acesso aberto
  7. 7

    Desempenho da alimentação oral em recém-nascidos prematuros estimulados pela técnica treino de deglutição

    Publicação
    por Otto,Danielle Martins
    Outros Autores: Almeida,Sheila Tamanini de
    Origem: Oasisbr
    RESUMO Introdução A prematuridade pode afetar o desenvolvimento adequado do recém-nascido. Objetivo Avaliar o desempenho para a alimentação via oral em recém-nascidos prematuros, estimulados pela técnica treino de deglutição. Métodos A pesquisa ocorreu em uma unidade de terapia intensiva neonatal, no período de março a agosto de 2015. Trata-se de um estudo Quase Experimento de Série Temporal com 14 recém-nascidos pré-termo (RNPT), com idade gestacional corrigida entre 30-36 semanas. Foi aplicado o protocolo de avaliação da prontidão do prematuro para início da alimentação oral (pré e pós-treino de deglutição). O treino de deglutição ocorreu uma vez ao dia e, em média, durante seis dias consecutivos. Resultados Verificou-se melhora pós-estimulação, comparando-se os dados do protocolo pré-intervenção e pós-intervenção. Quanto aos níveis de habilidades de alimentação por via oral, 50% dos prematuros foram classificados como nível 4. A alimentação via oral foi iniciada, em média, 1 dia após o término do treino de deglutição; a sonda alimentar foi retirada em, aproximadamente, 7 dias após o início da via oral. Houve associação inversa limítrofe entre melhora no escore de prontidão e tempo de transição da via alternativa para a via oral total e associação inversa entre melhora no escore de prontidão e idade gestacional corrigida. Conclusão A intervenção com treino de deglutição possibilitou melhora na habilidade de alimentação em 50% da amostra, com início da alimentação via oral e obtenção da alimentação exclusiva via oral em um curto período de tempo, com prontidão para via oral em idades gestacionais precoces.
    2017 artigo Brasil acesso aberto
  8. 8

    Disfagia orofaríngea na Síndrome de Wallenberg - série de casos

    Publicação
    por Bilheri,Diego Fernando Dorneles
    Outros Autores: Mancopes,Renata; Almeida,Sheila Tamanini de
    Origem: Oasisbr
    RESUMO: Objetivo: caracterizar o quadro de comprometimento da função da deglutição em pacientes com Síndrome de Wallenberg. Métodos: série de casos de sete pacientes, com diagnóstico dessa síndrome, encaminhados para avaliação fonoaudiológica. Para avaliação do grau de disfagia utilizou-se a escala Gugging Swallowing Screen e para avaliar o nível de ingestão oral utilizou-se a Functional Oral Intake Scale. Resultados: a média de idade foi de 60,57 anos; todos os sujeitos apresentaram alteração na função da deglutição de grau grave (71,42%) a moderado (28,58%); 85,71% necessitaram de Via Alternativa de Alimentação, sendo que, 71,43% eram alimentados exclusivamente por sonda nasoentérica; todos necessitaram de acompanhamento fonoaudiológico. Conclusão: este estudo concluiu que a disfagia orofaríngea na Síndrome de Wallenberg apresenta-se como um distúrbio de grau grave a moderado, sendo necessária a utilização de Via Alternativa de Alimentação na maioria dos casos.
    2016 artigo Brasil acesso aberto
  9. 9

    Identificação das dúvidas e dificuldades de gestantes e puérperas em relação ao aleitamento materno

    Publicação
    por Castelli,Carla Thamires Rodriguez
    Outros Autores: Maahs,Marcia Angelica Peter; Almeida,Sheila Tamanini de
    Origem: Oasisbr
    Objetivos identificar e descrever as dúvidas e dificuldades das gestantes e puérperas em relação à amamentação, além de compará-las nos períodos pré-natal e puerperal. Métodos caracteriza-se por um estudo transversal, descritivo e comparativo, composto por dois grupos: gestantes e puérperas. Houve a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisas / Santa Casa sob nº 23355. Para coleta elaborou-se questionário com perguntas sobre aleitamento materno. As variáveis foram analisadas por meio de associações entre as respostas dos grupos com a utilização dos testes Qui-Quadrado de Pearson, Exato de Fisher e T de Student. Resultados as puérperas apresentaram maior escore de conhecimento geral quando comparadas às gestantes (p = 0,001). Ao relacionar a idade com o conhecimento, quanto maior a idade da puérpera maior o percentual de conhecimento (r= 0, 283; p=0,011). Ao analisar as puérperas primíparas, observou-se que estas apresentavam mais queixas quando comparadas com as que já possuíam um ou mais filhos (p= 0,014). Conclusões gestantes, mulheres primíparas, adolescentes e jovens possuem mais dúvidas e dificuldades em relação ao aleitamento materno. A equipe assistencial deve estar preparada para que a gestante tenha o trato correto com suas mamas e conscientização sobre a amamentação natural, para assim chegar ao período puerperal mais segura e incentivada ao aleitamento exclusivo.
    2014 artigo Brasil acesso aberto
  10. 10

    Efficacy of Myofunctional Therapy Associated with Voice Therapy in the Rehabilitation of Neurogenic Oropharyngeal Dysphagia: a pilot study

    Publicação
    por Fraga,Bruno Francisco de
    Outros Autores: Almeida,Sheila Tamanini de; Santana,Márcia Grassi; Cassol,Mauriceia
    Origem: Oasisbr
    Abstract Introduction Dysphagia causes changes in the laryngeal and stomatognathic structures; however, the use of vocal exercises is poorly described. Objective To verify whether the therapy consisting of myofunctional exercises associated with vocal exercises is more effective in rehabilitating deglutition in stroke patients. Methods This is a pilot study made up of two distinct groups: a control group, which performed onlymyofunctional exercises, and an experimental group, which performed myofunctional and vocal exercises. The assessment used for oral intake was the functional oral intake scale (FOIS). Results The FOIS levels reveal that the pre-therapymedian of the experimental group was 4, and increased to 7 after therapy, while in the control group the values were 5 and 6 respectively. Thus, the experimental group had a statistically significant difference between the pre- and post-therapy assessments (p = 0.039), which indicates that the combination of myofunctional and vocal exercises was more effective in improving the oral intake levels than the myofunctional exercises alone (p = 0.059). On the other hand, the control group also improved, albeit at a lower rate compared with the experimental group; hence, there was no statistically significant difference between the groups post-therapy (p = 0.126). Conclusion This pilot study showed indications that using vocal exercises in swallowing rehabilitation in stroke patients was able to yield a greater increase in the oral intake levels. Nevertheless, further controlled blind clinical trials with larger samples are required to confirm such evidence, as this study points to the feasibility of conducting this type of research.
    2018 artigo Brasil acesso aberto