Resultados da pesquisa - "Albuquerque,Maria Ilk Nunes de"

Catálogo de Publicações - "Albuquerque,Maria Ilk Nunes de"

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    Vigilância epidemiológica: conceitos e institucionalização

    Publicação
    por Albuquerque,Maria Ilk Nunes de
    Outros Autores: Carvalho,Eduardo M. Freese de; Lima,Luci Praciano
    Origem: Oasisbr
    RESUMO: O artigo expõe, com base em uma revisão da literatura, aspectos relevantes da conceituação e institucionalização da Vigilância Epidemiológica (VE) enquanto prática de saúde pública e aborda também, a utilização do termo "vigilância" e a incorporação do qualificativo "epidemiológica". Apresenta-se a VE no contexto da legislação sanitária, com ênfase nas doenças de notificação compulsória, que têm representado ao longo do tempo uma das prioridades do Sistema Nacional de Vigilância Epidemio-lógica. Procuram-se descrever fatores que repercutem na institucionalização da VE, onde se inclui a dificuldade de adoção e/ou redefinição do objeto, métodos e propósitos. Devido à abrangência das suas atribuições no processo de descentralização da saúde, principalmente na instância municipal, esta representa um espaço efetivo tanto para a avaliação da prática da VE, quanto para a compreensão dos mecanismos de abordagem que remetem à utilização de novas terminologias à luz da "Vigilância em Saúde Pública" adotada internacionalmente desde a década de 90.
    2002 artigo Brasil acesso aberto
  2. 2

    Avaliação da Vigilância Epidemiológica em âmbito municipal

    Publicação
    por Carvalho,Eduardo Freese de
    Outros Autores: Cesse,Eduarda Ângela Pessoa; Albuquerque,Maria Ilk Nunes de; Albuquerque,Luciana Caroline; Dubeux,Luciana Santos
    Origem: Oasisbr
    OBJETIVOS: avaliar a vigilância epidemiológica (VE) e as características específicas da gestão municipal. MÉTODOS: foram selecionados onze municípios de Pernambuco conforme critérios geográficos, porte populacional e condição de gestão. O grau de implantação foi estimado através de entrevistas com atores-chave em três níveis de atuação da VE: nível central, unidades de saúde da família (USF) e unidades de saúde tradicionais (UST), enfatizando aspectos relativos à infra-estrutura e ao processo de trabalho. Às variáveis selecionadas foram atribuídos pontos, cujo somatório, classificou a VE como: implantada, parcialmente implantada e não implantada. Para avaliar as características da gestão foram entrevistados os onze secretários municipais de saúde. RESULTADOS: a VE apresentou-se implantada em apenas 27% dos municípios e parcialmente implantada em 46%, encontrando-se mais estruturada nos municípios de grande porte e com gestão plena do sistema municipal, onde, dos três níveis estudados, observou-se que o nível central apresentou mais fragilidades, e as USF, quando comparadas às UST, obtiveram melhor desempenho. Quanto às características de gestão, embora todos os municípios estivessem certificados para realizar ações de VE, foram identificados entraves significativos para sua efetiva realização. CONCLUSÕES: A VE apresentou deficiências que comprometem a sua implantação plena no âmbito municipal.
    2005 artigo Brasil acesso aberto