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Fiscal Structure and Economic Growth in the EU: A Dynamic Panel Data Approach
Publicaçãopor Ribeiro, Alexandre AlmeidaOrigem: uBibliorumThis study analyzes the impact of tax structure on economic growth in the 27 Member States of the European Union, from 2010 to 2022. We use dynamic panel econometric models, namely Generalized Method of Moments (GMM) models with instrumental variables, which allow us to address the dynamic nature of growth. Two economic growth equations were estimated; the first focuses on more classical determinants: public investment, education, health and innovation. The second on tax composition and institutional quality. The results show that workers with advanced education contribute positively to economic growth, consumption and capital taxes contribute positively to growth, while property taxes have a negative impact. This work offers a contribution to the European discussion to promote sustained economic growth and fiscal harmonization. -
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Modelos de Equilíbrio de Ativos Financeiros e Crescimento Económico: Novas Evidências Empíricas
Publicaçãopor Ferreira, José Clemente JacintoOrigem: uBibliorumNum contexto de integração dos mercados, esta investigação analisa a relação entre o desempenho económico futuro, medido pela taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e os cinco fatores de risco do modelo de avaliação de ativos de Fama e French (2015), isto é, fator risco de mercado (MKT), dimensão (SMB), índice book-to-market (HML), lucro operacional (RMW) e investimento (CMA). A análise é conduzida para 47 países classificados como países desenvolvidos e emergentes e agrupados em diferentes regiões (América do Norte, Ásia Pacífico e Europa) para o período de janeiro de 1992 a dezembro de 2018. As metodologias usadas compreendem: (i) a regressão linear simples e múltipla por mínimos quadrados ordinários, (ii) a regressão quantílica que permite caraterizar toda a distribuição condicional da variável PIB, com base nos fatores de risco e, (iii) a técnica de regressão hierárquica de dois níveis (multinível) com medidas repetidas para investigar as diferenças em termos da taxa de crescimento do PIB ao longo do tempo bem como entre os países. Os resultados obtidos a partir da análise univariada permitiram constatar a existência de uma média anual positiva da taxa de crescimento do PIB em todos os países e regiões. De igual modo, os fatores de risco quando calculados individualmente para os diferentes mercados/regiões apresentaram rendibilidades médias positiva. A decomposição do fator de risco dimensão (SMB), em três fatores elementares formados a partir de carteiras diversificadas de ações compostas por dimensão e book-to-market (SMBB/M), dimensão e lucro operacional (SMBOP) e dimensão e investimento (SMBNIV) permitiu identificar o desempenho médio individual, o qual foi positivo para todos os mercados, exceto a rendibilidade do fator de risco SMBB/M calculado para o mercado da Ásia Pacífico. Os resultados obtidos com base na estimação dos modelos de regressão quantílica indicam que os fatores de risco individual ou associados entre si apresentam uma capacidade preditiva do desempenho económico futuro. Porém, o fator de risco SMBINV calculado para os mercados regionais apresenta maior capacidade preditiva do desempenho económico futuro do que o fator de risco CMA construídos com as mesmas carteiras de ações, o que poderá ser justificado pela predominância de empresas de pequena dimensão. Considerando a estimação de modelos multinível, os resultados indicam que existe variabilidade significativa no desempenho económico ao longo do tempo, e entre países, apresentando o desempenho económico uma tendência linear de efeitos aleatórios de interceptos. A decomposição de variância do desempenho económico dos 22 países de mercados desenvolvidos a partir de um modelo nulo indica que 18,8% da variabilidade total do desempenho económico é devida à existência de diferenças de desempenho económico entre países. Os fatores de risco MKT, SMB, HML e CMA calculados para os mercados regionais (América do Norte, Ásia Pacífico e Europa) ajudam a prever 22,91% da variabilidade total do desempenho económico futuro. Já os fatores de risco MKT, HML e RMW calculados para o mercado de ações global desenvolvido (América do Norte, Ásia Pacífico e Europa) ajudam a prever 24,19% da variabilidade total do desempenho económico futuro. A decomposição de variância do desempenho económico dos 47 países desenvolvidos e emergentes sustenta que 26,05% da variabilidade total do desempenho económico é devida à existência de diferenças no desempenho económico entre países. Os fatores de risco MKT e RMW calculados para os mercados de ações globais (desenvolvido e emergente) ajudam a prever 28,84% da variabilidade total do desempenho económico futuro. -
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Essays on the effect of globalisation on environmental performance and sustainable development
Publicaçãopor Leal, Patrícia Alexandra HipólitoOrigem: uBibliorumMore than a threat to the future, climate change is a reality that needs to be dealt with today. The main focus of this thesis is the analysis of the influence of globalisation 0n the achievement of sustainable development goals. Countries around the world have become more connected than ever due to advancing technology and economic integration. However, globalisation gives rise to diverse ecological and economic challenges, leading to environmental damage and inducing substandard working conditions in emergent nations that produce goods for more developed ones. To address some of these challenges, in this thesis, six analyses organised into three main parts were performed. The first aims to empirically analyse the effect of each dimension and measure of globalisation on environmental performance, considering economies’ distinct contexts, such as level of income, degree of development, level of globalisation, regulatory structure, and economic, political, and social frameworks. Three essays were included in the first part of the thesis to address the objective stated above. Panel data estimators for an annual frequency were used, and the main findings suggest that each dimension and measure of globalisation behaves differently under distinct economies’ features. In light of this, environmental strategies should be delineated according to the specific features of the economies instead of implementing transversal directives for both a group of economies and globalisation as a whole. A debate is needed on strategies that discourage developed and high-income economies from economically benefiting from increasing environmental degradation in developing and low-income countries. An all-embracing environmental performance assessment is crucial for policymakers to design and implement the most efficient policies and directives to achieve sustainable development and the net-zero carbon goal. Understanding the gaps that might need to be overcome, and the improvements that might need to be made in environmental performance assessment, motivated the second part of this thesis. Thus, the second part of this thesis aims to provide a survey of the literature and a critical analysis of one of the most popular methods used to assess environmental performance, the Environmental Kuznets Curve (EKC). This essay goes further by first presenting a detailed review of the literature that describes the time period and countries under analysis, the variables of the EKC relationship analysed, additional variables included, approaches performed, the relationship obtained, and if the turning point is calculated. Secondly, it identifies gaps and proposes improvements to the EKC hypothesis assessment. This essay highlights that policymakers should be concerned about the volatility of the EKC outcomes. The use of the EKC outcomes as guidance on policy design and implementation, but not as a decisive indicator, is recommended. Energy efficiency and climate finance are crucial tools to achieve sustainable development and the net-zero carbon goal. This evidence motivated the third part of this thesis. The main objective of this third part is to analyse globalisation as a driver of energy efficiency, climate finance, and sustainable development. Two essays were written to achieve this objective. Diverse empirical methods were applied, such as the Autoregressive Distributed lag model, both Panel-Corrected Standard Errors and Feasible Generalized Least Squares, and the Driscoll-Kraay estimator. The robustness of the results has been confirmed by using different models’ specifications and by employing a Seemingly Unrelated Regression method. The main findings of the third part of this thesis highlight that economic benefit might have been prioritized over environmental quality in the higher energy consumers per capita countries. At the same time, climate finance is an environmental preservation mechanism for developing countries, but further than that, it induces improvements in the standard of living. In concordance with that, human development is suggested as a substantial determinant of climate finance flow. Strengthening regulation and implementing environmental protection directives are indispensable to accomplishing the established environmental goals, as well as founding specific goals and mainly accomplishing them. International agreements allow transparency and the commitment to a shared interest. Implementing penalties for the economies that do not comply with the agreed treaty might discourage these economies from making decisions that maximize their profit over environmental quality. -
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ICT and productivity: Demystifying a paradox
Publicaçãopor Gomes, OrlandoThis paper surveys the various interpretations for the known „productivity paradox‟ proposed in 1987 by Robert Solow. Generally speaking, the paradox can be identified with the empirical evidence that reveals the absence of a strong and clear relation between the revolution in the field of information and communication technologies, initiated two decades ago, and the growth of productivity. The most influential explanations and counter-arguments relatively to the paradox are explored in this text, from the idea that new technologies are general purpose technologies, to the specificity of the technological revolution we are observing today, which involves much more the demand side than any other fundamental innovation process in the past. The text includes a technical appendix, where the productivity paradox is discussed using the modelling instruments of the economic growth theory. -
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Crescimento económico, investimento estrangeiro e instituições financeiras
Publicaçãopor Arreigota, Carlos Manuel Branco ZagaloA presente investigação tem como objetivo analisar o impacto do funcionamento do sistema financeiro, globalização e investimento estrangeiro no crescimento económico dos 28 países da União Europeia no período compreendido entre 1990 e 2015. Em termos metodológicos utilizou-se a recolha de dados no World Bank e KOF Swiss Economic Institute tendo estes sido organizados em forma de painel. Os resultados econométricos demonstram estarmos perante uma convergência económica do tipo condicional, assim como realçam os efeitos benéficos da globalização e do investimento estrangeiro para o crescimento económico. Por outro lado, verificam-se dificuldades do sistema financeiro em promover o crescimento económico, especialmente quando analisamos o crédito bancário concedido e a dimensão do sistema financeiro. -
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Crescimento económico, globalização e investimento direto estrangeiro:um estudo empírico
Publicaçãopor Leitão, Nuno CarlosA presente investigação examina a relação entre o crescimento económico e a globalização aplicado ao caso português, utilizando dados em painel para o período temporal de 1995 a 2008. Na década de 1980 e 1990 muito se escreveu acerca da globalização (Ohmae, 1995; Oman 1994; Dunning 1993). As recentes mudanças da economia internacional permitem explicar o crescimento económico através da globalização, do investimento direto estrangeiro e do comércio internacional. Stiglitz (2002) demonstra que a globalização pode ser vista como grande desilusão. A obra de Stiglitz ilustra que a globalização acentua as desigualdades em termos da repartição do rendimento per capita. Na verdade, os estudos empíricos evidenciam que as assimetrias entre os países do Norte e do Sul aumentam com a globalização. Nos últimos anos temos assistido a um debate na literatura sobre a convergência versus divergência nos modelos de crescimento económico. As estimativas que obtivemos demonstram que existem divergências entre Portugal e os seus parceiros comerciais, o que corrobora com os estudos empíricos (Kai e Hamori 2009). O nosso estudo comprova que existe uma correlação positiva entre a globalização e o crescimento económico. Por seu turno, o comércio bilateral promove o crescimento económico. A taxa de crescimento esta positivamente correlacionada com o investimento direto estrangeiro e com a tecnologia. Os fluxos migratórios não se revelam como determinantes dos fatores de crescimento. -
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O impacto da Fintech na inclusão financeira: uma visão macroeconómica
Publicaçãopor Yuan Yuan WuNa sua essência, a FinTech é utilizada para ajudar empresas, empresários e consumidores a gerir melhor as suas operações financeiras, processos e vidas, utilizando software e algoritmos especializados que são usados em computadores e, cada vez mais, smartphones. FinTech, como palavra, significa "tecnologia financeira" e, como qualquer inovação, traz benefícios e reduções de custos que permitem o crescimento. Considerando a sua importância, o presente estudo investiga o impacto da FinTech na inclusão financeira, na desigualdade de rendimentos, na estabilidade financeira, no crescimento económico e na competitividade de mercado. O estudo analisa um total de 121 países, entre os anos 2000 e 2020. Através do modelo de dados em painel e da análise de componentes principais, os resultados mostram que a FinTech tem um impacto positivo na inclusão financeira e na redução da desigualdade de rendimentos; a FinTech tem um efeito positivo na estabilidade financeira, mas afeta negativamente o crescimento económico; a FinTech influencia positivamente a competitividade de mercado. Para além dos resultados obtidos, este estudo fornece implicações teóricas e práticas que contribuem para a literatura existente e que interessam aos decisores de política. -
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Impacto dos fundos europeus estruturais e de investimento no crescimento em Portugal
Publicaçãopor Oliveira, Rafael AguiarEste relatório respeita ao estágio curricular da unidade curricular de Dissertação / Projeto / Estágio do Mestrado em Finanças realizado na Multiplos, Lda, onde se executaram diversas atividades que envolviam os programas operacionais da União Europeia. Tendo por base os conhecimentos e a experiência obtidos durante o estágio, foi desenvolvida uma análise quantitativa sobre o "Impacto dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI) no Crescimento em Portugal" que apresentamos neste relatório. O presente estudo visa perceber como o financiamento fornecido pelos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento, é aproveitado pelos países da União Europeia para estimular o crescimento económico. Conforme a literatura, foi possível identificar que o crescimento económico é influenciado por vários determinantes, de que destacamos: o capital físico, o capital humano, as tecnologias, o emprego, os recursos naturais e o empreendedorismo. Analisámos o efeito do incentivo financeiro (medido pelos pagamentos anuais dos FEEI (variável independente)), naquelas variáveis, por país, no período de 1995 a 2020, tendo em consideração o ano de entrada de cada país na UE. Ao considerar os 28 países da UE em 2020, foram selecionados seis, dos quais, em relação ao PIB médio per capita de Portugal, dois apresentam um valor médio inferior, dois têm um valor médio idêntico e dois têm um PIB médio per capita superior. Visto que se pretende considerar o efeito dos Países e dos anos, foi efetuada uma análise de dados em painel o que nos levou a considerar três modelos diferentes (agregado, de efeitos fixos e de efeitos aleatórios) e a realizar vários testes para determinar qual o modelo que melhor se ajusta às equações. Verificou-se que o impacto do incentivo nas seis variáveis dependentes e em todos os países é significativo. Ao analisar os coeficientes, podemos inferir que os países com um valor médio do PIB capita superior (Dinamarca e Suécia) têm um crescimento maior nas variáveis dependentes estudadas, pelo que o efeito dos subsídios/FEEI nestas variáveis é maior. Portugal tende a manter uma posição dentro daquilo que é a média do seu PIB per capita. -
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Impacto dos ODS no desempenho económico: uma abordagem macro e microeconómica
Publicaçãopor Pereira, Inês Alexandra da SilvaO desenvolvimento sustentável ajuda a garantir um melhor controlo e manutenção dos recursos naturais para que estes não se esgotem. A ideia é permitir que as necessidades das gerações presentes sejam satisfeitas sem comprometer as necessidades das gerações futuras. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definem um conjunto de 17 objetivos e metas a serem alcançados por todos os países que visam resolver as necessidades das pessoas, enfatizando a importância de que ninguém deve ser deixado para trás. Estes objetivos abordam as 3 grandes dimensões do desenvolvimento sustentável: social, económico e ambiental e, abrangem diversas áreas, nomeadamente Pessoas, Planeta, Prosperidade, Paz e Parcerias. Esta dissertação tem como objetivo geral analisar a relação entre o desempenho económico e o cumprimento de metas ambientais e sociais, nomeadamente através dos ODS, nas perspetivas macro e microeconómicas. Ao nível macroeconómico, o objetivo é fornecer uma perspetiva sobre o cumprimento dos ODS em 25 países europeus e propôr soluções para promover uma maior sustentabilidade. Existe uma lacuna na literatura ao nível europeu, de indicadores compostos sobre os ODS e a sua relação com a vertente económica. A relação entre sustentabilidade e a economia, é frequentemente feita com indicadores parcelares de ambiente, não existindo um indicador que englobe todas as dimensões de sustentabilidade e o relacione com o crescimento económico, por exemplo. Para o efeito, é construído e calculado um indicador composto, o Sustainable Development Goals Index (SDGI), utilizando o método da Análise de Componentes Principais (ACP), para o ano de 2020 e, utilizando as seguintes dimensões: Educação, Saúde, Serviços, Emprego, Igualdade e Ambiente. Pretende-se também verificar se existem disparidades entre os países europeus em relação às componentes ou dimensões do Desenvolvimento Sustentável. Além disso, estuda-se a relação do valor do indicador com o rendimento per capita de cada um dos países, para compreender se existe um trade-off entre o desenvolvimento sustentável e o crescimento económico ou se os países podem prosseguir um caminho económico verde. Os resultados do estudo mostram que a Roménia, a Bulgária, a Hungria e a Lituânia são os países europeus com o valor de SDGI mais baixo, ao mesmo tempo que têm o PIB per capita mais baixo no grupo de países analisados. Nestes países as dimensões da Educação e da Saúde são as que contribuem com menor peso para o total do indicador. A Suécia, os Países Baixos, a Finlândia e a França destacaram-se como tendo o melhor desempenho ao nível dos ODS e em termos de PIB per capita estão abaixo de alguns países como o Luxemburgo, a Irlanda e a Dinamarca, que se destacam com os valores mais elevados. Nestes países, Ambiente, Igualdade e Educação são as dimensões de maior magnitude para o índice total. Globalmente, ainda há um longo caminho a percorrer em todas as dimensões que compõem os ODS. Os países ainda devem investir mais em políticas, incentivos e práticas, para garantir que haja um maior e melhor cumprimento dos ODS e que sejam capazes de evoluir cada vez mais em termos de sustentabilidade e não apenas em termos económicos. Da mesma forma e, numa abordagem microeconómica, o objetivo seria averiguar o cumprimento dos ODS nas empresas portuguesas e o seu impacto no seu desempenho económico-financeiro. Contudo, não foi concretizável por falta de dados financeiros diretamente associados a medidas para atingir os ODS. São apresentados casos de estudo de empresas portuguesas, com o intuito de demonstrar as ações sustentáveis praticadas pelas mesmas. Por fim, pretende-se sugerir as melhores políticas ou estratégias para um maior crescimento económico e sustentável num determinado país ou empresa. -
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O crescimento económico em Portugal e o fluxo de imigração: análise de alguns indicadores económicos e financeiros
Publicaçãopor Bastos, Marisa FaustinoCom o crescente número de imigrantes em Portugal, surge a questão se estes ajudam no crescimento económico do país. Este trabalho estuda o crescimento económico em Portugal tendo em conta o fluxo de imigração entre 2012 e 2023. Com o objetivo de perceber o efeito do fluxo de imigração no PIB recorremos a modelos econométricos para estimar modelos económicos e financeiros. São aplicadas análises de regressão OLS, regressão logarítmica e modelos vetoriais autorregressivos (modelos VAR). Na utilização do modelo VAR é utilizado o período de 1974 a 2023. Recolhemos vários fatores que, de acordo com a revisão da literatura recolhida, influenciam o PIB de um país e concluímos que a imigração, a força de trabalho e as receitas fiscais são os mais significativos para o crescimento económico português. Os resultados do modelo VAR indicam que o PIB e a migração têm um impacto importante sobre outras variáveis, enquanto o desemprego e a população podem estar ligados a outros fatores. Conclui-se também que a variação do PIB é predominantemente influenciada pelos seus próprios valores.
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