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  1. 1

    Memória, História e Património: Reflexão em torno do processo de educação patrimonial

    Publicação
    por Pereira, Gaspar Martins
    Este texto constituiu, na sua versão inicial, um comentário à conferência História, Memória e Patrimônios Luso-Afro-Brasileiros, proferida por Sara Oliveira Farias, professora da Universidade do Estado da Bahia, nas I Oficinas Luso-Afro-Brasileiras, realizadas na Faculdadede Letras da Universidade do Porto, em 14 de Outubro de 2016. Cf. FARIAS, Sara Oliveira - His-tória, Memória e Patrimônios Luso-Afro-Brasileiros. In ALVES, Luís Alberto Marques; PEREIRA,Gaspar Martins — Cruzar Histórias: I Oficinas Luso-Afro-Brasileiras. Porto: CITCEM – Centro deInvestigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória”, 2017, p. 54-61
  2. 2

    O processo de inventariação do Património Cultural Imaterial. A experiência da zona Norte de Portugal

    Publicação
    por Duarte, Cidália
    O processo de Inventariação do Património Cultural Imaterial em Portugal encontra-se regulamentado, existindo apenas um Catálogo considerado oficial – o Matriz InPCI. A inserção de uma manifestação cultural no Inventário Nacional é precedida de um pedido e subsequente apreciação por um conjunto de entidades, seguido de despacho final da Direção Geraldo Património Cultural e publicação em Diário da República. Com poucos anos de existência, a legislação nacional viu crescer a vontade de patrimonialização de manifestações culturaisde carácter imaterial, por todo o território, encontrando-se num ponto de necessária viragem, com urgência de adoção de metodologias mais céleres e de maior proximidade. Neste artigo é exposta a experiência da zona norte do país neste processo, entre os anos de 2016 e 2018.
  3. 3

    Da emergência do conceito de Património Mundial à criação do ICOMOS

    Publicação
    por Sousa, Orlando
    O ICOMOS é o organismo consultor do Comité do Património Mundial para a im - plementação da Convenção do Património Mundial da UNESCO. A sua missão é promover a conservação, a protecção, a utilização e valorização dos monumentos, conjuntos e sítios. Part-cipa na elaboração de doutrina, evolução e divulgação de ideias, promove acções de sensibilização. Entre os seus membros há arqueólogos, arquitectos, engenheiros, juristas, arquitectos paisagistas, historiadores, historiadores de arte, antropólogos, etc.
  4. 4

    Memórias de um lagar de azeite

    Publicação
    por Lopes, Isabel Alexandra
    Neste artigo explica-se o processo de musealização do Lagar de Azeite da Lavandeira, uma estrutura de produção tradicional que foi recuperada da ruína a partir do ano de 2014. Editam-se todos os conteúdos relacionados com as recolhas para construção do discurso museográfico, assim como se expõe de forma ilustrativa o processo de produção do azeite em lagar tradicional.
  5. 5

    Memória Histórica de Quintas Durienses do Concelho de Carrazeda de Ansiães (I República Portuguesa, 1910-26 e II República Espanhola, 1931-36)

    Publicação
    por Lage, Maria Otília Pereira
    Neste artigo, assente em fontes históricas directas, memórias e materiais de memória, cultura e “representações sociais”, faz-se uma abordagem à construção de identidades“ conjunturais/contextuais” em Carrazeda de Ansiães, concelho de “fronteira” na Região Demarcada do Douro. Evidenciam-se exemplos emblemáticos de quatro quintas durienses: Zimbro de Cima, Alegria de Cima, Canais e Canaes/Bartol, cujos proprietários protagonizaram doismomentos republicanos, Portugal (1910-26) e Espanha (1931-36), tendo à época, contribuído, para a afirmação histórica de um republicanismo social e do poder municipal republicano, a nível local
  6. 6

    História, memórias e materialidades: os fornos de secar figos da Terra Quente Transmontana

    Publicação
    por Pereira, António Luis
    Os fornos de secar figos proliferaram um pouco por toda a área geográfica designada por Terra Quente Transmontana, mas foi no Vale do Tua e na sua envolvente próxima que centramos a recolha dos dados etnográficos e memoriais que dão corpo ao presente texto. Atualmente abandonados e sem qualquer utilização com préstimo para o agricultor, estas antigas construções continuam a salpicar a paisagem rural de forma discreta e integrada, persistindo como autênticos vestígios arqueológicos, estruturas rústicas que nos chegam de um passado onde a economia agrícola de subsistência integrava e valorizava sustentadamente todos os recursos que a terra e o clima podiam oferecer.
  7. 7

    Importância da Banda Filarmónica de São Mamede de Ribatua no Contexto Histórico, Formativo e Cultural

    Publicação
    por Lameiras, Luís Manuel da Silva
    Este artigo com a denominação: “Importância da Banda Filarmónica de S. Mamede de Ribatual no Contexto Histórico, Formativo e Cultural” tem como objetivo primordial dar a conhecer os momentos mais marcantes da história desta Banda ao longo dos 219 anos, que já leva de existência, cujos mesmos celebrará no dia oito de Dezembro deste ano, bem como aprofundar quatro questões fundamentais que têm a ver, nomeadamente com o desenrodilhar da sua história; a data da sua fundação, 1799, e o trabalho continuado desde a sua fundação; o seu contributo na formação musical e a sua relevância no panorama da cultura local.
  8. 8

    Ponte do Pocinho. Monumento da Arqueologia Industrial do Douro Transmontano registado pela objectiva de Jorge Abreu Vale

    Publicação
    por d’Abreu , Carlos
    Outros Autores: Vale, Jorge Abreu
    Neste artigo apresenta-se um registo fotográfico da ponte do Pocinho, um conjunto de 15 fotografias que integraram a exposição “34 anos de abandono, 34 fotografias”, inaugurada em Morrille/Salamanca, no âmbito do 13º PAN. Publica-se ainda um quadro sinóptico-cronológico da construção desta estrutura e a sua ficha técnica.
  9. 9

    Património industrial no território de S. João da Pesqueira. Espaços, momentos e ambiências de transformação e interpretação da paisagem cultural

    Publicação
    por Oliveira, Artur
    O percurso a apresentar neste artigo representa a diversidade e dinâmica da história das técnicas, do caráter multifacetado do património industrial num território agrícola, da sua relação com a paisagem e a sua interpretação na contemporaneidade. Dos vários recursos patrimoniais disponíveis e da relação com o território, são mencionados os primeiros momentos de protoindustrialização, expressos nos sistemas tradicionais de moagem com a indicação de vários espaços moageiros associados à cultura dos cereais, do sumagre e da azeitona. No momento de transformação industrial desse território são enunciados os primeiros espaços mecanizados, como sejam os lagares de azeite, abordando-se ainda as vivências da exploração mineira. Associado a este período subsiste a construção do caminho-de-ferro da linha do Douro, travessia que proporcionou o aparecimento de estruturas e a posterior transformação da paisagem da Ferradosa. Este percurso finaliza com elementos recentes de património industrial e, que podem ser beneficiados por novas utilizações e tornar-se suportes de interpretação da paisagem.
  10. 10

    Os Berrões e as Lendas: a Porca de Murça

    Publicação
    por Vieira, Alexandra
    Ao longo dos tempos as nossas comunidades tentaram explicar e interpretar os diferentes tipos de vestígios arqueológicos descobertos nas “suas terras”, levando ao surgimentode um conjunto de atitudes e práticas associadas à tradição oral e, em particular, à formaçãode lendas. Partindo da análise da lenda da Porca de Murça, pretende-se contribuir para o conhecimento do imaginário associado aos berrões da Idade Ferro.