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  1. 1

    DISCURSO, PODER E VIRILIDADE DO SUJEITO-MULHER CAROLINA MARIA DE JESUS EM QUARTO DE DESPEJO

    Publication
    by Bassani, Sandra Lucia Dimidiuk
    Origin: Oasisbr
    Submitted by Fabiano Jucá (fjuca@unicentro.br) on 2018-11-27T18:10:46Z No. of bitstreams: 1 Dissertação - Sandra Lucia Dimidiuk Bassani.pdf: 1581988 bytes, checksum: 665ac042a431bdf2917dcff1d9dcee6d (MD5)
    2018 master thesis Brazil open access
  2. 2

    DISCURSO, PODER E VIRILIDADE DO SUJEITO-MULHER CAROLINA MARIA DE JESUS EM QUARTO DE DESPEJO

    Publication
    by Bassani, Sandra Lucia Dimidiuk
    Origin: Oasisbr
    Submitted by Fabiano Jucá (fjuca@unicentro.br) on 2019-05-13T13:02:25Z No. of bitstreams: 1 Dissertação - Sandra Lucia Dimidiuk Bassani.pdf: 1581988 bytes, checksum: 665ac042a431bdf2917dcff1d9dcee6d (MD5)
    2019 master thesis Brazil open access
  3. 3

    Virilidade, misoginia e violência em a demanda do santo graal e nas crônicas de Fernão Lopes

    Publication
    by FERREIRA, Claudienne da Cruz
    Origin: Oasisbr
    Submitted by Daniella Santos (daniella.santos@ufma.br) on 2022-10-03T19:08:05Z No. of bitstreams: 1 CLAUDIENNEFERREIRA.pdf: 1428734 bytes, checksum: 4d83ea028fe394e72cf8c1d36827cebb (MD5)
    2022 master thesis Brazil open access
  4. 4

    No fio da navalha: efeitos da masculinidade e virilidade no trabalho de agentes socioeducativos

    Publication
    by Vinuto, Juliana
    Other Authors: Abreo, Leandro de Oliveira; Gonçalves, Hebe Signorini
    Origin: Oasisbr
    O artigo tem como objetivo discutir os efeitos da noção de masculinidade e da virilidade no trabalho e na saúde de agentes socioeducativos que atuam em unidades de medida socioeducativa de internação para adolescentes em conflito com a lei. Partimos do entendimento de que a virilidade é um valor positivado na sociedade em geral, e que tem características singulares no ambiente de internação. Demonstrações de coragem e frieza são as formas pelas quais a virilidade se manifesta nas unidades de internação, com o objetivo de imposição do medo aos adolescentes e inibição do próprio medo de ser agredido, sendo que, a longo prazo, tais estratégias podem levar ao adoecimento e/ou à banalização da violência. Tal situação nos revela forte estratégia defensiva do “cinismo viril”, construída pelo coletivo de profissionais, para minimizar a experiência de sofrimento diante das situações deletérias de trabalho. Aqueles que não colaboram com as práticas viris são alvos de deboche, acarretando a segregação desses profissionais. Nesse sentido, notamos que a evidenciação da virilidade mostra-se como forma de sobrevivência para os agentes socioeducativos, sendo entendida por muitos como necessária à manutenção da ordem e da disciplina em seu local de trabalho.