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  1. 1

    Meios digitais e direitos: perspetivas de jovens com cancro

    Publicação
    por Jorge, Ana
    Outros Autores: Marôpo, Lidia
    Este artigo apresenta resultados de um estudo exploratório sobre os usos e perceções dos meios digitais por jovens portugueses que têm ou tiveram doença oncológica, utilizando o enquadramento teórico dos direitos das crianças, da literacia digital e da literacia mediática para a saúde. Com o objetivo de discutir, em particular, as formas como os jovens utilizam as redes sociais e como gerem a sua privacidade ou exposição enquanto doentes ou ex-doentes de cancro, conduzimos três grupos de foco com 12 participantes entre os 13 e os 22 anos. Os meios digitais oferecem a este grupo oportunidades para entretenimento e contacto durante e depois dos tratamentos, mas colocam desafios relativamente à qualidade de informação de saúde que encontram na internet e à privacidade que os jovens querem garantir, sobretudo durante os tratamentos.
    2023 artigo Portugal acesso aberto
  2. 2

    A difusão da Universidade FM nos meios digitais

    Publicação
    por Coutinho, José Fernando de Sousa
    Em 1914, acontecia a primeira transmissão de rádio em Portugal, na cidade de Lisboa. Desde então, este meio de comunicação viu-se obrigado a adaptar-se a todas as inovações que foram surgindo, incluindo o surgimento da televisão, da internet, e consequentemente das redes sociais. O surgimento destes novos meios, não causou uma boa primeira impressão aos que trabalhavam com a rádio. A televisão e a internet foram vistas como ameaças à continuidade da rádio convencional, no entanto, com o passar do tempo, todas essas preocupações desapareceram e derem lugar a um leque imenso de vantagens que poderiam ser conseguidas para a rádio através da sua união com estes novos meios. Desde então, até aos dias de hoje, a quantidade de emissoras de rádio que se difundiu com a internet e os meios digitais tem vindo a aumentar cada vez mais, chegando até ao ponto de existirem diversas rádios que funcionam apenas no online – webradio. A rádio Universidade FM não ficou para trás com o aparecimento da internet e dos meios digitais e marca também presença no Facebook, Instagram, Twitter e Spotify. Para além disso, dispõe também de um website onde divulga todas as informações sobre a emissora, a sua programação e onde é também possível ouvir a emissão em direto a partir de qualquer lugar. Posto isto, esta investigação surge inserida num estágio de 900 horas realizado na rádio Universidade FM, com o objetivo de conseguir dar resposta à seguinte questão de partida: qual é a influência que a difusão da rádio Universidade FM nos meios digitais tem na emissora. Para isso foi adotada uma metodologia mista (quantitativa e qualitativa), onde foi utilizado o estudo de caso, a entrevista semiestruturada aos membros da UFM e o inquérito por questionário aos ouvintes da emissora. Depois desta abordagem aplicada, a principal conclusão retirada permite-nos dizer que o facto de a UFM se ter difundido na internet e nos meios digitais, apesar de ter as suas desvantagens enumeradas ao longo do trabalho, essas são de fácil ultrapassagem e tornam-se praticamente insignificantes quando comparadas com o leque de vantagens associadas a esse processo. Ou seja, essa união entre a UFM e a internet e os meios digitais veio ajudar a emissora não só a evoluir, mas também a conseguir fornecer diversas vantagens aos seus ouvintes.
    2024 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  3. 3

    A adaptação do tecido empresarial à comunicação digital: o caso de Chaves

    Publicação
    por Batista, Pedro Henrique Fernandes
    Para qualquer empresa, a habilidade de contactar e interagir com o maior número possível de clientes, sempre foi um objetivo desejável. Com o aparecimento da internet e com as condições que permitem contactar com uma grande audiência com pouco investimento, muitas empresas desenvolveram ações para conseguirem uma presença constante, em qualquer parte do mundo e a qualquer hora. Apesar desta vantagem proporcionada pelo ambiente digital, muitas empresas, principalmente mais pequenas, de localidades também elas reduzidas, mostram-se relutantes, em entrarem no espaço digital e a adotarem práticas benéficas ao negócio. Este relatório pretende perceber a perceção que micro, pequenas e médias empresas do concelho de Chaves têm da internet assim como as ferramentas que ela introduz. A forma como estas ferramentas são aplicadas, se for o caso, é outro ponto em análise para o qual foram realizadas entrevistas semiestruturadas a proprietários de empresas, já clientes ou em contacto com o jornal A Voz de Chaves, a pretexto do local do estágio curricular em curso. Verificou-se que a comunicação digital no concelho de Chaves, apesar de estar em desenvolvimento, uma em cada duas empresas já utiliza esta prática, fá-lo sem fundamentos nem planos que ajudem com objetivos a longo prazo.
    2021 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  4. 4

    [review of] Pearson, Wendey Gay e Knabe, Susan (org.), Reverse Shots: Indigenous Film and Media in an International Context

    Publicação
    por Sequeiros, Paula
    A coletânea Reverse shots consegue aliar profundas análises dos conteúdos a um rico e criativo questionamento das estéticas e das afirmações identitárias indígenas, sempre dentro dos paradigmas pós-coloniais. Pode ser apreciada por quem se interesse tanto pela produção e análise das imagens em movimento como pelo reconhecimento das culturas indígenas. Num trocadilho entre o disparo da arma de fogo e o da câmara de filmagem, Reverse Shots é uma coletânea produzida para questionar o que significa hoje “Globalizar o cinema e os meios de comunicação indígenas” [1] e avançar possíveis respostas. O livro resulta da conferência Indigenous film and media in an international context, da Universidade Wilfrid Laurier no Canadá, e do trabalho das editoras científicas Wendey Gay Pearson e Susan Knabe. Questões centrais na representação das vidas de populações e pessoas indígenas são elencadas a partir de casos de produção artística e jornalística, focando especialmente o audiovisual e referindo a escrita e a oralidade literárias. Pela contundência e pela analogia com outros contextos, resulta particularmente interessante a proposta de Jo Smith e Sue Abel tendente à superação da “domesticação cultural” — presente, segundo os autores, no “biculturalismo benévolo que incorporou as coisas maori num estado nação de contrário sem cor, sem [contudo] fazer mudanças estruturais nas formas existentes de governação” (capítulo 7, p. 181).
    2017 artigo Portugal acesso aberto
  5. 5

    Violência Sexual através dos Meios Digitais: Narrativas sobre a vitimação

    Publicação
    por Maia, Ana Isabel
    A proliferação das novas tecnologias, nomeadamente a internet e as redes sociais, trouxeram diversas vantagens ao ser humano, tendo milhões de utilizadores por todo o mundo. Porém, trouxe novas formas de violência sexual e tornou-se um novo veículo para a sua perpetração. Alguns autores nomearam como violência sexual através dos meios digitais (VSMD) todos os comportamentos sexualmente agressivos e de assédio praticados com recurso às tecnologias. A VSMD abrange comportamentos como o assédio/intrusão sexual digital, o abuso sexual baseado em imagem, a agressão/coerção sexual, e o assédio baseado no género/sexualidade. Este estudo tem como objetivos compreender as experiências de vitimação de VSMD e os significados criados das mesmas a partir das perspetivas das pessoas vítimas.
    2024 dissertação de mestrado Portugal acesso embargado
  6. 6

    Perceções de indivíduos do sexo feminino sobre a violência sexual através de meios digitais

    Publicação
    por Rodrigues, Andreia Carlota Aires
    A violência sexual tem sido uma problemática persistente ao longo da história, contudo, a violência sexual através de meios digitais começou a emergir com o avanço tecnológico e, desde então, alguns autores têm tentado estudá-la. Esta forma de violência inclui comportamentos como assédio sexual online, exploração sexual através de imagens, cyberstalking, assédio baseado no género e sexualidade, e coerção/agressão sexual. O presente estudo visa estudar a perceção feminina sobre a violência sexual através de meios digitais, com o intuito de compreender que tipos de comportamentos são percebidos como sendo violência e que questões sociodemográficas influenciam essa perceção. Foi utilizado um questionário de vinhetas através de um questionário online. A amostra é composta por 187 mulheres. Os resultados indicam que os comportamentos descritos são percecionados com alguma gravidade e que certas questões sociodemográficas influenciam essa perceção.
    2024 dissertação de mestrado Portugal acesso embargado
  7. 7

    Perceções sobre a violência sexual através de meios digitais em relação às vítimas masculinas

    Publicação
    por Andrade, Andreia Silva
    Com a ascensão das novas tecnologias e a Internet, a violência sexual através de meios digitais tornou-se uma problemática cada vez mais presente na nossa sociedade. Este fenómeno inclui: o assédio sexual online, a exploração sexual baseada em imagens, o cyberstalking, o assédio baseado no género e na sexualidade e a agressão sexual e/ou coerção. Apesar deste fenómeno estar a ser amplamente investigado, tem sido dado ênfase à vitimação feminina, deixando a vitimação masculina pouco explorada. O principal objetivo deste estudo é compreender como a população geral perceciona os comportamentos de violência sexual através de meios digitais nas vítimas de sexo masculino. Com esse propósito foi realizado um estudo quantitativo com 120 participantes, com idades compreendidas entre os 19 e os 73 anos e residentes em Portugal Continental e Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. As respostas foram recolhidas através de um questionário online e, posteriormente, analisadas através de análises descritivas e análises por intermédio de testes de diferenças com recurso do programa SPSS.
    2025 dissertação de mestrado Portugal acesso embargado
  8. 8

    Media-education and school: digital media and popular culture

    Publicação
    por Guimarães, João da Silveira
    Outros Autores: Wiggers, Ingrid Dittrich; Tocantins, Geusiane Miranda de Oliveira
    Origem: Oasisbr
    .
    2015 artigo Brasil
  9. 9

    Jornalismo Independente do analógico ao digital – 15 anos da MediaQuatro

    Publicação
    por Souza, Vinicius
    Outros Autores: Sá, Maria Eugênia
    Origem: Oasisbr
    A MediaQuatro é empresa/marca que vêm publicando trabalhos de jornalismo independente na imprensa alternativa e na grande mídia desde 2002. Das fotos em película e textos em veículos impressos e em site gratuito na Internet, seus sócios passaram a contribuir com novas iniciativas de jornalismo digital como o portal Outras Palavras a partir de 2011 e a Agência Pública em 2012. Três anos depois ajudaram a fundar o coletivo Jornalistas Livres, com foco principal na divulgação de seus trabalhos jornalísticos inéditos por meio das redes sociais como Facebook e Twitter. O artigo conta essa trajetória analisando os impactos, repercussões e alcance das fotos, vídeos, reportagens e coberturas em cada um desses meios.
    2017 artigo Brasil
  10. 10

    Estratégias enunciativas de subversão da espacialidade nos jogos eletrônicos Portal, Antichamber e Monument Valley

    Publicação
    por Médola,Ana Silvia Lopes Davi
    Outros Autores: Oliveira,Bruno Jareta de
    Origem: Oasisbr
    Resumo As estratégias enunciativas de projeções espaciais não referenciadas no mundo natural presentes em jogos eletrônicos são o objeto de análise deste trabalho. Sob a perspectiva da semiótica discursiva e estudos da linguagem audiovisual, busca-se compreender as lógicas de produção de sentido nas projeções espaciais dos jogos Portal, Antichamber e Monument Valley. As análises indicam que as imagens sintetizadas ampliam e subvertem a lógica perspectivista na representação da espacialidade e engendram regras de jogabilidade a partir de uma homologação parcial entre os regimes de interação do espaço enunciado com o do espaço da enunciação.
    2019 artigo Brasil acesso aberto