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  1. 1

    PREPARATION AND PERCEIVED APTITUDE IN HIGHER EDUCATION IN PORTUGAL

    Publicação
    por Carvalho, Hugo
    Outros Autores: Pocinho, Ricardo; Casillas-Martín , Sonia; García-Peñalvo, Francisco
    The transition from upper secondary education to higher education is a critical moment in students’ educational trajectories in Portugal, within a context of diversified pathways and ongoing reforms in vocational training. This study examines the association between the type of secondary‑education pathway completed and, at the moment of entry into higher education, students’ perceived preparation and sense of aptitude among those from Scientific‑Humanistic and Vocational Education tracks. Based on a national sample of 1,044 students already enrolled in higher education, we applied association and group‑comparison tests (Chi‑square and Mann–Whitney), as well as binary and ordinal logistic regression models. The results suggest that students from Vocational Education show a higher probability of reporting “fully adequate” preparation (OR = 2.17) and of feeling “fully capable” (OR = 1.79), although with small effect sizes. In contrast, students from the Scientific‑Humanistic track concentrate more frequently in intermediate response categories, indicating less positive perceptions and greater initial ambivalence. Drawing on reports from the OECD, European Commission, Eurydice and Cedefop, implications for education policy are discussed, with particular emphasis on school guidance and articulation between levels of education. Overall, the findings indicate that secondary‑education pathways are associated with the subjective experience of transitioning into higher education, although with limited magnitude.
  2. 2

    Estudos da língua portuguesa: a união na diversidade

    Publicação
    por Teixeira, Madalena(org.)
    O sétimo número desta coleção resulta das conferências apresentadas, no VI SIMELP e são de autoria de brasileiros, de espanhóis, de portugueses e de santomenses que investigam um “objeto” comum – o português; seja sob uma perspetiva literária, como são os casos de Carlos Reis “O português como língua literária: aporias e desafios em tempo pós-colonial”, da Universidade de Coimbra, e Denise Borille de Abreu “Um encontro clandestino? Aproximações entre literatura brasileira e direitos humanos na obra de Clarice Lispector”, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, seja sob o ponto de vista linguístico, como acontece com Maria da Graça Pinto “A Psicolinguística: uma mais Valia para o Conhecimento da Linguagem e de quem a Pratica em Áreas de Interesse no Século XXI?”, da Universidade do Porto, e Maria do Céu Fonseca “Conceitos-Chave do discurso historiográfico português sobre a sintaxe”, da Universidade de Évora. Uma outra dimensão discutida foi a do português como uma língua estrangeira/língua segunda, por parte de Maria Helena Ançã “, da Universidade de Aveiro. A vertente do ensino cabe a Elias J. Torres Feijó, “Para um intersistema cultural da língua portuguesa no plano académico: alguns dados, alternativas e propostas”, da Universidade de Santiago de Compostela, José António Brandão Carvalho “E agora …já se ensina a escrever? Uma reflexão sobre o impacto da investigação em Didática da Escrita nas práticas pedagógicas”, da Universidade do Minho, José Carlos Aragão e Leonor Santos “A língua portuguesa no currículo escolar de São Tomé e Príncipe: desafios e potencialidades”, do Ministério da Educação, Cultura, Ciência e Comunicação & Instituto Marquês de Valle-Flôr e do IPSantarém, Escola Superior de Educação; CIDTFF (Universidade de Aveiro) & Instituto Marquês de Valle-Flôr, respetivamente, e de Madalena Teixeira e Cristina Amado “O ensino superior em São Tomé e Príncipe – (o futuro d) a oferta formativa na área do português”, pertencendo a primeira à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém e a segunda à Universidade de São Tomé e Príncipe.
    2019 livro Portugal acesso aberto
  3. 3

    A responsabilidade social nas instituições de ensino superior e a promoção da inclusão na sociedade digital: um caso de estudo de capacitação digital dos estudantes PALOP do Instit...

    Publicação
    por Oliveira, Ana Filipa Martins Neves
    O contexto deste trabalho centra-se essencialmente nos estudantes oriundos do Países Africanos de Lingua Oficial Portuguesa que frequentam o Instituto Politécnico de Santarém, nas suas dificuldades de integração e de competências digitais, tendo como ponto de partida o projeto JUMP TO IPSantarém. Este é um projeto constituido por módulos de integração, implementado com estudantes de 1º ano de mestrado. No âmbito da Responsabilidade Social e de forma a promover a inclusão destes estudantes, este estudo apresenta uma proposta de módulos de integração/formação, que responde às especificidades destes estudantes. Considerando o seu contexto e objetivos esta investigação, é um estudo de caso. Sendo o estudo aplicado em contexto real, foi escolhida uma abordagem qualitativa, em que a recolha de dados foi feita através de um grupo focal e entrevistas semiestruturadas a vários agentes educativos. Os resultados demostram que a capacitação digital é uma barreira à integração destes estudantes, mas que existem outras, como as financeiras, as culturais e as linguísticas, que para eles são prioritárias e talvez por esta razão, não priviligiem esta questão. A proposta de módulos de integração/formação que resulta deste estudo procura dar resposta à barreira de capacitação digital, e assim ajudar a melhorar as condições de integração destes estudantes.
    2025 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  4. 4

    Fazer a ciência chegar mais longe: reflexões sobre o outreach universitário

    Publicação
    por VIEIRA, MARIA MANUEL
    Outros Autores: PAPPAMIKAIL, Lia; FERREIRA, TATIANA
    Outrora ausente das prioridades das instituições do ensino superior, a divulgação de ciência para públicos não académicos tem ganho protagonismo nos últimos anos, e o chamado outreach tem-se multiplicado nas suas modalidades e públicos-alvo. Partindo da análise dos principais modelos e paradigmas de divulgação de ciência, perscruta-se neste artigo a amplitude e alcance do que é (ou deve ser) a “extensão universitária” e de como a sociologia se inscreve, em particular, nesse processo. A propósito da atividade “Estágios científicos de verão” para alunos do secundário dinamizada no OPJ/ICS-ULisboa, reflete-se sobre as potencialidades, limites e desafios de iniciativas de promoção da educação e cultura científica para não académicos.
    2021 artigo Portugal acesso aberto
  5. 5

    Students’ perceptions of an innovative learning environment in higher education: an exploratory analysis

    Publicação
    por Cavadas, Bento
    Outros Autores: Correia, Marisa
    Seguindo as orientações de reconfiguração dos espaços de aprendizagem que surgiram da necessidade de desenvolver competências do século XXI, um espaço de aprendizagemnuma instituição de ensino superior portuguesafoi alvo de intervenção, transformando-o num ambiente educativoinovador (AEI). Assim, este estudo preliminar tem como foco identificar as perceções dos alunos sobre os atributos deste AEI, emtrês dimensões: espaço físico, tecnologia e pedagogia. Para tal, foi aplicado um questionário a estudantes de licenciaturaque utilizavam frequentemente o AEI. Os resultados mostraram que pelo menos 60% dos participantes avaliaram cada atributo do AEIe oimpacto dos atributos do AEIno seu desempenho com as classificações mais altas. Para além disso, mais de 75% dos estudantesatribuíram os valores mais elevados ao impacto na abordagem pedagógica experienciada em todosos atributosinquiridose mais de 80% consideraram o layout do AEIadequado para a interação com os outro
    2022 artigo Portugal acesso aberto
  6. 6

    Propiedades psicométricas de la versión española del inventario de buenas prácticas en estudiantes universitarios

    Publicação
    por Gozalo Delgado, Margarita
    Outros Autores: Gonzaga, Luís; Pinheiro, Maria do Rosário; León del Barco, Benito
    El contexto del Espacio Europeo de Educación Superior plantea nuevos retos para el sistema educativo Universitario que deben ser asumidos por el profesorado. El alumno se convierte en protagonista de su propio proceso de aprendizaje, abandonando para ello el rol pasivo y el profesor, pasa a ser un facilitador y orientador de este proceso. Como consecuencias, las estrategias de aprendizaje y sus hábitos a la hora de enfrentarse a este proceso, adquieren un nuevo interés. En este trabajo nos proponemos evaluar las buenas prácticas de los Estudiantes de la Universidad de Extremadura, para ello recurriremos a la adaptación del Inventario de Buenas Prácticas en Estudiantes Universitarios, original de Chickering y Schlossberg, 1995; Dentro del contexto del Espacio Europeo de Educación Superior, este cuestionario ha sido traducido al portugués y adaptado para su uso con alumnos Universitarios por Pinheiro (2007, 2008). De la misma forma, se ha empleado para establecer estudios interculturales, estableciéndose las semejanzas y diferencias en la buenas prácticas asociadas con el aprendizaje alumnos portugueses y brasileños (Gonzaga, Mascarenhas y Pinheiro, 2009) y entre alumnos portugueses y españoles (Gonzaga, Gozalo y Pinheiro, 2011). El objetivo del presente estudio es estimar las propiedades psicométricas de la versión española del Inventario de Buenas Prácticas en Estudiantes Universitarios. Para ello contamos con un grupo de 286 participantes, alumnos de las facultades de Ciencias del Deporte y de Formación del Profesorado de la Universidad de Extremadura y la relación que se establece entre las dimensiones evaluadas (Interactuar con los profesores; Trabajar en cooperación con los colegas; Aprender de forma activa; Buscar feedback; Optimización del tiempo en las tareas; Mantener las expectativas positivas; Respeto por las diferentes capacidades, Antecedentes y Estilos de aprendizaje) y el rendimiento académico de los alumnos Universitarios.
    2012 documento de conferência Portugal acesso aberto
  7. 7

    Em que diferem as boas práticas académicas dos estudantes portugueses e espanhóis?

    Publicação
    por Gonzaga, Luís
    Outros Autores: Gozalo Delgado, Margarita; León del Barco, Benito; Pinheiro, Maria do Rosário
    2012 capítulo de livro Portugal acesso aberto
  8. 8

    Para uma pedagogia no ensino superior. Bases para um trabalho de intervenção

    Publicação
    por Cardona, Maria João
    Outros Autores: Colaço, Susana
    Pretende-se refletir o desempenho da docência no ensino superior, tendo em conta a sua diversidade e complexidade, reconhecendo as competências transversais comuns às várias áreas do saber. Privilegiando a dimensão pedagógico-didática relativamente aos seguintes aspetos: motivação e aprendizagem; apoio tutorial no ensino superior; promoção de uma atitude ativa do/as estudantes na construção do seu desenvolvimento profissional; construção/utilização de instrumentos de (auto)avaliação das práticas docentes. Este artigo apresenta o ponto de partida de um trabalho que pretendemos desenvolver como linha de pesquisa- intervenção no Instituto Politécnico de Santarém.2
    2014 artigo Portugal acesso aberto
  9. 9

    Formação de professores e ação sociopolítica fundamentada: promoção de conhecimentos e de consciência ambiental

    Publicação
    por Linhares, Elisabete
    Outros Autores: Reis, Pedro
    No contexto atual, marcado por fortes mudanças, é fundamental formar cidadãos capacitados para tomar decisões sobre assuntos complexos do quotidiano de cada indivíduo. Os problemas com os quais nos confrontamos estão sujeitos a várias interpretações e interesses, dificultando a tomada de decisão informada e uma ação mais responsável. Centrando a nossa atenção nas problemáticas ambientais, dada a sua gravidade e atendendo ao ritmo acelerado em que vivem as sociedades da atualidade, torna-se necessária uma intervenção e sensibilização na área ambiental, numa perspetiva de continuidade de vida e equilíbrio sustentável. Para tal, é essencial alcançar a população da qual os jovens fazem parte, cabendo, assim, às escolas uma intervenção nesse sentido. Perante este cenário, as instituições de ensino superior e, os seus professores devem ter consciência do impacte do que ensinam e da forma como ensinam os seus alunos, sendo intervenientes fundamentais nos seus percursos de aprendizagem. A ação coletiva fundamentada, orientada para a resolução de problemas na sociedade, oferece oportunidades de aprendizagem ao longo da vida e permite aos alunos aprender sobre a ciência e a tecnologia. Esta abordagem apresenta, assim, potencialidades na formação de cidadãos responsáveis com capacidade de atuação e de resolução de problemas, tendo também em vista influenciar outros cidadãos na tomada de decisões sobre problemas complexos. Com o intuito de contribuir à formação jovens e adultos mais responsáveis e cientificamente informados, o presente estudo pretendeu: a) dotar os futuros professores de competências no planeamento e realização de atividades orientadas para a ação sociopolítica sobre problemáticas ambientais; b) identificar as dificuldades e potencialidades deste tipo de iniciativas; c) promover nos alunos valores cidadania e de consciência ambiental; e d) compreender o impacto deste tipo de experiência educativa nos alunos em formação, recorrendo a uma investigação sobre a própria prática profissional. Os participantes deste estudo foram alunos do curso de Licenciatura em Educação Básica a frequentar uma disciplina de Ambiente. A análise realizada às narrativas elaboradas pelos alunos após terem dinamizado as suas ações de intervenção permitiu verificar que todos os grupos desenvolveram competências de planeamento e de intervenção na comunidade recorrendo a diferentes tipos de ações sociopolíticas. Esta experiência de formação possibilitou ainda o desenvolvimento de comportamentos pró-ambientais nos alunos em formação e a consciencialização de crianças para as capacitar a intervir no ambiente de forma responsável. A experiência educativa vivenciada pelos alunos parece ter contribuído para a formação de cidadãos mais conscientes do seu papel na sociedade e permitiu desenvolver competências necessárias ao perfil de licenciado em Educação Básica, nomeadamente, conhecimentos na sua área de formação, relacionados com a educação ambiental, o conhecimento didático e capacidades de argumentação e de comunicação. Os dados revelam que as iniciativas de ação sociopolítica favoreceram uma maior consciência ambiental dos alunos que ao terem que intervir de forma a sensibilizar e alertar a comunidade para a problemática ambiental estudada passaram igualmente a considerar a possibilidade de adotar comportamentos mais amigos do ambiente. Desta forma, poderão difundir boas práticas ambientais e contribuir para uma sociedade mais sustentável.
    2015 outro Portugal acesso aberto
  10. 10

    Educação Sexual: Promover a Saúde Europeia. Guia formativo

    Publicação
    por Guerra, Açucena
    Outros Autores: Santiago, Conceição; Dias, Hélia; Palma, Sara; Carreira, Teresa; Yáñez Araque, Benito et al.
    Trabalhar a educação sexual é uma das questões mais prementes, mas também das mais difíceis com que se confrontam os sistemas educativos da atualidade. Refletir estes desafios num projeto internacional, é uma excelente oportunidade para encontrar novas reflexões e abordagens. A partir de uma perspetiva holística, devidamente contextualizada, o projeto EdSeX, vem apresentar sugestões de trabalho bem fundamentadas que nos fazem pensar no que se espera da educação sexual, desde a infância, até ao ensino superior, refletindo a formação de profissionais que trabalham na área da saúde e da educação. São muitas as questões associadas à sexualidade que nos continuam a preocupar e que carecem de ser trabalhadas desde a infância. A identidade sexual começa a definir-se precocemente, e é também precocemente que se começam a construir ideias estereotipadas. Depois de muitos anos em que predominou um determinismo biológico que considerava que a natureza dos homens é diferente da natureza das mulheres, o conceito de género considera que as questões culturais associadas à identidade sexual são um constructo social. Concebendo a definição de género, num sentido amplo, multidimensional, tendo em conta a identidade, orientação sexual, as competências pessoais e interesses, a desconstrução de ideias estereotipadas é a base para a construção de uma maior equidade entre todos e todas desde a infância. Este processo implica que a educação sexual comece pela construção de um conhecimento critico de si próprio e dos/as outros/as, no reconhecimento da diversidade, numa perspetiva de cidadania. O conhecimento de si e do outro, é também a base para o conhecimento do contexto social e das variáveis que o caracterizam, nomeadamente os riscos que uma sexualidade pouco informada pode implicar. A prevenção da violência a nível sexual e afetivo começa precocemente e tem que ser trabalhada de forma construtiva nos vários níveis de ensino, sem esquecer o ensino superior e a formação dos futuros/ as profissionais de saúde e de educação que vão ter que fazer este trabalho com públicos cada vez mais diversificados. Neste contexto complexo, ter um Guião de apoio baseado em experiências diversificadas é uma excelente orientação que o projeto EdSeX nos proporciona. Este Guião promove a educação sexual como um processo de aprendizagem dinâmico, numa perspetiva dialógica, dando visibilidade à diversidade sexual, linguística e cultural, recorrendo aos meios digitais de forma construtiva e critica. A par dos recursos de trabalho fornecidos, o projeto tem a mais-valia da parte metodológica construída que deixa o caminho aberto para o desenvolvimento do trabalho já iniciado nos diferentes países envolvidos, a nível da formação e investigação. Que o projeto EdSeX seja a base para a construção de muitos mais projetos!
    2024 livro Portugal acesso aberto