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  1. 1

    Branquitude e Feminismo Negro: o reflexo do poder e do privilégio branco nas discriminações interseccionais de raça e gênero no Brasil

    Publication
    by Rosa, Ana Luzia dos Santos
    Origin: Oasisbr
    Submitted by Jeferson Carlos da Veiga Rodrigues (jveigar@unisinos.br) on 2023-06-02T18:59:36Z No. of bitstreams: 1 Ana Luzia dos Santos Rosa_PROTEGIDO.pdf: 691755 bytes, checksum: 1d4bb4d09dcb8477895e1351ea8c0b63 (MD5)
    2023 master thesis Brazil open access
  2. 2

    Representação sem protagonismo: o movimento negro nos livros de história do PNLD 2020

    Publication
    by Santos, Ronaldo Jorge dos
    Origin: Oasisbr
    Há quase duas décadas, o movimento negro conseguiu concretizar em lei uma aspiração antiga: instituir a obrigatoriedade do ensino de história da África, da cultura africana e das populações afrodescendentes na educação básica, com a aprovação da Lei 10.639. Esse trabalho objetiva analisar de que modo o movimento negro, cujas múltiplas formas de mobilização foram decisivas para que a lei viesse a existir, tem sido abordado no ensino de história, tomando como base, para essa análise, as coleções destinadas ao 9º ano aprovadas dentro do Programa Nacional do Livro Didático 2020 e distribuídas aos alunos do Ensino Fundamental de todo o país. A dissertação busca compreender como o impacto da colonialidade do poder sobre a produção de livros didáticos de história tem contribuído para uma representação que, se não pode mais negar espaço, esconde o protagonismo dos movimentos sociais negros.
    2023 master thesis Brazil open access
  3. 3

    O Medo de Camila: o Grotesco a partir da colonialidade no filme Praça Paris (2018)

    Publication
    by Moreira, Roberta Ribeiro
    Origin: Oasisbr
    A presente pesquisa propõe a análise da figuração do corpo negro, que associamos com as concepções da categoria estética do Grotesco, empregadas de maneira crítica no filme Praça Paris (2018), de Lúcia Murat, e de que formas esta apresentação desvela permanências da colonialidade na contemporaneidade brasileira. Com base nos intelectuais do grupo Modernidade/Colonialidade entendemos que a modernidade só foi um processo possível para a Europa a partir da colonização na América, e consequentemente, a partir da escravização. Desta forma, os países que outrora foram colônias não experimentaram a modernidade, mas sim a colonialidade. Sendo o Grotesco, no contexto europeu, um produto da modernidade, no Brasil ele se mostra enquanto um produto da colonialidade. Portanto, certas representações do corpo negro que dialogam com o Grotesco, a partir da concepção de corpos enquanto “nós” e os “outros”, foram forjadas durante o período colonial e perpetuadas a partir da colonialidade. Ao serem empregadas de maneira crítica por Lúcia Murat, no filme Praça Paris, estas representações instigam o espectador a perceber as permanências da colonialidade no Brasil contemporâneo e de que maneira esta herança colonial se apresenta a partir do racismo e da branquitude.
    2022 master thesis Brazil open access
  4. 4

    Quem precisa de paz? A UPP leva! Como o jornal O Globo e seus leitores in-formam e dão o tom da branquitude na cobertura das implantações de Unidades de Polícia Pacificadora no Rio...

    Publication
    by Araujo, Cintia de Lourdes Martins
    Origin: Oasisbr
    Os jornais têm em seu cerne a função de informar, levar à população as informações mais importantes sobre a vida em sociedade. Porém, existem muitos aspectos que atravessam uma redação de jornal e a construção do que é notícia. Por muito tempo, os jornais foram as fontes oficiais de informação (o que vem mudando com o advento das redes sociais e a democratização da comunicação) e ainda exercem influência na formação de opinião de seus leitores sobre os assuntos que escolhem abordar. Assim, na mesma medida em que informam e agendam o assunto do dia, os jornais também contribuem para a formação do pensamento das pessoas, e essa é uma ação educativa. Então, para quê e como os jornais “in-formam” seus leitores? Esta pesquisa tem como objetivo principal analisar como o Jornal O Globo, através das reportagens sobre as UPPs e os comentários de seus leitores, in-formam e contribuem para a educação sobre a população moradora de favelas no Rio de Janeiro, e se essa narrativa justifica políticas de segurança pública para essas áreas baseadas na pacificação e no sistema de dominação da branquitude. Para isso, utiliza a metodologia de análise de conteúdo proposta por Raquel Recuero (2018) para avaliar conjuntos de dados textuais, método que reúne técnicas de estudo das imagens, textos e outros conteúdos informativos para extrair algum tipo de sentido, de forma sistemática. O quadro teórico reúne estudos sobre comunicação, poder e opinião pública de Habermas (1990), Bourdieu (1997), Castells (2017) e Hohlfeldt, Martino e França (2015); estudos sobre racismo e branquitude de Munanga (2004), Jaccoud (2008) e Sovik (2009); a implantação de políticas públicas de segurança no Rio de Janeiro, de autores tais como Caldeira (2011), Leite (2012) e Burgos, Pereira, Cavalcanti, Brum e Amoroso (2011).
    2023 master thesis Brazil open access
  5. 5

    Análise crítica da branquitude a partir de uma interlocução com a Psicologia Social

    Publication
    by Henriques, Luciana Maciel
    Origin: Oasisbr
    Tomando como dispositivo de análise a branquitude, esta dissertação emerge de uma pesquisa acerca das relações raciais junto à atuação do psicólogo social em combate ao racismo. Trata-se de uma pesquisa que compreende a branquitude enquanto uma hegemonia branca, que potencializa e reproduz o racismo no Brasil do século XXI. Tal hegemonia surge com base numa construção social de hierarquização de raças, criada pelos europeus a partir do colonialismo. Partindo do conceito de hegemonia, bem como a exploração de pesquisas sobre raça, racismo e relações raciais, procura-se fazer essa análise de forma crítica através de uma revisão da história do Brasil no que tange as relações raciais, assim como os caminhos tomados até a consolidação da Psicologia por meio de estudos sobre raça no Brasil. Observam-se as possibilidades de interlocução entre a Psicologia Social e tais estudos, fazendo-se necessário assumir uma postura participativa nos estudos e na atuação referentes às relações raciais e estudos críticos da branquitude, bem como a postura ativa na luta contra as desigualdades sociais do Brasil. Propõe-se a observar a possibilidade de reconhecimento de um espaço de reflexão e problematização, focalizando a crítica da branquitude como uma oportunidade para a desconstrução da hegemonia branca na sociedade brasileira.
  6. 6

    Branquitude nos movimentos feministas: uma análise dos processos de subjetivação e racialização de mulheres brancas

    Publication
    by Marcinik, Geórgia Grube
    Origin: Oasisbr
    O objetivo central deste estudo foi investigar e analisar a branquitude nos movimentos feministas através da intersecção, principalmente sob as perspectivas de raça e gênero. Partindo da inquietação sobre como a branquitude se apresenta nos movimentos feministas e da repercussão deste conceito na construção do pensamento acerca das lógicas hegemônicas raciais intragênero nestes contextos, buscou-se compreender os processos de subjetivação e racialização da pessoa branca e, consequentemente, a localização das feministas brancas na luta antirracista nos feminismos. A pesquisa fundamentou-se em produções e epistemologias dos feminismos não hegemônicos e estudos críticos da branquitude, aproximando-se, principalmente, das mulheres negras, com a abordagem interseccional e descolonial. A pesquisa de campo foi desenvolvida a partir de dois direcionamentos: o primeiro consistiu da observação participante nos diversos eventos e espaços feministas que assumem o compromisso de luta antissexista, principalmente na cidade do Rio de Janeiro, e o segundo, da realização de entrevistas semi-estruturadas com cinco mulheres que se identificam como feministas e pessoas brancas dispostas a dialogar sobre sua condição racial, na tentativa de compreensão dos (des)dobramentos associados à postura de reconhecimento dos privilégios raciais, vantagens e direitos dessas mulheres no âmbito das práticas feministas, além das repercussões ecoadas. Para a análise dos dados, foram utilizados três eixos norteadores: (1) os movimentos feministas; (2) os processos de subjetivação e racialização de feministas brancas; e (3) a branquitude nos movimentos feministas. Conscientizar-se e refletir sobre esse desconforto representa um desafio para as feministas brancas, uma vez que ele evidencia as dificuldades (ou mesmo impossibilidades) de aproximações de pautas entre os feminismos hegemônicos e os feminismos não hegemônicos. As interpelações tecidas a respeito do lugar racial privilegiado ocupado por feministas brancas necessitam ser elaboradas na perspectiva de torná-las capazes de incorporar não apenas as análises sobre opressões de gênero, mas, também, de situá-las em marcadores raciais, interseccionando a questão racial nos estudos realizados
    2021 master thesis Brazil open access
  7. 7

    Em perigo/perigoso: racismo esquemático e paranoia branca

    Publication
    by Butler, Judith
    Other Authors: Jardim, Fabiana A. A.; Teixeira, Jacqueline Moraes; Rinaldi, Sebastião
    Origin: Oasisbr
    Originalmente, o texto foi publicado em 1993, como capítulo do livro editado por Robert Gooding-Williams, dedicado à análise dos acontecimentos desdobrados a partir do espancamento de Rodney King, um homem negro de 27 anos, por policiais brancos, em março de 1991, na cidade de Los Angeles. A violência foi registrada em vídeo e gerou indignação pública, tornando possível que quatro policiais fossem indiciados criminalmente. Levados a júri, todos foram absolvidos, o que desencadeou um ciclo de protestos ao longo de quase uma semana; duramente reprimidos pela mesma força policial que se lançou sobre Rodney King, deixaram mais de sessenta mortos e mais de dois mil feridos. A contribuição de Judith Butler se dedica a compreender como foi possível que acusação e defesa tenham, ambas, recorrido à gravação. Como um mesmo conjunto de imagens pôde ter sido “visto” como demonstração da violência policial e como sua justificativa? A autora identifica a existência de um campo de visibilidade racialmente saturado, que circunscreve a percepção de pessoas que se compreendem enquanto brancas, cuja identidade se sustenta na projeção da violência sobre o outro racializado enquanto negro. Nesse sentido, a absolvição se torna compreensível como efeito de uma episteme racista, que toma o corpo masculino negro de Rodney King como origem e razão da violência que lhe foi impingida, isentando os policiais de responsabilidade. Daí a importância estratégica do ato público de ler e reler tais imagens, postas a funcionar num enquadramento que se sustenta num regime racista de produção e distribuição das imagens, que frequentemente concentra as possibilidades de torná-las legíveis.
  8. 8

    Policies to promote racial equality and programs for textbook free distribution

    Publication
    by Silva, Paulo Vinicius Baptista da
    Other Authors: Teixeira, Rozana; Pacifico, Tânia Mara
    Origin: Oasisbr
    In this paper we analyze the complex relationship between policies intended to promote racial equality and programs aimed at free distribution of textbooks. The study is based on a critical educational perspective that analyzes textbooks and the literature for the children and the young as curriculum artifacts. We discuss the articulation between black social movements and government apparatuses and their possible relation with changes in the calls for bids set forth by the National Textbook Program. Such calls for bids utilize prescriptions of generic and negative character, but they also contain specific propositional formulations, which require that textbooks have to promote the appreciation of the several ethnic/racial segments existing in the Brazilian society. We discuss the results of research on the relations between black and white people in textbooks used in subjects such as Portuguese, history, geography and science. Results are considered preliminary and point more to permanence than to change in the discourses of textbooks which establish a hierarchy between whites and blacks; and changes are more remarkable in science textbooks. We also analyze the results of drawings and interviews about the recollection of images of black people appearing in textbooks by black students in 5th through the 7th grade. Black students are aware of the racist discourses contained in textbooks and they cause embarrassment and malaise, that is, such contents serve as a sort of institutional racism present in the schools and may have a share in the worse academic achievement that affect black students in education. Since the changes in the textbooks are subtle, black students vehemently claimed for significant changes.
  9. 9

    The color of the Naked Man: impasses of a white peripheral region before Brazilian modernism (Paraná, Brazil, 1953)

    Publication
    by Alves, Benno Warken
    Origin: Oasisbr
    In the mid-1950’s, the construction of a monument in Curitiba, Paraná, led the local elite to an impasse: how to be modern, in postwar Brazil, without giving up being white? Conceived as part of the centenary commemorations of the state of Paraná, the monument should dominate the Civic Center plaza – an administrative complex planned to symbolize the sudden transformation of Paraná into one of the richer states in the federation. However, the 21 stone giants that would comprise the monument ended up reduced to only one, the Naked Man, made by sculptors Erbo Stenzel and Humberto Cozzo. In this article, I analyze the meanings associated with the adaptation, construction and repercussion of the Naked Man, including the conflicts between local agents and modernist professionals that worked in the Brazilian capital, Rio de Janeiro. I trace the efforts of an elite group focused in updating their region according to the standards set by a modern movement developed in the centers of the nation’s cultural life. Facing resistance from a reactionary local elite group, the modern paranaenses were able to secure significant architectural projects, but only to retreat when they figured that being modern and Brazilian, in the postwar years, meant becoming less white.
  10. 10

    Albinos do not die: Belief, philosophy and anthropology

    Publication
    by Pina-Cabral, Joao
    In Mozambique one is often told things about albinos that can hardly be interpreted at face value. These are not, properly speaking, fictionalised narratives of a connected series of events, but rather they are evidence of propositional attitudes pertaining to refer to statements of fact, that is, they are ‘beliefs. If these beliefs do not meet up with the test of disbelief, what then is the significance of both conveying and holding them. We take recourse to Donald Davidson’s theory of radical interpretation (1984, 2001) provides us with a novel way of looking at the role of ‘belief ’. In ethnographic accounts, thus overstepping many of the scepticist doubts that have haunted anthropological theory over the past decades. In this chapter, I focus in particular on the problem of the retention of belief: that is, the way in which all beliefs are dependent on other beliefs that constitute an environment surrounding them.
    2013 article Portugal open access