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  1. 1

    Fiscal Structure and Economic Growth in the EU: A Dynamic Panel Data Approach

    Publicação
    por Ribeiro, Alexandre Almeida
    Origem: uBibliorum
    This study analyzes the impact of tax structure on economic growth in the 27 Member States of the European Union, from 2010 to 2022. We use dynamic panel econometric models, namely Generalized Method of Moments (GMM) models with instrumental variables, which allow us to address the dynamic nature of growth. Two economic growth equations were estimated; the first focuses on more classical determinants: public investment, education, health and innovation. The second on tax composition and institutional quality. The results show that workers with advanced education contribute positively to economic growth, consumption and capital taxes contribute positively to growth, while property taxes have a negative impact. This work offers a contribution to the European discussion to promote sustained economic growth and fiscal harmonization.
    2025 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  2. 2

    O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 8 : trabalho digno e crescimento económico : uma análise comparativa da sua implementação na União Europeia a 27

    Publicação
    por Madeira, Catarina Setim
    Com o intuito de avaliar e proceder a uma análise comparativa da implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 8 (ODS8) - Trabalho Digno e Crescimento Económico - na União Europeia como um todo, nas suas regiões supranacionais e nos seus Estados-membros, nos subperíodos 2010-15 e 2016-2022, esta dissertação fez uso do método Alkire-Foster para desenvolver um sistema de indicadores que constitui o designado Índice Multidimensional do ODS 8. Os resultados mostram uma evolução positiva na implementação do ODS 8, de 2010-2015 para 2016-2022 e nos diferentes territórios considerados. Em 2010-2015, a maioria dos Estados-membros apresenta um desempenho insatisfatório, invertendo-se a situação em 2016-2022. Todavia, os resultados também mostram que, de 2010-2015 para 2016-2022, há OE do ODS 8 em que o desempenho melhorou e outros em que o mesmo piorou. Em 2010-2015, as regiões Europa Central e Oriental e Europa do Sul apresentam os piores desempenhos. Já em 2016-2022, as regiões com o pior desempenho são a Europa do Sul e a Europa Ocidental. É também notória uma grande disparidade nas performances dos Estados-membros no seio de cada uma das quatro regiões supranacionais europeias, o que indica que a promoção do ODS 8 é influenciada, em primeira instância, pelas circunstâncias específicas vividas em cada Estado-membro. No que refere aos Estados-membros individuais, em 2010-2015 o melhor desempenho foi da Suécia e o pior do Chipre. Já em 2016-2022 o melhor desempenho foi da Irlanda e o pior da Finlândia e da Eslováquia. Os resultados permitem entender em que OE os diferentes territórios mais têm de concentrar os seus esforços para melhorar o seu desempenho na implementação do ODS 8.
    2024 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  3. 3

    Sobre a eficiência dos países produtores de uvas para vinho na União Europeia : uma aproximação DEA em duas etapas

    Publicação
    por Freitas, Ricardo António Torres Faria de
    Nesta dissertação propõe-se analisar a eficiência custo média das explorações agrícolas especializadas na produção de uvas para vinho na União Europeia (UE). Fazendo uso de informação pública disponível da Farm Accounting Data Network (FADN) da UE, sobre os custos de produção médios das explorações especializadas na produção de uvas para vinho dos vários países produtores da UE, no período 1999-2009, nesta dissertação utilizou-se um método DEA em duas etapas para analisar a eficiência custo média dos referidos países na produção mencionada. As medidas de ineficiência técnica foram derivadas a partir de uma função distância direcional orientada para os inputs. Os resultados da primeira etapa mostram que as principais fontes de ineficiência dos diversos países são a ineficiência alocativa e a ineficiência pura técnica. Os resultados da segunda etapa mostram que a proporção de trabalho pago nas explorações aumenta a ineficiência custo, aumentando a ineficiência alocativa. Os resultados da segunda etapa também mostram que quer o tempo quer a dummy crise 2009 têm um impacto ambíguo sobre a ineficiência custo, pois têm efeitos de sinal contrário sobre a ineficiência alocativa e a ineficiência pura técnica.
    2014 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto