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  1. 1

    Transição para a Vida Ativa de Jovens com Perturbação do Desenvolvimento Intelectual: A visão dos empregadores

    Publication
    by Dias, Sónia Marina Martins
    A inclusão dos jovens com Perturbação do Desenvolvimento Intelectual (PDI) no mercado de trabalho não se processa de uma forma natural, como seria de esperar numa sociedade inclusiva. Este estudo pretende recolher, analisar e determinar, sob a perspetiva dos empregadores, os fatores que facilitam ou dificultam a inserção profissional destes jovens. Pois é demarcando-os que se poderão equacionar e redefinir estratégias para que esta transição para a vida ativa das pessoas com PDI seja prática comum e cada vez mais uma realidade. Realizaram-se entrevistas semidiretivas, a sete orientadores do trabalho destes jovens, de empresas do distrito do Porto, inseridas numa cultura de trabalho em rede/parceria com um Centro de Educação e Formação Profissional (CEFP). A partir da análise dos dados e de uma abordagem qualitativa, trabalhámos com valores, atitudes e opiniões para desenvolver conceções, ideias e perceções acerca desta temática. Com base na análise dos dados, pudemos constatar que nas instituições visadas pelo nosso estudo, apesar de existirem ainda diversos fatores que não facilitam a transição para a vida ativa destes jovens, estes são superados pelos fatores que promovem este processo. Este estudo evidenciou, assim, a importância, na ótica das empresas, de fatores subjacentes ao sucesso da inserção profissional de jovens com PDI, da intervenção dos supervisores que incidem a sua prática na inserção social e profissional destes jovens, da sua formação com vista à aquisição de competências específicas no local de trabalho e da adaptação da tarefa ao perfil do jovem com PDI. Por outro lado, mostrou a necessidade de se rever e redefinir algumas políticas e práticas que, nesta perspetiva, não respondem às necessidades das pessoas com PDI face ao mercado de trabalho.
    2018 master thesis Portugal open access
  2. 2

    Estudo sobre a implementação dos planos individuais de transição e inserção dos jovens com NEE na vida ativa

    Publication
    by Silva, Teresa Nobre Brito Palma Cesário da
    De acordo com o Decreto-lei 3/2008 de 7 de Janeiro, sempre que os alunos apresentem necessidades educativas especiais de carácter permanente que os impeçam de acompanhar o currículo comum, a escola deve implementar um Plano Individual de Transição. É com esta premissa que este projeto de investigação se organiza, tentando perceber como é que a escola implementa o Plano Individual de Transição e a inserção do aluno com necessidades educativas especiais na vida ativa. A metodologia utilizada enquadra-se no paradigma qualitativo. Recorremos à entrevista semiestruturada como instrumento de coleta de dados e informação. Entrevistámos 14 docentes de educação especial de alunos com NEE, a usufruir de um PIT. A entrevista foi individualizada e decorreu no ambiente natural da escola sede, de 10 agrupamentos do Concelho da Amadora. Também usámos um inquérito para caracterização demográfica dos participantes do estudo. Pela análise dos dados, podemos apreender que as escolas implementam os PIT e tentam dar respostas diferenciadas, de acordo com as necessidades específicas de cada jovem com NEE, mas têm dificuldades em finalizar as várias fases do processo de transição, principalmente ao nível da colocação dos jovens em estágios profissionais e no exercício de uma profissão.
    2013 master thesis Portugal open access
  3. 3

    Estudo sobre a implementação dos planos individuais de transição e inserção dos jovens com NEE na vida ativa

    Publication
    by Silva, Teresa Nobre Brito Palma Cesário da
    De acordo com o Decreto-lei 3/2008 de 7 de Janeiro, sempre que os alunos apresentem necessidades educativas especiais de carácter permanente que os impeçam de acompanhar o currículo comum, a escola deve implementar um Plano Individual de Transição. É com esta premissa que este projeto de investigação se organiza, tentando perceber como é que a escola implementa o Plano Individual de Transição e a inserção do aluno com necessidades educativas especiais na vida ativa. A metodologia utilizada enquadra-se no paradigma qualitativo. Recorremos à entrevista semiestruturada como instrumento de coleta de dados e informação. Entrevistámos 14 docentes de educação especial de alunos com NEE, a usufruir de um PIT. A entrevista foi individualizada e decorreu no ambiente natural da escola sede, de 10 agrupamentos do Concelho da Amadora. Também usámos um inquérito para caracterização demográfica dos participantes do estudo. Pela análise dos dados, podemos apreender que as escolas implementam os PIT e tentam dar respostas diferenciadas, de acordo com as necessidades específicas de cada jovem com NEE, mas têm dificuldades em finalizar as várias fases do processo de transição, principalmente ao nível da colocação dos jovens em estágios profissionais e no exercício de uma profissão.
    2013 master thesis Portugal open access
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  5. 5

    A inclusão de alunos com currículo específico individual em cursos profissionais

    Publication
    by Martins, João Abílio de Almeida
    O presente estudo de caso visa perceber até que ponto os Cursos Profissionais se revestem como oportunidades para que as escolas promovam a inclusão de alunos com necessidades educativas especiais e portadores de Currículo Específico Individual. Cabe à escola a formação das nossas crianças e jovens, ao mesmo tempo que deve proporcionar a sua formação pessoal e social de forma a que a sua integração na sociedade se processe da melhor forma. A escola inclusiva, que defendemos hoje, deverá proporcionar uma igualdade de oportunidades para todos, é esse o grande objetivo que nos norteia. Assim, caberá à escola dar respostas a todas as crianças, em especial, às que requerem condições especiais para atender às suas características e necessidades. As escolas tornar-se-ão cada vez mais inclusivas, se ao mesmo tempo que dinamizam práticas educativas/pedagógicas também respeitarem a diversidade dos seus alunos. A legislação de suporte às Necessidades Educativas Especiais (NEE), nomeadamente o Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, tem como princípio orientador a “promoção de uma escola democrática e inclusiva, orientada para o sucesso educativo de todas as crianças e jovens”. Face à legislação em vigor, e com o alargamento da escolaridade obrigatória, os alunos com NEE, mesmo os alunos que usufruem de Currículo Específico Individual (CEI), veem o seu percurso escolar alargado até ao Ensino Secundário (ES). Estarão, estes alunos, face à legislação em vigor, bem integrados nestes CP? Ou por outro lado deverão ser encaminhados para outros percursos formativos? Este estudo apresenta-se como um trabalho de investigação com caráter qualitativo, cuja pesquisa assenta na realização de entrevistas a professores que atuam diretamente com turmas de CP e na análise documental. Com vista ao tratamento da informação recolhida, a técnica utilizada para a sistematização e categorização dos dados assentou na análise de conteúdo. Com o presente trabalho concluímos que os Cursos Profissionais (CP) são uma boa aposta para os alunos com NEE/CEI, uma vez que com a participação e colaboração de toda a comunidade educativa, aliada à vertente prática, à Transição para a Vida Ativa (TVA), poderemos, assim, preparar os nossos alunos para um futuro melhor e, ainda, preparar a sua futura integração no mundo do trabalho. Além de lhes garantir uma melhor socialização, a inclusão de alunos com NEE em Cursos Profissionais permitirá ainda que estes alunos possam adquirir competências práticas para a vida e seja afastado o risco de abandono escolar.
    2017 master thesis Portugal open access
  6. 6

    A elaboração do Portefólio de Transição [identificação de interesses e aspetos positivos da funcionalidade por uma jovem com incapacidade intelectual]

    Publication
    by Costa, Joana Cristina Teixeira da
    O presente estudo teve como objetivo analisar em que medida o envolvimento de uma jovem de 19 anos, com incapacidade intelectual, na elaboração de um portefólio de transição para a vida ativa, se revela um processo promotor do autoconhecimento e exploração pessoal, através de uma identificação mais abrangente das suas experiências, interesses e competências funcionais. O efeito valorativo da elaboração do portefólio - processo desenvolvido ao longo de 27 sessões - no reconhecimento de experiências e interações positivas de funcionalidade que sejam tomadas, pela própria jovem, como um ponto de partida para novas oportunidades no domínio de uma vida adulta autónoma, foi avaliado através da condução de uma entrevista – nos momentos pré e pós elaboração do portefólio – e do registo contínuo da participação da jovem ao longo das sessões. O guião da entrevista procurou incorporar tópicos que permitissem obter, através da perspetiva da jovem, um retrato da sua funcionalidade e do seu perfil pessoal. Socorremo-nos de técnicas de análise de conteúdo para examinar mudanças no conteúdo do discurso da jovem, procurando, com base nessa análise, quantificar e analisar a diversidade de experiências, interesses, funcionalidades e suportes reconhecidas pela própria antes e após elaboração do portefólio. Os resultados deste estudo indicam que a elaboração do portefólio promoveu a construção de um maior autoconhecimento, pela jovem, das suas competências, interesses e aspirações - havendo no momento pós-elaboração do portefólio uma maior referência a aspetos positivos da sua funcionalidade, nestas dimensões de análise. Assim, este estudo parece sugerir que o processo de elaboração do portefólio poder-se-á afigurar como uma metodologia facilitadora na condução de uma transição consonante com os princípios avançados na abordagem de planeamento centrado na pessoa.
    2013 master thesis Portugal open access