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O mito e o trágico em Jim Morrison: a poesia como choque e redenção da história
Publicationby Assis, Dráulio CarvalhoOrigin: OasisbrThis dissertation seeks to reveal through the poetry of James Douglas Morrison, best known for becoming a myth as lead singer of the American band The Doors in the sixties, the dilemma of its historic man of conflicts and man mythological in his tragic search cross to the other side, so, a different view of the hegemonic vision of society, a reconciliation as historical subject. Bring to light some thinkers who reflect on time, memory, myth, tragic and poetry that we have to tell us to outline as man sees the flow or interiority that time in your consciousness. Jim Morrison's poetry becomes a revelation that moment in which consciousness sees the flow of time in its interiority and shows continuity in anguish and identities. The revelation of a transcendent term becomes an illumination which aims to immanence, that is, the eternal now and what it can reveal itself in its duration. The historical reality is loaded and then builds images with mythological content profiling dreamily walking and the progress of actions, therefore, poetry imbued with allegorical images the capture and visualize, breaking standards and implementing utopian conceptions, opening doors and can outline a new ethos. Within this allegorical conception to Walter Benjamin, the historian has hidden the awakening of gift of the past with the now knowledgeability in an immediate correspondence with the redemption of history. According to Marcelo Marques myth acts ethically in human existence by its poetic force, the human making it possible thus demystify Jim Morrison in his poetry that reveals his anguish, show a more human face who sought redemption through poetry. Understanding this search on your "moment of now" at this intersection and past his poetic recall the world is opening doors to redemption of history, as glimpsed like lightning in the dark night the connection of past and present experiences in the eternal now. In his tragic poetry Jim Morrison reveals their looks, conflicts, unreasonable and his misfortune that are contemporary, as in Baudelaire, Rimbaud and other artists, with the gift of modern society. Poetry as crossing times becomes the wild eye and the tragic awareness that awakens the instant of now, allowing the redemption of continuity identities and anguish in the heart of the story. -
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O Discurso trágico na moda de viola
Publicationby Alves, Aldenir ChagasOrigin: OasisbrThis research that resulted in a master's degree dissertation, with the title "The tragic speech in the “moda de viola"”, aims at treating about the reasons why a certain type of speech is present in the “moda de viola”. With a narrative format based in oral reports, the lyrics of “moda de viola” were, for decades in the XX century, a means of transmission of the sayings, of the already said and of the speeches that circulate daily in the flash-existence of a certain social group: either stated for a public belonging to the rural space, or stated for a public belonging to the urban space. An outstanding factor, but not configured as a rule, is the presence of tragedy in a lot of compositions of that musical style. Under that perspective of regularity, it is possible to notice that the tragic speech, stated in the songs of “moda de viola”, brings a subject configuration that is also constituted by interspeech, once the speech doesn't exist without subject. Starting from that outline, we propose the fundaments of the speech notions proposed by Foucault and Pêcheux to subsidize the subject stated in the tragic speech. To understand the peculiarity of some songs of “moda de viola” that present a narration with tragic ending, it is indispensable to observe some conceptions concerning the tragic, mainly considering the postulates of the modern reflections about the tragic that comes starting from Shelling until Nietzsche that represents the apex of that path of philosophical approach with the Dionysian vision of the world, identifiable in the lyrics that are constituted of tragic speech. -
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Abismo crítico nietzschiano: destruição e criação na filosofia
Publicationby Silva, Camila de OliveiraOrigin: OasisbrO objetivo do presente estudo consiste na compreensão do impacto crítico da abordagem nietzschiana da filosofia. Nesse sentido, tal pesquisa buscou desenvolver uma reflexão que identificasse o processo do projeto de superação da metafísica empreendido por Friedrich Nietzsche, assim como viabilizasse o deslocamento das perspectivas em relação à avaliação e interpretação do conhecimento e da vida. Isso significa, fundamentalmente, que este trabalho consistiu em repensar radicalmente os processos pelos quais se erigem compreensões metafísicas e dogmáticas que superestimam a racionalidade e o ideal de verdade. De acordo com o propósito maior de evidenciar o diagnóstico nietzschiano das necessidades humanas das quais emergem a moralização e idealização da vida, o que se desenvolveu e realizou trouxe à tona, sobretudo, a possibilidade de desconstrução, destruição, superação dos preconceitos, das pretensões de julgar e condenar a realidade em nome de crença em idealidades. Em suma, o presente estudo identificou e desdobrou o significativo caminho inflexivo e as decisivas características da sabedoria trágica dionisíaca, a ruptura com dogmas e padrões fixados pela interpretação moral, racional e metafísica e, portanto, uma reinterpretação que apresentou a relação e compreensão afirmativa, criativa, ativa e imoralista que Nietzsche desenvolveu com a existência. -
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Carmen e a concepção trágica de Nietzsche: o amor retraduzido em natureza
Publicationby Ribeiro, Sabina VanderleiOrigin: OasisbrO objetivo desta dissertação de Mestrado consiste fazer uma leitura da ópera Carmen, de Georges Bizet, com a ótica do conceito de trágico de Nietzsche. Privilegiamos o conceito abordado nas obras da maturidade, a partir da publicação de Assim falou Zaratustra, quando a visão trágica é contextualizada na fisiologia da arte, a filosofia é feita com o corpo, o texto da realidade é lido pela ótica da vontade de poder e o amor fati é a mais elevada concepção de amor. Após a apresentação destes conceitos, foi necessário investigarmos o contexto da amizade de Nietzsche e Richard Wagner para entendermos não só as afinidades pessoais, como também o projeto mútuo de renovação da arte alemã através do resgate do espírito trágico, que considerava a união entre filosofia e arte musical. O comprometimento de Wagner com os ideais ascetas, sua conversão ao dogma cristão, a composição de sua última ópera, Parsifal, e o não cumprimento dos ideais reformadores da arte após a inauguração do Teatro de Bayreuth, tudo isso decepcionou Nietzsche, levando-o a romper definitivamente esta amizade a partir de 1876. Seus escritos da maturidade são críticas severas ao wagnerianismo, e é nesta fase que o filósofo descobre Carmen, elogiando-a em cartas e também em O Caso Wagner, um panfleto de 1888, um de seus últimos escritos, onde reúne diversas críticas contra o compositor alemão. Estes elogios exaltam a postura de afirmação da vida e também o fatalismo presentes na obra de Bizet, o que a coloca diametralmente oposta às composições românticas wagnerianas. Tais adjetivações nos motivaram a pesquisar a possibilidade de Carmen ser considerada uma legítima expressão do trágico na Europa finisecular. -
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A poética do sublime na teoria da tragédia de Friedrich Schiller
Publicationby Ferreira, Guilherme Ronan de Souza EliasOrigin: OasisbrEm sua breve carreira filosófica, o poeta e dramaturgo alemão Friedrich Schiller (1759-1805) se apropriou do conceito kantiano do sublime, identificando-o ao trágico e à tragédia, manifestação artística que seria genuinamente regulada por princípios estéticos daquela ordem. Deste modo, buscamos neste trabalho relacionar o caráter subjetivo da experiência do sublime com as suas implicações de ordem prática para a arquitetura da tragédia, em especial as que dizem respeito à estrutura ideal do drama, intimamente vinculada à sua finalidade, que é a efetivação do efeito estético que lhe cabe por definição. Se, por uma via, o pensamento de Schiller caminha em direção ao desenvolvimento de uma concepção do trágico a partir de um dos conceitos fundamentais da estética moderna, por outra ele permanece atrelado à tradição aristotélica quando se concentra no estudo da tragédia enquanto gênero literário e busca por meio deste estudo estabelecer regras para a citação dramatúrgica. Assim, Schiller constrói uma poética do sublime, um programa de arte que inaugura um debate importante sobre o fenômeno do trágico na filosofia alemã. Mas, como pretendemos defender, é justamente a concepção do trágico forjada a partir de uma interpretação acentuadamente moral do sublime que torna o conteúdo de sua teoria da tragédia problemático, embora tal teoria seja a resposta encontrada por Schiller para perguntas ainda pertinentes. Afinal, por que nos entretêm assuntos trágicos? -
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Meu nome não é ninguém: narrativa sobre excluídos na Literatura Brasileira Contemporânea: Cidade de Deus e Meu nome não é Johnny
Publicationby Padilha, Martha SertãOrigin: OasisbrO tema da exclusão social sempre esteve presente na Literatura Brasileira, porém, na virada do século XX para o XXI, ele ganha ainda mais relevo, através de narrativas realistas, chocantes, exacerbadas de violência e até anomia, que enfatizam a imagem dos excluídos. Cidade de Deus (Paulo Lins: 1997) e Meu nome não é Johnny (Guilherme Fiuza: 2004) focalizam a exclusão dos envolvidos com o narcotráfico. A despeito das diferenças entre as duas narrativas, os seus protagonistas entram em ação a partir da marginalidade; ganham autonomia, no cenário urbano, através da criminalidade, e se tornam ameaçadoramente visíveis, depois de uma histórica invisibilidade. O estudo das complexidades concernentes ao tratamento ficcional do tema se distribuiu, nessa dissertação, em três capítulos. No primeiro capítulo, as obras foram estudadas individualmente, em função da organização dos relatos no espaço narrativo. O segundo capítulo abordou a correlação entre geografia cultural e teoria da literatura, em suas considerações sobre a proeminência da categoria do espaço para o trabalho narratológico. Nessa perspectiva interdisciplinar, foram analisadas as paisagens ficcionais de ambos os romances e, em seguida, articulou-se o roteiro ficcional de cada romance com o pensamento de Foucault sobre os lugares heterotópicos. No terceiro capítulo, intertextualizando o binômio disciplinar geografia cultural e literatura com a filosofia, retroagiu-se aos filósofos idealistas alemães que teorizaram sobre o trágico e intuíram que a tragicidade não se manifesta apenas na tragédia, mas também em obras que lidam com a experiência do irrepresentável, da representação negativa e, em termos estéticos, do sublime. Conjugando as idéias de Hölderlin sobre o vislumbre do divino, de Schopenhauer sobre a metafísica da música, e de Nietzsche sobre a correlação entre o apolíneo e o dionisíaco, tragédia e música, chegou-se à conclusão de que ambas as narrativas incorporam produtivamente ao projeto ficcional duas metáforas absolutas (Hans Blumenberg) que dizem respeito à exclusão/inclusão: a cidade e o hipocorístico (Johnny), dois espaços um material, outro alegórico interativos, em ambos os romances. Em Meu nome não é Johnny, o percurso simbólico do protagonista o leva do sofrimento à redenção social e à inclusão (grandemente graças à atividade musical); em Cidade de Deus, a brutalização progressiva das relações humanas leva à erradicação de qualquer manifestação da sensibilidade, a uma cidade sem música e à permanência da exclusão -
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Considerações sobre uma teoria em ruínas: o olhar trágico na ficção de Michel Laub
Publicationby Dias, Felicio LaurindoOrigin: OasisbrA pesquisa apresentada nesta dissertação tem como base o estudo da ficção contemporânea com fins de se repensar as teorias do trágico diante das novas necessidades do romance hoje. O corpus ficcional motor deste trabalho é o romance Diário da queda (2011), do autor gaúcho Michel Laub. Neste romance, cujos temas giram em torno das tragédias históricas e pessoais de sujeitos banais, os eventos traumáticos de Auschwitz trazem uma reflexão crítica sobre a condição trágica do ser no mundo. As convulsões da história e a ruínas do passado, a guerra, o trauma, a condição do sujeito que narra sua própria queda e a incorporação do relato histórico no cotidiano dos personagens ficcionalizadas por Laub nos guiam ao ponto fulcral de nossa investigação: a trágica experiência de se narrar as tragédias e o olhar trágico na história. Dessa maneira, este trabalho tem por objetivo analisar uma outra possibilidade de se pensar o trágico que não se alicerce num conceito fechado e rígido, mas que possa ser pensado e ressignificado enquanto um modo de atravessar os abismos da nossa história e desvelar a esquálida genealogia de sangue e terror que aqui chamamos de tragédias do contemporâneo. Analisaremos como a obra de Laub lança esse olhar trágico sobre a história não só fixando a necessidade de se repensar as noções de trágico e tragédia, mas também a própria reflexão sobre a leitura da história. Para a análise proposta, a construção teórica da pesquisa se estrutura nos estudos sobre as questões mais candentes entre contemporaneidade e história, de autores como Eric Hobsbawm e Walter Benjamin. O diálogo teórico estabelecido com as proposições de Terry Eagleton nos ajudam a resgatar o trágico a partir da idéia de um olhar ruinado e fragmentado sobre a história. A obra de Williams nos guia teoricamente a outras possibilidades para a idéia de tragédia, já considerando eventos catastróficos da história enquanto tragédias que se alastram ao longo dos séculos sob a forma de diferentes massacres, genocídios, ou um evento na vida ordinária. As formulações de Eagleton, Benjamin, Williams e Hobsbawm nos permitem estudar a história como uma cadeia de catástrofes suscetíveis a chamarmos de tragédias do contemporâneo. A ideia de uma teoria em ruínas parte de um revigoramento do aparato teórico sobre o trágico a partir das contribuições do longo sobre teorizar o trágico na contemporaneidade. Veremos novos caminhos e diferentes possibilidades de recuperarmos o trágico a partir de uma outra perspectiva, e, para isso, é preciso ruinar e desconstruir as noções arraigadas sobre o trágico. -
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O trágico em Lúcio Cardoso: um estudo de A luz no subsolo e Crônica da casa assassinada
Publicationby Gaião, Erica Ingrid FlorentinoOrigin: OasisbrO presente estudo investiga a presença da estética trágica na literatura de Lúcio Cardoso. A observação sistemática dos espaços narrativos sombrios construídos pelo autor para o desenvolvimento dos enredos de suas produções literárias fez surgir a seguinte hipótese: as atmosferas de intranquilidade, de mistério e de medo, somadas às personagens controversas, possuem elementos do trágico enquanto categoria estética capaz de representar a essência da condição humana: sua dualidade existencial. Com base nessa perspectiva, buscou-se, em um primeiro momento, a gênese do conceito de trágico a partir da tragédia clássica, de modo a permitir compreender as circunstâncias que favoreceram o surgimento do gênero, e, posteriormente, identificar os contextos que viabilizaram a multiplicidade de concepções de trágico na modernidade. Em seguida, passou-se à descrição dos elementos trágicos na obra de Lúcio Cardoso, com especial atenção à recorrência em que paixões antagônicas moldam as ações e o caráter das personagens, nos romances A luz no subsolo (1936) e Crônica da casa assassinada (1959). -
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Apreciações trágico-nietzschianas acerca da pós-modernidade: uma aventura estética na construção do homem total
Publicationby Fernandes, Carlos Gustavo da CostaOrigin: OasisbrAs apreciações trágico-nietzschianas acerca da Pós-modernidade pretende investigar a contemporaneidade, tida na filosofia e nas ciências sociais como Pós-modernidade, a partir de postulados teóricos da primeira fase do pensamento de Friedrich Nietzsche, pensador alemão moderno. Uma contemporaneidade que se vê entre dois paradigmas divergentes: um metafísico e assertivo contra um estético e potente. Apesar de temporalmente localizado na Modernidade, Nietzsche desenvolveu um pensamento crítico ao seu tempo, tendo inclusive, antecipado aquela corrente estética pós-moderna, a partir da exemplificação do homem trágico grego, tido como não despedaçado pelas exigências da Modernidade, sendo assim total, como fora a sua arte. A completar essa ideia, autores contemporâneos que pensam diretamente seu tempo, juntam-se a Nietzsche a fim de completar uma análise impossível para o filósofo alemão. -
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Uma perspectiva trágica do sofrimento nas práticas escolares
Publicationby Seibert, Deisi MônicaOrigin: OasisbrSubmitted by JOSIANE SANTOS DE OLIVEIRA (josianeso) on 2019-05-30T12:45:53Z No. of bitstreams: 1 Deisi Mônica Seibert_.pdf: 3795624 bytes, checksum: 2ca773677a25e1f872a403419f703b0b (MD5)
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