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  1. 1

    The fifth season of Jorge de Sena

    Publicação
    por Ferreira de Lima, Francisco
    Based on the reading of some poets of the 16th century, which explored the topos of changing, through which one gets the irreversible asymmetry between the cycles of nature and of human life, the text presents a brief approach of the poem «As quatro estações eram cinco» by Jorge de Sena. The goal is both to highlight affinities and emphasize differences in depicting time between the 20th century poet and his predecessors.
  2. 2

    Time and Technology: a gender aproach for the Portuguese context

    Publicação
    por Schouten, Maria Johanna Christina
    Outros Autores: Simões, Maria João; Araújo, Emília; Augusto, Amélia; Sousa, Helena
    Origem: uBibliorum
    This paper addresses a project in progress, which envisages an account and understanding of the ways of employment of technology in the domestic space. According to the principal thesis adopted, gender is assumed as the structuring variable in the ways of appropriation and negotiation of spaces and times, and technology contains the distinctive orders of the masculine and feminine positions. In brief, an attempt is made to understand how perceptions and representations of technology and time are gendered, and create distinct and differentiated ways of use of space and time. In the paper, interim results are presented of the research, in particular of the survey carried out in the beginning of 2010 among couples in two regions of Portugal with different levels of development. This is preceded by an overview of some major studies about the relationship between time and technology, focusing on household equipment, its assumed and real time-saving effects for women and its repercussions on social organization within the household.
    2010 documento de conferência Portugal acesso aberto
  3. 3

    Design e complexidade: em busca de um novo ethos projetual

    Publicação
    por Bittencourt, Paulo Henrique da Rocha
    Origem: Oasisbr
    Submitted by Anna Barbara Alves Beraldine (annabarbara@unisinos.br) on 2021-09-13T14:42:10Z No. of bitstreams: 1 Paulo Henrique da Rocha Bittencourt_.pdf: 2275856 bytes, checksum: e6faac870404a1c6e8776e97deabcbc1 (MD5)
    2021 tese de doutoramento Brasil acesso aberto
  4. 4

    Gilles Deleuze e os Cristais do Tempo

    Publicação
    por Amaral, Leonardo Francisco
    Origem: Oasisbr
    O cristal é expressão: o que se vê no cristal é o tempo em estado puro. Mas como a natureza do tempo é avessa às grandes formas narrativas, acontece dela se expressar sempre na forma de um paradoxo. Alguns artistas elevaram as imagens além de seu uso banal e corriqueiro, apresentando-nos uma imagem direta do tempo. Para tanto, não se deve nunca tomar um corpo por um organismo. Ainda que o porvir deste possa certamente suscitar algumas especulações aflitas, não se encontra, aí, nenhuma relevância no tocante aos processos de criação. Enquanto que o devir dos corpos, este sim, constitui uma fonte inesgotável de novidades. Pode-se dizer, inclusive, por razões tanto vitais quanto artísticas, que os organismos representam uma forma de ameaça para os corpos, assim como os clichês o são para as imagens. De tal maneira que, enquanto os corpos se encontram inteiramente submetidos às exigências orgânicas, e as imagens atreladas a um esquema meramente sensório-motor, o pensamento não pode fazer mais do que reproduzir opiniões que respondem a funções formais do estabelecido, percorrendo somente caminhos previamente delimitados. Todavia, quando os corpos deslizam para além dos planos de organização, e as imagens escapam a toda significação e reconhecimento, também o pensamento se vê lançado ao desconhecido, para efetuar os “movimentos do infinito”. À luz de Nietzsche, Spinoza, e de Bergson, Gilles Deleuze dá ao pensamento uma nova constelação: os conceitos (conceptos) tornam-se inseparáveis de “visões” (Perceptos), bem como de “devires” ou “forças” (Afectos). Ao lado da arte, o pensamento devém um construtivismo, e as sensações invadem definitivamente o plano de imanência, isto é, o terreno da própria Filosofia.
    2023 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  5. 5

    Gilles Deleuze e os Traços do Infinito

    Publicação
    por Amaral, Leonardo Francisco
    Origem: Oasisbr
    Sobretudo, não se deve nunca tomar um corpo por um organismo. E ainda que o porvir deste possa certamente suscitar algumas especulações aflitas, não se encontra, aí, nenhuma relevância no tocante aos processos de criação. Enquanto que o devir dos corpos, este sim, constitui uma fonte inesgotável de novidades. Pode-se dizer, inclusive, por razões tanto vitais quanto artísticas, que os organismos representam uma forma de ameaça para os corpos, assim como os clichês o são para as imagens. De tal maneira que, enquanto os corpos se encontram inteiramente submetidos às exigências orgânicas, e as imagens atreladas a um esquema meramente sensório-motor, o pensamento não pode fazer mais do que reproduzir opiniões que respondem a funções formais do estabelecido, percorrendo somente caminhos previamente delimitados. Todavia, quando os corpos deslizam para além dos planos de organização, e as imagens escapam a toda significação e reconhecimento, também o pensamento se vê lançado ao desconhecido, para efetuar os “movimentos do infinito”. À luz de Nietzsche, Spinoza, e de Bergson, Gilles Deleuze dá ao pensamento uma nova constelação: os conceitos (conceptos) tornam-se inseparáveis de “visões” (Perceptos), bem como de “devires” ou “forças” (Afectos). Ao lado da arte, o pensamento devém um construtivismo, e as sensações invadem definitivamente o plano de imanência, isto é, o terreno da própria Filosofia.
    2023 tese de doutoramento Brasil acesso aberto
  6. 6

    "Bebel", "sujeito-homem", "menor", tempo: juventude, liberdade e experiências de ensino de História na socioeducação

    Publicação
    por Silveira, Elisa Defelippe Durso Martins
    Origem: Oasisbr
    O presente trabalho é um relato autobiográfico sobre a experiência de dar aulas de História para adolescentes acusados de cometerem atos infracionais que, por estarem cumprindo medida socioeducativa de internação, encontram-se em situação de privação de liberdade. A vivência de aproximadamente três anos atuando como educadora voluntária em uma unidade de internação gerou curiosidades sobre como esses jovens lidam com o tempo. Tais inquietações ganharam rigor teórico e metodológico a ponto de se transformarem nesta dissertação. Para tal, foi importante entender o perfil dos alunos participantes dessa pesquisa: jovens, negros de baixa escolaridade e com alguma experiência delituosa. O fato de terem tido uma escolaridade irregular contribuiu para que eles não tenham sido, na idade adequada, estimulados a pensar, formalmente, sobre as relações que envolvem o passado-presente-futuro. Isso não significa, no entanto, que não tenham criado mecanismos próprios em lidar com o tempo, privados de liberdade ou não. A fim de refletir sobre como isso se deu, as minhas aulas de História passaram a ser um espaço para sistematizar e organizar uma discussão sobre o tempo. Esta pesquisa propôs e analisou cinco atividades pedagógicas que foram aplicadas em uma turma específica de jovens internados, entre os meses de março a julho de 2019. Tais oportunidades de aprendizagem foram pensadas com o objetivo de estimular os alunos a refletirem sobre o tempo, tema transversal de toda a pesquisa. Através das produções discentes, do dia-a-dia da internação, da categoria tempo e das possíveis ilações com o ensino de História e a Teoria da História, o produto final, esta dissertação, foi produzido.
    2023 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  7. 7

    Tempos e atravessamentos: tramando linhas a partir do Centro Carioca de Design

    Publicação
    por Camargo, Paula de Oliveira
    Origem: Oasisbr
    Esta tese faz uma correlação entre a trajetória do Centro Carioca de Design (CCD) e o próprio ato de se escrever uma tese. Se o ponto de partida foi o CCD, criado em ato do Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro em novembro de 2009, no âmbito da Secretaria Municipal de Cultura (SMC), sob a Subsecretaria do Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design (SUBPC), mais tarde, entendendo que a tese constitui, em si, ela também, um “objeto”, busquei relacionar as narrativas de modo a organizar a tese em Tempos e Atravessamentos em alternância. Os cinco Tempos são: (1) Por um saber atravessado, onde apresento a tese e sua organização; (2) Design como Casa, onde apresento aspectos da casa onde fica o CCD e de seu entorno na cidade do Rio, além de desenhos, fabulações e imagens que aproximam quem lê a tese dos elementos apresentados; (3) Design como discurso, onde faço um exercício de análise do discurso, buscando entender o que queriam dizer as palavras “design”, “patrimônio cultural”, “estratégia” e “política”, dependendo de quem as dissesse; (4) Design como cultura, onde apresento o contexto da inserção do Design como política pública no Ministério da Cultura (MinC) durante os dois primeiros mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva como presidente do Brasil, tendo Gilberto Gil (2003-2008) e Juca Ferreira (2008-2010) como ministros da pasta; e (5) Fazer-tentáculo, onde promovo um debate sobre o que seria “a verdade” (ou, ainda, quais seriam “as verdades”) possível(eis) em uma tese, e quais as implicações de se buscar “uma verdade” absoluta. Os Atravessamentos, por sua vez, apresentam artigos publicados ao longo do período do doutorado, mostrando um caminho não só do pensamento sobre design, patrimônio cultural, política e cidade, mas também entendendo que tudo aquilo que se produz no contexto de um doutorado é, necessariamente, tese. Assim, organizei os Atravessamentos em (1) Primeiro, em que apresento a proposta de “tempo tentacular” e a história da implantação do CCD na Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro; (2) Segundo, um ensaio escrito e visual sobre as ruas do Rio de Janeiro e suas memórias; (3) Terceiro, escrito integralmente durante o ano de 2020, no auge do isolamento em função da pandemia de Covid-19, apresentando dois artigos sobre acontecimentos desse período, sendo um questionando o papel da arquitetura em relação ao discurso da sustentabilidade após o encontro de um starchitect dinamarquês com o presidente do Brasil em 2020, e outro fazendo uma crítica para entender quem são os corpos que realmente morrem no mundo à luz dos movimentos Black Lives Matter; e finalmente o (4) Quarto, em que proponho olhares diversos sobre o patrimônio cultural, em especial os monumentos patrimonializados e sua disposição como representação de poder nos “espaços públicos” das cidades. A tese é, assim, um documento heterogêneo, constituindo um passeio pela história política do design, do patrimônio cultural, e do próprio CCD, mas também um mapa de percurso para a própria tese, que se torna, também ela, um material de pesquisa.
    2023 tese de doutoramento Brasil acesso aberto
  8. 8

    Criação: instinto de morte e futuro

    Publicação
    por Teixeira, Diogo
    Origem: Oasisbr
    Esta dissertação parte da premissa de que todo ato criativo é, no seu limite, a constituição de blocos espaços-tempos, afirmação explanada por Gilles Deleuze no texto “O ato de criação?” de 1987. Diante desse ponto de ancoragem filosófica, remontamos à produção deleuziana sobre a relação do tempo com a criação, marco iniciado pelas sínteses da repetição, especificamente, sobre a relação do novo com o futuro (terceira síntese do tempo). O objetivo da dissertação é afirmar que toda criação do novo é um elemento temporal, associado ao futuro e à morte (Tânatos), junto à vida. Com relação à criação do novo perante o futuro, tocamos na relação de um novo princípio transcendental, Tânatos (a morte), como anulação da forma do ego (EU) e explicação da diferença, na extensão. Para o desenvolvimento do trabalho, utilizamos interlocutores do campo da psicanálise (Sigmund Freud e Jacques Lacan), tal como da filosofia (David Hume, Henri Bergson, Pierre Klossowski e Friedrich Nietzsche), na proposta do tempo, ilustrado pela figura de círculos até o descentramento do mesmo, vislumbrado no futuro. Primeiramente, apresentaremos a conceitualização dos campos (ciência, arte e filosofia) na relação com o tempo presente em “O que é a filosofia?”, de Gilles Deleuze. Posteriormente, apresentamos os três pilares presentes na constituição de Deleuze sobre o tempo: a fundação (o presente), o fundamento (o passado) e a insuficiência do futuro. No segundo momento, associaremos os dois princípios do psiquismo inconsciente que operaram no ser humano, o prazer e a morte, presentes na produção da psicanálise freudiana, ao sadismo e ao masoquismo. Por fim, no momento de conclusão da dissertação, apresentaremos, na relação da terceira síntese do tempo, o futuro como o mecanismo do eterno retorno nietzschiano - instante da eliminação do idêntico na produção do novo, e a morte como a demonstração da diferença no regime do espaço.
    2023 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  9. 9

    Tempos líquidos, paredes sólidas: percepções das relações tempo/espaço no currículo escolar

    Publicação
    por Campesato, Maria Alice Gouvêa
    Origem: Oasisbr
    Submitted by JOSIANE SANTOS DE OLIVEIRA (josianeso) on 2017-05-22T16:11:40Z No. of bitstreams: 1 Maria Alice Gouvêa Campesato_.pdf: 3701968 bytes, checksum: 13ea318a70eccd9e7a80080210427eaf (MD5)
    2017 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  10. 10

    Do originário ao derivado: queda, impessoal, objetivação e tempo em Martin Heidegger

    Publicação
    por Santos, Vinícius Cunha dos
    Origem: Oasisbr
    Submitted by Maicon Juliano Schmidt (maicons) on 2015-06-30T18:16:48Z No. of bitstreams: 1 Vinícius Cunha dos Santos.pdf: 554014 bytes, checksum: 4a4b4c9093db3071a57b6bb0ba7a6e56 (MD5)
    2015 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto