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    Surgery-First Approach in Orthognathic surgery: Literature review

    Publicação
    por Nazaré, Gabriel Henrique Vieira de
    Outros Autores: Godoi, Daniel Ferreira Cândido; Zacarias, Victor Luiz Barbosa; Gonçalves, Carlos Augusto de Jesus Oliveira; Carneiro, Marcelo Newton
    Origem: Oasisbr
    The early benefit protocol in orthognathic surgery or surgery-first approach (SFA) has as its main idea the surgical approach before previous orthodontic preparation, in contrast to the idea of ​​the traditional approach, which advocates a preoperative orthodontic treatment, which may present more uncomfortable for the patient when compared to surgery-first because it takes a very long time, discomfort during the orthodontic treatment, and the patient may present psychosocial problems related to the delay in the resolution of the main complaint and/or even the aggravation of such complaint due to attenuation of facial asymmetry resulting from the correct position of the teeth in the arches, and possible intra-oral complications related to hygiene and oral health with the use of intra-oral orthosis. The surgery-first approach is based on initially improving facial aesthetics, which is usually the patient's main complaint, and then moving on to the second stage of occlusal movement and alignment. This literature review aims to evaluate and compare the findings regarding the conventional protocol. and the suggestion-first protocol. A MEDLINE search. Inclusion criteria were 1) human study and 2) orthognathic surgery with surgical-first approach or equivalent, and 3) three-dimensional planning with virtual flow in a suggestion-first approach. After an evaluation of the contemporary literature, it was concluded that this approach is positive when related to treatment time, patient's quality of life, post-surgical orthodontic time and occlusal stability. Overall, the SFA achieved optimal results comparable to the conventional protocol regarding treatment success.
    2022 artigo Brasil
  2. 2

    Tempo despendido e fatores associados a atrasos entre a indicação e o uso de sondas enterais em um serviço de emergência : resultados de uma coorte prospectiva

    Publicação
    por Anziliero, Franciele
    Origem: Oasisbr
    Introdução: Ainda que o uso de Sondas Nasoentéricas (SNE) pareça ser frequente em hospitais, são raros os estudos dimensionando a prevalência do procedimento e o tempo despendido entre indicação e seu uso, especialmente em Emergências. Nestes espaços assistenciais, os atrasos podem contribuir para a manutenção da superlotação e, também, configurarem-se como incidentes no processo assistencial. Objetivo: Conhecer o tempo entre a indicação da SNE e seu efetivo uso e entre as etapas intermediárias desse processo, além de dos fatores associados a atrasos. Método: Entre abril e junho de 2015, foram incluídos adultos admitidos em uma Emergência de um hospital universitário brasileiro em uma coorte prospectiva. Os pacientes foram acompanhados do momento da indicação ao efetivo uso da SNE, mesurando-se os tempos demandados em cada etapa e os possíveis fatores associados ao tempo despendido até a utilização da sonda (variáveis relacionadas à clínica do paciente ou ao processo de trabalho). Para avaliar os fatores associados a ao tempo despendido, adotou-se o modelo de Equações de Estimações Generalizadas (Generalized Estimating Equations – GEE), respeitando-se a distribuição Gamma da variável diferença de tempo. Para a comparação intrafatores foi adotado o teste de Bonferroni como teste Post Hoc. Resultados: Houve 150 inserções de SNE em 115 pacientes. A mediana de tempo entre a indicação e o uso da sonda foi 573 (IQR: 360 - 1093; mínimo: 63 – máximo: 3120) minutos. Analisando-se as diferentes subetapas do processo, foram identificados como fatores independentes de risco para maior tempo entre a indicação e o uso da SNE: inserção de SNE em paciente que não a utilizava antes do atendimento na Emergência, médico não entregar a prescrição de inserção de sonda ao enfermeiro, inserção de SNE na jornada de trabalho noturna, alocação do paciente na sala de cuidados intensivos, retardos na rotina médica, da nutrição e de enfermagem, uso de ventilação mecânica, noradrenalina e necessidade de jejum. Conclusão: O tempo entre a indicação e o uso de sonda nasoentérica foi elevado, excedendo 10 horas em metade dos casos. Fatores relacionados às condições clínicas dos pacientes e à gestão da assistência contribuiriam para o aumento neste tempo.
    2016 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto