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Impact of a personalized and evidence-based model on the improvement of preventive care: influence on medical student training
Publicationby Loureiro, Andreia Leão Pipa MascarenhasIntroduction: Preventive medicine plays a pivotal role in enhancing people’s well-being promoting anticipative healthcare with the goal of preventing disease, disability, and premature death. Despite its significance, concerns about knowledge and skills gaps among medical students in preventive areas are growing. This study aimed to analyze whether the preventive knowledge of 6th-year medical students at the Faculty of Medicine of the University of Coimbra, was in line with the latest recommendations. Additionally, it sought to examine students' perspectives on the advantages of routine appointments and investigate potential gender differences across various components.Methods: This observational cross-sectional study employed an online inquiry, presenting a clinical case on preventive interventions to 6th-year students at the Faculty of Medicine of the University of Coimbra via invitation to answer a Google Forms. The aim was to assess agreement with recommendations from the United States Preventive Services Task Force and Portuguese National Health Directorate standards. Descriptive analysis and the nonparametric Mann-Whitney U test were used for gender-based differences.Results: In a size representative convenience sample of n=144 students the average correct response rate for intervention implementation was 88.1%, with significant gender variations in weight and height measurement, favoring females. For preventive exam frequency, the average correct response rate was 73.1%, with significant gender differences for electrocardiograms (p=0.023) and chest X-rays (p=0.013), indicating less frequent requests by females. Screening exams had an 85.8% correct response rate, with females leaning towards more negative responses, except for the Prostate-specific antigen test. Perceived benefits of routine health assessments scored the lowest, with a 59.04% correct response rate and no significant gender differences.Discussion: Students showed strong adherence to evidence-based practices in routine consultations, preventive exams and screening. Despite recognizing the positive impact of routine consultations on improved risk factor control and increased utilization of preventive clinical services, as well as their lack of impact on reducing cardiovascular risk, they questioned their influence on chronic disease detection and quality of life improvement, suggesting room for improvement. Limitations were noted due to the study's online nature and single-university focus.Conclusion: The 6th-year medical students at FMUC demonstrated solid knowledge of Preventive Medicine, with female students showing particular proficiency in requesting appropriate exams. The students performed less satisfactorily when asked about the benefits of routine consultations, suggesting a deficit in awareness regarding the efficacy and importance of periodic preventive visits in contrast to annual routine check-ups. -
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Conhecimento e aplicação de medicina preventiva em diferentes especialidades médicas
Publicationby Pinto, Daniel RodriguesIntrodução: A medicina preventiva é o campo da medicina que se foca em diminuir a ocorrência e gravidade da doença, incapacidade ou morte, atuando preventivamente no indivíduo e na comunidade. Este estudo foi realizado com o objetivo de analisar se os conhecimentos preventivos de médicos de várias especialidades se encontram em concordância com as recomendações mais atuais, bem como avaliar as possíveis diferenças que possam surgir entre especialidades, entre as diferentes zonas do país e ao longo da progressão na carreira. Materiais e Métodos: Estudo piloto observacional e transversal, realizado através de um questionário online, com caso clínico sobre diversas intervenções de carácter preventivo. O objetivo foi avaliar a concordância com as recomendações da United States Preventive Services Task Force e da American Diabetes Association, sendo particularmente dirigido a médicos especializados em MGF, medicina interna, ginecologia, urologia e endocrinologia. Efetuou-se uma análise descritiva e inferencial dos dados com comparações entre especialidades, ARS em que trabalha, serviço de saúde onde exerce e grau de carreira em que estava com o teste de Kruskall-Wallis. Foram também avaliadas correlações entre número de respostas certas, a idade e o número de anos de prática médica, com o teste de correlação de Spearman.Resultados: A amostra foi constituída por 137 médicos. Observou-se uma taxa de respostas certas de 78,7% e verificou-se uma prevalência de respostas certas igual ou superior a 90%, em 51,5% do questionário. Não obstante, observaram-se seis perguntas em que houve um maior número de respostas incorretas: realização de toque retal; teste anti-HCV e HIV; de Clamídea e Gonorreia e na regularidade com que se realizaria medição da glicose em jejum/HbA1/PTGO. Houve significativamente melhores respostas em assistentes e internos dentro dos diferentes graus de carreira (p=0,043), em MGF dentro das diferentes especialidades (p<0,001) e entre os médicos que trabalham exclusivamente no serviço público (p=0,044). Foi possível também constatar que o número de repostas certas se correlacionou negativa e significativamente com a idade (p<0,001) e número de anos de prática médica (p<0,001).Discussão e conclusão: As principais limitações do estudo estão na sua amostra reduzida, especialidade em especialidades hospitalares, e de ter sido realizado online. Os médicos da amostra apresentaram conhecimentos satisfatórios de acordo com as recomendações da UPSTF e ADA, com uma taxa de respostas certas de 78,7%, concordante com estudos feitos apenas com médicos de família. A principal área em que se verificou um défice de conhecimento foi na realização de toque retal; teste anti-HCV e HIV; de Clamídea e Gonorreia e na regularidade com que se realizaria medição da glicose em jejum/HbA1/PTGO. Constatou-se uma diferença significativa entre especialidades, entre graus de carreira, modalidade de serviço em que exerce, idade e tempo de carreira. -
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Conhecimentos de Medicina Preventiva dos Alunos de Medicina nos seus Anos Clínicos
Publicationby Peixoto, Jose Nuno Leite da SilvaIntrodução: A Medicina Preventiva é um dos pilares na maximização da saúde e da qualidade de vida existindo um reconhecimento crescente por parte dos educadores médicos da necessidade de melhorar a educação para a prevenção e a saúde da população. O estudo teve como objetivo analisar se os conhecimentos preventivos dos estudantes de medicina dos anos clínicos se encontravam em concordância com as recomendações mais atuais assim como avaliar a sua evolução ao longo do curso. Adicionalmente, foi ainda investigado se o sexo do doente influenciava as decisões dos alunos. Materiais e Métodos: Estudo observacional e transversal efetuado através de um questionário online, com 2 casos clínicos (sexo masculino e sexo feminino), sobre diversas intervenções de carácter preventivo, disponibilizado aos alunos do 4º, 5º e 6º ano da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, com o objetivo de avaliar a concordância com as recomendações da United States Preventive Services Task Force, da American Diabetes Association e com as normas do Serviço Nacional de Saúde português. A amostra foi constituída por 166 alunos. Efetuou-se uma análise descritiva e inferencial dos dados e uma comparação entre os 3 anos com teste qui quadrado. Foram também comparadas as respostas dos estudantes entre os 2 casos. Resultados: Quanto à realização de intervenções a proporção média de respostas corretas no caso 1 foi de 72.2%, muito próxima do caso 2, onde foi de 70.4%. Quanto à frequência de repetição das intervenções não existiram áreas muito satisfatórias. Não houve diferenças significativas na comparação das respostas dos casos do sexo masculino e feminino. Na comparação entre os diferentes anos, o 5º ano e 6º ano destacaram-se em relação ao 4º ano, existindo diferenças significativas (p ≤ 0,05).Discussão: As principais limitações do estudo ocorreram devido ao número reduzido da amostra e ao facto de ter sido realizado online, em uma única universidade e a meio do ano letivo. Os alunos de medicina nos anos clínicos da FMUC apresentam conhecimentos satisfatórios de Medicina Preventiva, especialmente a partir do 5º ano. Porém, foram identificados alguns défices, especialmente quando consideradas a frequência das intervenções preventivas, à semelhança de outros estudos. Apesar de parecer existir uma evolução dos conhecimentos ao longo dos anos clínicos ainda são necessárias melhorias.
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