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  1. 1

    Registro para la cuantificación de cerámica arqueológica: estado de la cuestión y una nueva propuesta. Protocolo de Sevilla (PRCS/14)

    Publicação
    por Adroher Auroux, Andrés María
    Outros Autores: Carreras Monfort, César; Almeida, Rui de; Fernández Fernández, Adolfo; Molina Vidal, Jaime; Viegas, Catarina
    Presentamos una propuesta de cuantificación en ceramología protohistórica y clásica así como de representación de los resultados de dichas analíticas. Nuestro principal objetivo consiste en homogeneizar modelos de diagnóstico, análisis y publicación de los datos obtenidos de estudios de materiales cerámicos independentemente de su naturaleza, puesto que puede ser útil tanto de conjuntos estratigráficos como de series específicas. Consideramos que, de esta forma, se mejorará la interconexión no sólo de datos de unas zonas com otras, sino también de unos yacimientos con otros; además, resultará posible obtener resultados territorialmente más sólidos y contrastables que los que podemos obtener hasta este momento. Finalmente, a través del uso de ciertas convenciones en el análisis de la cerámica, podremos construir un aparato interpretativo de alto rango, que incorpore aspectos de carácter comercial, social, cultural e incluso simbólico.
    2016 artigo Portugal acesso aberto
  2. 2

    A cerâmica de tipo Kuass de Monte Molião (Lagos)

    Publicação
    por Sousa, Elisa de
    Outros Autores: Arruda, Ana Margarida
    As intervenções realizadas em Monte Molião (Lagos) permitiram exumar um conjunto significativo de cerâmicas de tipo Kuass. Os estudos destas produções de matriz helenística, fabricadas na área meridional da Península Ibérica e no litoral atlântico marroquino, têm sido intensificados durante a última década, subsistindo, contu-do, algumas problemáticas relativas ao seu enquadramento cronológico, concretamente quanto à fase final da produção. A existência de contextos estratigráficos conservados no sítio algarvio, que se estendem des de a Idade do Ferro até ao período romano -republicano, constitui um recurso privilegiado para a análise dos padrões de im-portação destas cerâmicas. Neste trabalho, pretende -se analisar a evolução das suas características morfológicas, de fabrico, e ainda a sua expressividade no conjunto artefactual pré -romano e republicano, face a outros tipos de cerâmica de mesa. Abstract: In the course of archeological fieldwork that took place in Monte Molião (Lagos) it was possible to recover a sig-nificant assemblage of Kuass ware. The studies of these Hellenistic productions, manufactured in the south of the Iberian Peninsula and in the Atlantic coast of Morocco, have intensified during the last decade, subsiding, however, some problems related to their chronological framework, particularly in the final phase of produc-tion. The existence of preserved stratigraphic contexts in Monte Molião, from the late Iron Age to the Roman--republican period, is a privileged resource for the analysis of the patterns of imports of these ceramics. In this paper, we will analyze the evolution of their morphological characteristics, fabrics, and also it´s significance in the pre -roman and republican assemblage, when compared to other categories of tableware.
    2013 capítulo de livro Portugal acesso aberto
  3. 3

    Ânforas romanas de época imperial de Monte Molião (Lagos): as Dressel 20

    Publicação
    por Viegas, Catarina
    Outros Autores: Arruda, Ana Margarida
    As ânforas Dressel 20 recolhidas em Monte Molião são numerosas, variando tipologicamente de acordo com a própria cronologia de ocupação do sítio (séculos I e II). Estão presentes quer as de tamanho normalizado quer as parvae. Se bem que muitas delas tenham sido encontradas em níveis de deposição secundários, um grupo considerável foi recuperado num contexto homogéneo, o que permitiu um estudo integrado, também no que se refere à sua própria utilização, bem como à do produto que transportaram, uma vez que esse contexto está associado a uma unidade doméstica de produção de preparados de peixe.
    2013 artigo Portugal acesso aberto
  4. 4
  5. 5

    Novos olhares sobre a Ocupação Romana no Município de Mafra

    Publicação
    por Miranda, Marta
    Outros Autores: Pereira, Carlos; Costa, Carlos; Sousa, Ana Catarina
    O presente artigo apresenta uma leitura de síntese atualizada sobre os vestígios de período romano identificados no concelho de Mafra, integrando-se nas ações de investigação e divulgação do projeto Lisboa Romana. O concelho de Mafra integrava-se na zona Oeste do municipium Olisiponense, estando documentada a existência de villae, casais rurais, necrópoles, monumentos epigráficos e abundantes achados avulsos que não permitem uma classificação segura. Remonta ao século XV a mais antiga referência a um monumento epigráfico romano, existindo um longo historial de recolhas até à atualidade. Contudo, são escassas as escavações, resultando quase exclusivamente de operações de arqueologia preventiva, limitando a análise interpretativa. Apresenta-se em anexo o corpus epigráfico romano (19 epigrafes, 3 inéditas), o corpus dos sítios arqueológicos do período romano (56 sítios, 35 inéditos) e uma tabela com 35 informações não confirmadas arqueologicamente, que constitui o estado do conhecimento em 2021. Trata-se de um inventário datado e necessariamente incompleto, porquanto se sucedem os achados fortuitos ou integrados em trabalhos arqueológicos.
    2021 artigo Portugal acesso aberto
  6. 6

    O sítio romano do Vidigal, Aljezur

    Publicação
    por Pereira, Carlos
    Com este trabalho, apresentamos novos dados de um sítio que, embora já do conheci- mento da comunidade científica, tem dado mostras de um enorme potencial arqueológico. As quase três centenas de artefactos que agora se apresentam — produtos manufacturados de variadas proveniências — deixam transparecer uma comunidade de relativo poder aquisitivo Mas se as cerâmicas, vidros e metais nos dão uma mostra dos gostos e consumos das gentes que viveram no sítio romano do Vidigal entre os séculos I e V d.C., falta conhecer qual a eco- nomia que sustentava este aglomerado. Avançamos com algumas propostas que, sem que haja trabalhos de escavação seguidos de um estudo rigoroso, não poderão ser confirmadas. Sem tais trabalhos, não parece possível avançar no conhecimento deste importante sítio arqueológico.
    2012 artigo Portugal acesso aberto
  7. 7
  8. 8

    Revisitando os Chões de Alpompé com técnicas de deteção remota : novas evidências sobre os sistemas defensivos Romano-Republicanos

    Publicação
    por Fonte, João
    Outros Autores: Pimenta, João; Pereira, Carlos; Arruda, Ana Margarida
    O planalto dos Chões de Alpompé, em Santarém, foi, pelo menos desde os anos 50 do século XX, alvo de numerosos trabalhos de prospeção e até de campanhas de escavação e acompanhamento de obras agrícolas. Tais trabalhos proporcionaram a recolha de inúmeros materiais arqueológicos, muitos dos quais já publicados, que deixam antever uma relevante ocupação humana durante a Idade do Ferro e época Romano-Republicana. Todavia, a definição dos seus sistemas defensivos foi sempre difícil, situação que resulta em grande parte da densa cobertura florestal que o cobre. A recente disponibilidade, para esta zona do baixo Vale do Tejo, de dados de laser aéreo, bem como a sua combinação com fotografia aérea histórica, permitiu identificar e mapear novas estruturas arqueológicas que autorizam uma visão renovada sobre as estruturas do sítio. Esta leitura tem também em consideração os recentes dados obtidos nas intervenções arqueológicas de escavação e acompanhamento decorridas entre 2015 e 2018, que permitiram esclarecer algumas questões relevantes sobre estes sistemas defensivos.
    2020 artigo Portugal acesso aberto
  9. 9

    O sítio romano de Loulé Velho e o paleoestuário da Ribeira de Carcavai (LORIVAI) : perspetivas e primeiros resultados de um projeto de investigação

    Publicação
    por Almeida, Rui Roberto de
    Outros Autores: Viegas, Catarina
    O projeto de investigação LORIVAI - Loulé Velho e o paleoestuário da ribeira de Carcavai tem como objetivo principal o estudo do sítio romano de Loulé Velho (Quarteira, Loulé), do papel que desempenhou na dinâmica do povoamento local/regional e da economia desde a época romana à Antiguidade Tardia (séc. I-VI d.C.). Os trabalhos arqueológicos que aí foram sendo intermitentemente realizados nos últimos 50 anos permitiram a identificação de estruturas ligadas à produção de preparados de peixe (cetariae), outras associadas à produção de vinho ou azeite (contrapeso cilíndrico) e uma necrópole. A destruição contínua que tem sofrido pelo recuo da arriba e avanço da linha do mar levou à recuperação de um enorme volume de achados arqueológicos (centenas de fragmentos de objectos de cerâmica, osso, metal, vidro, etc.) que estão a ser objecto de estudo sistemático no âmbito deste projecto, que se pretende colaborativo e participado também pela população do concelho Loulé.
    2020 capítulo de livro Portugal acesso aberto
  10. 10