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Triiodothyronine modulates neuronal plasticity mechanisms to enhance functional outcome after stroke
Publicaçãopor Talhada, DanielaOutros Autores: Feiteiro, Joana; Costa, Ana Raquel; Talhada, Tiago; Cairrão, Elisa; Wieloch, Tadeusz et al.Origem: uBibliorumThe development of new therapeutic approaches for stroke patients requires a detailed understanding of the mechanisms that enhance recovery of lost neurological functions. The efficacy to enhance homeostatic mechanisms during the first weeks after stroke will influence functional outcome. Thyroid hormones (TH) are essential regulators of neuronal plasticity, however, their role in recovery related mechanisms of neuronal plasticity after stroke remains unknown. This study addresses important findings of 3,5,3'-triiodo-L-thyronine (T3) in the regulation of homeostatic mechanisms that adjust excitability - inhibition ratio in the post-ischemic brain. This is valid during the first 2 weeks after experimental stroke induced by photothrombosis (PT) and in cultured neurons subjected to an in vitro model of acute cerebral ischemia. In the human post-stroke brain, we assessed the expression pattern of TH receptors (TR) protein levels, important for mediating T3 actions.Our results show that T3 modulates several plasticity mechanisms that may operate on different temporal and spatial scales as compensatory mechanisms to assure appropriate synaptic neurotransmission. We have shown in vivo that long-term administration of T3 after PT significantly (1) enhances lost sensorimotor function; (2) increases levels of synaptotagmin 1&2 and levels of the post-synaptic GluR2 subunit in AMPA receptors in the peri-infarct area; (3) increases dendritic spine density in the peri-infarct and contralateral region and (4) decreases tonic GABAergic signaling in the peri-infarct area by a reduced number of parvalbumin+ / c-fos+ neurons and glutamic acid decarboxylase 65/67 levels. In addition, we have shown that T3 modulates in vitro neuron membrane properties with the balance of inward glutamate ligand-gated channels currents and decreases synaptotagmin levels in conditions of deprived oxygen and glucose. Interestingly, we found increased levels of TRβ1 in the infarct core of post-mortem human stroke patients, which mediate T3 actions. Summarizing, our data identify T3 as a potential key therapeutic agent to enhance recovery of lost neurological functions after ischemic stroke. -
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Auto-estigma no Adulto com Esquizofrenia e sua influência na Adesão e Recovery - revisão integrativa
Publicaçãopor Mendes, Mariana Duarte de AlmeidaOutros Autores: Dias, Carlos Manuel de Melo; Lopes, Viviana Daniela OliveiraIntrodução O adulto com experiência de esquizofrenia apresenta-se-nos inevitavelmente com o peso da sintomatologia, do tempo perdido, e do estigma "tatuado". Este condiciona todas as variáveis de vida deste sujeito, desde a sua autoconcetualização às relações interpessoais e do trabalho, transformando ao longo do tempo a sua própria identidade! Método Aborda-se em revisão integrativa a esquizofrenia e o impacto do estigma, respondendo à questão: Qual a influência do Auto-Estigma na Adesão e no Recovery do Adulto com Esquizofrenia? A pesquisa de estudos primários foi conduzida com a estratégia do acrónimo PICOD, nomeadamente: P: Adulto, ambos sexos, com esquizofrenia (qualquer setting, exceto institucionalizados) com >1 ano de diagnóstico; I: Exposição/impacto do auto-estigma à psicoeducação, reabilitação psicossocial, programas de recovery e outros; O: Nível ou grau de auto-estigma, adesão, recovery, autoestima, insight, autoeficácia, autoeficácia, e empowerment, etc; D: estudos quantitativos, que relacionem as variáveis auto-estigma, adesão e potencial de recovery. Associando-lhe um conjunto de critérios de inclusão e exclusão, nas Bases de dados: MEDLINE Complete (na EBSCO), SciELO e RCAAP, com a frase chave TI schizo* AND TI stigma AND AB recovery. Resultados Os estudos selecionados e a metodologia que os sustentou permite sintetizar com evidências, a apresentar descritivamente, que o auto-estigma exerce influência direta e indireta na procura de cuidados de saúde mental, na adesão ao tratamento psicossocial e na qualidade de vida das pessoas com esquizofrenia. Nesta relação interagem variáveis como a autoestima, o insight, a capacidade de ação, o funcionamento global, a autoeficácia e o empowerment, entre outras. Conclusão Parece pertinente numa visão pragmática e clínica que as intervenções e programas de reabilitação psicossocial tem de ser desenhadas e estruturadas para se contraporem e adaptarem ao existente auto-estigma. Assim algumas estratégias, além de envolver pessoas de referência para o cliente, seriam: psicoeducação úteil sobre a sua doença e tratamento; abordagens cognitivo-comportamentais; treino de competências na resolução de problemas e na assertividade, que potenciem a compreensão, gestão e perspetiva de resolução da internalização do estigma no e do cliente psiquiátrico. -
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Potencial de Recovery do Doente com Esquizofrenia versus Auto-Estigma [Póster]
Publicaçãopor Dias, Carlos Manuel de MeloOutros Autores: Lopes, Dília Maria Fonseca; Lourenço, Isabel Maria dos Santos Silva; Simões, Maria da Conceição RibeiroIntrodução Experienciar esquizofrenia é devastador, dado o início precoce, a sintomatologia, a longa duração, e o estigma envolvido. O estigma condiciona o modo de vivenciar a doença e consequências, e a procura ajuda, influenciando oportunidades de trabalho, de relações, de gerir a habitação, e de suporte social (Rüsch, Angermeyer e Corrigan, 2005). O auto-estigma corresponde a um processo de transformação de identidade, passando a pessoa a adoptar uma visão estigmatizada de si próprio e da doença que está a experienciar (Yanos et al., 2008, citada por Brohan et al., 2010). Potencial de recovery é viver de forma satisfatória sem os constrangimentos da doença mental (Corrigan et al., 2004), gerindo o estigma e o auto-estigma (Sartorius, 2002). Apesar do seu aparentemente obvio impacto, pouco tem sido estudado sobre o auto-estigma em pessoas com esquizofrenia (Vauth et al., 2007; Brohan et al., 2010), ainda que se verifique um aumento recente do interesse em examinar o auto-estigma como barreira ao recovery (Brohan et al., 2010) ou barreira à adesão ao tratamento psicossocial (Fung, Tsang e Chan, 2010). Objetivos Analisar a influência do Auto-Estigma no Potencial de Recovery em pessoas com esquizofrenia. Propor, por inferência, um conjunto de estratégias extraídas da revisão sistemática. Metodologia Selecionada para questão de revisão "Qual a influência do Auto-Estigma no Potencial de Recovery das pessoas com esquizofrenia?" estabeleceu-se um protocolo de pesquisa com critérios de seleção dos estudos, com a metodologia PICRCD (Melo-Dias e Lopes, 2011), pesquisando em Junho de 2010 na PubMed, Scielo, B-On (Ciências da Saúde), e SpringerLink, com as palavras-chave self-stigma e schizophrenia, artigos publicados desde 2006, estudos quantitativos que avaliem as variáveis auto-estigma e potencial de recovery, em amostras de pessoas com esquizofrenia. Dos 287 artigos pré-selecionados, escolheram-se 12 para a revisão . Resultados QUADRO SÍNTESE... Conclusões A evidência científica sustenta que quanto maior o auto-estigma, menores serão a autoestima, capacidade de insight, capacidade de ação, funcionamento global, autoeficácia e empoderamento. Esta teia de influências negativas conduz à redução da procura de cuidados de saúde mental, à redução da adesão ao tratamento psicossocial e à baixa qualidade de vida. Para a recuperação e reintegração, as intervenções tem de ser desenhadas e confecionadas para se contraporem e lutarem contra o auto-estigma, elevando as variáveis referidas. Assim algumas estratégias dum programa de reabilitação psicossocial (envolvendo também as pessoas significativas) seriam: entrevistas motivacionais; psicoeducação com informações úteis sobre a sua doença mental; terapia cognitivo-comportamental; treino de competências na resolução de problemas e na assertividade, que apesar de comuns nesta área clínica, aqui tem o foco e alvo da atenção a compreensão e resolução da internalização do estigma da doença e do doente psiquiátrico. -
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Análise comparativa da utilização de ácido orgânico versus ácido inorgânico na recuperação de neodímio presente em hard disk drives (HDs): uma abordagem técnica, ambiental e econôm...
Publicaçãopor Stalter, Carline FabianeOrigem: OasisbrSubmitted by Jeferson Carlos da Veiga Rodrigues (jveigar@unisinos.br) on 2022-08-19T14:10:36Z No. of bitstreams: 1 Carline Fabiane Stalter_.pdf: 8243264 bytes, checksum: e1ce50bf639975401914a7d27a7eec36 (MD5) -
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Efeitos da fadiga muscular localizada na estabilidade e na variabilidade da marcha de mulheres jovens praticantes e não praticantes de musculação
Publicaçãopor Lehnen, Georgia CristinaOrigem: OasisbrThe muscle fatigue can cause sensorimotor and biomechanical deficits and may induce changes in the stability and the variability of gait, since its impact is not simply a decline in the production of force. Considering the contribution of the triceps sural to several activities such as locomotion (propulsion), it is clear how relevant it is to study how muscular fatigue, in this musculature, can affect the gait stability and the variability. The evaluation of these gait variables in conditions of localized muscular fatigue by means of non-linear methods and biomechanical descriptors can be efficient to deep the knowledge about the control and adaptation of the neuromuscular system in the walk/ locomotion. Thus, the results of the present study show the effects of localized muscle fatigue and can be applied to the condition of intense physical exercise, muscular response and therapeutic behavior, since understanding these effects on gait can help prevent falls and injuries and, as such, improve the quality of life of people. The general objective of the present study was to analyze the effects of unilateral fatigue of the triceps surae on gait stability and variability, as well as to investigate the recovery time of the variables analyzed after fatigue in women practitioners and nonpractitioners of strength training. Twenty women practitioners (PG) and 21 non-practitioners (NG) participated in the study, that performed a unilateral protocol of fatigue of the plantar flexors, triceps surae, and four walks of four minutes on the treadmill, one prior to the fatigue protocol and three later, with an interval of two minutes between each of them to verify recovery. The greatest findings of the present study demonstrated that local stability improvement in the anteroposterior direction after fatigue for both groups, in which only the PG recovered after 12 minutes. For global stability, both groups showed a significant increase in the anteroposterior direction, but without recovery. Regarding the spatiotemporal parameters, a significant decrease of the step length was observed only for NG, but with recovery after six minutes. There was a significant increase in the step frequency for the groups immediately after the fatigue, with recovery for both six minutes thereafter. It was observed a significant increase in variability in all directions for both groups. In the mediolateral direction only the NG presented recovery and in the six minutes after the fatigue; in the anteroposterior direction the two groups did not recover, while in the vertical direction the two recovered six minutes after the fatigue. For all gait variables studied, there was no interaction effect between the effect of muscle fatigue and the training condition. It was observed that the participants presented changes in gait stability and variability, with adaptations of the spatiotemporal parameters analyzed in the presence of muscle fatigue of triceps surae, and that 12 minutes seem not to be sufficient for total recovery. It is concluded that the groups studied, grouped by the practice of strength training, did not present differences in relation to the muscular fatigue response of the triceps surae. It was concluded that participants were able to cope with muscle fatigue, adapting to maintain performance and safety of gait. Even so, the need for a recovery interval is emphasized, mainly due to the increase of variability and the incomplete recovery of variables, in order to minimize the risk of injuries and falls in individuals subject to muscle fatigue at work or in sports. Thus, it is suggested that training programs include fatiguing resistance exercises to make the body fit to adapt to the presence of fatigue, and that in the therapeutic practice, the professionals should pay attention to the effects of fatigue in order to obtain better results. -
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Bioacumulação e biomarcadores celulares e teciduais investigados no fígado do peixe Poecilia reticulata (Peters, 1859) expostos e pós-expostos a íons ferro e nanopartículas de óxid...
Publicaçãopor Faria, João Marcos de LimaOrigem: OasisbrAdvances in the development of nanomaterials have qualified them as essencial elements for several areas, including remediation with applications in safety and environmental health. In the present study, iron nanoparticles (IONP) were synthesized with a size of 2.9 nm and functionalized with citrate. The experiments were carried out with female and male fishes of Poecilia reticulata (guppy) exposed to IONP (0.3 mgFe/L), as to iron ions (0.3 mg/L) (IFe) and to IONP+GLY associations (0.65 mg/L) and IONP + GBH (0.65 and 1.30 mgGLY/L) for 7, 14 and 21 days, followed by post-exposure periods in reconstituted water for 7, 14 and 21 days for evaluation of the ability to recover from damage caused to liver cells and tissues. Thus, the following biomarkers were evaluated: a) histological, with tissue integrity analysis and histopathological index calculation; b) ultrastructural, with evaluation of liver cells, evaluation and quantification of lipid distribution; c) biometrics, with assessment of the condition factor and hepatosomatic index; d) bioaccumulation, with quantification of iron in the fish body. It was found that the nanoparticulate form of iron causes less tissue damage, but greater bioaccumulation compared to the treatment with the ionic form of iron (IFe), in addition, the results indicated that treatments with IONP+GBH have greater toxicity in ultrastructural and histological biomarkers when compared to IONP+GLY. In addition to the assessment of damage from exposure, the data obtained indicated a trend towards recovery of the toxicity caused by all treatments in post-exposure periods equal to or greater than 21 days, for total reversal of the damage. Thus, the data described elucidated how the toxic effects of the association of IONP+GLY occurred, opening new perspectives for studies on the mechanisms of toxicity of IONPs, as well as their possibility of application for environmental remediation. -
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Uma nova maneira de viver: Trocas simbólicas e mecanismos de subjetivação na irmandade de Narcóticos Anônimos
Publicaçãopor Silva, Rodolfo Ferreira daOrigem: OasisbrEsta é uma pesquisa sobre a irmandade de Narcóticos Anônimos na cidade do Rio de Janeiro. Buscou-se discutir os aspectos constitutivos de tal associação e o da afiliação de novos membros, conhecido como “processo de ingresso”. Tal processo pressupõe a incorporação de um novo conjunto de referências, esquemas de ação e percepção que, há princípio, podem ser entendidos como um ritual de “conversão religiosa”. No entanto, percebemos que na constituição da associação existe uma mistura de elementos tradicionais e religiosos, onde o sentido do “pertencimento” parece operar como catalizador de traumas, como também contribuir ao processo de (re)construção de identidades sociais “despertencidas” da Modernidade. Através de uma análise qualitativa, buscamos identificar e perceber como os membros se viam nesse processo. Nesse sentido, empreendemos uma série de entrevistas, questionários digitais e desenvolvemos um trabalho de campo e um grupo específico da Zona Sul do Rio de Janeiro. Como resultado, encontramos uma forte complexidade na percepção que os membros têm de si próprios, muitas vezes mesclando os diversos elementos que constituem o “programa de recuperação”. A maneira como os membros se percebem, portanto, encontra-se fortemente ancorada na noção de grupo, que opera através de uma narrativa própria, como fator de ressignificação dos traumas provocados pelo uso abusivo de drogas. -
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Estabilidade de comunidades vegetais diante das mudanças climáticas: o efeito da diversidade funcional e das fontes alternativas de água na resposta das vegetações campestres à sec...
Publicaçãopor Matos, Ilaíne SilveiraOrigem: OasisbrUma questão central na Ecologia é desvendar fatores que expliquem a variação na estabilidade entre sistemas biológicos. Considerando o aumento na intensidade, duração e frequência dos eventos de seca, o objetivo geral deste estudo foi investigar os efeitos de dois fatores: diversidade funcional (diversidade no modo como as espécies respondem aos distúrbios e/ou estresses e afetam o funcionamento do sistema) e o uso de fontes alternativas de água (neblina), na resposta da vegetação à seca. Esses efeitos foram avaliados particularmente sobre a estabilidade das vegetações campestres. Já que elas recobrem larga porção da superfície terrestre e têm sua produtividade predominantemente controlada pela precipitação. Primeiramente, uma meta-análise de experimentos de manipulação de chuva foi realizada a fim de avaliar a estabilidade geral na produção de biomassa aérea; e de quantificar a importância relativa das características da seca e das condições climáticas para explicar a variação de estabilidade entre 101diferentes vegetações. De modo geral, esses sistemas se mostraram resilientes, i.e. se mantiveram inalterados após a seca; porém diferiram na sua capacidade de resistir, i.e. se manter inalterado durante a seca, e de se recuperar, i.e. compensar os danos sofridos durante a seca, resultando numa relação negativa entre essas duas últimas propriedades. Tanto as características das secas, como as condições climáticas, não foram capazes de explicar essas diferenças. Logo, outros fatores como propriedades do solo e/ou características intrínsecas da vegetação, como diferenças na diversidade funcional, podem ser mais importantes para determinar a variação na estabilidade na resposta à seca. Em seguida, o efeito da diversidade funcional foi avaliado utilizando-se os Campos de Altitude como sistema-modelo. Através da integração de estratégias eco-fisiológicas e de índices de originalidade funcional foi possível predizer a estabilidade das comunidades vegetais sob diferentes cenários de extinção de espécies. Devido à presença de um grande número de espécies resistentes à seca, os Campos de Altitude se mostraram estáveis na maioria dos cenários avaliados.Contudo, instabilidade foi observada nos cenários em que houve a perda de espécies não-resistentes, as quais se baseiam na absorção de neblina para lidar com a seca. Este pequeno grupo se mostrou como um dos mais sensíveis a seca, devendo, portanto, receber prioridade de conservação. Finalmente, foi investigado o porquê algumas espécies se beneficiam mais da neblina do que outras, e quais as implicações ecológicas dessa variação num cenário de mudanças climáticas. Foi demonstrado que características foliares e estratégias ecológicas das espécies podem explicar essa variação interespecífica, com espécies ruderais exibindo maior absorção do que as espécies tolerantes ao estresse. Conclui-se que apesar das vegetações campestres serem resilientes à seca em termos de biomassa, elas podem ser instáveis quanto à diversidade funcional. Num futuro com mais secas e menos neblina, as espécies resistentes poderão suplantar as não-resistentes, resultando na perda de diversidade. Sugere-se que futuros experimentos submetam as vegetações a secas mais extremas e monitorem o desempenho durante o período pós-seca a fim de testar essas previsões e de continuar avançando no conhecimento dos mecanismos subjacentes à estabilidade -
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Nada sobre nós, sem nós : empoderamento e recovery em um estudo de um grupo de ajuda e suporte mútuos em saúde mental no município do Rio de Janeiro-RJ.
Publicaçãopor Figueiredo, Angela PereiraOrigem: OasisbrA presente pesquisa tem como objetivo principal descrever e analisar as experiências dos usuários e das usuárias participantes de um grupo de ajuda e suporte mútuos do Projeto Transversões da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ, associadas aos processos de recovery e de empoderamento. Os conceitos são mais frequentes na bibliografia anglo-saxônica e são sistematizados neste trabalho. Considerando a realidade das nossas práticas de saúde mental e de reforma psiquiátrica, seus limites e desafios atuais, a pesquisa visa contribuir para os avanços no campo, na realização de um estudo que priorize e estimule as experiências brasileiras de protagonismo de usuários e usuárias dos serviços de saúde mental, tal como os grupos de ajuda e suporte mútuos, dispositivos relativamente autônomos de cuidado e de suporte que consistem em importantes estratégias de recovery e de empoderamento dos usuários, usuárias e familiares da rede de saúde mental. Foi escolhido como método a pesquisa participante com os sete usuários e as cinco usuárias do grupo básico de facilitadores do projeto. Para analisar os processos de recovery e de empoderamento no dispositivo grupal em foco, foi necessária a contextualização da nossa realidade de reforma psiquiátrica e de como se deu o engajamento de usuárias e usuários, a fim de situar os processos na nossa realidade. Para a análise do material empírico produzido a partir do diário de campo, a prática dos grupos de ajuda e suporte mútuos foi relacionada aos processos de recovery e de empoderamento de seus participantes. A partir do desenvolvimento das categorias analíticas, foram discutidos os desafios e efeitos do trabalho com o grupo para seus processos de protagonismo, de um modo geral, como contribui para a lida com as suas questões de vida cotidiana e como dialoga com a nossa rede de atenção psicossocial e com seus atores. Foram abordadas as questões mais gerais sobre o funcionamento do grupo, os temas e as questões da vida cotidiana levadas ao grupo, as questões relacionadas ao trabalho, as iniciativas de suporte mútuo, a relação com os serviços de saúde mental e o SUS, bem como a relação com evidências e indicadores de efetividade dos grupos. Como considerações finais, a partir dos principais resultados sobre a experiência dos grupos de ajuda e suporte mútuos e com o trabalho, tendo como pano de fundo os conceitos de recovery e de empoderamento, foram feitas algumas recomendações e sugestões para a política de saúde mental e para o SUS. -
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Estudo ambiental da estrada vicinal entre o município de Caçapava do Sul e a Cascata do Salso
Publicaçãopor Pertilli, Débora CarolineOrigem: OasisbrAs rodovias compõem um importante papel como infraestrutura para o desenvolvimento socioeconômico dos países. O setor rodoviário teve um aumento significativo nos últimos anos, carecendo cada vez mais de devida atenção. As estradas vicinais são o principal meio de ligação entre as áreas urbanas e rurais. Na cidade de Caçapava do Sul, localizada no centro do estado do Rio Grande do Sul, as estradas vicinais tem um importante papel, sendo o principal meio de acesso ao interior do município. Muitas dessas estradas não possuem boas condições, como é o caso da estrada vicinal que liga o município de Caçapava do Sul à Cascata do Salso, local de grande importância, visto que é onde está localizada uma antiga Central Geradora Hidrelétrica (CGH), a qual está em fase de projeto para ser reativada. Sendo assim, este trabalho visa colaborar para os estudos ambientais de estradas vicinais, especificamente no trecho que liga o município de Caçapava do Sul à Cascata do Salso, identificando, analisando e apresentando as áreas degradadas identificadas nesta estrada e apresentando uma proposta de recuperação. Para isso, foi realizada uma visita à área de estudo, a fim de mapear o trecho e identificar os pontos críticos. A partir de então, criou-se um modelo com propostas de recuperação, apontando medidas mitigadoras para minimizar os impactos ambientais na área.
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