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Publication Catalog - All

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  1. 1

    A Sexualidade no Mundo Antigo

    Publication
    by Ramos, José Augusto
    Other Authors: Fialho, Maria Do Céu; Rodrigues, Nuno Simões
    2009 book Portugal open access
  2. 2

    Hecateu de Mileto e a Formação do Pensamento Histórico Grego

    Publication
    by Koike, Katsuzo
    Hecateu de Mileto é um autor pouco lembrado nos estudos de historiografia grega, e sobre sua figura muita “poeira” foi depositada. A presente pesquisa pretende mostrar, dentre outros propósitos, que a importância desse autor clássico para a formação da historiografia é bem maior do que muitos têm acreditado. Ele representa muito bem a produção intelectual da aristocracia grega arcaica, e sua figura e obras merecem ser reavaliadas sob um novo prisma, para que sejam alargadas e atualizadas as reflexões sobre o pensamento histórico grego. A razão histórica que ele cultivou, expressa em sua principal sentença, o fragmento 1, tornou-se um modelo para o tratamento apurado acerca do passado, na cultura grega. A revisão crítica das narrativas míticas presentes na tradição épica, especialmente a de Homero e Hesíodo, constituem o primeiro passo para a construção do pensamento histórico. Do mesmo modo, o surgimento da história grega não seria possível sem dois elementos que a cultura jônica produziu: o desenvolvimento do letramento, com a produção de obras em prosa, e a exploração de mundo que homens como Hecateu realizaram. Como representante da tradição logográfica, o Milésio fará uso da escrita para expor e difundir a sua consciência histórica. As suas duas obras, a Periegesis e as Genealogiai, das quais pouca coisa restou, supriram o conhecimento do espaço e do passado no mundo grego, como se fosse uma verdadeira enciclopédia. No século V a.C., elas serviram de fonte para Helânico de Lesbos e Heródoto, e mais tarde, ao chegarem às bibliotecas do período helenístico, tornaram-se, de fato, monumentos da prosa jônica arcaica. O que se propõe nesta pesquisa é analisar os fragmentos atribuídos a Hecateu dentro de um plano mais amplo do que tem sido seguido nas pesquisas modernas, de comumente considerá-los antigos exemplos de geografia ou mitografia. Sua vasta obra não se limitou à investigação do espaço e dos mitos, mas abrangeu um espectro de conhecimentos plenamente condizente com as características da histórie jônica. A análise dos fragmentos, no estado em que nos chegaram, ainda são suficientes para sugerir tendências ou indícios do que a tradição preservou. Isso permite de forma limitada formar um esboço do que foi a obra original de Hecateu, e qual sua influência nos autores posteriores. Enquanto na moderna na historiografia Hecateu é tido por mero precursor de Heródoto, a tradição grega antiga o considerou um pensador digno de menção. Pelo que podemos retirar dos indícios presentes nos fragmentos e testemunhos disponíveis, acreditamos que Hecateu foi um autor que merece figurar entre os principais formadores do pensamento historiográfico grego.
    2014 doctoral thesis Portugal embargoed access
  3. 3

    As sementes de Cadmo : autoctonia, miasma, nemesis e o trágico nas tragédias do ciclo tebano

    Publication
    by Braga, Alessandro
    A linhagem real do fundador da cidade de Tebas, o Tírio Cadmo, é representada em sete tragédias escritas pelos três tragediógrafos atenienses cujas obras chegaram até o nosso tempo: Ésquilo, em Os Sete contra Tebas; Sófocles, em Antígona, Rei Édipo e Édipo em Colono; Eurípides, em As Suplicantes, As Fenícias e As Bacantes. O objetivo deste trabalho de tese foi verificar a presença da autoctonia nestas setes peças atenienses ambientadas em Tebas, a partir do mito tebano de autoctonia protagonizado por Cadmo, e as influências desta no destino trágico que assola as sucessivas gerações de reis do oikos do fundador e sua cidade. A autoctonia é o substantivo que se refere à qualidade de autochthon atribuída àquele povo que habita a mesma terra desde há tempos imemoriais ou, em um contexto mítico, àquele que brotou da terra. Nestes dois contextos, a autoctonia tornou-se um aspecto de suma importância para a organização social e política das cidades-estado gregas, especialmente em relação à Atenas. Nesta cidade, entre os séculos VII e IV a.C., a autoctonia foi um importante critério na atribuição da cidadania, além de ser utilizada como instrumento ideológico na elaboração de leis e na condução da política interna e externa da Ática. Para além destas duas concepções, a presente investigação, contudo, apontou para uma terceira acepção, na qual a autoctonia configura-se como um ‘sentimento de pertença mútua’ entre autochthon e patris, caracterizado como uma ligação congênita, inata, afetiva e misteriosa a qual os une incondicionalmente. Esta relação entre filho e terra-mãe revelou-se como algo que exerce grande influência na formação da identidade e na vida de ambos. Nas sete tragédias do ciclo tebano, tais influências ficam evidentes em relação à formação da identidade coletiva e ao destino trágico que recai sobre Tebas durante o domínio do oikos de Cadmo representado no percurso das sete peças. Verificamos ainda que, no caso de Tebas, ao contrário do que se vê na história antiga ateniense, a autoctonia não é representada em seus valores positivos, mas como o fio condutor de uma maldição resultante da nemesis de Ares, desencadeada pelas ações de Cadmo as quais formam o mito tebano de autoctonia, e que recaiu sobre a linhagem real do fundador e sua cidade na forma de várias ações aniquiladoras. Assim, a autoctonia tornou-se um miasma que polui o solo tebano, é transmitido aos descendentes do primeiro rei de Tebas e condena a cidade ao sofrimento e à ruína ininterrupta até que a linhagem do fundador chegue ao fim. De resto, torna-se perceptível que o entendimento dos motivos pelos quais Tebas sofre seguidos infortúnios passa pela leitura conjunta destas sete tragédias do ciclo tebano que chegaram até nós, pois apenas desta maneira é possível observar de forma completa a saga do oikos de Cadmo, o qual revelou-se protagonista de uma tragédia própria, que não foi escrita na forma de uma peça pelos antigos dramaturgos, mas que se revela entremeada no corpo destas sete tragédias.
    2015 doctoral thesis Portugal open access
  4. 4

    Katabasis e Psyche em Platão

    Publication
    by Coutinho, Carlos Luciano Silva
    Platão foi e continua a ser um dos filósofos mais influentes do pensamento Ocidental. A modernidade de suas teorias alcança ainda hoje relevância em muitas áreas do conhecimento humano. O estudo da psyche humana em seu filosofar revela uma profunda reflexão acerca de fatores psíquicos que circundam o comportamento e as ações da vida particular e pública da humanidade. Para tanto, o filósofo ateniense recorre a uma imagem muito cara à antiguidade: a katabasis. É por meio desta imagem, comum a vários mythoi da antiguidade, que Platão teoriza acerca da responsabilidade moral da psyche. Será discutido neste trabalho, portanto, como o filósofo utiliza-se de mythoi originários para sustentar a psyche enquanto responsável pelo seu próprio destino. Entende-se por mythos originário histórias ligadas a façanhas divinas. Para utilizar um mythos originário, todavia, Platão altera e substitui muitos de seus elementos, a fim de recriá-lo. Com isto, o filósofo sustenta, pela diferença entre o mythos originário e a recriação que faz deste mythos, suas próprias teorias acerca da psyche humana. O filósofo também opera pela criação de alguns mythoi, que neste trabalho são chamados de mythoi alegóricos. Por meio de tais mythoi, Platão elabora teorias que sustentam o melhoramento da psyche e a responsabilidade que esta tem sobre o destino da polis. É nesse sentido que a katabasis torna-se elemento fundamental em Platão, uma vez que oferece uma imagem mítica que lhe permite alterar a ideia da descida por um mergulho psíquico da psyche, para poder alcançar níveis de percepção mais elevados e assumir um estágio de compreensão da realidade que a coloque em uma posição favorável a seu melhoramento e ao melhoramento da polis.
    2015 doctoral thesis Portugal open access
  5. 5
  6. 6
  7. 7

    Apresentação

    Publication
    by Costa, Alex Aparecido da
    Origin: Oasisbr
    Apresentação do dossiê intitulado: "Periferias, subalternos e relações de poder no Mundo Antigo".
  8. 8

    Mobilidades forçadas nas instituições jurídicas romanas: o caso do “exílio” como penalização política

    Publication
    by Souza, Murilo Moreira de
    Origin: Oasisbr
    Resenha de: FRIGHETTO, R. Exílio e exclusão política no Mundo Antigo: de Roma ao Reino Godo de Tolosa (séc. II a. C. – VI d. C.). Jundiaí: Paco, 2019. 152 p.
  9. 9

    Arqueologia e documentos escritos: relação contingente, ou conceitual e interpretativa.

    Publication
    by Sanches, Pedro Luís Machado
    Origin: Oasisbr
    A multiplicação de correntes interpretativas em arqueologia não parece ter abalado a bipartição entre arqueologia histórica e pré-histórica. A consideração de textos, ou de objetos e monumentos portadores de texto, segue sendo apenas o mais evidente sintoma da disparidade entre os estudos arqueológicos de sociedades que praticaram ou tiveram contato com a escrita (os estudos clássicos fornecem os exemplos mais notáveis) e os demais estudos arqueológicos. Diferentes gêneros de publicações acadêmicas apresentam estas disparidades de modos também diferentes e, por vezes, divergentes. O estudo que ora se apresenta tenta ser uma revalorização das publicações acerca de material específico ou de circunstâncias de achado específicas da arqueologia clássica como legítimos lugares de conceituação arqueológica e teorização em sentido amplo.
    2020 article Brazil open access
  10. 10

    Diálogos entre antigos e modernos: a recepção da antiguidade clássica no Sobre a família de Leon Battista Alberti.

    Publication
    by AMORIM, Breno Gomes de Lima.
    Origin: Oasisbr
    Submitted by Kilvya Braga (kilvyabraga@hotmail.com) on 2018-04-23T22:31:15Z No. of bitstreams: 1 BRENO GOMES DE LIMA AMORIM – DISSERTAÇÃO (PPGH) 2016.pdf: 888574 bytes, checksum: 2e9711505fe7f4e309890ee9bc238b9c (MD5)
    2016 master thesis Brazil open access