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  1. 1

    Muitos são os mundos - dois ou três os amores: amor sui, amor mundi, amor Dei

    Publicação
    por Rosa, José Maria Silva
    Origem: uBibliorum
    Agostinho (354 — 430) é um homem que se encontra na encruzilhada de muitos mundos. Por isso, a clareza da fórmula da maturidade de Agostinho (“Dois amores fizeram duas cidades”), opondo diametralmente dois amores e, portanto, dois princípios antagónicos de mundos possíveis, não pode dar conta da sua complexa evolução espiritual e intelectual e da sua deambulação por outros mundos possíveis, desde o aspirante a retor, o intelectual maniqueu, o filósofo cristão neoplatónico até, finalmente, o Bispo de Hipona, cristão e filósofo, sempre em meio de mil de controvérsias.
    2005 artigo Portugal acesso aberto
  2. 2

    O conceito de amor em Hannah Arendt: da perspectiva agostiniana ao amor mundi

    Publicação
    por Oliveira, Elciene Alves Ferreira de
    Origem: Oasisbr
    Submitted by Jeferson Carlos da Veiga Rodrigues (jveigar@unisinos.br) on 2023-06-19T14:22:43Z No. of bitstreams: 1 Elciene Alves Ferreira de Oliveira_PROTEGIDO.pdf: 740363 bytes, checksum: 0c1a33d37a630b2cf12acbd1bd808f40 (MD5)
    2023 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  3. 3

    Corpo e subjetividade em Merleau-Ponty

    Publicação
    por Xavier, Luana Lopes
    Origem: Oasisbr
    L'objectif de cette travail est d'analyser les thèmes du Corps et de la subjectivité dans l'oeuvre de Maurice Merleau-Ponty, considérant leurs critiques tout comme leurs interprétations de la pensée phénoménologique. Nous comprenons, surtout, que la phénoménologie merleaupontienne a élu l'expérience du corps comme source de la perception. Ainsi, la phénoménologie nous mènera à une approche du corps lié à la subjectivité ou à l’entralecement de l'homme et la nature, présentée dans le travail La structure du comportement et Phénoménologie de la perception. L'intention de notre travail est de montrer comment la pensée de Merleau-Ponty s´efforce à rompre avec les dualismes de la relation corps-esprit et à récupérer les données sensibles de la conscience à partir de l'expérience perceptive, plus précisémment. Nous voudrions donc penser la critique faite par l'auteur des études classiques sur le corps et la division moderne entre l'intériorité et l'extériorité, ayant en vue une phénoménologie de l’entrelacement homme-monde. Pour ce, nous prenons en compte les références que Merleau-Ponty fait à Descartes, Husserl et Bergson, tout comme l’oeuvre La structure du comportement, mais nous proposons, surtout, une lecture possible de la Phénoménologie de la perception.
  4. 4

    Da cisão entre ética e política na filosofia de Hannah Arendt: uma análise à luz da atividade de pensar

    Publicação
    por JESUS, Pablo Henrique de
    Origem: Oasisbr
    Ethics has as goal the care with Self (conscience), politics, the care with the world. This is, in short, the reason why Hannah Arendt establishes firstly a rupture between ethics and conscience, and secondly between the world and politics. Taking as the principal theoretical point the activity of thinking as both sides are related to thinking the aim of this thesis is to analyze the rupture between ethics and politics according to H. Arendt‟s analyses. This work will show that, in spite of being able to justify such decision, ethics and conscience are not seen as unrelated to the world and that politics can vie equally to the existence of an ethics underlain in thought. Therefore, besides ascertaining the theoretical nature of the rupture, this work aims at questioning this rupture itself. It tries to understand, on the light of the activity of thinking, the rupture between ethics and politics within an exegetic perspective which, however, is not careless to critics
    2014 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  5. 5

    Senso comum e juízo político em Hannah Arendt

    Publicação
    por Santos Filho, José dos
    Origem: Oasisbr
    This research aims to reflect on the potentialities inherent in common sense from which Hannah Arendt will think the effectiveness of a political judgment. The first impressions of a systematic reflection of the author on the subject show that the reasoning from human common sense, as opposed to philosophical thinking, is directly related to a mundane reality where everything comes to be in its own “appearance”. At this moment, common sense is responsible for bringing together all the particular impressions of men and conforming them to standards compatible with the human condition of sentient beings. Here, the common sense is literally understood as a sense that guarantees to men the worldly reality of "appearances." From dialogical reading with Kant, Arendt discovers that there is a direct link between common sense and the judgment of taste, or reflexive judgment. In this context the common sense is understood as sensus comunnis, or as a sense that establishes community. The purpose of the sensus comunnis is to ensure that our reflective judgment, or our judgment of taste, reaches a common agreement between the members of the same community. This understanding goes back to the humanist tradition that, since Cicero, already recognized the political potential contained in the cultivation of the sensus commum that guided men to always judge on the basis of the values shared by the community. We emphasize that common sense, in both contexts presented by Hannah Arendt, is invariably oriented toward the judgment of the world. Judgment from common sense, whether by sensible criteria compatible with the condition of sentient beings or by the very reflective nature of the judges of taste, constitutes a political judgment par excellence.
  6. 6

    Byung-Chul Han e Hannah Arendt: ensaio de crítica da “autonomia” no contemporâneo

    Publicação
    por Damasceno, Bianca dos Santos
    Origem: Oasisbr
    Esta pesquisa é um ensaio de crítica da noção de “autonomia” fabricada pelo sistema hegemônico neoliberal do século XXI no Ocidente. Uma abordagem filosófica de natureza temático-autoral que visa transpor o debate socioeconômico, abrindo espaço de compreensão ôntico-ontológica, a partir das obras de Byung-Chul Han e Hannah Arendt, sobre essa nova modulação de “sociedade de autônomos” que torna cidadãos “empresários de si”, em meio à desassistência total. No cenário em que a autonomia é posta como sinônimo de “individualismo-empreendedor”, o modo de ser que se cobra para este século é o do “sujeito do desempenho” da psicopolítica, emancipado de qualquer entidade que não seja o próprio indivíduo, com uma automedida posicionada por mera idealização narcísica. Nesse sentido, sociedade vira mercado, cidadão vira consumidor-competidor, laço social vira networking. Essa existência submetida à autossuperação contínua vive sem pausa, em tensão e ansiedade até o esgotamento, não conseguindo viabilizar profundidade hermenêutica nem consigo, nem com o outro. Sem vínculo e pertencimento, segundo Byung-Chul Han, os “infartos psíquicos” tornam-se generalizados e doenças como burnout, depressão, estresse e insônia passam a exigir atenção prioritária, ao mesmo tempo em que o entretenimento oferecido pelo panóptico digital captura a todos, via smartphones e redes sociais. Um entorpecimento que disfarça a carga pesada dessa “autonomia” enquanto “exasperação do indivíduo”, em que a autoafirmação e a afirmação sobre o outro estão, preponderantemente, não só no trabalho, mas por toda parte − na saúde, na moradia, na amizade, na relação afetiva etc. Esta pesquisa defende a tese de que é possível utilizar o próprio argumento do “primado da autonomia” para subverter essa noção, sem apontar prescrições ou fórmulas de saída para o conceito. Antes, promover resistência ao individualismo niilista − o que em Hannah Arendt relaciona-se com as noções de alienação e desmundanização do mundo −, especialmente no que tange a clichês, lógicas calculantes e ditadura de comportamentos. Trata-se, na verdade, de reinscrever a noção de autonomia pela compreensão arendtiana de Política, tendo por base o eixo de excelência da condição humana: o “pensamento”, a “ação” e o "discurso” – articulados pela faculdade do juízo – requalificando a singularidade em meio à pluralidade, a partir de um cuidado de si tramado no cuidado do mundo. Uma “autonomia político-plural”.
    2022 tese de doutoramento Brasil acesso aberto
  7. 7

    Cosmogenética em Novalis: uma construção trina de mundo

    Publicação
    por Silva, Rodrigo Mello da
    Origem: Oasisbr
    O presente estudo potencializa o conceito de idealismo mágico no autor romântico Novalis para discutir como seja possível a construção de três mundos: Mágico, Poético e Confuso. Parte-se assim de um pressuposto que é um outro ethos filosófico, o de que o fundamento último da realidade talvez não seja uma estabilidade sólida, mas uma dinâmica perpétua e fluida, pervertendo assim o seu sentido negativo e transformando-o em um campo infinitamente profícuo. Em tal registro, não há privilégio antropológico e perverte-se até mesmo a questão do Eu enquanto fundamento da realidade, para que a alteridade e o transumanismo sejam entendidos como produtores do discurso, e, nessa medida, criadores legítimos de mundo. Nesse sentido, a pergunta quem fala? opera como um vetor de chamamento: a alma fala (magia) ao espírito (poesia), que por sua vez fala ao corpo (confuso). Como vetor sonoro do chamamento de tais falas (que são o campo semântico de cada mundo), há o debate sobre as atitudes fundamentais dessa dinâmica: mundanismo, transmundanismo e intermundanismo. Tal falatório é, de fato, uma territorialização mágica, e, aqui, mais do que palavras, linguagem ou discurso, a questão do ato da fala assume seu caráter sumamente cosmogenético, pois é a magia plasmadora feérica da realidade. O caráter ficcional se confunde a todo tempo com o caráter histórico, e, nesse sentido, se discute a importância das cenas arquetípicas fundamentais que efetuam seu chamamento aos habitantes de cada mundo: a era de ouro.
    2022 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  8. 8

    Como o homem se orienta no mundo? Uma discussão com Werner Heisenberg

    Publicação
    por Costa, Fabio Antonio da
    Origem: Oasisbr
    Entre os anos de 1942 e 1943, Werner Heisenberg produziu um manuscrito que resguarda as suas mais graves e amplas concepções filosóficas. Intitulado pelos editores como Ordenação da Realidade após a morte do autor, o escrito diagnostica uma profunda crise não somente na esfera da ciência, mas igualmente nos campos da moral e da política. O propósito desta tese é discutir as ideias apresentadas por Heisenberg, a partir da questão que compartilhamos com o físico sobre como o homem se orienta no mundo. A crise serve para demonstrar a necessidade de rearticulação da ontologia. Não se trata simplesmente de reconsiderar a divisão clássica entre objetividade e subjetividade, entre lei moral e sentimento, entre fundar a política na igualdade ou na liberdade. Tais dicotomias devem ser suspensas em prol de uma reconsideração sobre a determinação do ente a partir da totalidade de mundo, os processos de temporalização que conferem a medida das atividades humanas e as diferentes fontes que oferecem ao homem o poder de estabelecer comunidade. Reformular o conceito de realidade, bem como estabelecer a sua possibilidade de compreensão a partir de níveis e âmbitos, tal é o caminho da nossa confrontação com Heisenberg, a qual supera a trivialidade de um realismo como suposição de coisas simplesmente dadas.
    2021 tese de doutoramento Brasil acesso aberto
  9. 9

    Da realidade à verdade: a crítica de Martin Heidegger a fundamentação metafísica da verdade proposicional

    Publicação
    por Ferreira Júnior, Paulo Cesar Gil
    Origem: Oasisbr
    Esta dissertação possui como tema central a investigação da tese de Martin Heidegger a respeito do caráter derivado da verdade proposicional com relação ao que é por ele concebido como o fenômeno originário da verdade. A interrogação sobre um horizonte mais originário da noção de verdade advém da convicção de Heidegger com respeito à negligência dos autores da tradição filosófica quanto à necessidade de uma fundamentação ontológica para a verdade proposicional. A raiz metafísica da verdade proposicional se encontraria no pressuposto aristotélico da substância (ou)si/a) como categoria fundamental do ser dos entes em geral. Heidegger, portanto, procurará desconstruir a noção de uma realidade constante e auto-subsistente como o fundamento ontológico da concepção hegemônica de verdade. A substancialidade do ser, até então, uma evidência inquestionável, passa agora a ser articulada pelo ser humano social e historicamente situado. Isso quer dizer que, de alguma forma, a concepção do ser como substância, ou presença constante, precisa ter sido estabelecida pelo ser humano e incorporada na história da filosofia de modo a se tornar a fundamentação metafísica da verdade. Todavia, Heidegger adverte que o estabelecimento da ontologia da substancialidade não é o resultado de uma simples escolha teórica humana. Ao contrário, essa fundamentação teórica estaria condicionada pelo próprio modo de ser do humano enquanto existente no mundo.
    2021 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  10. 10

    Fancying a woman

    Publicação
    por Scavino, Dardo
    Origem: Oasisbr
    This article studies the representation of the woman in “Dama, el dia”, the last poem of El arte de narrar by Juan Jose Saer. The essay shows that the portrayal of the woman as a man’s fantasy is inseparable in his writings of the statute of the object and the world.
    2010 artigo Brasil acesso aberto