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Efeito da estimulação transcraniana por corrente contínua e treinamento físico sobre o desempenho neuromuscular e cardiopulmonar de pacientes hemiparéticos crônicos por AVC: um ens...
Publicaçãopor Massaferri, Renato de OliveiraOrigem: OasisbrSobreviventes ao acidente vascular cerebral (AVC) frequentemente manifestam prejuízos no controle voluntário motor, os quais impactam negativamente em sua capacidade física. Intervenções que estimulem a neuroplasticidade e aprimoramento da aptidão física são essenciais para a reabilitação desses pacientes. O objetivo da presente Tese de Doutoramento foi avaliar o efeito crônico da estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC), associada ao treinamento físico, sobre o desempenho neuromuscular e cardiopulmonar de indivíduos hemiparéticos crônicos pós-AVC. Participaram do estudo 23 voluntários com 56±9 anos de idade, transcorridos 10 a 96 meses do AVC. Inicialmente, avaliou-se o nível de comprometimento funcional [Fugl-Meyer (FM), Berg e teste caminha de 10 metros]. Em seguida, os pacientes foram alocados em dois grupos (ETCC experimental e Sham controle) de forma randomizada e pareada pela função motora. Após a divisão, foram avaliadas: a) força máxima [pico de torque isométrico máximo de extensão (PT-Ext) e flexão (PT-Ext) de joelhos]; b) desempenho no teste cardiopulmonar de exercício em esteira rolante [consumo de oxigênio máximo (VO2máx) e no limiar ventilatório (VO2-LV); trabalho máximo (Wmáx) e no limiar ventilatório (WLV)]. Posteriormente, os indivíduos foram submetidos a 24 sessões de intervenção com ETCC [real ou placebo (Sham)] combinada a treinamento físico multimodal individualizado, com frequência de duas vezes semanais. Para quantificar os efeitos da intervenção, as avaliações iniciais foram repetidas em dois momentos: após 12 sessões (pós-12) e após 24 sessões (pós-24). Os desfechos foram comparados entre os grupos na linha de base (LB) por meio de teste t para amostras independentes. Para mensurar o efeito crônico da intervenção, calcularam-se os deltas percentuais (∆%) entre os momentos (LB, pós-12 e pós-24), comparando-os através de ANOVA de duas entradas com medidas repetidas, seguida de verificação post hoc de Fisher. O tamanho do efeito foi calculado pelo d de Cohen. Em pós-12, o grupo ETCC exibiu melhoras significativas em comparação ao grupo Sham para PT-Ext do membro parético (25,9±25,3% vs. 5,6±13,1%), VO2máx (25,9±25,3% vs. 5,6±13,1%), VO2-LV (25,9±25,3% vs. 5,6±13,1%), Wmáx (25,9±25,3% vs. 5,6±13,1%) e WLV (25,9±25,3% vs. 5,6±13,1%). Essas diferenças permaneceram no pós-24 para PT-Ext do membro parético (25,6±12,6% vs. -6,7±20,3%). Por fim, a funcionalidade traduzida por FM apresentou maior incremento em pós-24 vs. pós-12 apenas para o grupo ETCC (57,9±68,2% vs. 42,9±52,6%). Conclui-se que pacientes crônicos com sequela motora pós-AVC, submetidos à ETCC combinada a treinamento físico multimodal, exibiram maiores ganhos na força muscular, consumo de oxigênio, capacidade de trabalho e função motora do que aqueles que realizaram treinamento físico isolado. -
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Avaliação do perfil de proficiência motora e do comportamento adaptativo na Síndrome de Williams.
Publicaçãopor Maçãs, Lúcia Isabel VenturaA Síndrome de Williams (SW) é uma perturbação genética rara do neurodesenvolvimento caracterizada por alterações sensoriais, cognitivas e neuroanatómicas. O fenótipo comportamental da SW inclui um perfil cognitivo e de personalidade incomum, caracterizado por hípersociabilidade; funções preservadas no domínio da linguagem e do reconhecimento facial; e consideráveis dificuldades intelectuais, com extremas dificuldades visuomotoras que interferem nas atividades da vida diária. A avaliação da proficiência motora e do comportamento adaptativo é relevante tanto para fins científicos como clínicos, uma vez que a reabilitação será reforçada pelo conhecimento do fenótipo comportamental específico que pode ser esperado. Deste modo, a presente investigação visa avaliar o perfil de proficiência motora e o comportamento adaptativo de um grupo de adultos com SW (n=6). Para este efeito, foi utilizada a forma reduzida do Teste de Proficiência Motora de Bruininks-Oseretsky (TPMBO -2) e a Escala de Comportamento Adaptativo versão portuguesa (ECAP); cujos resultados foram analisados do ponto de vista descritivo. Os resultados confirmaram a existência de dificuldades motoras e alguns domínios adaptativos prejudicados, que podem ou não estar relacionados entre si. Com base nos resultados as dificuldades motoras e adaptativas na SW podem estar relacionadas com diversas outras varáveis, aqui exploradas descritivamente. -
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O Pulsar da Actividade Física no Ensino Pré-Escolar
Publicaçãopor Pereira, Ruben Fernando GonçalvesCom este texto pretendemos exorcisar determinadas concepções e apresentar a nossa visão de que o sucesso, no desporto pré-escolar e na Educação Física na escola, passa por um entendimento mais amplo e abrangente que o mero espaço confinado ao ginásio ou à intervenção do agente educativo. De facto, o desenvolvimento motor da criança é influenciado por uma complexidade de contextos, com especial relevo para as actividades informais de rua, no recreio escolar, em actividades institucionalizadas de tempos livres e através do jogo. Quando uma criança em idade pré-escolar apresenta dificuldades de escrita, leitura, desenho, etc, algo do movimento não está suficientemente coordenado comparativamente com os padrões normalmente aceites. Na incapacidade, normalmente detectada, e após uma avaliação feita pelo Educador, detecta-se uma insuficiência de movimentos coordenados, mediante umas acções e reações musculares inadaptadas, anti-funcionais, anti - -económicas e espacialmente inadequadas dos impulsos, podendo traduzir-se e transformar-se num futuro próximo em problemas de comportamento, baixa auto - -estima, insegurança e fragilidade psicológica. A actividade física na idade Pré-Escolar é, por todos os agentes da Educação, aceite como uma das actividades com maior relevância para o desenvolvimento integral da criança, porque promove o seu desenvolvimento e lhe proporciona enriquecedoras situações motrizes, potenciando a aquisição de valores educativos que contribuirão para um projecto de vida com saúde e socialmente saudável. -
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Efeitos de um programa de intervenção a nível Postural e locomotor numa criança com phda
Publicaçãopor Pires, Lais BittencourtOrigem: IC-onlineA Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) é a perturbação neurocomportamental persistente do desenvolvimento psicológico mais comum nas crianças em idade escolar, caracterizada por altos níveis de desatenção e/ou hiperatividade e comportamentos impulsivos. O presente trabalho é um estudo de caso realizado com uma criança de 9 anos de idade com diagnóstico de PHDA. O objetivo do estudo é analisar reflexivamente a implementação de um programa de intervenção (8 sessões, com incidência a nível postural e locomotor) na atenção e na coordenação motora global da criança em causa. Foram realizados testes, nomeadamente i) o Teste UFOV - velocidade de processamento visual e atenções dividida e seletiva, ii) o Teste Toulouse- Piéron - atenção concentrada, iii) e o Teste KTK - coordenação motora global. Foram realizadas entrevistas e aplicou-se a Escala de Conners aos pais da criança, a fim de conhecer e avaliar o comportamento da mesma fora do contexto de intervenção. Os resultados em atenção concentrada (Teste Toulouse-Piéron) melhoraram. Porém, a atenção dividida e seletiva (Teste UFOV) obteve piores resultados. Não foi possível repetir a aplicação do KTK. Pela reaplicação doa Escala de Conners aos pais, constatouse que a frequência de comportamentos, na vida diária da criança, relacionados com hiperatividade e impulsividade, diminuiu. Os resultados apontam para a importância e possível eficácia de uma intervenção motora baseada nas necessidades individuais de cada criança e com um acompanhamento adequado a longo prazo. -
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A importância do desenvolvimento de atividades de expressão motora
Publicaçãopor Heitor, Maria Ana Saragga Biscaya da SilvaEste estudo pretende mostrar o desenvolvimento de habilidades motoras num grupo crianças da educação de pré-escolar que tinha algumas dificuldades na manipulação de objetos. Além disso, o estudo mostra a importância do desenvolvimento motor em crianças com idades compreendidas entre os três e os seis anos de vida. Nesta fase a criança passa por muitas alterações e maturação a nível de motricidade fina e global. Por volta do segundo ano de idade a criança adquire todas as habilidades motoras rudimentares e entra num estágio de desenvolvimento de habilidades motoras fundamentais. Para culminar este desenvolvimento surge a manipulação de objetos. Estas habilidades são apreendidas até aos 9/10 anos. A diversidade de experiências e de estímulos vão ser importantes para desenvolver de forma contínua as habilidades motoras da criança. O educador não deve separar esta área das restantes, devendo articular todo este processo com o lado cognitivo. -
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A proficiência motora das crianças do 1º ano do 1º ciclo do Ensino Básico
Publicaçãopor Silva, Andreia Castro daOrigem: Repositório da UTADExistem diversos fatores que podem influenciar o desenvolvimento da criança, entre eles, o contexto socioeconómico e educacional. Estes fatores associados à vida sedentária das crianças, com a passagem de grande parte do seu dia sentadas, promovem o desenvolvimento da motricidade fina (MF) em detrimento da motricidade global (MG). Desde o ensino pré-escolar as crianças são colocadas em salas com dimensões reduzidas, dificultando as atividades que recorrem à motricidade global, debilitando não só a sua proficiência motora (PM), assim como a sustentabilidade de possíveis aprendizagens escolares. Neste contexto, a presente investigação foi organizada em três estudos com os seguintes objetivos: (i) - caracterizar de acordo com o género, a proficiência motora e a motricidade global e fina, de crianças do 1º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico (CEB), (ii) - verificar a influência do contexto socioeconómico e educacional na motricidade global e na motricidade fina, de crianças do 1º ano do 1º CEB e (iii) - comparar a proficiência motora das crianças do 1º ano do 1º CEB, de acordo com as vivências educacionais anteriores ao préescolar. A amostra dos três estudos incluiu 72 crianças (34 rapazes e 38 raparigas), com idades compreendidas entre os 5 e 7 anos (78,31meses ± 3,45). Os dados sobre o contexto socioeconómico e educacional da criança foram recolhidos através de um questionário e foi aplicado o Teste de Proficiência Motora de Bruininks-Oseretsky-2 Forma Reduzida (TPMBO-2 FR) para avaliar a PM, a MG e a MF. Os resultados do estudo-1 revelam que a maioria das crianças apresenta uma PM média (65,3%). Embora não se tenham verificado diferenças significativas entre a MG e a MF, a MF (68,22%) revela-se superior em ambos os géneros. As raparigas mostraram-se significativamente superiores aos rapazes nas tarefas de coordenação bilateral (p=0,050). Enquanto os rapazes foram significativamente superiores nas tarefas de coordenação dos membros superiores (p=0,003). Os resultados do estudo-2 evidenciam que relativamente à MG não se verificou nenhuma variável preditiva, ainda assim observamos que 10,7% da variância da MF foi explicada pelas habilitações literárias e profissão da mãe (p=0,008). O estatuto socioeconómico da mãe mostrou-se influente no desempenho da MF. No estudo-3 os resultados mostram que relativamente aos contextos educacionais anteriores ao pré-escolar não se registaram diferenças significativas na PM. Concluindo, a maioria das crianças do 1º ano do 1º CEB apresenta uma proficiência motora média. A motricidade fina revelou-se a motricidade mais desenvolvida em ambos os géneros, sendo que o estatuto socioeconómico da mãe se mostrou uma influência positiva no seu desempenho. -
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O contributo da motricidade humana para a aprendizagem de conteúdos matemáticos na Educação Pré-Escolar e no ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico
Publicaçãopor Mota, Bruna Isabel AlmeidaOrigem: Repositório da UTADO presente relatório relata a Prática de Ensino Supervisionada realizada em contexto da Educação Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Não se trata, por isso, de um relato simples, mas sim de um relatório de feição dissertativa, onde se procura associar a teoria à prática profissional. Mais ainda, pretende-se tratar novas abordagens, facilitadoras e motivadoras, para a aprendizagem da matemática. Reconhecida como uma ciência difícil, excessivamente baseada na realização de exercícios por meio de cálculos e procedimentos, cuja compreensão está ao alcance de poucos, a área da matemática e o insucesso associado a este domínio constituem um problema antigo que inquieta educadores e professores. Porque acreditamos que a matemática é uma ciência ao alcance de todos, apresentamos este relatório, que trata a relação entre a motricidade e a aprendizagem de conteúdos matemáticos. Com recurso ao movimento e a jogos de movimento, promove-se o pensamento matemático desenvolvendo, de forma lúdica, a capacidade de raciocínio e de mobilizar conceitos matemáticos, relacionando-os com a prática. Desta forma, a criança vive, participa e compreende um mundo que exige diferentes saberes e habilidades. Para além disso, a criança quando se movimenta, está a situar o seu corpo num determinado espaço e é assim que aprende as relações no espaço relacionadas com a matemática. O movimento permite que a criança conheça o seu próprio corpo e o que a rodeia, desenvolvendo as noções de lateralidade e direccionalidade. É, por isso, através do seu corpo que a criança estabelece as noções de distância, de profundidade, de espaço e percebe a imagem de si em relação aos objetos. A manipulação e a movimentação em torno dos objetos fazem com que a criança vá conseguindo reconhecer as suas formas geométricas, e, progressivamente, identificar as suas propriedades, como os tamanhos, número de lados, a utilidade, o peso, altura, o formato e a textura. Para além disso, permite desenvolver habilidades no âmbito das quatro operações elementares, interpretar e tratar resultados, efetuar medições, potenciando o raciocínio e a memória. Não obstante, promove valores como a partilha, o espírito de equipa, a responsabilidade, o respeito e a atenção. -
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A importância do desenvolvimento de atividades de expressão motora
Publicaçãopor Heitor, Maria Ana Saragga Biscaya da SilvaEste estudo pretende mostrar o desenvolvimento de habilidades motoras num grupo crianças da educação de pré-escolar que tinha algumas dificuldades na manipulação de objetos. Além disso, o estudo mostra a importância do desenvolvimento motor em crianças com idades compreendidas entre os três e os seis anos de vida. Nesta fase a criança passa por muitas alterações e maturação a nível de motricidade fina e global. Por volta do segundo ano de idade a criança adquire todas as habilidades motoras rudimentares e entra num estágio de desenvolvimento de habilidades motoras fundamentais. Para culminar este desenvolvimento surge a manipulação de objetos. Estas habilidades são apreendidas até aos 9/10 anos. A diversidade de experiências e de estímulos vão ser importantes para desenvolver de forma contínua as habilidades motoras da criança. O educador não deve separar esta área das restantes, devendo articular todo este processo com o lado cognitivo. -
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A motricidade e a promoção de autonomia: projeto piloto em contexto de pré-escolar
Publicaçãopor Gomes, Sara João de Freitas Castelão Lopes da PiedadeOrigem: IC-onlineA diversidade existente nas escolas apela à adoção de práticas inclusivas e equitativas. A valorização da participação dos alunos no processo educativo e de o basear nos seus interesses, é a chave para as práticas diferenciadas. No pré-escolar importa partir das atividades naturais da infância, promotoras de um desenvolvimento holístico para todas as crianças. Surge assim a motricidade, como meio para promover o seu desenvolvimento integral e, em particular, a autonomia, por ser nesta fase que se inicia a sua construção. A autonomia é uma capacidade essencial para todas as crianças, indispensável para a sua vida futura e para a sua participação na sociedade. Este projeto integra os temas Inclusão, Motricidade e Autonomia, e tem como principal objetivo perceber qual o contributo da motricidade, em particular dos jogos motores, no desenvolvimento da autonomia das crianças do pré-escolar, com ou sem necessidades específicas. Participou no estudo um grupo de 18 crianças, com uma média de idades de 4,5 anos, de uma escola da rede pública do Ministério da Educação. Foi implementado e testado um programa de intervenção baseado em jogos motores, com o objetivo de promover a autonomia das crianças. O programa teve a duração de 2 meses, com uma sessão de 45 minutos por semana. Foi avaliada, com um inquérito elaborado para o efeito, a autonomia das crianças, no momento pré e pós intervenção. Avaliou-se, ao longo da intervenção, a satisfação das crianças com as sessões. Como resultados principais, destacam-se melhorias na autonomia de todas as crianças e a elevada satisfação das crianças com o programa. A participação das crianças, com e sem necessidades específicas, em todo o programa, evidenciam a utilização de práticas diferenciadas que permitiram a inclusão de todos neste processo, onde cada um deu o seu contributo para o sucesso de todos -
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O desenvolvimento da motricidade na criança e as expressões : um estudo em contexto de Pré-Escolar e 1º C.E.B.
Publicaçãopor Condessa, IsabelOutros Autores: Borges, Carolina de Fátima BotelhoEste estudo teve como objetivo principal averiguar a percepção e práticas de professores no ensino da área das expressões e o desenvolvimento da motricidade na criança. A pesquisa foi efectuada a partir do confronto de informação recolhida através da aplicação: i. - questionário (perceção e práticas habituais de 31 educadores/ professores de várias escolas) e ii – testes para avaliação de 47 crianças (5 a 8 anos): índice de massa corporal (IMC) e motricidade geral e óculo-manual em conteúdos das expressões. Os testemunhos deixados pelos educadores/ professores orientaram-se no sentido de trabalharem mais a área da música e da expressão plástica, no Pré-Escolar e só mais tarde, no 1.º ciclo, darem um lugar de destaque ao movimento na expressão dramática e educação física. Destacaram a importância da motricidade fina nas aprendizagens cognitivas e da motricidade geral no desenvolvimento físico saudável da criança.
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- Gil, Inês Mendes 10 results 10
- Pereira, Ana Maria 10 results 10
- Polanía, Eivar Fernando Vargas 10 results 10
- Ramírez, Javier Feliciano Vega 10 results 10
- Torres, Eduardo Cintra 10 results 10
- Trigo, Eugenia 10 results 10
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- Sérgio, Manuel 3 results 3
- Araújo, Duarte 2 results 2
- Cunha, António Camilo 2 results 2
- Heitor, Maria Ana Saragga Biscaya da Silva 2 results 2
- Lima, José Carlos 2 results 2
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- Baptista, Luís Henrique Moreira 1 results 1
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- Borges, Carolina de Fátima Botelho 1 results 1
- Brito, Henrique 1 results 1
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- Caixinha, Vera Alexandra da Silva 1 results 1
- Cardoso, Francisco Manuel Correia 1 results 1
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- Carvalho, Jorge Vilela de 1 results 1
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- IBICT 29 results 29
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- Universidade Católica Portuguesa 2 results 2
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- Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro 2 results 2
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- Instituto Superior de Ciências Educativas 1 results 1
- Instituto Superior de Educação e Ciências 1 results 1
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- Universidade do Algarve 1 results 1
- Universidade de Aveiro 1 results 1
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