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  1. 1

    Desire in several keys. "A morte de Isolda"

    Publicação
    por Abelha Alves, Maria Theresa
    The poem «A morte de Isolda» com.bines sonority and poetic and polyphonically articulates the genesis myth of knowledge, the medieval myth of love-passion, Wagner’s lyrical drama in order to evidence primary opposition: life and death, matter and spirit, obedience and transgression, heaven and earth. The last aria of the opera Tristan und Isolde presents a redundant libretto that serves as a substrate to the poem of Jorge de Sena, which is a product of the intelligent listening of its author, able to recreate the music in another language. Thus the tritone that initiates the opera, inaugurating the conductive theme to him, is reproduced in the first image of the poem, accompanying it from stanza to stanza. The poem is read as myths and music are read, in the melodic horizontality and verticality of the chords and arpeggios, in order to highlight the attractive process that makes the language erotic and the poem heretical.
  2. 2

    As vozes submersas: Nome, prece e canção em The Bridge, de Hart Crane

    Publicação
    por Mancelos, João de
    Origem: uBibliorum
    Tanto os místicos como alguns escritores procuram atingir uma forma de visão. Em The Bridge, a obra maior do poeta modernista norte-americano Hart Crane, a palavra literária ultrapassa o âmbito estético e assume-se como um instrumento para atingir à visão. Nesta breve comunicação, examino como a palavra “bridge”, referindo-se à icónica “ponte de Brooklyn”, pode ser entendida, num contexto sagrado, como uma divindade, e o poema como a prece que lhe é dedicada. Para tanto, recorro à obra The Bridge, à opinião de especialistas em Crane e a mitólogos diversos.
    1999 documento de conferência Portugal acesso aberto
  3. 3

    Cultura e Religião no ambiente português: o fenómeno mitológico no pensamento de Miguel Real à luz da obra Fátima e a Cultura Portuguesa

    Publicação
    por Bueno, Luiz Augusto Corrêa
    Origem: uBibliorum
    A presente dissertação de Mestrado pretende cumprir o desiderato de estudar a relação entre a cultura e a religião no ambiente português, centrando-se eminentemente na análise do fenómeno de Fátima a partir do pensamento e cosmovisão do filósofo, ensaísta e escritor Miguel Real, sob a luz e a hermenêutica de sua obra em especial de Fátima e a Cultura Portuguesa. Procura-se, por conseguinte, perceber a forma como os elementos fenomenológicos e religiosos não só influenciam a sociedade portuguesa como também transformam Fátima num mito cultural.
    2024 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  4. 4

    Kiss of our agony thou gatherest: O sacrifício em The Bridge, de Hart Crane

    Publicação
    por Mancelos, João de
    Origem: uBibliorum
    O sacrifício e o ritual de passagem marcam presença em vários poemas da obra The Bridge (1930), a mais ambiciosa do escritor modernista norte-americano Hart Crane (1899-1932). Neste artigo, recorro às perspetivas literária e mítica para examinar os textos “The River”, “Cape Hatteras” e “The Tunnel”. Abordo-os com o objetivo de estudar a tensa dialética entre passado e presente, espiritualidade e materialismo, fé e tecnologia, liberdade e capitalismo. Pretendo, assim, evidenciar o desejo que Crane tinha de erguer uma nova América, mítica e digna de ser poetada. Para tanto, recorro à minha opinião, a especialistas na obra de Hart Crane, com destaque para Paul Giles, Vincent Quinn e Jack Wolf, e a diversos mitólogos.
    1998 artigo Portugal acesso aberto
  5. 5

    O mito da Terra-Mãe-Deusa em The Bridge, de Hart Crane

    Publicação
    por Mancelos, João de
    Origem: uBibliorum
    Neste artigo, demonstro como o poeta modernista Hart Crane (1899-1932), na sua obra mais célebre, The Bridge (1932), apresenta diversas mulheres, associando-as ao ancestral mito da terra-mãe-deusa. Na secção “Powhatan’s Daughter”, o texto “The Harbor Dawn” transmite a concomitância terra-mulher, uma vez que a América é identificada com a princesa ameríndia Pocahontas. Posteriormente, “Indiana” refere as ligações entre mãe e filho, e entre duas mães de raças e civilizações diferentes. Em seguida, a trilogia simbólica “Three Songs” expõe a mulher como um ente de três rostos: mãe, prostituta, deusa. “Quaker Hill” encerra com o elogio de duas figuras exemplares da história cultural norte-americana: Emily Dickinson e Isadora Duncan. Para escorar o estudo, recorro à minha opinião, a especialistas na obra de Hart Crane, com destaque para Paul Giles, Vincent Quinn e Jack Wolf, e a diversos mitólogos.
    1997 artigo Portugal acesso aberto
  6. 6

    Para caminhar sobre as águas: Adivinhação e epifania nos poemas ‘Ave Maria’ e ‘Atlantis’, de Hart Crane

    Publicação
    por Mancelos, João de
    Origem: uBibliorum
    O poeta modernista norte-americano Hart Crane, na sua obra maior, The Bridge (1930), procura harmonizar a América materialista do passado com a América espiritual do futuro. Pretendo demonstrar que, nas composições “Ave Maria” ou “Atlantis”, a) o sujeito poético se assume como um vidente ou profeta, capaz de vislumbrar o amanhã; b) ambiciona cantar a América do devir, espécie de Atlântida ressurgida das águas. Para tanto, recorro à obra e às cartas de Crane, ao trabalho de ensaístas reputados e à minha opinião.
    1999 artigo Portugal acesso aberto
  7. 7

    A figura da Llorona no romance Heart of Aztlán, de Rudolfo Anaya: sobrevivência de um mito no rio do tempo

    Publicação
    por Mancelos, João de
    Origem: uBibliorum
    A Llorona é uma personagem bem conhecida de numerosas lendas, poemas e canções do sudoeste. Alguns historiadores acreditam que este mito tem origem na deusa asteca Cihuacoatl, enquanto outros traçam a sua origem até à colonização do novo mundo. Neste artigo, argumento que, no romance Heart of Aztlán, de Rudolfo Anaya, a Llorona é recriada para adquirir novos significados: a) uma velha louca, que vive nas margens de um canal e assusta tanto os adultos como as crianças; b) uma bruxa, possuidora da “piedra nala”, um seixo com poderes mágicos; c) as sirenas da polícia e da fábrica, ambas símbolos da repressão dos trabalhadores chicanos; d) a nova chicana, uma mulher independente, demonizada pela sociedade patriarcal. Para ilustrar os diversos sentidos possíveis da Llorona, recorro ao romance Heart of Aztlán; ao trabalho de folcloristas mexicanos-americanos; e à opinião de vários especialistas na ficção de Rudolfo Anaya.
    2001 artigo Portugal acesso aberto
  8. 8

    A Bárbara: o corpo bandeira da mulher revolucionária e as práticas feministas nas artes

    Publicação
    por Rodrigues, Brisa Mirele Barbosa
    Origem: Oasisbr
    Esta dissertação parte da imagem do corpo bandeira (GOMES; SORJ, 2014), para instaurar um estudo panorâmico acerca de performances feministas em contexto acadêmico no Brasil. A compreensão da performance como plataforma de reivindicações de mulheres constrói justamente o suporte para o campo empírico desta pesquisa, que abarca justamente o desenvolvimento de uma performance autoral, a partir da experiência com os procedimentos da Mitodologia em Arte (LYRA, 2015). Previamente intitulada de A Bárbara, tal performance, que toma a forma de perforpalestra pessoalmente concebida, toma como bandeiras de criação: a figura mitológica de Antígona e as ex-presidentas do Brasil, Bárbara Alencar e Dilma Roussef. Entendendo a mulher revolucionária como mito-guia de minha performance autoral, inicio um ritual de rememoração, onde sou o dínamo entre estas três bandeiras, olho para trás e adiante, articulando imagens do passado e do presente (BENJAMIN, 1987) e procurando incitar uma ação política no mundo.
    2023 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  9. 9

    O olhar que distorce o tempo e o espaço: Mitocrítica do discurso científico na Teoria da Relatividade

    Publicação
    por Silva, Samuel de Sousa
    Origem: Oasisbr
    In this research, we observed how the scientific discourse, in this case the theory of relativity, was established as a persuasive discourse that posits not only truths about the workings of the cosmos, but states, above all, to himself as "the discourse of truth ". We demonstrate that the structure of persuasive discourse corresponds to the structure of mythic discourse and, therefore, the scientific discourse of Relativity Theory consists of a myth that structure. In this research, we reread the fundamental concepts of the theory of relativity, namely the concepts of time and space, and how the exaltation of the figure of the observer puts it, in the sphere of natural science, philosophical questions that mirror the human anguish. Thus, the scientific discourse of the Theory of Relativity is guided by the same motivational guidelines of the mythic discourse. We postulate that science, as the myth, are speeches own of the curious mindset developed by mankind seeking to satisfy their need for knowledge, creating methodologies and epistemologies able to produce them. Thus, both the mythical and the scientific discourse are answers to this mentality own of homo sapiens and therefore, have the function of providing satisfaction to such subject of the knowledge own of the human being. We demonstrate that the theory of relativity is philosophically about the themes of the time determinations about the man and the struggle of this man against time and death. And that the discourse of the theory of relativity has as structure deep the mythologem of the myth of Zeus, and therefore it is an update to the demands and conditions of current truth of the myth of Zeus as a representation of the man who wins the time and is established as the center of the universe.
  10. 10

    A construção social da ilusão uma análise das relações entre narrativa jornalística, mito e modernidade na Veja

    Publicação
    por Umbelino Filho, José Eduardo Mendonça
    Origem: Oasisbr
    This work questions how Brazilian magazine Veja has narratively connected events, opinions and interpretations in its journalistic narratives of the first ten years of the 21st century. We suggest that it is plausible, and productive, to analyze such narratives of our time as myths, once they are a product of a modern society which is also somewhat mythical. Therefore, in our work, we try to relate myth, Modernity and journalism within the perspective of social construction of reality, in order to infer a theory of social construction of illusion. We focus on the covers and editorials of Veja magazine, from 2005 to 2015, and follow its slow knitting of narratives over time, as well as its symbolic constitution of dualities, contradictions, overlaps, and other mechanisms of bonding between different events.