Search Results
Publication Catalog - All
- Showing 1 - 4 results of 4
-
1
Serviços de suporte comunitários orientados para o recovery das pessoas com experiência de doença mental
Publicationby Duarte, Maria Teresa de CastilhoNos últimos anos, o recovery emergiu como um novo paradigma na saúde mental. Com base nas narrativas das pessoas com experiência de doença mental e nos resultados de vários trabalhos de investigação, o recovery é uma experiência mais comum do que era tradicionalmente expectável e uma possibilidade para as pessoas com doença mental. O paradigma do recovery tem vindo também a ser proposto como linha orientadora do planeamento dos serviços e das políticas públicas de saúde mental. Este estudo tem como objectivo aprofundar o conhecimento sobre os factores organizacionais dos serviços de suporte comunitários que são promotores dos processos de recovery das pessoas com experiência de doença mental, no sentido de contribuir para a melhoria das intervenções. O estudo foi realizado numa organização comunitária. Utilizando uma metodologia de investigação-acção participativa, analisou as percepções que os três grupos de stakeholders - utilizadores dos serviços, as suas famílias e os profissionais, têm sobre práticas desenvolvidas pela organização, envolvendo os participantes na análise dos resultados e na elaboração de propostas de melhoria dos serviços. Os serviços orientados para o recovery adoptam uma abordagem ecológica na sua análise dos problemas e estratégias de intervenção, desenvolvem uma cultura de esperança e empowerment, estabelecem uma relação coíaborativa e de partilha de poder entre os vários os stakeholders e promovem a participação e integração social das pessoas com experiência de doença mental. -
2
Recovery e medicação: Perspectivas e percepções de indivíduos com experiência de doença mental
Publicationby Mendes, Carla Sofia Almeida eSendo notória a pertinência das questões relacionadas com a saúde mental dada a sua elevada incidência à escala mundial, surgem novos debates em torno do conceito emergente de recovery. A relação entre a medicação psiquiátrica e o recovery é um tema complexo e controverso, estando a área da saúde mental repleta de relatos que salientam o valor dos medicamentos no recovery e, em simultâneo, de opiniões que testemunham uma posição contrária à medicação, realçando os seus efeitos secundários severos e debilitantes. Abandonando uma focalização excessiva na doença e nos seus sintomas, o objectivo deste trabalho é compreender quais as percepções e perspectivas de indivíduos com experiência de doença mental acerca da utilização da medicação no recovery. Utilizando uma metodologia qualitativa, realizaram-se 35 entrevistas semi-estruturadas a indivíduos com experiência de doença mental, pertencentes a uma organização comunitária - Associação para o Estudo e Integração Psicossocial. As entrevistas foram analisadas através da técnica de análise de conteúdo, com a utilização do software Nvivo 7. Os resultados indicam que os participantes consideram que a utilização da medicação é 'uma solução de recurso' e que apesar dos efeitos secundários, constitui uma ajuda para a realização das actividades diárias, conferindo sensações de 'tranquilidade e segurança'. Dos discursos ressalta a ideia de que a medicação não é tida como a única opção racional para reduzir os sintomas da doença. A medicação é apenas uma de entre muitas opções e escolhas no recovery, sendo evidente o desejo dos participantes serem considerados pessoas com uma vida para além dos sintomas e da medicação. Esta visão do papel da medicação permite concluir acerca de uma necessária transição paradigmática dos modelos médicos para que contemplem formas holísticas de abordagem da doença mental, continuando a existir necessidade de explorar, em colaboração com pessoas com experiência de doença mental, diferentes formas de orientar práticas e serviços que possam constituir ajudas potenciais do recovery. -
3
Lay rationalities about madness and mental illness: a study in the north of Portugal
Publicationby Alves, FátimaThe way in which societies relate to madness is in accordance with dominant concepts about the world (Benedict, 1934; Devereux, 1970). Modern rationality has created mental illness as an ‘object’ controlled by medicine (Foucault, 1987).The concepts, attitudes and practices associated with mental illness in modern societies are different in the scientific universe of psychiatry and in the lay universe that is culturally distant from the scientific representation of the body, the disease and the patient (Devereux, 1970). The semi‐peripheric condition of Portuguese society is the factor which allows characteristics typical of developed societies to co‐exist on a par with characteristics typical of less developed and less complex societies (Santos, 1990). This situation leads us to believe that inside the more universal system of modernity, the explanation of insanity and mental illness in Portuguese society contains some specifics. The study that we present here centers on the lay knowledge system in explaining mental suffering and mental illness. In this context we try to understand to what level the common universe of perceptions, attitudes and practices associated with mental suffering and mental illness has been penetrated by psychiatry. What other thought and action systems apart from this, can people turn to? How people identify, conceive, explain and deal with mental suffering and with mental illness? We try to understand the various elements of the mental life such as thoughts, beliefs, values, feelings, actions, as mediations of the interaction between the personal and the social and cultural spheres. This work was influenced by Geertz’s argument to describe experience from ‘the native’s point of view’ (Geertz, 1983) and the Lahire’s (2005) argument about the ‘plurality of habitus and contexts of action’ ‐ deriving from Bourdieu’s (1979) conceptualization about habitus ‐ that influence the social action. Our report is the result of the analysis of information gathered from interviews with a diverse random sample of 68 men and women from the north of Portugal. -
4
Individual placement and support (IPS): how to address employment needs of people with mental health poblems in Porto
Publicationby Campos, CarlosOther Authors: Silva, Liliana; Pereira, Luísa; Marques, António; Queirós, CristinaEmployment is one of the main concerns of patients with mental illness. Several international guidelines state that Individual Placement and Support (IPS) is the most effective intervention to address these needs. It is based on several principles such as focus on competitive employment, attention to client preferences, rapid job search, individualized job supports and eligibility based on client choice.
Search Tools:
Refine Results
Page will reload when a filter is selected or excluded.- Mental ilness
- Community psychology 2 results 2
- Doença mental 2 results 2
- Empowerment 2 results 2
- Psicologia comunitária 2 results 2
- Entrevista 1 results 1
- Individual Placement and Support 1 results 1
- Integração social 1 results 1
- Interview 1 results 1
- Lay rationalities 1 results 1
- Madness 1 results 1
- Medication 1 results 1
- Medicação 1 results 1
- Recovery 1 results 1
- Social integration 1 results 1
- Social support 1 results 1
- Suporte social 1 results 1
- see all…