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  1. 1

    Isolated Nodal Retroperitoneal Sporadic Lymphangioleiomyomatosis

    Publicação
    por Soeiro, Bárbara
    Outros Autores: Correia-Pinto, João; Vasconcelos, Alexandre; Salgado, Matilde
    Lymphangioleiomyomatosis is a rare disease (1/1 000 000) with multisystemic involvement, most commonly presenting with cystic lung disease. Reports of isolated nodal lymphangioleiomyomatosis rare. Its treatment and prognosis are not well established. We describe a 48-year-old female patient presenting with ureter compression by an extensive retroperitoneal mass. Biopsy showed nodal lymphangioleiomiomatosis. A partial surgical resection of the lesions was performed. She is under yearly thoraco-abdomino-pelvic computed tomography control, last performed 3 years after diagnosis, with no lung involvement or new abdominal lesions. She evolved to menopause after 6 months. Some case series suggest that isolated nodal lymphangioleiomyomatosis may precede lung involvement by one to two years, having size as a risk factor (>10 mm). Relative stabilization of the disease course in postmenopausal women is described. This case reports an atypical evolution, with two >10mm diameter lesion, with 3-year follow-up without pulmonary, renal or other forms of lymphatic involvement.
  2. 2

    Associação entre transtornos mentais comuns, distúrbios do sono e sinais e sintomas menopáusicos: Pesquisa Saúde da Mulher 2015 - São Leopoldo/RS

    Publicação
    por Neutzling, Agnes Ludwig
    Origem: Oasisbr
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    2021 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  3. 3

    Mulheres assistidas na atenção primária à saúde no contexto da menopausa, no município de Unaí-MG

    Publicação
    por Martins, Maria das Neves
    Origem: Oasisbr
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    2021 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  4. 4

    Mulher, menopausa e climatério: uma análise do discurso em periódicos de medicina

    Publicação
    por Senna, Regina Amélia de Magalhães
    Origem: Oasisbr
    Este trabalho se propõe a realizar uma análise do discurso da biomedicina sobre a mulher no período do climatério a partir de pesquisa em periódicos de medicina, tomando como referência a produção aócio-antropológica sobre gênero, corpo, envelhecimento, perturbações mentais e menopausa. Na sociedade ocidental moderna pode ser identificada uma crescente tendência na busca por explicações calcadas na biologia (como as trocas neuroquímicas e as taxas hormonais) para o sofrimento humano, em detrimento das influências dos contextos histórico, social e pessoal de cada sujeito. Tais explicações abarcam não apenas o adoecimento físico e psíquico, mas muitas vezes o próprio cotidiano do ser humano. A pesquisa nos periódicos revelou uma imagem da mulher bastante frágil e vulnerável no climatério, sujeita não somente a uma sintomatologia típica desta fase (fogachos, insônia, ansiedade e depressão), como também a graves patologias. A definição cada vez mais frequente da mulher a partir das suas taxas hormonais vem sendo reforçada no discurso biomédico através da indicação da TRH ( terapia de reposição hormonal) para tratar a sintomatologia física e psíquica que acompanha este período, assim como para a prevenção de osteoporose, problemas urinários e cardiovasculares. Encontraram-se algumas posições mais relativizadoras mesmo dentro da área médica. No entanto, o discurso da biomedicina ainda se apresenta hegemônico e encompassador, sendo que no caso da mulher no climatério as taxas hormonais é que em última instância irão definir como esta irá responder às modificações de seu cotidiano.
    2023 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  5. 5

    Deficiência de vitamina D e menopausa: efeitos no fígado e no tecido adiposo periovariano de camundongos

    Publicação
    por Borges, Celina Carvalho
    Origem: Oasisbr
    No presente estudo, avaliamos o impacto da deficiência de vitamina D em camundongos fêmeas ovariectomizadas. A hipótese do nosso estudo é que a deficiência de vitamina D aumenta a inflamação no tecido adiposo e promove acúmulo de gordura hepática em modelo de menopausa. Camundongos C57BL/6 fêmeas, com três meses de idade, foram ovariectomizados ou não, e divididos em grupos controle (C, alimentado com dieta padrão), ovariectomizados (Ovx, alimentado com dieta padrão), controle sem vitamina D (C (D-), alimentado com dieta padrão sem vitamina D) e ovariectomizados sem vitamina D (Ovx (D-), alimentados com dieta padrão sem vitamina D) por doze semanas. Como resultados, no grupo Ovx (D-), houve resistência à insulina e intolerância à glicose, além do aumento da massa corporal. No fígado, houve aumento da esteatose hepática, com consequente aumento da lipogênese e inflamação, fatores que foram comprovados pelo aumento na expressão de genes e proteínas responsáveis pelo metabolismo lipídico. Além disso, houve redução da beta-oxidação de ácidos graxos. No tecido adiposo periovariano, a ovariectomia aumentou a área média dos adipócitos e a expressão proteica e gênica de citocinas pró-inflamatórias. Associado aos achados supracitados, houve aumento do metabolismo local da vitamina D, como forma de compensar a deficiência dessa vitamina. Em conclusão, os achados experimentais atuais são robustos e demonstram que a ovariectomia e a restrição dietética de vitamina D em camundongos têm efeitos adversos aditivos que levam a um aumento da massa corporal, da esteatose hepática e resistência à insulina. Esses achados estão ligados ao aumento dos marcadores de lipogênese e diminuição da beta-oxidação, predispondo ao acúmulo de gordura no fígado, assim como o aumento da inflamação no tecido adiposo periovariano.
    2023 tese de doutoramento Brasil acesso aberto
  6. 6

    A vivência do processo de menopausa para mulheres: uma contribuição para a enfermagem

    Publicação
    por Kantoviscki, Andréia Lara Lopatko
    Origem: Oasisbr
    Estima-se que, no ano de 2025, 23% da população total dos países desenvolvidos estarão com mais de 60 anos, evidenciando-se assim o envelhecimento gradativo do contingente populacional destes países. Deste modo, é perceptível o contingente de mulheres que estarão vivenciando a fase da menopausa com seus efeitos biológicos, psicológicos e sociais. As mudanças hormonais e fisiológicas que acontecem nas mulheres durante a fase da menopausa, acompanhadas pela desvalorização estética do corpo e por toda uma sintomatologia física e psíquica, têm sido interpretadas como perda da feminilidade, sinalizando o envelhecimento inevitável e a finitude. No entanto, muitos dos desconfortos que as mulheres vivenciam nesta fase não se devem às mudanças biológicas, mas ao seu processo de socialização, caracterizando a influência de gênero. Neste contexto, este trabalho teve como objeto o estudo da influência da relação de gênero na vivência e no significado do processo da menopausa, tendo como objetivos: descrever a vivência da menopausa a partir da perspectiva de mulheres que a vivenciam e identificar as particularidades relacionadas ao gênero diretamente envolvidas na experiência da menopausa a partir da perspectiva das mulheres. Para desenvolvimento do trabalho foi utilizada abordagem qualitativa de natureza descritiva com vinte mulheres de idade entre 45 e 55 anos que apresentavam menopausa espontânea e eram clientes das Unidades Básicas de Saúde da cidade de Curitibanos-SC, no período de 1 a 15 de outubro de 2009. Para a coleta de dados foi utilizado um roteiro de entrevista semi-estruturada com uma questão norteadora: Fale-me como é para você estar vivenciando a menopausa. A interpretação e análise foram feitas através de análise de conteúdo do tipo temática descritas por Bardin. Nas narrativas, identificaram-se categorias que foram integradas em quatro temas principais: 1- Vivenciando a Menopausa, 2- Identificando Transformações no Corpo e na Vida, 3- Cuidando de Si, 4- Buscando Informações/Influências e Construindo Conhecimento. Foi possível identificar nessas categorias que as mulheres trazem o conceito de que a fase da menopausa é uma doença, e relacionam essa fase com envelhecimento e declínio físico, a qual traz grandes sofrimentos, o que demonstra a influência de gênero no vivenciar desta fase. As entrevistadas explicitaram em suas falas diversos sintomas que as incomodavam e interferiam em suas atividades diárias e na sua maneira de ser, repercutindo muitas vezes no seu comportamento familiar e profissional. O conhecimento sobre a menopausa, neste grupo de mulheres, foi construído ao longo de suas vidas e reflete as suas realidades culturais e sociais, deixando evidente a escassez de fontes de informação e os tabus relacionados com relação à fase da menopausa. Este estudo contribui com a geração de conhecimentos levando em consideração os efeitos que a influência de gênero pode ter na vivência e percepção da menopausa, desmistificando-a para que a vivência das mulheres durante esse período não seja condicionada por estereótipos e crenças relacionadas ao gênero.
    2021 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  7. 7

    Fogacho como marcador de risco cardiovascular na pós-menopausa recente: efeitos de tratamentos não hormonais

    Publicação
    por Rech, Ciciliana Maíla Zilio
    Origem: Oasisbr
    Neste ensaio clínico duplo cego, os efeitos de tratamentos não hormonais para os fogachos sobre a função endotelial, componente autonômico e pressórico da função vascular de mulheres na pós-menopausa recente foram investigados, através do uso da paroxetina na dose de 7,5 mg/dia e de placebo. Também avaliou-se os efeitos de ambos sobre sonolência diurna, qualidade do sono e percepção de estresse. Foram incluídas 142 pacientes (72 no grupo paroxetina e 70, no grupo placebo). A função endotelial foi avaliada por pletismografia de oclusão venosa (POV), o componente autonômico, por eletrocardiografia (ECG) de 10 minutos e a pressão arterial, através de monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA). Sonolência diurna, qualidade do sono e percepção de estresse foram avaliados pela Escala de Sonolência de Epworth (ESS-BR), pelo Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (PSQI-BR) e pela Escala de Estresse Percebido (PSS), respectivamente. Também foram avaliados os níveis de estradiol (E2) e sex hormone-binding globulin (SHBG). Houve redução significativa dos fogachos tanto no grupo paroxetina quanto no grupo placebo; entretanto, menores níveis de E2 (pré-tratamento no grupo paroxetina comparado ao grupo placebo; pós intervenção nos dois grupos, mais importante no grupo placebo, comparados ao basal) se refletiram em menores fluxos à hiperemia reativa, a despeito da redução dos fogachos em ambos os grupos. Ainda, o delta de E2 apresentou correlação direta significativa com os deltas absoluto e relativo do fluxo basal e com os deltas do fluxo pós-hiperemia reativa na amostra total. Após ajuste para os níveis de E2, a correlação inversa da nota dos fogachos com a média do fluxo pós hiperemia reativa na amostra total não manteve significância estatística e houve perda da correlação direta inicialmente observada entre nota de fogachos e pressão arterial sistólica (PAS) média do sono na amostra total. Houve no grupo paroxetina aumento dos componentes parassimpáticos HF e pNN50 à análise da variabilidade da frequência cardíaca e aumento da vasodilatação endotélio-independente à POV. Houve redução significativa dos sintomas psíquicos e do Índice de Kupperman-Blatt (IKB) além de melhora da qualidade do sono pelo PSQI- BR em ambos os grupos, porém aumento significativo das horas de sono ocorreu apenas no grupo placebo, à avaliação subjetiva. Aumento significativo de índice de massa corporal (IMC) ocorreu no grupo paroxetina, entretanto, não foi acompanhado de aumento na circunferência abdominal (CA). Em relação aos demais efeitos colaterais relatados, não houve diferenças significativas entre os grupos. Em conclusão, a redução dos fogachos per se não melhorou a função endotelial tornando pouco provável que o sintoma vasomotor em si seja o responsável direto pela disfunção endotelial. A redução dos fogachos pareceu ocorrer por efeito predominante no sistema nervoso central. Os níveis de E2 pareceram ser os responsáveis pela função endotelial neste estudo. Diferentemente do placebo, a paroxetina pareceu modular o sistema nervoso autônomo através do aumento do tônus parassimpático, o que pode trazer algum beneficio além da mera redução de sintomas em mulheres na pós-menopausa.
    2021 tese de doutoramento Brasil acesso aberto
  8. 8

    Repercussões e diferenças da menopausa recente pós ooforectomia bilateral comparada à menopausa natural na composição corporal, perfil metabólico, reatividade vascular, sexualidade...

    Publicação
    por Rech, Ciciliana Maíla Zilio
    Origem: Oasisbr
    As reais funções dos ovários após a menopausa e as consequências dos baixos níveis de testosterona em mulheres submetidas à ooforectomia bilateral são ainda pouco conhecidas. Com o objetivo de avaliar se os baixos níveis de testosterona influenciam as funções vascular, sexual e metabólica, a composição corporal, além da cognição e do humor, desenhou-se um estudo observacional, do tipo caso-controle. Nele, 81 mulheres menopausadas, sendo 36 com ooforectomia bilateral (O) e 45 controles com os dois ovários (C), adequadamente compensadas dos sintomas climatéricos com gel de estradiol, foram avaliadas através de pletismografia de oclusão venosa, bioimpedância, densitometria por DEXA, perfil bioquímico, hormonal e inflamatório. A função sexual, a cognição e o humor foram avaliados, respectivamente, pelo Female Sexual Function Index (FSFI), Mini Mental e Inventário de Beck (BDI). Os níveis de testosterona total (TT) nas O foi de 13,8 ng/ dl±14,4 vs. 27 ng/ dl±19,4 nas C (p = 0,001). O fluxo da artéria braquial no antebraço, em ml/min/100 ml de tecido, foi menor nas O comparadas às C tanto na análise basal (1.89±1.23 vs. 2.20±0.92, p=0.036), quanto após hiperemia reativa (dilatação endotélio-dependente, 3.74±1.87 vs. 4.58±2.31, p=0.031) e após uso de nitroglicerina (dilatação endotélio-independente, 1.53±0.89 vs. 1.82±1.06, p=0.025). Houve correlação positiva entre os níveis de TT e fluxos basais da pletismografia (FB1 e FB2), com r = 0,235 e 0,233; p = 0,034 e 0,036, respectivamente. A correlação positiva ocorreu também com fluxo pós-nitroglicerina (FPN), r = 0,312, p = 0,004, mas não foi estatisticamente significativa com o fluxo pós-hiperemia (FPH), r = 0,184, p = 0,1. Os níveis de sVCAM1 (soluble Vascular Cell Adhesion Molecule-1) apresentaram correlação negativa com os níveis de TT (r = - 0.320, p=0.005) e os níveis de IGF1 (Insulin-like Growth Factor-1), correlação positiva (r=0.290, p=0.013). Os escores do FSFI foram maiores em O, representando uma melhor função sexual neste grupo (p=0.003). Os grupos não diferiram na composição corporal e nos questionários para depressão e cognição. Em conclusão, a ausência de produção ovariana de testosterona em mulheres O se associou com pior reatividade vascular ou disfunção endotelial quando comparado com mulheres C. Não foi observada pior função sexual em O comparadas às C, nem houve relação entre os níveis de TT e escores de função sexual, depressão ou cognição.
    2021 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  9. 9

    Alterações na biodisponibilidade de óxido nítrico e no estresse oxidativo em plaquetas de mulheres na pós-menopausa

    Publicação
    por Mury, Wanda Vianna
    Origem: Oasisbr
    O risco de desenvolver doença cardiovascular aumenta com o avançar da idade, sendo exponencialmente maior em mulheres após a menopausa em relação a mulheres em idade reprodutiva. Esse aumento pode ser, em parte, explicado por uma hiperatividade plaquetária e disfunção endotelial nessas mulheres. Em plaquetas, o óxido nítrico é uma molécula essencial para a inibição da sua ativação e agregação; cuja biodisponibilidade depende de sua síntese e inativação por espécies reativas de oxigênio. Assim, o presente estudo visa determinar os efeitos da menopausa sobre a função plaquetária, biodisponibilidade de óxido nítrico e estresse oxidativo. Para tal, a amostra foi constituída por mulheres sendo elas 15 jovens entre 20 e 40 anos (grupo controle), 12 mulheres entre 45 e 60 anos pós-menopausadas há no mínimo 12 meses que não faziam uso de reposição hormonal e que não possuíam fatores de risco para doença cardiovascular. Os resultados demonstraram que mulheres pós-menopausadas apresentam uma hiperagregação plaquetária induzida por colágeno em relação a mulheres jovens. Essas mulheres também apresentaram o influxo de L-arginina aumentado em relação ao grupo controle. No entanto, a atividade da enzima óxido nítrico sintase estava diminuída nas mulheres após a menopausa, assim como os níveis plasmáticos de L-arginina. A expressão das enzimas iNOS e eNOS não diferiu significativamente entre os grupos. A expressão das subunidades 1 e 1 da enzima guanilato ciclase, e a fosfodiesterase 5 não se apresentaram diferentes entre os grupos. A expressão das enzimas glutationa peroxidase, subunidades gp91phox e p47phox da NADPH oxidase não estavam alteradas em plaquetas de mulheres pós-menopausadas, já a catalase estava mais expressa neste grupo. Em relação à atividade das enzimas antioxidantes, foi observado um aumento na superóxido dismutase em mulheres pós-menopausadas. Esse grupo apresentou ainda níveis mais elevados de grupamentos sulfidrila. Já em relação a danos proteicos não foi possível observar diferença entre os grupos. Dessa forma, esses resultados podem contribuir para uma melhor compreensão da hiperagregação plaquetária observada nas mulheres após a menopausa, o que, por sua vez, pode contribuir para a elucidação de mecanismos envolvidos na morbidade e mortalidade cardiovascular elevada nessa população.
    2021 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  10. 10

    Alterações estruturais cardíaca e aórtica na menopausa cirúrgica associada à hipertensão renovascular em ratos

    Publicação
    por Mendonça, Leonardo de Souza
    Origem: Oasisbr
    A menopausa e a hipertensão podem alterar o remodelamento cardiovascular, porém pouco se sabe sobre sua associação no remodelamento ventricular esquerdo e na aorta. As ratas foram separadas em quatro grupos com seis animais cada: grupo Sham, OVX (ratas ooforectomizadas), 2K1C (ratas com dois rins, um clipe), e grupo 2K1C+OVX com período experimental de 11 semanas. O ventrículo esquerdo (VE) e a aorta torácica foram removidos e analisados (microscopia de luz, imuno-histoquímica e estereologia). A citologia vaginal mostrou que os animais dos grupos Sham e 2K1C ciclaram normalmente, entretanto, os animais dos grupos OVX e OVK+2K1C permaneceram na fase do diestro ou proestro. Comparado ao grupo Sham, a pressão arterial aumentou 12% no grupo OVX e 35% maior nos grupos 2K1C e OVX+2K1C. A relação massa do VE/comprimento da tíbia e a área seccional média de cardiomiócitos aumentaram em todos os grupos com exceção do grupo Sham. A vascularização intramiocárdica foi reduzida cerca de 30% em relação ao grupo Sham, não havendo diferença significativa entre os grupos OVX, 2K1C e OVX+2K1C. O tecido conjuntivo cardíaco teve um aumento superior a 45% nos grupos 2K1C e OVX+2K1C comparados ao grupo Sham, sem diferença entre o os animais do grupo Sham e OVX. O número de núcleos de cardiomiócitos do VE foi gradualmente menor nos grupos OVX, 2K1C e OVX+2K1C, sem diferença entre os dois últimos grupos. Imuno-histoquímica positiva para receptor AT1 da Ang II nas células musculares lisas da túnica média da aorta foi observado em todos os grupos. Estes resultados indicam que a ooforectomia e a hipertensão renovascular agem aumentando a pressão arterial independentemente, com conseqüente remodelamento cardíaco adverso, com estímulo maior da hipertensão renovascular que da menopausa induzida cirurgicamente.
    2021 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto