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Catálogo de Publicações - Todos

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  1. 1

    Sartre e a unidade de seu pensamento

    Publicação
    por Feitosa, André Luís de Oliveira
    Origem: Oasisbr
    Trata-se de uma tese que visa demonstrar que, ao contrário das perspectivas de diversos comentadores da obra filosófica de Jean-Paul Sartre, há uma nítida continuidade no pensamento do referido filósofo. Para que esta hipótese possa ser demonstrada é usada como bibliografia comparativa as obras O Ser e o Nada e A crítica da razão dialética. As comparações de alguns trechos dessas obras permitem mostrar o quanto são aproximadas e que, longe de serem contraditórias são na verdade contrapontos na estrutura complexa do existencialismo ateu de Sartre. Alguns autores são citados, ainda que indiretamente, apenas para provar as incongruências daqueles que veem dois Sartre e que, desde o princípio, o existencialismo sartreano tem uma profunda conexão e elo com o marxismo histórico e sua global visão do homem e da sociedade, ainda que com novidades próprias da fenomenologia. Embora a tese tenha como intuito mostrar que a segunda fase do pensamento de Sartre não é uma ruptura com a primeira, mas sim uma evolução, um acréscimo, o conceito de liberdade sofre uma mutação entre as obras O Ser e o Nada e Crítica da razão dialética, na medida em que passa de um conceito exclusivamente individual ligado à fenomenologia para uma significação de liberdade coletiva, na qual esta deve se atualizar, seja pela luta do indivíduo consigo mesmo e suas contingências, seja, sobretudo, com a luta de classes que o marxismo propõe e Sartre adota para sua filosofia e que irá possibilitar que a grande manifestação, já vista como dissemos, no O Ser e o Nada, possa se realizar coletivamente.
    2021 tese de doutoramento Brasil acesso embargado
  2. 2

    A l'assaut du ciel: de la fragilité du marxisme au quotidien, des enfants et de la mélancolie

    Publicação
    por Coelho, Rui Pina
    Dans ce texte, je vais essayer de rendre compte de ma pratique de dramaturge et de dramaturgiste, notamment dans le cadre du TEP - Teatro Experimental do Porto [Théâtre Expérimental de Porto], dirigée par l’acteur et metteur-en-scène Gonçalo Amorim, en présentant un contexte général des prémisses du travail qui y est développé et des différentes lignes de recherche (évoquant certaines performances, notamment « l'adaptation » du roman Esthétique de la Resistance, de Peter Weiss, en 2022) ; et, plus en détail, dans une deuxième partie du texte, rappelant la création du spectacle Karl Marx raconté à mes enfants et rappelé au peuple , créé en 2017, à Lisbonne, un spectacle écrit et interprété par moi (avec le musicien, acteur et conteurs d'histoires, Carlos Marques), une tentative hésitante d'expliquer à un jeune public ce que signifie être marxiste au 21e siècle – ou, du moins, "d'essayer tous les jours".
    2023 artigo Portugal acesso restrito
  3. 3

    Contribuição do marxismo original para se pensar as relações sociais de sexo

    Publicação
    por Cassimiro, Hugo Leonnardo
    Origem: Oasisbr
    La conception des relations sociales dans les années 1840 dans les oeuvres de Marx et Engels implique l'historicité de ces relations et l'inséparabilité de la production de nouveaux individus, la production de moyens de vie et la satisfaction des besoins qui en découlent; les relations sociales constituent des modes de vie, de production, de division du travail et des formes de propriété, d’état, de pouvoir ainsi que des représentations et idéologies ; la production, en tenant compte de la division sexuelle du travail avant la formation des sociétés de classes en tant que rustique, est peu développée, et donc non de façon naturelle, dans le sens d’anhistorique ; où les relations constituent des classes sociales par la position que les individus vont prendre dans celles-ci ; et la compréhension des sociétés humaines doit prendre en compte la formation de multiples relations sociales et historiques. A propos des rapports sociaux de sexe, ils sont constitués de la division sexuelle du travail, de la division du pouvoir et de la catégorisation sexuelle articulant des éléments matériels et idéaux. En ce sens, considérant le marxisme à travers sa propre méthode, il est clair qu'il est l'expression théorique du prolétariat révolutionnaire. Les interprétations des écrits de Marx et d'Engels, dans l’intention d'identifier ou de réfuter les possibilités de penser les rapports sociaux de sexe manquent souvent d'approfondissement dans le travail de ces auteurs et de précision sur l'être du marxiste. A ces fins, je vous présenterais le débat quant à ces possibilités; je définirais le concept de marxisme e des rapports sociaux de sexe avec lequel je travaille ; et, je démontrerais comment Marx et Engels considéraient les relations sociales dans les années 1840, ainsi que les implications de cette conception pour les rapports sociaux de sexe. Cette intention permet de poser la problématique quant aux possibilités de penser les rapports sociaux de sexe par le biais du marxisme ou en ayant ceci pour référence. L'intention est de démontrer la possibilité d’étudier les rapports sociaux de sexe avec pour contribution de la conception des relations sociales des auteurs de cette époque. La conception de leurs relations sociales couvre donc également les formations sociales précapitalistes. Cette décennie correspond au moment où s’est développée la théorie plus générale des auteurs. Les implications de la conception des relations sociales dans les écrits de Marx et d'Engels de la première étape du marxisme, années 1840, afin d’élaborer une théorie des rapports sociaux de sexe est le thème de ce travai
  4. 4

    Considerações para uma compreensão histórico-crítica da gênese da escola de massas e sua funcionalidade tecnicista ao capital

    Publicação
    por Câmara, Lanúzia Oliveira da
    Origem: Oasisbr
    Este trabalho tem o intuito de expor e refletir acerca da educação numa sociedade de base capitalista e sua funcionalidade nos processos produtivos, e tem como objetivo clarificar as reais possibilidades e limites da educação, levando em conta sua práxis. Aborda as mudanças ocorridas no mundo do trabalho, diante de novas e modernas tecnologias e como é fundamental um resgate histórico-crítico para se pensar a educação nos dias atuais e nas mediações entre educação e trabalho no atual contexto de reestruturação produtiva, diante das exigências de qualificação para o trabalhador através de uma educação moldada para a formação de sujeitos acríticos. Incide também para o fortalecimento de estratégias coletivas que mudem o rumo dessa situação, na luta por uma educação universal e emancipatória, já que as políticas educacionais vigentes acompanham e priorizam uma educação classista e excludente colaborando para o quadro de desigualdades sociais
  5. 5

    O conceito de crise nos livros I e II de o Capital de Marx

    Publicação
    por Menezes, David Albuquerque de
    Origem: Oasisbr
    MENEZES, David Albuquerque de. O conceito de crise nos livros I e II de o Capital de Marx. 2018. 102 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia)-Universidade Federal do Ceará, Fortaleza (CE), 2018.
    2018 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  6. 6

    O consciencismo de Nkrumah: uma filosofia entre o marxismo e pan-africanismo

    Publicação
    por Mboma, Jacques Kwangala
    Origem: Oasisbr
    Submitted by Celso Magalhaes (celsomagalhaes@ufrrj.br) on 2022-05-31T15:11:00Z No. of bitstreams: 1 2019 - Jacques Kwangla Mboma.pdf: 1482501 bytes, checksum: 6fc7e19e64a16aa9296282e126a59b6f (MD5)
    2022 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  7. 7

    Modernidade/Colonialidade sem “Imperialidade”? O Elo Perdido do Giro Decolonial.

    Publicação
    por Ballestrin, Luciana Maria de Aragão
    Origem: Oasisbr
    O “giro decolonial” ao adaptar o argumento pós-colonial para a América Latina, compreende que a colonialidade é a face oculta e constitutiva da modernidade. Ao constatar criticamente que o problema do imperialismo é subdesenvolvido pelos seus principais teóricos, lanço as seguintes indagações: é possível pensar na relação entre colonialidade e modernidade, sem a dinâmica da “imperialidade”? Como explicar a reprodução das novas formas de colonialismo sem a consideração das novas formas de imperialismo? Neste artigo, assim, proponho o conceito de Imperialidade como uma lacuna que impede a explicação dos mecanismos de reprodução da colonialidade. Ao entendê-la como lógica do imperialismo, constitutiva e relacional da colonialidade, observo ainda que as estratégias de descolonização devem ser muito mais dirigidas à “Imperialidade” do que à modernidade propriamente dita. A informalidade, invisibilidade e nebulosidade dos mecanismos contemporâneos de Imperialidade reproduzem o imperialismo sem império através da governança sem governo no contexto global.
    2021 artigo Brasil acesso aberto
  8. 8

    Antinomias althusserianas: do marxismo ao pós-marxismo

    Publicação
    por Rocha, Acílio da Silva Estanqueiro
    Pretende-se analisar um conjunto de antinomias presentes na obra de Louis Althusser, sintomáticas pela mutação, nela mesma, de um marxismo em que preponderava uma “leitura sintomal” (estruturalista) de Marx, que deu uma nova modulação ao materialismo histórico, introduzindo aí novas categorias (v.g., “sobredeterminação”, etc.), que tornaram o autor um dos pensadores incontornáveis no campo da renovação do marxismo; todavia, a sua obra inflecte-se, numa última fase (menos referida e debatida), num peculiar “pós-marxismo” – com algumas afinidades com o pós-estruturalismo de Derrida –, designado pelo próprio Althusser de “materialismo aleatório” (ou “materialismo do encontro”).
    2015 artigo Portugal acesso aberto
  9. 9

    Le partisan et l’académique

    Publicação
    por Asta, Massimo
    Les années 1960 et 1970 constituent un moment à l’échelle mondiale d’engouement majeur, et pourtant éphémère, pour la littérature économique marxiste. Cet article aborde cette conjoncture idéologique et politique en se focalisant sur les ressorts d’un ouvrage économique hétérodoxe de référence en France, le Traité marxiste d’économie politique, le Capitalisme monopoliste d’État, rédigé par les économistes du Parti communiste français. Trois dimensions sont analysées: prosopographique, partidaire et transnational. L’article analyse d’abord comment le rapport du Parti communiste français aux économistes a changé depuis la fin du secrétariat de Maurice Thorez et comment le parti s’investit dans la réalisation de cet ouvrage. Il resitue ensuite l’approche économique du Traité au sein des débats qui agitent le mouvement communiste international de l’époque. Il montre enfin comment l’ouvrage est également le résultat de l’évolution des frontières entre sphère militante et sphère académique. En dépit d’une posture affichée par les experts communistes comme entièrement orthodoxe et militante, ce changement important favorise des contaminations avec d’autres courants de la pensée économique que le marxisme, notamment le keynésianisme.
    2022 artigo Portugal acesso aberto