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  1. 1

    O conceito de isometria em livros didáticos dos anos finais do ensino fundamenta : um estudo sob a ótica das teorias dos campos conceituais e da transposição didática

    Publication
    by ALBUQUERQUE, Marcela Silva de
    Origin: Oasisbr
    Submitted by Mario BC (mario@bc.ufrpe.br) on 2023-08-10T13:09:24Z No. of bitstreams: 1 Marcela Silva de Albuquerque.pdf: 4684094 bytes, checksum: 344b1efacc5b8443da3ed0c2cf3dd3c8 (MD5)
    2023 master thesis Brazil open access
  2. 2

    Alometria em Conocephalus (Anisoptera) saltator (Sausurre 1859) (Tettigonioidea: Conocephalinae) influência do tamanho corporal e da morfologia do aparelho estridulatório nos sinai...

    Publication
    by Preis, Hemanueli
    Origin: Oasisbr
    Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino-Americano de Ciências da Vida e da Natureza Federal da Universidade Federal de Integração Latino-Americana, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Ciências Biológicas – Ecologia e Biodiversidade. Orientador: Prof. Dr. Luiz Roberto Ribeiro Faria Junior
    2019 bachelor thesis Brazil open access
  3. 3

    Handgrip strength test: a study of myoelectric fatigue of flexor carpi radialis and the flexor digitorum superficialis

    Publication
    by Baptista, Marco Tulio
    Other Authors: Machado, Fábio Alves; Pereira, Glauber Ribeiro; Nadal, Jurandir; Oliveira, Liliam Fernandes
    Origin: Oasisbr
    Um protocolo de força de preensão manual (FPM) em degraus de intensidade foi empregado para estudo da fadiga dos músculos flexor radial do carpo (FRC) e flexor superficial dos dedos (FSD) por meio do registro da força de preensão sustentada. Foi feita a análise do sinal eletromiográfico de superfície destes músculos no domínio do tempo e da frequência de 2kHz. Foi utilizado um dinamômetro eletrônico e um conversor analógico-digital de 16 bits. Participaram deste estudo 12 indivíduos saudáveis, ativos e destros, com média de idade 21,53 ± 1,26 anos, percentual de gordura 7,76 ± 3,53%, peso corporal 74,9 ± 10,36 kg e estatura 180,69 ± 7,14 cm. Os indivíduos realizaram o teste de contração isométrica voluntária máxima (CIVM) da mão dominante seguido do protocolo de degraus submáximos em 20%, 40% e 60% da CIVM por 10 segundos cada. O processamento dos sinais envolveu a filtragem passa banda e o cálculo dos valores de raiz média quadrática (RMS) e frequência mediana (FM) em cada degrau de contração submáxima. A análise de variância "two-way" foi aplicada para os valores de RMS e FM. O teste proposto não gerou queda do rendimento de força nos degraus submáximos estabelecidos e a instauração do processo de fadiga do FSD. Por outro lado, o FRC apresentou sinais de fadiga mioelétrica sugerindo o processo de falência da FPM. Estes dados sugerem que a fadiga mioelétrica dos flexores dos dedos durante a FPM é um processo tardio à fadiga dos estabilizadores do punho. O protocolo em degrau de 60% parece desencadear o processo de fadiga mioelétrica do músculo FRC, mas não do FSD, baseado na análise da ativação muscular nos domínios do tempo e frequência.
  4. 4

    Isometrias: uma abordagem interdisciplinar no 8º ano de escolaridade

    Publication
    by Amaral, Maria Elisabete Gomes de Oliveira
    A sociedade atual requer indivíduos preparados para apresentar soluções inovadoras aos problemas encontrados nas mais variadas situações, sendo a criatividade considerada, na última década, uma competência essencial para o progresso. Neste contexto, emerge a necessidade da escola fomentar o seu desenvolvimento em qualquer área, e em particular, na Matemática. Por outro lado, não será alheio a este facto a promoção de um ensino, também ele, criativo. Tal ensino exige desde logo uma original, fluente e flexível gestão curricular envolvendo uma adequada seleção e ou (re) criação de tarefas relevantes, criteriosamente sequenciadas e autonomamente resolvidas pelos alunos, numa lógica de interdisciplinaridade e com recurso a tecnologia. No caso especifico das transformações geométricas isométricas, uma abordagem interdisciplinar reforçada com o recurso a ambientes de geometria dinâmica poderá constituir uma mais-valia nesse processo. Assim, desenvolveu-se este estudo, com o objetivo de avaliar o impacto de uma abordagem interdisciplinar, potenciada com o GeoGebra, no desenvolvimento de competências geométricas relacionadas com as isometrias, frisos e rosáceas, e em simultâneo, no desenvolvimento da criatividade e representações da mesma, de alunos do oitavo ano de escolaridade. Para isso desenvolveu-se um estudo de caso, centrado em três pares de alunos, que resolveram um conjunto de tarefas de natureza exploratória, com recurso ao GeoGebra e envolvendo a disciplina de Educação Visual. A análise dos dados recolhidos foi, essencialmente, de natureza qualitativa, tendo sido a observação, a inquirição e a análise documental,as principais técnicas de recolha de dados. A análise de conteúdo a que foram submetidos os dados, permitiu concluir que a implementação de uma abordagem interdisciplinar, centrada numa sequência de tarefas e aliada ao GeoGebra, potenciou a apropriação dos conhecimentos geométricos em causa e a sua aplicação. Contribuiu, também, para o desenvolvimento de atitudes favoráveis em relação à matemática e à geometria em particular. Por outro lado, os dados sugerem que tal abordagem permite obter indícios do desenvolvimento da criatividade nos alunos e de alterações a algumas das suas representações.
    2015 master thesis Portugal open access
  5. 5

    TREINO DE FORÇA ISOMÉTRICO NA PREPARAÇÃO FÍSICA DE ATLETAS – UMA REVISÃO NARRATIVA

    Publication
    by Rosa, Daniel Alexandre Felizardo da
    Origin: IC-online
    O treino isométrico tem revelado um interesse crescente. Porém, permanece ainda envolto em muitas incertezas, o que contribui para a disseminação de informações incorretas e potencialmente prejudiciais. Assim, o presente trabalho tem como principal objetivo sintetizar, sob a forma de artigo, a informação existente sobre o treino de força isométrico no âmbito da preparação física de atletas. A metodologia adotada corresponde a uma scoping review, onde apenas foram incluídos estudos que utilizam a isometria como método de treino de força em atletas, recorrendo a motores de busca como a Web of Science e a PubMed. A partir de um total de 164 resultados, 27 estudos empíricos revistos por pares publicados entre 2000 e 2023 foram identificados e analisados para inclusão. Os resultados evidenciam que o treino de força isométrico ocupa um lugar relevante na preparação física de atletas, demonstrando ser uma metodologia eficaz, segura e aplicável a diversos contextos. Apresenta vantagens como a redução do risco de lesão e uma menor fadiga associada, em comparação com outras formas de treino. Contudo, esta revisão também revelou lacunas na literatura, muitas das quais resultam da dificuldade de acesso a dados provenientes de atletas de alto rendimento. Nestes contextos, qualquer variável pode ser determinante, e muitas organizações desincentivam a participação dos seus atletas em estudos académicos ou científicos. As conclusões reforçam a importância do treino isométrico na mitigação da fadiga e na gestão de lesões, salientando ainda a sua relevância na otimização do desempenho desportivo. Importa, no entanto, sublinhar a necessidade de respeitar o princípio da individualidade biológica, uma vez que cada atleta poderá responder de forma distinta a este tipo de estímulo.
    2026 master thesis Portugal open access
  6. 6

    Simetrias e Isometrias – qual a diferença?

    Publication
    by Melo, Helena Sousa
    Neste artigo caracteriza-se a simetria e a isometria através de suas definições matemáticas.
    2013 periodical Portugal open access
  7. 7

    Isometrias e Simetrias

    Publication
    by Melo, Helena Sousa
    Este documento apresenta os conceitos de isometria e simetria, bem como as suas aplicações.
    2011 lecture Portugal open access
  8. 8

    Nos passeios de Ponta Delgada caminhamos sobre Matemática

    Publication
    by Melo, Helena Sousa
    Neste artigo observamos os passeios de Ponta Delgada aos olhos da matemática onde descobrimos um admirável conjunto de transformações geométricas e de simetrias.
    2013 periodical Portugal open access
  9. 9

    Abordagem criativa das isometrias para a criatividade em matemática

    Publication
    by Gaspar, Jorge Manuel Pedrosa
    A criatividade tem sido considerada o motor do progresso e todas as áreas disciplinares incluindo, portanto, a matemática devem contribuir para o seu desenvolvimento. A este não será alheio um ensino também ele criativo. No caso especifico das transformações geométricas isométricas, os ambientes de geometria dinâmica e, em particular, o GeoGebra, como complemento de ferramentas tradicionais, pode constituir-se uma mais valia nesse processo. Neste contexto, o presente trabalho propõe-se analisar o potencial de novas tecnologias no desenvolvimento de competências geométricas relacionadas com as isometrias e os frisos e, simultaneamente, no desenvolvimento da criatividade e das representações em relação à mesma em alunos do 1º ciclo do ensino básico. Para isso, desenvolveu-se um estudo de caso (exploratório) centrado em dois pares de alunos do 4º ano de escolaridade que resolveram autonomamente, por recurso àquelas tecnologias, uma bateria de tarefas essencialmente de natureza exploratória. Os dados foram recolhidos principalmente através das técnicas de inquirição, observação direta e participante e análise documental. A análise de conteúdo a que foram submetidos permitiu concluir que a implementação de uma abordagem criativa, centrada em sequências de tarefas a resolver com recurso a tecnologias tradicionais conjugadas com o GeoGebra, potencia uma apropriação mais sólida dos conceitos geométricos em causa e sua aplicação. Além disso, contribuiu ainda para o desenvolvimento de atitudes favoráveis em relação à matemática e à geometria em particular Os dados evidenciam, também, que tal abordagem permite obter indícios do desenvolvimento da criatividade nos alunos e de alterações a algumas das suas representações.
    2013 master thesis Portugal open access
  10. 10

    A geometria Sona e as isometrias : uma experiência no ensino básico

    Publication
    by Dias, Elisabete Marinho
    A preocupação com os níveis de insucesso escolar em matemática, com a falta de interesse e de empenhamento dos alunos na realização de atividades matemáticas, aliada à realidade multicultural atual das escolas portuguesas e que temos vivenciado na nossa prática docente, conduziu-nos ao desenvolvimento de um estudo centrado na problemática da integração de uma perspetiva etnomatemática no processo de ensino-aprendizagem da matemática. Sustentados na revisão de literatura efetuada encaramos a etnomatemática como um recurso didático que pode promover aprendizagens dos conteúdos curriculares, incrementar a motivação para a realização de tarefas matemáticas, desenvolver atitudes positivas em relação à disciplina, favorecendo, em simultâneo, a consciencialização sobre o valor social e cultural da matemática. Neste âmbito, centramos a nossa atenção nos estudos desenvolvidos por Paulus Gerdes sobre diferentes manifestações culturais de povos africanos e, em particular, sobre os desenhos sona praticados pelo povo Cokwe, que ocupa territórios do leste de Angola, sul da República Democrática do Congo e do oeste da Zâmbia. Estes desenhos, além da difícil execução e de uma beleza ímpar, encerram inúmeras ideias matemáticas das quais se destacam, em particular, as relacionadas com as isometrias e simetrias. O estudo, inserido na problemática referida, foi norteado pela seguinte questão de investigação: Em que medida o desenvolvimento de estratégias de ensino e aprendizagem em que se exploram aspetos socioculturais da matemática, com recurso à geometria sona, contribui para a aprendizagem das isometrias, ao nível de conhecimentos, capacidades e ao nível atitudinal e afetivo? Desta questão emergiram três grandes objetivos: i) Conceber, desenvolver e avaliar uma sequência/unidade didática integrando desenhos tradicionais africanos (desenhos sona) para a abordagem das isometrias no 9.º ano de escolaridade; ii) evidenciar o valor da geometria sona para a aprendizagem das isometrias; iii) Analisar se a introdução em sala de aula de contextos socioculturais contribui para motivar os alunos para a realização de atividade matemática e para a valorização do papel da matemática na vida social e cultural. Neste estudo participaram alunos, que frequentam o 3.º ciclo do Ensino Básico de uma Escola Básica 2/3, do concelho de Sintra, tendo a docente - investigadora a dupla função de investigar e de lecionar a disciplina de matemática. Destaca-se o número elevado de alunos com insucesso nesta disciplina, uma percentagem considerável de origem não portuguesa e, de dentro destes, sobressaem os discentes de origem africana ou cujos ascendentes são africanos, tratando-se por isso de uma turma multicultural. Este trabalho seguiu uma metodologia de investigação de natureza qualitativa, com uma vertente de investigação ação, a partir de uma abordagem curricular em geometria do 3.º ciclo. As técnicas de recolha de dados utilizadas foram a inquirição, a observação e a análise documental. Dos instrumentos usados para a recolha de dados destacam-se: questionários aplicados aos alunos, notas de campo, testes de avaliação formativo e sumativo e as produções dos alunos dentro e fora da sala de aula decorrentes das tarefas propostas pela docente. Os dados recolhidos foram analisados através da técnica de análise de conteúdo com base em duas categorias de análise: desempenho matemático e desempenho afetivo e atitudinal. Com vista a tornar mais eficaz a análise e posterior interpretação dos dados, para cada uma das categorias foram definidas duas dimensões de análise. Dos resultados e principais conclusões do estudo destaca-se que a exploração didática dos desenhos sona revelou potencialidades para a apropriação de conhecimentos matemáticos e para o desenvolvimento de atitudes positivas em relação à disciplina. As tarefas propostas aos alunos despertaram interesse, motivando-os para a realização de atividades matemáticas e influenciaram, de forma positiva, a aprendizagem das isometrias e simetria axial e rotacional. Apesar de, ao longo do desenvolvimento da unidade didática, se continuarem a identificar nalguns alunos dificuldades de aprendizagem, foi patente o empenho da turma nas atividades, refletido nos resultados obtidos no teste de avaliação sumativa.
    2013 master thesis Portugal open access