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  1. 1

    The Importance of Emotional Intelligence for the Internist´s Medical Practice in the Future

    Publicação
    por Lobão, Maria João
    In the near future, technological innovation alongside with population ageing will justify adaptive changes in health systems and in the way we practice medicine, posing many challenges to the specialty of Internal Medicine. Despite the unprecedented ability to prevent, diagnose and treat the disease, the focus on the sick person in its circumstantial context will continue to be central to the care provided. Emotional intelligence, which can be developed throughout life, has been a research subject applied to medicine over the last decades and its impact has been demonstrated in several areas such as the doctor-patient relationship, job satisfaction, patient satisfaction and safety, medical training and healthcare leadership development. This narrative review aims to define and frame emotional intelligence as an important tool for the internist's future clinical practice.
  2. 2

    A Inteligência Emocional e a Liderança

    Publicação
    por Dias, Marisa Tomé
    Origem: uBibliorum
    A inteligência emocional tem suscitado uma grande atenção em múltiplos sectores da vida social, politica, económica e empresarial. Vários autores contribuíram para a construção do conceito, para a sua mensuração, e também, para o estudo da sua relação com outras temáticas organizacionais, nomeadamente a, liderança, defendendo que a inteligência emocional desempenha um papel importante neste processo. Este trabalho tem como objetivo geral analisar com profundidade a inteligência emocional e a liderança nas organizações, e também compreender a importância da inteligência emocional para os estilos de liderança adotados pelos líderes. Recorre-se a uma metodologia quantitativa, com a mensuração dos estilos de liderança através do Multifactorial Leadership Questionnaire 5X short de Bass e Avolio, e da inteligência emocional através da escala Wong and Law Emotional Intelligence Scale, em duas organizações. Os resultados mostraram-se consistentes com o defendido pela literatura na análise da relação da variável inteligência emocional dos líderes, com os fatores sociodemográficos: idade e escolaridade. Na relação entre a variável inteligência emocional, em líderes e liderados, com a variável liderança, no seu total e respetivas dimensões, os resultados foram inconclusivos.
    2014 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  3. 3

    Inteligência emocional nos enfermeiros de saúde mental e psiquiatria

    Publicação
    por Martins, Marco Paulo da Costa
    Origem: uBibliorum
    A inteligência emocional (IE) é considerada um assunto emergente em diferentes campos de investigação (Wong e Law, 2002). Diversos estudos realçam como a IE está positivamente associada ao bem-estar e o bom funcionamento das organizações, sendo que no âmbito da saúde é reconhecida como uma habilidade indispensável no atendimento aos doentes (Neumann et al., 2011). Este trabalho de investigação procura identificar os níveis de IE, em todas as suas dimensões, nos enfermeiros de saúde mental e psiquiatria, numa instituição portuguesa cuja missão é prestar cuidados de qualidade no âmbito da saúde mental e psiquiatria. Pretendem-se mensurar os níveis de IE considerando-se a importância das variáveis sociodemográficas e socioprofissionais. Utilizou-se uma metodologia quantitativa para avaliar o impacto das variáveis sociodemográficas e de contexto profissional nos níveis de IE. A recolha de dados realizou-se através da aplicação de um questionário composto por indicadores sócio demográficos e socio profissionais, com a escala Wong Law Emotional Intelligence Scale (WLEIS – 2002), na versão traduzida e validada para a língua portuguesa por Rodrigues, Rebelo e Coelho. (2011). A amostra foi constituída por 225 enfermeiros que desenvolvem a sua atividade no Instituto das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus. Com predomínio dos sujeitos do sexo feminino (73,8%), os níveis de IE não apresentaram diferenças significativas nas variáveis género, grupo etário, estado civil, habilitações académicas, antiguidade e tipo de vínculo, embora os prestadores de serviços revelem valores médios de IE inferiores aos restantes contratados. As diferenças estatisticamente significativas observaram-se nas variáveis: funções desempenhadas, com os trabalhadores em funções de liderança a apresentarem maiores níveis de IE, e ligação institucional, com os membros da congregação religiosa a apresentarem maiores níveis de IE do que os restantes trabalhadores. Salientam-se os níveis mais elevados de IE dos trabalhadores que exercem funções de liderança quando comparados com trabalhadores que não exercem funções de responsabilidade, revelando a tendência para o exercício de funções de liderança de indivíduos com elevados níveis de IE. Também assume extrema relevância o facto dos membros da congregação revelarem maiores níveis e IE, fator não evidenciado pela teoria, provavelmente por ser novidade o estudo comparativo entre membros da instituição religiosa e membros exteriores à instituição que exercem funções de enfermagem.
    2018 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  4. 4

    Diferenças de Género em variáveis Sócioemocionais

    Publicação
    por Rodrigues, Inês Isabel Marques
    Origem: uBibliorum
    Ao longo do ciclo de vida diferentes factores e variáveis contribuem para o funcionamento do ser humano. De entre estes destacam-se no presente trabalho a Felicidade, a Inteligência Emocional, a Autoestima, o Bem-estar subjetivo e o Mindfulness que têm vindo a despertar cada vez mais interesse na comunidade científica, revestindo-se de grande actualidade. Neste sentido, o presente estudo tem como objetivo principal avaliar os níveis de mindfulness, felicidade, autoestima, inteligência emocional e bem-estar subjetivo numa amostra de adultos que falam português, e comparar as diferenças nessas medidas entre géneros e entre grupos etários. A amostra conta com 1567 participantes, dos quais 663 são homens (42.2%) e 904 mulheres (57.6%), com idades compreendidas entre os 18 e os 97 anos, com uma média de idades de 43.16 anos (DP=17.77). A amostra foi obtida por conveniência através da recolha de dados online. Foram utilizados como instrumentos um Questionário sociodemográfico, a versão reduzida da Escala Portuguesa de Afeto Positivo e Negativo (PANAS-VRP), o Covilha Happiness Questionnaire (CHQ), a Escala de Inteligência Emocional de Schutte, o Inventário de Mindfulness de Freiburg e a Escala de Autoestima de Rosenberg. Neste estudo observaram-se diferenças estatisticamente significativas entre géneros nas variáveis Mindfulness (p=0 .002), sendo os homens que obtiveram valores superiores (M=2.93; DP=0,49) relativamente às mulheres (M=2.85; DP=0.50); na Inteligência Emocional verificou-se que foram as mulheres que obtiveram resultados mais elevados (M=3.95; DP=0.37) do que os homens (M=3.87; DP=0.38), e estas diferenças foram estatisticamente significativas (p= 0.000). Na Autoestima também se notaram diferenças estatisticamente significativas entre as pontuações dos homens e das mulheres (p= 0.01), obtendo os homens valores médios de 3.22 (DP=0.41) e as mulheres valores médios de 3.17 (DP=0.40). Nas variáveis “Bem-estar” e “Felicidade” não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os géneros, respectivamente (p=0.08) e (p=0.35). No Bem-estar, os homens obtêm uma pontuação média de 2.84 (DP=0.51) e as mulheres de 2.89 (DP=0.48). Por último, da comparação dos valores médios entre homens e mulheres na Felicidade, observou-se respectivamente uma média de 3.65 (DP=0.47) e uma média de 3.62 (DP=0.47). No que se refere à comparação das pontuações obtidas nas variáveis em estudo em função dos grupos de idade constituídos, observaram-se diferenças estatisticamente significativas nas variáveis Mindfulness (p=0.000), sendo que o grupo dos 46 aos 65 anos obteve resultados mais altos (M=3.76; DP=0.48); na Autoestima (p=0.000) também no grupo dos 46 aos 65 anos foram registados valores mais elevados (M=3.33; DP=0.34); na Felicidade (p=0.000) ainda no grupo dos 46 aos 65 anos foram encontrados os resultados mais altos (M=3.76; DP=0.48). Na variável Bem-estar (p=0.000) foi no grupo dos 26 aos 45 anos que foram registados valores mais elevados (M=2.96; DP=0.47). A Inteligência Emocional (p=0.000) surge como a última variável onde foram encontrados os valores mais altos no grupo dos 66 aos 97 anos (M=4.02; DP=0.37) Os principais resultados obtidos na presente investigação indicaram que os homens evidenciaram níveis mais elevados de auto-estima e Mindfulness do que as mulheres, na inteligência emocional foram as mulheres que obtiveram resultados superiores aos homens e no bem-estar e na felicidade não se encontraram diferenças em função do género. Comparando os valores das médias nas variáveis em estudo entre várias grupos etárias foram obtidas diferenças em todas as variáveis sendo o grupo dos mais velhos nas faixas etárias dos 46 aos 65 anos que apresentam mais autoestima, felicidade e Mindfulness. Surge o grupo dos 66 aos 97 anos como tendo mais inteligência emocional e o grupo dos 26 aos 45 como tendo níveis de bem-estar mais elevados. Os resultados obtidos nesta investigação, nomeadamente que os homens possuem mais autoestima e Mindfulness enquanto as mulheres têm mais inteligência emocional, corroboram os resultados obtidos em outros estudos. Efetivamente, o fato de as mulheres registarem níveis de ansiedade e depressão mais altos que os homens, pode explicar os resultados que também neste estudo se verificaram. Diversos autores justificam esta diferença considerando que as mulheres evidenciam níveis mais elevados de depressão e ansiedade o que podem explicar níveis baixos de autoestima e Mindfulness. Em suma, verificaram-se diferenças em função do género na “Autoestima”, na “Inteligência Emocional” e no “Mindfulness”. No entanto, não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas para a “Felicidade” e “Bem-estar”. Relativamente à comparação dos valores médios das variáveis em estudo em função dos grupos etários encontraram-se diferenças estatisticamente significativas: foram os participantes da adultez intermédia (46 aos 65 anos) os que apresentam mais autoestima, mais felicidade e Mindfulness; o grupo na adultez inicial (26 aos 45 anos) evidenciou mais bem-estar comparativamente com os restantes grupos; os idosos (66 aos 97 anos) foram os que pontuaram mais na inteligência emocional.
    2016 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  5. 5

    Inteligência Emocional e Desempenho Académico nos estudantes de Medicina da Universidade da Beira Interior

    Publicação
    por Ribeiro, Ana Raquel Rodrigues
    Origem: uBibliorum
    Introdução: Inteligência emocional (IE) é a habilidade individual para entender, clarificar e regular emoções, refletindo o potencial do indivíduo no comportamento adaptativo inteligente. Segundo Goleman, as pessoas emocionalmente mais desenvolvidas têm vantagem em todos os domínios da vida, sendo mais eficazes, mais satisfeitas e mais capazes de produzir bons resultados no seu quotidiano. Para além disso, a IE tem evidenciado um efeito positivo no sucesso académico, devido a um processo onde se destaca o impacto das emoções na memória e, consequentemente, na aprendizagem. No entanto, a influência das emoções no desempenho cognitivo do indivíduo tem sido uma temática controversa, uma vez que as investigações que relacionam estas variáveis têm revelado resultados inconsistentes. Assim, o principal objetivo deste estudo é avaliar a influência da IE no desempenho académico (DA) dos estudantes de Medicina da Universidade da Beira Interior (UBI). Materiais e métodos: Este estudo, de tipo observacional transversal, foi realizado com uma amostra 260 estudantes do 2º ao 6º ano do Mestrado Integrado em Medicina da UBI por via da aplicação de um questionário. Este inclui uma parte com questões para caracterização sociodemográfica e avaliação do DA e outra parte com uma escala de avaliação da IE dos participantes, a versão portuguesa modificada e reduzida da Trait Meta-Mood Scale (TMMS-24). A análise estatística dos dados efetuou-se através do programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) – versão 25. Resultados: A maioria dos participantes é do sexo feminino (73,9%), sendo que 93,1% tem idade igual ou inferior a 25 anos (média de idade = 22,41 DP=2,04). A média atual das notas dos participantes situa-se entre os 11 e os 18 valores. Os resultados indicam que não há uma correlação estatisticamente significativa entre a IE e o DA, apesar do DA ter uma diferença tendencialmente significativa em função do fator Clareza de sentimentos da IE. A IE e o DA apresentam diferenças estatisticamente significativas em função da idade, com resultados mais elevados no grupo mais velho. O sexo tem uma influência tendencialmente significativa no DA e no fator Atenção às emoções da IE, observando-se melhores resultados no sexo feminino. O ano do curso apenas influencia significativamente o DA. Conclusão: Não se verificou correlação entre a IE o DA dos estudantes. No entanto, concluiuse que a idade tem influência positiva tanto na IE como no DA do aluno. Para além disso, verificou-se também que o sexo feminino tem resultados superiores na IE e no DA e que o ano do curso que o aluno frequenta apenas tem efeito no DA. Apesar dos resultados confirmarem a controvérsia da influência da IE no DA dos estudantes de Medicina, é de salientar a importância da mesma nas suas capacidades adaptativas enquanto alunos e futuros profissionais de saúde.
    2020 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  6. 6

    Inteligência Emocional: da teoria ao estudo da sua relação com o Bem-Estar Subjetivo em adultos portugueses e brasileiros

    Publicação
    por Costa, Maria Miguel Barbosa da
    Origem: uBibliorum
    É no âmbito do projeto e linha investigação denominada: “Saúde, bem-estar e felicidade ao longo do ciclo de vida PT/BR”, que surge a presente dissertação, cujo principal escopo é o tema da Inteligência Emocional (IE). A génese e evolução do constructo de IE e o seu percurso na busca da cientificidade não se fizeram acompanhar pelo consenso acerca de como esta deveria ser definida, operacionalizada e avaliada. É nesta linha que surge o interesse e a relevância da presente dissertação, que objetiva, a nível teórico: a) rever sequencialmente, a nível temporal, o percurso da IE; b) apresentar, explorar e analisar o constructo de IE, sua operacionalização, tradução em diferentes abordagens teóricas e de avaliação e c) rever a literatura mais relevante relacionada com o contexto do estudo da IE. Estes objetivos foram atingidos através de uma revisão teórica global e sequencial de artigos científicos relativos ao tema. Deste processo resultou uma perspetiva organizadora, eclética e integradora relativa à definição, teorização e avaliação deste constructo. Face à atualidade, à pertinência e à importância crescente deste tema, os objetivos empíricos, focam-se no estudo da IE percebida bem como da sua potencial associação com o Bem-Estar Subjetivo (BES), em adultos portugueses e brasileiros. De forma a atingir os objetivos empíricos propostos definiu-se e executou-se um estudo quantitativo e transversal, realizado através de uma abordagem descritiva e com design correlacional intersujeitos. Assim, recorreu-se a uma amostra por conveniência, cujos dados foram recolhidos de forma online, através da resposta a um questionário sociodemográfico, à Assessing Emotions Scale e à Versão Reduzida da Escala Portuguesa de Afeto Positivo e Negativo, que demonstraram propriedades psicométricas adequadas. Com a análise estatística dos dados da amostra, constituída por 1377 participantes, obtiveram-se resultados dos quais se destacam as diferenças ao nível de grande parte das dimensões da IE percebida em função de caraterísticas sociodemográficas (e.g., idade, nacionalidade, género, nível de escolaridade). Os resultados sugerem também que a IE percebida se encontra correlacionada com o BES. Posteriormente, através do estudo do comportamento da IE percebida como preditora do BES salienta-se um grande efeito, da Variável Independente, na predição da variância da dimensão relativa ao Afeto Positivo. Todos os resultados encontrados foram ao encontro, ou pelo menos, conseguiram ser interpretados, à luz da teoria e referenciais teóricos explorados bem como de outros estudos prévios. Os resultados obtidos com esta dissertação salientam a atualidade, a importância e a relevância do estudo da IE, devido ao seu potencial papel como preditor do funcionamento em diversas esferas da vida do ser humano.
    2016 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  7. 7

    Influência do mindfulness, da inteligência emocional e do pensamento negativo perserverativo na sintomatologia emocional

    Publicação
    por Magalhães, Teresa Maria Gama
    Origem: uBibliorum
    Introdução: O mindfulness pode ser entendido como a capacidade de se estar focado no momento presente, dando uma atenção plena ao que acontece à nossa volta. Assim, pode ser entendido como um treino mental que transporta e cede ferramentas para que cada ser humano lide com as suas emoções e pensamentos. A prática de mindfulness tem demonstrado ser efetiva para reduzir sintomas de stress, ansiedade e depressão em várias populações. A inteligência emocional compreende um conjunto de competências para o processamento de informação emocional e tem sido ligada a melhoria do bem-estar e a menos stress percebido. O pensamento negativo perserverativo, entendido como um processo caracterizado pelo foco passivo e repetitivo nas próprias emoções negativas, é um fator comum a diversas perturbações emocionais, nomeadamente ansiedade e depressão. O mindfulness, a inteligência emocional e o pensamento negativo perserverativo são, portanto, potenciais fatores relacionados com a sintomatologia emocional. Tendo isto em conta, os objetivos deste estudo serão: analisar as relações entre mindfulness, pensamento negativo perserverativo, inteligência emocional e alguns fatores sociodemográficos com a sintomatologia emocional experienciada por pacientes de uma clínica de saúde mental. Materiais e métodos: O estudo será baseado numa amostra constituída por 390 utentes de uma clínica de saúde mental, com média de idade de 34,3±9,99 anos, a maioria do sexo feminino (66,4%), vive sozinho (solteiros/viúvos/divorciados – 55,1%), estão empregados (63,8%) e tem um nível de escolaridade superior (licenciatura, mestrado ou doutoramento – 59%). Foram utilizados os seguintes instrumentos: Escala de Mindfulness de Filadélfia (PHLMS), Escala de Pensamentos Perseverativos (PTQ), Escala de Inteligência emocional (WLEIS) e o Inventário Breve de Sintomas (BSI). Resultados: Os resultados obtidos indicam diferenças significativas entre os grupos que apresentam sintomatologia emocional elevada e reduzida em relação às variáveis mindfulness (aceitação e total), inteligência emocional (avaliação das próprias emoções, utilização das emoções, regulação das emoções e total), e pensamento negativo perserverativo (pensamento repetitivo, interferência improdutividade e total). Ao aplicar um modelo de regressão logística observa-se que níveis mais altos de mindfulness (aceitação) e inteligência emocional (uso das emoções e regulação das emoções) estão associados a níveis mais baixos de sintomatologia emocional e níveis altos de pensamento negativo perserverativo (interferência e improdutividade) estão associados a níveis mais elevados de sintomatologia emocional. Conclusão: Podemos concluir que mindfulness e inteligência emocional são fatores protetores da sintomatologia emocional e que o pensamento negativo perserverativo é um fator de risco para a sintomatologia emocional.
    2020 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  8. 8

    Relação entre Inteligência Emocional e Adição à Internet em Jovens e Adultos

    Publicação
    por Saraiva, Jorge Rodrigues
    Origem: uBibliorum
    O presente estudo objetiva comparar os níveis de inteligência emocional (IE) na escala total e nas suas dimensões em função do género e dos grupos de idade e os níveis de adição à Internet (AI) na escala total e nas suas dimensões em função do género e dos grupos de idade. Participaram 1413 jovens e adultos. Os instrumentos de recolha de dados utilizados contém um questionário sociodemográfico, a Escala de Inteligência Emocional de Schutte (Schutte, Malouff & Bhullar, 2009) e a IAT, Internet Addiction Test (Young, 1998). O mesmo inicia com o capítulo 1, onde se faz uma apresentação do tema em estudo, seguindo-se o capítulo 2 que abarca os conteúdos próprios ao estudo empírico. Assim, na metodologia apresenta-se e descreve-se a investigação desenvolvida, nomeadamente, os participantes, o instrumento de recolha de dados, os procedimentos, tendo lugar também a apresentação e a discussão dos resultados. Segue-se o capítulo 3 reservado às considerações finais. Por fim, surgem os anexos, constando do anexo I uma bordagem aos conceitos chave do tema em estudo, nomeadamente a inteligência emocional, a adição à Internet e a relação entre inteligência emocional e adição à internet. No anexo II descrevem-se todos os procedimentos metodológicos inerentes ao estudo empírico.
    2015 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  9. 9

    A influência da Inteligência Emocional na partilha do conhecimento

    Publicação
    por Salvado, Mariana Simão
    Origem: uBibliorum
    O conhecimento é um recurso valioso para o mundo dos negócios e uma fonte importante de vantagem competitiva. As práticas de partilha do conhecimento são muito importantes, pelo que a partilha do conhecimento se torna o segmento mais importante e desafiante na gestão do conhecimento. A Inteligência Emocional (IE) é listada pelo World Economic Forum como uma competência vital para prosperar na Indústria 4.0., caracterizada como a era da informação, tecnologia e equipas de trabalho especializadas. Dada a elevada importância destes dois conceitos no mundo dos negócios atual e tendo em conta que as características de personalidade podem ter influência no processo de partilha de conhecimento, este estudo tem como objetivo principal identificar de que forma é que a Inteligência Emocional influencia a partilha do conhecimento, bem como identificar práticas de partilha do conhecimento nas empresas portuguesas do setor têxtil. Para atingir este objetivo, foi desenvolvida uma metodologia de investigação quantitativa e qualitativa, com recolha de dados através de questionários de tipo misto. Os questionários foram aplicados em nove gestores de clientes de três empresas do setor têxtil português. Os resultados obtidos demonstram que existe uma influência positiva da Inteligência Emocional na partilha do conhecimento, pois gestores de cliente com um nível de IE mais elevado apresentam maior disponibilidade e intenção de partilha do conhecimento e identificam menos barreiras à partilha do conhecimento. Foi, também, percebido que, apesar das empresas terem consciência da importância de levarem a cabo iniciativas de partilha de conhecimento, a verdade é que ainda não o fazem com a devida frequência, nem refletem muito sobre o tema. Algumas das conclusões desta investigação remetem para o facto de a Inteligência Emocional funcionar melhor quando é partilhado conhecimento tácito. Para além disso, foi concluído que o nível de Inteligência Emocional está ligado ao nível de partilha de conhecimento – quanto maior for a IE, maior a partilha de conhecimento.
    2021 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  10. 10

    Validação da Escala de Inteligência Emocional de Schutte

    Publicação
    por Vicente, Liliana Cristina Mendes
    Origem: uBibliorum
    Este trabalho trata principalmente dois conceitos psicológicos da atualidade que têm sido dos mais debatidos nesta ultima década, a Inteligência Emocional e a Inteligência Espiritual. A Inteligência Emocional pode ser definida como a capacidade do Ser Humano reconhecer e regular as emoções em si mesmo e nos outros (Goleman, 2001). A Inteligência Espiritual é conceptualizada como sendo a capacidade de aplicar e usar recursos espirituais para promover um melhor funcionamento diário e bem-estar (Amram, 2007). Neste trabalho é também abordado o tema do Mobile-learning, definido como sendo uma forma de aprendizagem através de dispositivos móveis, e foram realizados dois estudos empíricos. O estudo A teve como objetivo adaptar e validar psicometricamente a versão portuguesa da Escala de Inteligência Emocional de Schutte (EIES). A amostra foi constituída por um total de 977 sujeitos, dos 15 aos 83 anos, sendo 70,1 % mulheres e 29,9 % homens. Os resultados revelaram ótimas propriedades psicométricas, constituindo assim a EIES um instrumento válido para a avaliação da Inteligência Emocional junto da população portuguesa. O estudo B teve como objetivo avaliar o impacto da intervenção de um programa de mensagens SMS na Inteligência Emocional e na Inteligência Espiritual em estudantes de Psicologia. A amostra foi constituída por um total de 78 participantes, 73 do sexo feminino e 5 do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 18 e os 44 anos. Os resultados não revelaram diferenças estatisticamente significativas nas pontuações obtidas na Inteligência Emocional e na Inteligência Espiritual antes e após a implementação do programa.
    2014 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto