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  1. 1

    Undervaluation of arthralgies: role of nurses in early immunotoxicity detection

    Publicação
    por Almeida, Catarina
    Outros Autores: Chemela, Raquel
    Origem: Onco.News
    The use of immune checkpoint inhibition (ICI) has revolutionized cancer treatment. However, these medications are associated with significant and potentially debilitating immune-related adverse events or even life threathing. While the majority of toxicities have been well studied, rheumatic complications have been less widely recognized and characterized. We describe a case study in which both performance status and quality of life of a patient where affected by rheumatological toxicity as wells the nurses’ role in the early recognition and toxicity’ management in order to enhance the patient’ quality of life.
  2. 2

    Doença de Alzheimer: Imunoterapia contra Amiloide Beta

    Publicação
    por Neto, Magui da Silva
    Origem: uBibliorum
    A doença de Alzheimer foi descrita pela primeira vez, há pouco mais de 100 anos, por Alois Alzheimer. Esta patologia é causa mais comum de demência, afetando cerca de 30 milhões de pessoas em todo o mundo. Esta patologia está-se a tornar num problema epidémico, estimando-se que, em 2050 a incidência anual atinja um milhão de pessoas apenas nos Estados Unidos da América. O facto de a idade constituir o principal fator de risco, aliado ao envelhecimento da população mundial, criam as condições ideias para este rápido aumento da incidência. Macroscopicamente, a doença de Alzheimer caracteriza-se por atrofia cerebral difusa enquanto microscopicamente, duas lesões destacam-se: as mais precoces são as placas senis (depósitos de amiloide beta) e as mais tardias são os emaranhados neurofibrilares (depósitos de proteína tau hiperfosforilada). A doença afeta maioritariamente idosos a partir dos 65 anos (a prevalência quase que duplica a cada 5 anos), sendo a apresentação antes dessa idade, considerada precoce. Outras características clínicas são o seu início insidioso, progressão lenta e inexorável, com disfunção cognitiva e funcional, conduzindo à demência e dependência total dos indivíduos. A morte ocorre em média 7 a 10 anos após o diagnóstico. A doença de Alzheimer é tipicamente esporádica, ou seja, sem história familiar consistente com herança genética. Menos de 1% dos casos devem-se a mutações autossómicas dominantes nos genes AßPP, Preselina 1 ou Preselina 2, resultando inevitavelmente no inicio precoce da doença. O tratamento atualmente aprovado é meramente sintomático, consistindo nos inibidores de acetilcolinesterase e num antagonista do receptor N-Metil-D-Aspartato (Memantina). A hipótese da cascata amiloide defende que a doença de Alzheimer é uma proteinopatia, sendo a produção, agregação e deposição anormal de amiloide beta o evento desencadeante. Assim, teoricamente, se este distúrbio for prevenido ou revertido, pode-se interromper a progressão, ou mesmo o desenvolvimento clínico da doença. Tendo em conta o atrás mencionado, a imunoterapia contra a amiloide beta representa uma estratégia potencialmente modificadora da evolução da doença, criada no sentido de reduzir, reverter ou mesmo prevenir as lesões e as manifestações clínicas. Com esta tese pretendo rever a informação mais recente acerca de: amiloide beta, desde a sua formação ao seu papel na doença; e papel da imunoterapia contra amiloide beta nos indivíduos com doença de Alzheimer, desde o conceito até aos ensaios clínicos em humanos.
    2014 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  3. 3

    Manual de Informação a Dispensar ao Doente Oncológico pelos Serviços Farmacêuticos Hospitalares

    Publicação
    por Ramos, Maria Margarida Miguel
    Origem: uBibliorum
    O presente trabalho encontra-se dividido em três capítulos, relativos às vertentes de Investigação, Farmácia Hospitalar e Farmácia Comunitária. O primeiro capítulo diz respeito à componente de investigação que culminou com a elaboração de um manual com informação a dispensar ao doente oncológico, relativa ao seu tratamento antineoplásico. Pretende-se com este trabalho melhorar a intervenção farmacêutica em oncologia na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e contribuir para a efetividade e segurança da terapêutica antineoplásica. Desta forma, para os tipos de cancro mais prevalentes (cancro da mama, cancro colorretal, cancro do pulmão, cancro da bexiga e cancros hematológicos) foram elaborados protocolos de quimioterapia/ imunoterapia com explicitações relativas ao plano de tratamento, sendo que, para cada protocolo, está disponível uma representação esquemática da terapêutica a ser realizada. Está também disponível informação acerca dos efeitos secundários mais comuns da terapêutica antineoplásica, dando a conhecer como estes se manifestam e que medidas podem ser tomadas no sentido de os prevenir e/ou minimizar. Espera-se que este manual constitua uma ferramenta útil, no sentido em que a informação a dispensar, pelo farmacêutico, ao doente oncológico, possa contribuir para o melhor cumprimento do plano terapêutico e para o esclarecimento de eventuais dúvidas associadas, melhorando, desta forma, os resultados terapêuticos. O segundo capítulo relata as diferentes atividades desenvolvidas no decorrer do estágio em Farmácia Hospitalar nos Serviços Farmacêuticos do Centro Hospitalar Universitário Cova da Beira, decorrido de 21 de janeiro a 8 de março de 2019, contabilizando o total de 7 semanas. Durante este período, desenvolvi uma série de competências e conhecimentos que me permitiram compreender a grande responsabilidade das funções de um farmacêutico dentro dos Serviços Farmacêuticos de um hospital. O terceiro capítulo é referente às atividades desenvolvidas durante o estágio em Farmácia Comunitária, na Farmácia Modelar, decorrido de 11 de março a 31 de maio de 2019, num total de 12 semanas. No decorrer do estágio tive oportunidade de interiorizar o importante papel do farmacêutico comunitário junto à população, a responsabilidade das diferentes intervenções em saúde, permitindo-me assim adquirir uma série de conhecimentos úteis enquanto futura profissional.
    2019 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  4. 4

    Identificação de Biomarcadores em doentes com Cancro do Pulmão de Não-pequenas Células tratados com Imunoterapia

    Publicação
    por Santos, Inês Duarte dos
    Origem: uBibliorum
    O cancro do pulmão representa 95% dos tumores epiteliais malignos e apresenta uma taxa de incidência em constante crescimento. Nos países ocidentais, é já a principal causa de morte por doença oncológica e estima-se que cerca de 1 milhão de pessoas morra por ano, em todo o mundo. De acordo com a OMS, o cancro do pulmão pode ser classificado histologicamente em: carcinoma pulmonar de pequenas células (CPPC) e carcinoma pulmonar de nãopequenas células (CPNPC). Os carcinomas pulmonares de não-pequenas células representam cerca de 80% dos casos de carcinoma pulmonar e incluem dois tipos major: não escamoso (que, por sua vez, inclui adenocarcinoma, carcinoma de grandes células e outros subtipos) e escamoso (epidermoide). O tratamento do carcinoma de não-pequenas células sofreu, nos últimos anos, mudanças significativas resultantes do recurso a terapia dirigida e imunoterapia, o que contribuiu para o aumento da taxa de sobrevida e da qualidade de vida destes doentes. No entanto, apesar da imunoterapia se ter revelado um dos avanços mais importantes, apenas uma parte da população de doentes com CPNPC beneficia dela. A identificação e o estudo de potenciais biomarcadores, que são preditores da resposta ao tratamento com imunoterapia, permitem a seleção dos doentes que mais beneficiarão dela. Permitem também monitorizá-los durante o tratamento e inferir sobre o seu prognóstico. São vários os biomarcadores já identificados e estudados, alguns relacionados com o próprio tumor, outros ligados ao seu microambiente e, por fim, alguns derivados do hospedeiro. Cada biomarcador mencionado na presente monografia revela utilidade e apresenta também limitações, pelo que uma combinação de múltiplos biomarcadores poderá ser a melhor alternativa para prever a eficácia da imunoterapia. Em suma, existe ainda um longo caminho a percorrer e é premente a realização de estudos prospetivos que validem a utilidade destes biomarcadores e contribuam para a uniformização do seu uso na prática clínica.
    2022 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  5. 5

    Tratamento do carcinoma da próstata resistente à castração

    Publicação
    por Faria, Carlos Augusto Sécio
    Origem: uBibliorum
    Introdução: O cancro da próstata é o tumor maligno mais frequente e encontra-se entre uma das principais causas de morte associadas a neoplasias no mundo ocidental. Durante vários anos a terapêutica de supressão androgénica tem sido o tratamento standard para pacientes com cancro da próstata metastizado. Contudo, apesar de inicialmente apresentarem uma resposta favorável, esta é geralmente de curta duração, evoluindo esta patologia para um estadio denominado de carcinoma da próstata metastático resistente à castração. Com o aumento da incidência desta patologia, tem decorrido uma vasta investigação de abordagens terapêuticas capazes de melhorar a sobrevida e a qualidade de vida destes pacientes. Objetivos: Analisar a literatura atual sobre o tratamento do carcinoma da próstata metastático resistente à castração, dando especial atenção à quimioterapia, hormonoterapia, imunoterapia, terapêuticas ósseas e aos novos agentes. Métodos: Para este estudo, foi realizada uma ampla pesquisa bibliográfica recorrendo principalmente à PubMED, Medline, ScienceDirect e Scielo. Foi também consultada a base de dados da ClinicalTrials.gov para a pesquisa de ensaios clínicos em curso na área do carcinoma da próstata metastático resistente à castração. Foram excluídos, pela leitura do título e abstract, artigos que versavam sobre outras fases do carcinoma da próstata que não a fase resistente à castração. Discussão: Durante vários anos a quimioterapia com Docetaxel foi o tratamento gold-standard para o carcinoma da próstata metastático resistente à castração, com uma sobrevida geral média de 19,2 (versus 17,8) e 17,5 (versus 15,6) meses, relativamente a esquemas terapêuticos sem Docetaxel, nos ensaios clínicos TAX327 e SWOG9916, respetivamente. Outros agentes foram, entretanto, aprovados por apresentarem superioridade na sobrevida geral média relativamente a outros esquemas terapêuticos de comparação, estes incluem o Cabazitaxel, a Abiraterona, a Enzalutamida e o Sipuleucel-T. Foram ainda aprovados agentes que demonstraram benefícios a nível ósseo como o Denosumab e Alfaradina. De salientar, que existem vários agentes que não demonstraram benefício, enquanto outros ainda estão em estudo e os seus resultados ainda não foram divulgados. Conclusão: O tratamento do carcinoma da próstata resistente à castração está a mudar rapidamente. Atualmente os agentes de primeira linha são o Docetaxel, Sipuleucel-T, Abiraterona, Enzalutamida e a Alfaradina. O tempo em que se deve iniciar terapêutica de segunda linha permanece pouco claro e baseia-se na progressão clínica da doença sob terapêuticas de primeira linha. O desafio atual é perceber como otimizar os agentes recentemente aprovados e qual é a melhor sequência de tratamento para este grupo específico de doentes com cancro da próstata.
    2017 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  6. 6

    Tratamento adjuvante da neoplasia não músculo invasiva da bexiga para além do BCG

    Publicação
    por Oliveira, João Maria Ferreira de
    Origem: uBibliorum
    O tumor da bexiga é uma das neoplasias com maior incidência e mortalidade em Portugal. Foi a quarta causa mais frequente de neoplasia no sexo masculino, e o nono cancro com maior mortalidade em ambos os sexos, no ano de 2020. Na classificação da OMS da neoplasia da bexiga, os tumores não-músculo invasivos (Ta, T1 e Cis) são responsável por mais de 70% dos casos registados desta neoplasia, cujo tratamento assenta na resseção transuretral do tumor, seguido de quimioterapia ou imunoterapia com o Bacilo Calmette-Guérin (BCG), ambos instilados por via intravesical. Este bacilo, estirpe atenuada do Mycobacterium bovis, é inoculado em todo o mundo por se tratar da principal via de prevenção da tuberculose, sendo necessária uma produção em grande escala. No entanto, tratando-se de uma micobactéria, é necessário considerar o tempo e outros fatores que condicionam a cultura, a maquinaria especializada com grandes custos para além da necessidade de condições específicas que previnam a contaminação desta estirpe. Assim, a produção não está a responder às necessidades deste bacilo tornando-se oportuno o estudo e implementação de esquemas alternativos ao tratamento da neoplasia não-músculo invasiva da bexiga. Este trabalho tem como objetivo abordar as alternativas ao BCG no tratamento da neoplasia não-músculo invasivo na bexiga face à escassez mundial deste bacilo. Para isso, foi realizada uma pesquisa bibliográfica em plataformas online com a análise de artigos desde 2000 até à atualidade. As terapias encontradas mais promissoras são a imunoterapia e os novos métodos de instilação intravesical. A abordagem que combina a administração de mitomicina C com forças eletromotrizes mostrou melhores resultados do que a instilação do agente isolado. A imunoterapia tem conquistado o seu território nos doentes que não respondem ao BCG.
    2022 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  7. 7

    Manual de imunomoduladores com ação antineoplásica: aspetos práticos relacionados com o tratamento

    Publicação
    por Pinto, Jéssica Silva
    Origem: uBibliorum
    O presente trabalho realizado no âmbito da unidade curricular ”Estágio” do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas encontra-se dividido em dois capítulos. O primeiro capítulo diz respeito à vertente de Investigação, tendo sido elaborado um manual intitulado ”Manual de imunomoduladores com ação antineoplásica: aspetos práticos relacionados com o tratamento” destinado aos profissionais de saúde. Sendo o cancro uma das doenças com maior incidência e mortalidade em todo o mundo, tem-se vindo a procurar desenvolver novas formas de tratamento. Pela sua eficácia e seletividade, a imunoterapia tem uma benefício-risco mais favorável do que a quimioterapia convencional, pelo que é atualmente bastante utilizada como tratamento no cancro. Sendo uma terapêutica relativamente recente o objetivo deste manual é que se torne uma ferramenta de apoio aos profissionais de saúde, com informações úteis relacionadas com os tratamentos imunomoduladores antineoplásicos. O segundo capítulo descreve as atividades desenvolvidas e as competências adquiridas durante o estágio em farmácia comunitária. O estágio decorreu entre os dias 8 de fevereiro a 18 de junho na Farmácia Macedo Crespo na cidade de Trancoso sob orientação da Dr.ª Rosa Alves.
    2021 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  8. 8

    Imunoterapia no Cancro do Pulmão de Não Pequenas Células – Tolerância e Efeitos secundários

    Publicação
    por Lourenço, Madalena Maria Grilo
    Origem: uBibliorum
    Introdução: O cancro do pulmão de não pequenas células (CPNPC) representa a maioria dos casos de cancro do pulmão e é uma das principais causas de mortalidade por doença oncológica a nível mundial. A introdução da imunoterapia revolucionou o tratamento destes doentes, apesar dos efeitos adversos que importa conhecer melhor na prática clínica. Objectivos: Avaliar a tolerância e os efeitos secundários associados à imunoterapia, em monoterapia ou em associação com a quimioterapia, em doentes com CPNPC em contexto real. Materiais e Métodos: Estudo observacional retrospectivo, que incluiu 124 doentes com CPNPC tratados com imunoterapia nos serviços de Pneumologia dos hospitais da Guarda e da Covilhã, entre Julho de 2022 e Outubro de 2024. Foram analisados os efeitos adversos e a sua relação com idade, sexo, hábitos tabágicos, comorbilidades, linha de tratamento e fármaco utilizado. Resultados: Verificou-se que, apesar da generalidade dos doentes tolerar bem a terapêutica, uma percentagem relevante apresentou pelo menos um efeito secundário. As toxicidades mais frequentemente observadas foram as cutâneas, endócrinas e respiratórias. A maioria dos efeitos foi de grau ligeiro a moderado. Não se observaram associações estatisticamente significativas entre a ocorrência de efeitos adversos e algumas das variáveis analisadas como a idade, o género, os hábitos tabágicos ou a linha de tratamento. Não se verificou qualquer associação estatisticamente significativa entre a presença de comorbilidades e a ocorrência de efeitos secundários. Ainda assim, algumas podem potenciar o aparecimento dos efeitos secundários pelo que requerem vigilância terapêutica adequada. Conclusões: A imunoterapia mostra-se eficaz e globalmente bem tolerada nos doentes com CPNPC. A maximização dos seus benefícios terapêuticos requer uma monitorização atenta e uma gestão precoce dos efeitos secundários. Este estudo reforça ainda a importância de uma abordagem personalizada e multidisciplinar no acompanhamento dos doentes.
    2025 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  9. 9

    Efetividade das dietas enriquecidas com imunonutrientes na redução de complicações e mortalidade em pacientes críticos: abordagem pela utilização de metanálise

    Publicação
    por Silveira, Glória Regina Mesquita da
    Origem: Oasisbr
    Nutrientes específicos, denominados farmaconutrientes, demonstraram possuir a capacidade de modular a resposta imunológica e inflamatória de animais e seres humanos, em estudos clínicos e laboratoriais. Dentre os substratos conhecidos, os que têm maior relevância e ação imunomoduladora são a arginina, glutamina, ácido graxo n-3 e nucleotídeos. No entanto, revisões sistemáticas e meta-análises buscam consenso em relação aos vários e controversos resultados publicados sobre os possíveis benefícios da imunonutrição em pacientes críticos. Nossos objetivos foram avaliar a efetividade das dietas enriquecidas com Imunonutrientes na redução de complicações e mortalidade nos diferentes tipos de pacientes críticos. O presente estudo é uma revisão sistemática com metanálise onde foram inseridos ensaios clínicos randomizados avaliando o uso de nutrientes imunomoduladores em doente adulto de ambos os sexos, definido como crítico traumatizado, séptico, queimado ou cirúrgico; as dietas utilizadas deveriam conter um ou mais dos imunonutrientes, em qualquer dose, administradas por via enteral comparadas à dieta padrão pela mesma via em pelo menos um dos grupos de comparação. As bases de dados consultadas foram Pubmed e Cinhal, utilizando os termos: Immunonutrition, arginine, glutamine, n-3, nucleotides e criticall illness. De 206 artigos encontrados inicialmente, apenas 35 preencheram os critérios de elegibilidade estabelecidos. Destes 35 ensaios clínicos, 18 foram conduzidos em pacientes cirúrgicos, 6 em pacientes traumatizados, 5 em pacientes queimados, 5 em pacientes críticos em geral e 1 em pacientes sépticos. Para a população geral, não houve redução significativa do risco de morrer indicada pelo RR de 0,84 (IC de 0,68 a 1,05) e os queimados foram mais protegidos de morrer com RR de 0,25 (IC de 0,09 a 0,66); as complicações infecciosas foram reduzidas com RR de 0,56 (IC de 0,42 a 0,73); a incidência de sepse foi reduzida com RR de 0,45 (IC de 0,29 a 0,69), especialmente nos pacientes traumatizados com RR de 0,42 (IC de 0,26 a 0,68); a incidência de abscesso abdominal também foi reduzida com RR de 0,39 (IC de 0,21 a 0,72) e também de bacteremia com RR de 0,46 (IC de 0,31 a 0,66); o tempo de internação hospitalar diminuiu -3,9 dias (IC de -5,0 a -2,8). Para a população de pacientes cirúrgicos: o óbito não apresentou redução significativa do RR de 0,93 (IC de 0,44 a 1,95), as complicações infecciosas foram reduzidas com RR de 0,51 (IC de 0,41 a 0,63), o tempo de internação hospitalar foi reduzido - 3,41 dias (IC de -4,25 a -2,58) e o tempo de internação em UTI -1,72 dias (IC de -2,12 a -1,31). A utilização de dietas com nutrientes imunomoduladores não alterou a mortalidade em doentes críticos ou cirúrgicos. Indivíduos com mais de 60 anos são menos protegidos de morrer pela utilização de dietas com imunomoduladores. As complicações infecciosas são reduzidas em pacientes críticos com a utilização de imunonutrição, em especial a população de pacientes cirúrgicos. Dietas com mais de 10g/l de arginina protegem mais os pacientes críticos da incidência de complicações infecciosas. Pacientes traumatizados são protegidos da incidência de sepse pela utilização da imunonutrição. O tempo de internação hospitalar e o tempo de internação em UTI foram reduzidos em críticos e cirúrgicos com imunonutrição. A execução de ensaios clínicos explanatórios nos diferentes tipos de doentes críticos com um nutriente imunomodulador isolado, seguida de ensaios pragmáticos de acordo com os resultados dos anteriores, é um fato a ser considerado em futuras pesquisas.
    2020 tese de doutoramento Brasil acesso aberto
  10. 10

    Avaliação de um Protocolo Imunoterapêutico contra Leishmaniose Visceral Canina utilizando Lasap Associada ao Alopurinol

    Publicação
    por Clasta, Ricardo Birolini
    Origem: Oasisbr
    Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduaçãoem Biociências, do Instituto Latino-Americano de Ciências da Vida e da Natureza, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Ciências, área de concentração Biociências.
    2022 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto