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    As políticas públicas de higiene e o fim dos sepultamentos nas igrejas de São Luís: (1828 – 1855)

    Publication
    by Coe, Agostinho Júnior Holanda
    Origin: Oasisbr
    Discussion about the epidemics that afflicted São Luis during the XIX century and their relation with the burial practice changes. The concepts of modernity paradigms at the capital means judgments about what should or not should be preserved, about what would be good and bad places, progress and decadence, establishing rules to be followed. One of the main actions that would be taken to wanting to turn into the ludovicense urban environment a more hygienic place, was get through with burial in the churches and move it to far way places of the city area.
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    Modernização e higienismo: controle sanitário e gesto político-científica na Manchester Mineira (1891-1906)

    Publication
    by Barroso, Elaine Aparecida Laier
    Origin: Oasisbr
    No processo de transição para as relações capitalistas no Brasil houve a difuso de um ideário científico e modernizador, em que a Medicina Sanitária, pautada nos modelos vigentes na Europa, foi parte significante ao propor uma drástica intervenção no espaço público, a fim de promover a salubridade e a organização dos centros urbanos. Juiz de Fora constitui uma amostragem deste empreendimento que vigorou nos grandes centros nos primeiros anos da República. Juiz de Fora então se destacava no contexto da Zona da Mata e do Estado por seu poder econômico. Tal posição era vista como incoerente com o crescimento urbano desordenado que vinha ocorrendo no município. O anseio das elites locais centrava-se na implantação de um projeto sanitário modernizante através da Câmara Municipal, que pudesse situar o município no rol das grandes cidades, sendo fundamental para tanto a reestruturação urbana com vistas contenção das epidemias e o embelezamento da cidade. No intuito de atingir estas finalidades, a Câmara Municipal de Juiz de Fora retoma o plano sanitário instituído no período imperial e, com o apoio da Sociedade de Medicina e Cirurgia, o reorganiza a partir dos postulados científicos em voga no Rio de Janeiro. Amparados no aparato legal criado, as autoridades sanitárias fiscalizavam, intimavam e multavam intensamente os citadinos. Estes, por sua vez, reagiram de forma velada ao movimento sanitário, procurando esquivar-se das medidas profiláticas e das multas aplicadas que intervinham diretamente em seu modus vivendi. As práticas sanitárias ocorridas em Juiz de Fora revelam-se bastante similares aquelas desenvolvidas nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, ainda que a primeira se localize no interior do Estado e no tenha a mesma proeminência das capitais.
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