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Hardware/Software interface for enhanced remote control of Android set-top-box
Publicaçãopor Santos, Ricardo Alexandre Caseiro dosOrigem: IC-onlineThis dissertation describes the research and development of a communication system to support remote control devices (RCD) for Android-based set-to-box (STB). The target RCD is a low-complexity device using 3D motion tracking to provide new interactive functionalities to di erent types of multimedia content and applications. The system architecture comprises an RCD with Magnetic, Angular Rate, Gravity (MARG) unit for 3D motion tracking, transmitting data to an Android STB. The communication between the RCD and the STB was implemented using the Radio Frequency for Consumer Electronics (RF4CE) protocol, which required the development of an external module for the STB. An Application Programming Interface (API) was developed to enable seamless computation of the remote control data and allowing six input pro- les on the Android: Absolute air mouse, Relative air mouse, multitouch, accelerometer, gyroscope and magnetometer. To allow the sensors from the MARG unit in the remote control device to be natively recognized on the Android OS, an Android sensors library was also developed, this reads the sensors data from the API. The demonstration of the system functionalities was done through an Android application speci cally developed to simulate and test a potential usage environment. A study to nd out whether the most complex functions should run on the RCD or on the Android STB was also carried out. The optimal solution still remains an open issue since it depends on the speci c application and portability requirements taking into account energy consumption. The analysis of energy consumption on the RCD shows that transmitting the raw data from the sensors to be processed in the API, results in a lower energy consumption, and consequently higher portability with good accuracy. Since the STB has no limitations on energy consumption and superior computational power, the API was designed to be able to perform all the processing of sensors data, thus allowing the implementation of complex fusion algorithms with higher precision. -
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A hiperostose idiopática difusa na Coleção de Esqueletos Identificados: critérios de diagnóstico e comorbidades
Publicaçãopor Oliveira, Andréa MartinsA hiperostose idiopática difusa (HID) é uma doença do foro reumático, manifestando-se pela ossificação exuberante do ligamento vertebral comum anterior, no lado direito da região torácica da ráquis, e pela ossificação de enteses extra-raquidianas. Nesta dissertação pretendeu-se determinar a prevalência, distribuição por sexo e idade à morte da HID, e as suas manifestações no esqueleto em indivíduos da Coleção de Esqueletos Identificados da Universidade de Coimbra (meados dos séculos XIX-XX), a sua eventual relação com um estatuto socioeconómico, causas de morte registadas e a hiperostose frontal interna (HFI). Os indivíduos com mais de 20 anos de idade à morte, com coluna vertebral e esqueleto apendicular observáveis (n=432), foram analisados de acordo com as metodologias de Resnick e Niwayama (1976), Arlet e Mazières (1985) e Rogers e Waldron (2001), para determinar a prevalência da HID. Apenas os indivíduos diagnosticados com a última metodologia foram estudados pormenorizadamente. Para o diagnóstico da HFI foi utilizada a metodologia de Hershkovitz et al. (1999). Com as diferentes metodologias obtiveram-se resultados estatisticamente significativos (p=0,007). Vinte e dois (5,1%/432) indivíduos (sexo masculino: 17 [7,3%] sexo feminino: 5 [2,5%]) foram diagnosticados com HID de acordo com a metodologia de Rogers e Waldron (2001). A média de idade à morte nos indivíduos com HID foi de 80,8 ±11,8 anos (intervalo: 64-95 anos) no sexo feminino e 74,8±8,8 anos (intervalo: 59-96 anos) no masculino. Estes pertenciam a estratos socioeconómicos baixos, falecendo de causas variadas. Apenas um (4,5%) indivíduo tinha HID e HFI, simultaneamente. Em concordância com os estudos sobre HID, estes resultados demonstram que a doença afeta sobretudo o sexo masculino e indivíduos mais velhos, aumentando com a idade. Não se observou qualquer relação entre a doença, estatuto socioeconómico elevado ou causas de morte; só a idade e o sexo foram preditivos de HID. -
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Os casos de Hiperostose Idiopática Difusa na Coleção de Esqueletos Identificados do séc. XXI:Um contributo para a Identificação Individual
Publicaçãopor Veiga, Ana Paula RamalhoObjetivos: A Hiperostose Idiopática Difusa (HID) é uma doença reumática crónica, não inflamatória, caracterizada por afetar as enteses raquidianas, particularmente o ligamento vertebral comum anterior na região ântero-lateral direita do segmento torácico, e extra-raquidianas. Os dois objetivos primordiais desta dissertação foram estudar a prevalência e perfil epidemiológico desta doença na Coleção de Esqueletos Identificados do séc. XXI (CEI/XXI) da Universidade de Coimbra e explorar a possível utilidade desta doença para a Antropologia Forense, nomeadamente como auxiliar no estabelecimento do perfil biológico (sexo e idade à morte) e o seu potencial como fator de individualização.Metodologia: Os esqueletos da CEI/XXI foram selecionados com base nos seguintes parâmetros: idade igual ou superior a 20 anos de idade à morte, sexo e idade conhecidos, 58,3% da coluna vertebral observável. A conjugação destes parâmetros resultou num total de 227 esqueletos observáveis. O diagnóstico de HID foi realizado segundo os critérios de Rogers e Waldron (2001). Para a realização de radiografias foram selecionados os esqueletos que apresentavam seis ou mais vértebras com anquilose no ligamento vertebral comum anterior (n=20).Resultados: A prevalência de HID na CEI/XXI foi de 18,1% (41/227), ao sexo masculino pertenciam 25 (23,1%) indivíduos e ao sexo feminino 16 (13,4%). A média de idade à morte dos indivíduos com HID (n=41) foi de 78,0 anos (d.p=10,9, mediana=80,0, intervalo=31-92 anos). No sexo masculino apurou-se uma média de idade de 70,4 anos (d.p.=8,0, mediana = 82,0, intervalo=61-92 anos) e no sexo feminino de 80,5 anos (d.p.=10,9, mediana=80,0, intervalo=31-92 anos). As diferenças entre a idade à morte dos indivíduos com e sem HID não se revelaram estatisticamente significativas. No entanto, foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os sexos e os indivíduos com e sem HID. A média do número de vértebras com anquilose do ligamento vertebral comum anterior no osso seco e na análise radiográfica foi muito semelhante.Discussão e conclusão: A variável idade à morte, apesar de não apresentar diferenças significativas entre os indivíduos com e sem HID segue o padrão esperado e notado noutros estudos de contexto clínico e paleopatológico. Também a variável sexo segue o padrão da maioria dos estudos de contexto clínico e paleopatológico. Ou seja, existem mais indivíduos com HID do sexo masculino e a prevalência da doença aumenta com o aumento da idade à morte. Contudo, não nos permite tirar conclusões claras sobre a associação da HID com a determinação do sexo e estimativa da idade à morte. Apenas permite dizer que, perante um indivíduo com HID, a probabilidade deste ser do sexo masculino é superior à de ser do sexo feminino e que é provável que tenha mais de 40 anos de idade à morte. No que à análise radiográfica diz respeito, verificou-se que a média de vértebras com anquilose no osso seco é praticamente igual à média verificada na análise radiográfica post mortem, permitindo assim sugerir que esta possa ser uma ferramenta útil em Antropologia Forense como fator de individualização. Para se conseguir conclusões mais assertivas quanto ao papel da HID na identificação individual seria importante a presença de Raio-X ante mortem dos indivíduos, conseguindo-se assim fazer verdadeiras comparações entre dados ante e post mortem. -
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Vulnerabilidade do sistema operacional Windows com inserção de Malware por HIDV2
Publicaçãopor Azevedo, Nicolas de FreitasOutros Autores: Pereira, Ricardo Araújo; Semente, Vinicius GalasseOrigem: OasisbrAo conectar um HID (Human Interface Device), o computador vincula o dispositivo sem grandes validações, dessa forma, pode-se usar um hardware contendo um microcontrolador que após ser conectado ao computador, demonstra uma vulnerabilidade pouco conhecida, através da porta USB conectada, a qual é lida pelo sistema operacional, reconhecendo a placa como um teclado, demonstrando a falha do sistema em reconhecer a placa como um teclado de acesso, podendo afetar o próprio computador, bem como caixas eletrônicos, urnas eletrônicas entre outros. -
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Distributed architecture to enhance systems protection against unauthorized activity via USB devices
Publicaçãopor Oliveira, JoséOutros Autores: Pinto, Pedro; Santos, HenriqueCyberattacks exploiting Universal Serial Bus (USB) interfaces may have a high impact on individual and corporate systems. The BadUSB is an attack where a USB device’s firmware is spoofed and, once mounted, allows attackers to execute a set of malicious actions in a target system. The countermeasures against this type of attack can be grouped into two strategies: phyiscal blocking of USB ports and software blocking. This paper proposes a distributed architecture that uses software blocking to enhance system protection against BadUSB attacks. This architecture is composed of multiple agents and external databases, and it is designed for personal or corporate computers using Microsoft Windows Operating System. When a USB device is connected, the agent inspects the device, provides filtered information about its functionality and presents a threat assessment to the user, based on all previous user choices stored in external databases. By providing valuable information to the user, and also threat assessments from multiple users, the proposed distributed architecture improves system protection.
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