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  1. 1

    Democratizing user interfaces

    Publicação
    por Alves,Sérgio Flávio Barros Antunes
    Uma interface gráfica pode ser definida como o “meio através do qual um utilizador interage com um sistema operativo ou com um programa”1. Estas interfaces são cada vez mais relevantes. Os serviços digitais têm-se tornado cruciais, muito devido a proliferação de smartphones, computadores e outros dispositivos que facilitam o acesso a Internet. As interfaces destes serviços constituem, assim, intermediários fundamentais para o acesso a informação, comunicação, entretenimento e ate a serviços públicos, como saúde ou finanças. Alguns destes serviços (por exemplo, plataformas de comunicação) são utilizados por centenas de milhões de pessoas, resultando numa base de utilizadores extremamente diversa. Esta heterogeneidade inclui diferenças nas capacidades físicas e cognitivas, níveis de literacia digital e preferências pessoais. Para alem disso, o contexto de uso pode variar em cada interação, originando o fenómeno descrito como deficiências e incapacidades induzidas situacionalmente (situationally-induced impairments and disabilities, em inglês). Por exemplo, um utilizador pode temporariamente obter visão turva apos um procedimento ocular ou enfrentar menor precisão ao interagir com um ecrã tátil enquanto caminha. E, portanto, fundamental garantir que todos os utilizadores conseguem não só aceder, mas também usufruir de uma experiência de utilização adequada as suas necessidades e preferências. Muitas das interfaces existentes foram desenhadas segundo uma logica one-size-fitsall (tamanho único para todos, em português), procurando assegurar que são utilizáveis pela maioria. Isto deve-se ao facto de serem concebidas para utilizadores e cenários de uso típicos, ainda que exista hoje maior preocupação e obrigação em garantir acessibilidade, e por vezes alguns utilizadores sejam envolvidos no processo de design. Contudo, a maioria dos componentes destas interfaces permanece estática e inadaptável, dificultando o uso em situações ou por utilizadores não contemplados no desenho inicial. Alem disso, abordagens como universal design ou design for all, que ambicionam garantir que qualquer interface possa ser utilizada por qualquer pessoa, são frequentemente consideradas utópicas.
    2026 tese de doutoramento Portugal acesso aberto
  2. 2

    Multifunctional controller architecture for sold-state marx modulator based on FPGA

    Publicação
    por Pereira, Fernando
    Outros Autores: Gomes, Luís; SANTOS REDONDO, LUIS MANUEL
    This paper proposes a multifunctional architecture to implement field-programmable gate array (FPGA) controllers for power converters and presents a prototype for a pulsed power generator based on a solid-state Marx topology. The massively parallel nature of reconfigurable hardware platforms provides very high processing power and fast response times allowing the implementation of many subsystems in the same device. The prototype includes the controller, a failure detection system, an interface with a safety/emergency subsystem, a graphical user interface, and a virtual oscilloscope to visualize the generated pulse waveforms, using a single FPGA. The proposed architecture employs a modular design that can be easily adapted to other power converter topologies.
    2014 artigo Portugal acesso restrito