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  1. 1

    Differences in foot contact times between obese and non-obese postmenopausal women when crossing obstacles

    Publicação
    por Silva, David
    Outros Autores: Gabriel, Ronaldo; Moreira, Maria; Abrantes, João; Faria, Aurélio
    Origem: uBibliorum
    Objective: This study aimed to investigate the foot contact time differences between obese and nonobese subjects during walking when crossing obstacles. Methods: Ninety-eight postmenopausal women were assigned to four groups, and their plantar pressure temporal data were collected using a two-step protocol during walking when crossing an obstacle set at 30% height of lower limb length of each subject. The initial, final, and duration of contact of 10 foot areas were measured. Results: Leading limb: (1) the heel groups initiated foot contact using the heel, and the non-heel groups initiated contact using the metatarsals; (2) heel obese subjects showed an earlier initial contact and a longer contact duration of metatarsals 2–3; (3) non-heel obese subjects showed an earlier midfoot initial contact. Regarding the trailing limb: (4) heel obese subjects showed an earlier midfoot initial contact and a longer contact duration of metatarsal 5; (5) non-heel obese subjects showed an earlier initial contact and a longer contact duration of metatarsals 4–5. Conclusions: (1) The non-heel groups’ foot rollover pattern may result from an attempt of rapidly restoring stability; (2) the heel obese subjects seem to regulate their plantar foot muscles to overcome their overweight; (3) the overweight of the non-heel obese subjects leads to a quicker backward foot roll-over from the metatarsals to the heel; (4) the overweight of the heel obese subjects can distort their footprints and/or their higher inertia may precipitate an anticipation of the midfoot contact, which can also explain the result observed for 5.
    2018 artigo Portugal acesso restrito
  2. 2

    Foot rollover temporal parameters during walking straight ahead and stepping over obstacles: obese and non-obese postmenopausal women

    Publicação
    por Silva, David
    Outros Autores: Gabriel, Ronaldo; Moreira, Helena; Abrantes, João; Faria, Aurélio
    Origem: uBibliorum
    The aim of this study was to compare the temporal foot rollover data between walking straight ahead and stepping over obstacles for obese and non-obese postmenopausal women. Plantar pressure data were collected from 67 women. The initial, final, and duration of contact of 10 foot areas were measured. Both limbs of both groups showed a longer foot contact duration on the obstacle task. Significant temporal differences were found for both groups between straight ahead and crossing obstacles on the initial, final, and duration of contact for several foot areas. The propulsion phase of the trailing limb during the obstacle task was anticipated. Regarding the leading limb, the first foot contact was not made with the heel areas; however, a backward foot rollover movement from the metatarsal to the heel areas occurred, possibly to provide support to better control the trailing limb swing phase.
    2018 artigo Portugal acesso restrito
  3. 3

    Comparative study of plantar pressure during step exercise in different floor conditions

    Publicação
    por Santos-Rocha, Rita
    Outros Autores: Veloso, António Prieto
    Mechanical load has been estimated during step exercise based on ground reaction force (GRF) obtained by force platforms. It is not yet accurately known whether these measures reflect foot contact forces once the latter depend on footwear and are potentially modified by the compliant properties of the step bench. The aim of the study was to compare maximal and mean plantar pressure (PP), and maximal GRF obtained by pressure insoles after performing seven movements both over two metal force platforms and over the step bench. Fifteen step-experienced females performed the movements at the cadences of 130 and 140 beats per minute. PP and GRF (estimated from PP) obtained for each floor condition were compared. Maximal PP ranged from 29.27 +/- 9.94 to 47.07 +/- 12.88 N/cm2 as for metal platforms, and from 28.20 +/- 9.32 to 43.00 +/- 13.80 N/cm2 as for the step bench. Mean PP ranged from 11.09 +/- 1.62 to 14.32 +/- 2.06 N/cm2 (platforms) and from 10.71 +/- 1.54 to 14.22 +/- 1.77 N/cm2 (step bench). GRF (normalized body weight) ranged from 1.43 +/- 0.14 to 2.41 +/- 0.24 BW (platforms) and from 1.38 +/- 0.14 to 2.36 +/- 0.19 BW (step bench). No significant statistical differences were obtained for most of the comparisons between the two conditions tested. The results suggest that metal force platform surfaces are suitable to assess mechanical load during this physical activity. The forces applied to the foot are similar to the softer step bench and the hard force platform surface. This may reflect the ability of the performers to adapt their movement patterns to normalize the impact forces in different floor conditions.
    2007 artigo Portugal acesso aberto
  4. 4

    O uso do calçado habitual influência o controle postural?

    Publicação
    por Silva, Caio Borella Pereira da
    Origem: Oasisbr
    Embora o uso de um calçado faça parte do dia a dia da maioria das pessoas, ao avaliar o controle postural na postura em pé, muitos estudos consideram uma condição descalço. Assim, as pessoas diariamente convivem com uma condição onde utilizam calçados, e são avaliadas em uma condição diferente. A justificativa muitas vezes é que o calçado poderia influenciar. Contudo, pode o calçado habitual de fato influenciar o controle postural estimado pela trajetória do centro de pressão? Para responder a esta pergunta, avaliamos 14 adultos jovens com média de idade de 23 ± (4) anos, estatura de 1,63 ± (0,05) m e massa corporal de 59 ± (7) kg. Eles mantiveram a posição em pé, com apoio bipodal, com e sem usar o seu próprio calçado, com olhos abertos e fechados. Uma plataforma de força foi utilizada para aquisição de forças e momentos de reação do solo. Os dados foram utilizados para o cálculo do centro de pressão. Nenhuma das variáveis do centro de pressão (amplitudes, área e velocidade) diferiu entre as condições calçado e descalço, tanto com olhos abertos quanto fechados. Em resumo, o calçado habitual não influenciou as amplitudes de oscilação do centro de pressão durante a postura em pé.
    2021 trabalho de fim de curso Brasil acesso aberto
  5. 5

    Índice de repetibilidade de pisadas para análise da pressão plantar na avaliação clínica da marcha em diferentes faixas etárias

    Publicação
    por Moro, Cristiane Fraga
    Origem: Oasisbr
    O uso de equipamentos de baropodometria tem sido utilizado com o propósito de avaliar a repetibilidade e alterações da pressão plantar durante a marcha. Embora existam vários estudos a respeito, ainda não está claro quantas pisadas precisam ser analizadas para minimizar o efeito da variabilidade da pressão plantar durante a análise da marcha. Determinar o número mínimo de pisadas para minimizar a variabilidade da pressão plantar durante a marcha de crianças, adultos e idosos. Métodos: Participaram deste estudo crianças com idade entre 08 a 12 anos, adultos de 30 a 45 anos, e idosos acima de 65 anos de idade, que caminharam descalços, em velocidade preferida, em um trajeto de 9 metros. A avaliação da marcha envolveu um dia para familiarização, e dois dias de coleta de dados. A pressão plantar foi analizada por meio de um baropodometro, sendo gravados dados de 10 pisadas. O pico de pressão plantar foi determinado para as regiões do antepé, mediope e retropé. A variabilidade do pico de pressão foi determinada a partir do desvio-padrão considerando combinações de duas até dez pisadas. Na análise do número de pisadas pode se concluir que, de 10 pisadas, 4 foram suficientes para obter um padrão menos variável do pico de pressão na marcha de crianças, adultos e idosos saudáveis. O número mínimo de 4 pisadas para determinar o pico de pressão é sugerido por nossos resultados, e essa sugestão se mostrou válida para avaliações em diferentes dias.
    2021 trabalho de fim de curso Brasil acesso aberto
  6. 6

    Plantar pressure distribution and foot morphology of children with Cerebral Palsy and typical development

    Publicação
    por Righi, Natiele Camponogara
    Outros Autores: Martins, Fabiane Kurtz; Souza, Juliana Alves; Trevisan, Claudia Morais
    Origem: Oasisbr
    Cerebral Palsy (CP) is characterized as movement and posture disorders that cause performance limitations in activities easily performed by children with typical development (TD). Our study aimed to compare plantar pressure distribution and foot morphology between children with CP and TD, using an observational analytical research, of cross-sectional and comparative type, with 32 children between 6 and 11 years old, paired by gender and age, distributed in study group (SG) and control group (CG). We assessed the plantar distribution with the Footwork electronic baropodometry system and classified foot type by the Chippaux-Smirak Index. The SG obtained greater values on anterior weight-bearing and lower on posterior weight-bearing (p=0.02). In addition, SG showed lower mean pressure values for right (p=0.00) and left feet (p=0.01), when compared with the CG. Most children showed the same type of foot bilaterally, with the prevalence of flat feet in SG and cavus feet in the CG. Children with spastic CP who presented preserved locomotor performance, or with some dysfunction, revealed antepulsion posture, smaller mean plantar pressures, and flat foot prevalence when compared with children with TD.
    2017 artigo Brasil
  7. 7

    Reliability analysis of static and dynamic plantar pressure measurements of children and youths with normal development

    Publicação
    por Peixoto, Jennifer Granja
    Outros Autores: Dias, Alessandra Germano; Miranda, Laís Maini; Defilipo, Érica Cesário; Feitosa, Manuella Barbosa; Chagas, Paula Silva de Carvalho
    Origem: Oasisbr
    A pressão plantar é utilizada na avaliação clínica do pé e informa características da distribuição de carga plantar em atividades funcionais. Diversos instrumentos de avaliação podem ser utilizados e devem ter as propriedades psicométricas analisadas. A confiabilidade teste-reteste é uma medida de reprodutibilidade. O objetivo deste estudo foi analisar a confiabilidade teste-reteste das medidas de pressão máxima na estática e dinâmica de crianças e adolescentes com desenvolvimento normal (DN). Onze crianças e adolescentes com DN, de ambos os sexos, com idade entre 6 e 17 anos foram avaliados duas vezes, em uma plataforma sensível à pressão plantar em ortostatismo, com e sem calçado usual, com os pés posicionados de forma livre (passo interrompido) e com os pés alinhados. Dados dinâmicos foram obtidos pela caminhada sobre a plataforma com e sem calçado. Coeficientes de correlação intraclasse (CCI) foram analisados (α=0,05). Os CCI foram consistentes para: descarga de peso (DP) anterior calçado (CCI=0,83) e DP posterior descalço (CCI=0,95) e calçado (CCI=0,83) durante a análise estática com o passo interrompido. Também foram consistentes para a variável DP estática do membro inferior (MI) direito (CCI=0,86) e esquerdo (CCI=0,82) com passo interrompido descalço e, com os pés alinhados, utilizando calçados (CCI=0,82). Na análise do MI esquerdo, com o uso de calçado, a variável pressão máxima também gerou resultado satisfatório (CCI=0,85). As demais variáveis apresentaram variação de CCI entre 0,25 e 0,74, consideradas insatisfatórias. Conclui-se que os valores de CCI foram considerados excelentes para algumas condições estáticas e inconsistentes na avaliação dinâmica.
    2017 artigo Brasil
  8. 8

    Avaliação da musculatura flexora dos artelhos de idosos institucionalizados e comunitários: aspectos biomecânicos, mobilidade e quedas

    Publicação
    por Soares, Sílvia Fiorillo Cabrera
    Outros Autores: Koch, Deyse Borges; Mochizuki, Luis
    Origem: Oasisbr
    Las alteraciones morfológicas, biomecánicas y funcionales en los pies pueden aumentar el riesgo de caída en las personas mayores. Las que están institucionalizadas presentan menor movilidad y mayor riesgo de caída. El propósito de esta investigación es comprobar la relación entre las características de los pies con la movilidad y la caída de personas mayores institucionalizadas y activas en la comunidad. Del estudio, participaron 15 personas mayores institucionalizadas y 15 personas mayores activas en la comunidad, de las cuales se evaluaron la incidencia de caídas mediante el Timed Up and Go Test; la presencia de Hallux valgus y el punto máximo de fuerza muscular de los flexores del Hallux y de los dedos del pie mediante la plataforma de presión. Se utilizó el análisis de varianza para comparar los grupos. Los resultados demuestran que las personas mayores comunitarias presentaron una fuerza muscular de los flexores de los dedos del pie mayor que las institucionalizadas (p
    2018 artigo Brasil
  9. 9

    Influência do arco longitudinal medial na distribuição plantar e na flexibilidade posterior

    Publicação
    por Neves, Jessica Caroliny de Jesus
    Outros Autores: Cibinello, Fabíola Unbehaun; Valenciano, Paola Janeiro; Fujisawa, Dirce Shizuko
    Origem: Oasisbr
    Objective: To evaluate whether the formation of the longitudinal arch of the foot interferes with the distribution of plantar pressure and the pliability of the posterior thigh muscles. Methodology: a cross-sectional study and the footprints were obtained using the footprinting mat and analyzed according to the Viladot method. Plantar distribution and pliability were assessed by baropodometry and Wells’ bank, respectively. Results: It was observed that children with cavus feet present greater pliability when compared to those with normal feet (p=0.02). Also, the cavus feet exhibit higher pressure, that is, a greater heel overload compared to those with normal plantar arch (p=0.02 lower right limb and p=0.03 lower left limb). Conclusions: The evaluation of the medial longitudinal arch shows that children with cavus feet have greater pliability of the lower limb posterior muscles. The cavus feet are also associated with higher pressure in the calcaneal region.
    2020 artigo Brasil
  10. 10

    Parâmetros da pressão plantar, tipo e sensibilidade do pé em recrutas: um estudo prospectivo

    Publicação
    por Jesus, Andressa Hardt de
    Outros Autores: Copetti, Fernando; Saccol, Michele Forgiarini
    Origem: Oasisbr
    Este estudo teve como objetivo avaliar as características da pressão plantar, tipo e sensibilidade do pé em recrutas durante o período do serviço militar obrigatório. Sessenta indivíduos que prestaram o serviço militar obrigatório foram avaliados para pressão plantar (baropodômetro EPS LoranEngineering, Bolonha, Itália) e sensibilidade plantar ao toque superficial (estesiômetro de Semmes-Weinsten) em três momentos distintos: março (linha de base), junho (após 16 semanas de treinamento) e setembro (após 36 semanas de treinamento militar). Foram avaliadas a descarga de peso ântero-posterior e latero-lateral, pressão média, pressão máxima, área de contato do pé, tipologia de pé e sensibilidade plantar. Os dados foram analisados pelo teste do Qui-quadrado, anova de medidas repetidas e pelo teste de Friedman com pos hoc de Bonferroni (p<0,05). Houve aumento na área de contato (p=0,001) e na pressão média de ambos os pés (p<0,001). Quanto a tipologia, aproximadamente 60% dos indivíduos possuíam o pé direito do tipo normal, enquanto o pé esquerdo era do tipo cavo (50,3%); ou seja, mesmos sujeitos apresentaram diferentes tipologias do pé. Em relação a sensibilidade plantar, houve diferença na região do médio pé ao longo do treinamento (p=0,001 no pé dominante e p=0,009 no pé não dominante). Esses resultados demonstram que houve aumento da pressão média e área total de contato do pé, bem como alterações na sensibilidade plantar da região do médio pé ao longo do serviço militar obrigatório.
    2020 artigo Brasil