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  1. 1

    Renal artery stenosis in a single-kidney patient with flash pulmonary edema: A case report: “Estenose da Artéria Renal com Edema Flash”

    Publication
    by Suárez, Eliana
    Other Authors: Griego, Viviana; González, Santiago
    Atherosclerotic renal artery stenosis (RAS) is a well-known cause of secondary hypertension and progressive renal insufficiency. In patients with a solitary functioning kidney, it is uncommon but high-risk, posing a dilemma between revascularization and medical management. Revascularization is usually reserved for selected high-risk cases. We report a 54-year-old woman with hypertension, prior ischemic heart disease, superficially invasive squamous cell carcinoma of the cervix, and a solitary functional kidney, who was admitted with acute renal failure and recurrent episodes of flash pulmonary edema. CT angiography revealed occlusion of the left renal artery and severe stenosis of the right. Angioplasty and stent placement in the left renal artery restored blood flow, leading to recovery of renal function and adequate blood pressure control. Renal revascularization can improve blood pressure, renal function, and cardiovascular profile. Despite trials such as STAR, ASTRAL, and CORAL not showing overall benefit over medical therapy, international guidelines recommend considering revascularization in selected high-risk patients. This case illustrates that endovascular revascularization can be effective in patients with a solitary kidney and severe RAS, emphasizing the importance of a multidisciplinary, individualized approach to optimize clinical outcomes.
  2. 2

    Hipertensão renovascular em pediatria : uma abordagem multidisciplinar

    Publication
    by Mendes, Sílvia Raquel Morgado
    A hipertensão arterial (HTA) é um fator de risco importante, independente e potencialmente reversível de doença cardiovascular precoce e tem uma prevalência significativa em crianças e adolescentes assintomáticos. Este trabalho tem como objetivos discutir a abordagem da HTA de causa renovascular, revendo o seguimento e prognóstico destas situações. Apresenta-se o caso de um adolescente de 11 anos de idade, com HTA estádio II, associada a hipertrofia ventricular esquerda, sem qualquer manifestação clínica acompanhante. A identificação de uma lesão estenótica na artéria renal esquerda, a comprometer o normal crescimento e função do rim esquerdo, a par do difícil controlo da pressão arterial (PA) com terapêutica médica, motivou o recurso à angioplastia de dilatação por balão, que se revelou benéfica. Durante o seguimento posterior, o agravamento do perfil tensional, conduziu à reavaliação imagiológica da vasculatura renal, identificando-se o aparecimento de uma estenose de novo na artéria renal contralateral. Atualmente, o doente encontra-se sob terapêutica farmacológica, com perfil tensional estável, a aguardar a realização de outros exames complementares de diagnóstico para melhor caracterização do quadro. O controlo da PA pode revelar-se difícil e implicar uma abordagem multidisciplinar. O prognóstico está condicionado pela etiologia da lesão vascular, admitindo-se que possa implicar atitudes mais interventivas num futuro próximo.
    2020 master thesis Portugal restricted access
  3. 3

    Parâmetros diretos do duplex scan no diagnóstico da estenose da artéria renal: estudo de validação e otimização dos pontos de corte

    Publication
    by Cardoso,Carla Motta
    Other Authors: Xavier,Sérgio Salles; Lopez,Gaudencio Espinosa; Brunini,Tatiana Marlowe Cunha
    Origin: Oasisbr
    OBJETIVO: Testar o desempenho dos parâmetros diretos do duplex scan no diagnóstico da estenose da artéria renal (EAR) e verificar se os pontos de corte recomendados pela literatura são os mais adequados para se discriminar a gravidade da lesão. MÉTODOS: Estudo prospectivo, incluindo 62 pacientes portadores de EAR, submetidos ao duplex scan, seguido da arteriografia seletiva. O pico de velocidade sistólico (PVS) e a relação renal-aorta (RRA) foram mensurados. A análise estatística incluiu a curva ROC (receiver operating characteristic curve), t test student não pareado a sensibilidade, especificidade, os valores preditivos positivo e negativo, e a acurácia. RESULTADOS: A arteriografia revelou EAR 0-59% em 31 artérias (24%); EAR 60-99% em 91 artérias (72%) e 5 oclusões (4%). A análise de ROC mostrou que o PVS e a RRA apresentaram desempenho semelhante na detecção da lesão, cujas áreas sob as curvas foram 0,96 e 0,95, respectivamente. Considerando os pontos de corte recomendados pela literatura, o PVS de 180 cm/s apresentou sensibilidade de 100% e especificidade de 81%, enquanto que a RRA de 3,5 apresentou sensibilidade de somente 79%, com 93% de especificidade. Estes parâmetros foram analisados de forma conjugada (critério direto), revelando 79% de sensibilidade e 97% de especificidade. Os pontos de corte otimizados foram: PVS de 189 cm/s e RRA de 2,6, demonstrando 100%, 87%, 96% e 87% de sensibilidade e especificidade para o PVS e para a RRA, respectivamente. CONCLUSÃO: O uso isolado do PVS otimizado apresentou o melhor desempenho na detecção e na graduação da EAR.
    2006 article Brazil open access
  4. 4

    Índice de resistividade renal como preditor da revascularização renal para hipertensão renovascular

    Publication
    by Santos,Simone N.
    Other Authors: Leite,Luiz R.; Tse,Tak Sun; Beck,Rebecca; Lee,Robert A.; Shepherd,Roger F. J.
    Origin: Oasisbr
    FUNDAMENTO: A estenose arterial renal (EAR) é uma causa potencialmente reversível de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e nefropatia isquêmica. Apesar da revascularização bem sucedida, nem todos os pacientes (pt) apresentam melhora clínica e alguns podem piorar. OBJETIVO: O presente estudo se destina a avaliar o valor do índice de resistividade renal (IR) como preditor dos efeitos da revascularização renal. MÉTODOS: Entre janeiro de 1998 e fevereiro de 2001, 2.933 pacientes foram submetidos ao duplex ultrassom renal. 106 desses pacientes apresentaram EAR significativa e foram submetidos a angiografia e revascularização renal. A pressão arterial (PA) foi medida antes e depois da intervenção, em intervalos de até 2 anos e as medicações prescritas foram registradas. Antes da revascularização, o IR foi medido em 3 locais do rim, sendo obtida uma média dessas medições. RESULTADOS: Dos 106 pacientes, 81 tiveram IR<80 e 25 RI&gt;80. A EAR foi corrigida somente por angioplastia (PTA) em 25 pts, PTA + stent em 56 pts e cirurgicamente em 25 pts. Dos pacientes que se beneficiaram da revascularização renal; 57 dos 81 pacientes com IR <80 apresentaram melhora em comparação a 5 de 25 com IR &gt; 80. Usando um modelo de regressão logística múltipla, o IR esteve significativamente associado à evolução da PA (p = 0,001), ajustado de acordo com os efeitos da idade, sexo, PAS, PAD, duração da hipertensão, o tipo de revascularização, número de fármacos em uso, nível de creatinina, presença de diabete melito, hipercolesterolemia, volume sistólico, doença arterial periférica e coronariana e tamanho renal (OR 99,6-95%CI para OR 6,1-1.621,2). CONCLUSÃO: A resistividade intrarrenal arterial, medida por duplex ultrassom, desempenha um papel importante na predição dos efeitos pós revascularização renal para EAR.
    2010 article Brazil open access
  5. 5

    Hipertensão renovascular no contexto de arterite de Takayasu: a propósito de um caso clínico

    Publication
    by Borges,Lisa
    Other Authors: Machado,Rui; Nogueira,Clara; Matos,Arlindo; Almeida,Rui
    Origin: SciELO Portugal
    Introdução: A arterite de Takayasu é uma doença inflamatória crónica, rara e idiopática que afeta a aorta, os seus principais ramos, as artérias pulmonares e as coronárias. A artéria visceral envolvida com maior frequência é a artéria renal, podendo resultar em hipertensão renovascular. Caso clínico: Mulher de 58 anos, com antecedentes de arterite de Takayasu e história de hipertensão arterial refratária à terapêutica, motivo pelo qual foi submetida a arteriografia aortovisceral, que revelou estenose superior a 70% da artéria renal direita, procedendo-se a angioplastia transluminal da mesma. O procedimento decorreu sem complicações, com confirmação arteriográfica de sucesso técnico do mesmo. A doente teve alta no dia seguinte, assintomática, com valores de tensão arterial dentro dos parâmetros normais, sem necessidade de terapêutica anti-hipertensora, mantendo esta estabilidade clínica aos 10 meses de follow-up. Conclusão: A angioplastia da estenose da artéria renal secundária a arterite de Takayasu é um procedimento seguro, eficaz, pouco invasivo e associado a uma reduzida taxa de complicações, sendo o método de eleição atual no tratamento desta patologia.
    2015 report Portugal open access
  6. 6

    Secondary hypertension: primary health care approach

    Publication
    by da Cunha Costa, Tiago Francisco
    Other Authors: Coelho Leitão, Diana Catarina
    Objectives: Identify situations suggestive of secondary hypertension (SH). Review the pathophysiology, clinical and/or laboratory manifestations, diagnosis, and treatment of the main forms of secondary hypertension as well as establish the role of the family doctor in its approach based on the most recent evidence. Data sources: MEDLINE/PubMed, The Cochrane Library, UpToDate, U.S. Preventive Services Task Force, and guidelines from Direção-Geral da Saúde. Methods: Scientific articles were searched on evidence-based medicine online platforms using the keywords ‘Secondary Hypertension’ and ‘Primary Health Care’. The research was conducted in July 2019 and the selection of articles was based on the title, abstract, and publication date. Clinical guidelines were also consulted. Results: SH should be suspected in situations of resistant hypertension, onset of hypertension before age 30 in a patient without risk factors, sudden increase or instability in basal blood pressure, malignant or accelerated hypertension, the onset of diastolic hypertension in the elderly, hypertension associated with hydro electrolytic disorders or hypertension with clinical features suggestive of a specific etiology. In children and adolescents, the main causes of SH are renal parenchymal diseases, whereas in adults the common causes are obstructive sleep apnea syndrome, renal parenchymal diseases, renal artery stenosis, primary hyperaldosteronism, and pheochromocytoma. Recognition of clinical and/or laboratory manifestations suggestive of the etiology of SH should guide screening tests for further treatment or referral. Conclusion: Evaluating secondary causes in all hypertensive patients is not cost-effective, so only patients with characteristics suggestive of SH should be studied. Properly performing and interpreting screening tests is critical for the referral and treatment of patients with SH.