The athlete has great training demands, which intensify during the sporting seasons. Excessive training tends to overload the structures responsible for the formation of movement, the greater the overload of a structure, the greater the risk of injury and pain, amplifying the risk of withdrawing from the sport. Athletes with sports that involve repetitive throwing can cause changes in the movement of the scapula in relation to the shoulder, one of the common changes being scapular dyskinesis, which can be described as malposition of the scapula during shoulder movements or at rest. This study aims to analyze, through the scientific literature, the scapular dyskinesis index in throwing athletes. This is an integrative literature review, carried out through a survey of scientific articles that addressed the relationship between scapular dyskinesis in runners through the following databases: Pubmed, Scielo, Lilacs and Medline, published between 2016 and 2021. A search strategy totaled 90 potentially relevant articles, with the title and abstract being reviewed, only 10 articles remained, which were retained and read in full. Finally, 3 articles were considered relevant and retained for analysis. The results demonstrated that scapular dyskinesis can increase the risk for shoulder injuries in athletes. Scapular dyskinesis is commonly present in specific sports for upper limbs, and age, training volume and loads can increase the chances of upper limb injuries when compared to athletes without changes in scapular movement.
O ombro é uma articulação de grande importância e mobilidade que utilizamos em diversas tarefas, grande parte da população adulta apresenta dor no ombro, podendo estar relacionada a diversos fatores como: movimentos repetitivos, lesões nas estruturas que compõe todo o complexo do ombro e alterações no ritmo escapuloumeral, denominado discinese escapular que consiste em uma alteração visível no posicionamento e padrão do movimento entre a escápula e o úmero. Diante disso, esse estudo teve como objetivo, identificar a relação entre a dor no ombro e a presença da discinese escapular. A pesquisa é caracterizada como observacional, de caráter analítico e transversal e abordagem quantitativa. A amostra foi composta por 102 indivíduos de ambos os sexos, sedentários ou irregularmente ativos, com média de idade de 44 anos. A coleta ocorreu na clínica escola de fisioterapia do centro universitário de João Pessoa- PB (UNIPÊ) no período de junho de 2019 a novembro de 2020 e foram utilizados os seguintes instrumentos: o questionário internacional de aptidão física (IPAQ) e o questionário sociodemográfico. ). No pain shoulder score (PSS) a média foi de 75,96 ± 24,88; o IMC médio de 26,87 ± 4,84, tempo médio de dor de 2,28 ± 3,52, intensidade média da dor 3,32 ± 3,54. 65,6% (n=67) indivíduos apresentaram discinese escapular tipo I;18,6 % (n=19) tipo II; 2,9 % (n=3) tipo III e 12,9 % (n=13) tipo IV. Constatou pelo Qui-quadrado que não há relação entre o tipo de discinese e a dor no ombro (p=0,32).
A discinese escapular é a alteração do movimento da escápula, termo que se refere ao movimento desequilibrado da escápula, que se classifica em quatro tipos. Os maus hábitos no alinhamento da postura geram diversas manifestações patológicas, entre elas está a hipercifose, a qual possui principal característica o aumento da convexidade anterior da coluna vertebral. O objetivo desse artigo é verificar a relação entre a cifose torácica e a discinese escapular em indivíduos com dor no ombro em sedentários ou irregularmente ativos, com média de idade de 30 a 64 anos e de ambos os sexos. Foram executados os protocolos de avaliação, que constarão da análise da postura e da discinese escapular, quando necessárias, foram utilizados um inclinômetro digital da marca Acumar® e uma câmera fotográfica. Participaram da amostra 102 indivíduos. Os dados foram interpretados e analisados estatisticamente de forma descritiva e inferencial. Então constatou-se que o GD possui uma cifose torácica estatisticamente maior quando comparados com o grupo controle. E na discinese escapular, pode-se perceber um maior número de sujeitos com discinese no GD do que no GC, sendo que em ambos os grupos, predominou o tipo I, que é o mais brando. Houve relação como mostra nos dados acima, porém com pouca diferença na comparação entre os dados do GD e GC. A relevância desse estudo foi presenciar que somente a cifose torácica e sintomas dolorosos no ombro não sejam suficientes para destacar a discinese. Então é de suma importância aderir a uma avaliação mais completa para que possamos elaborar um plano de atendimentos para nossos pacientes.