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  1. 1

    Avaliação do impacto da implementação do referencial EQUASS na qualidade de vida dos clientes de uma IPSS – o caso do CRIO

    Publicação
    por Silva, Vasco Nuno Henriques da
    Partindo do pressuposto de que a melhoria da qualidade de vida dos clientes é um fator que tem de ser assumido nas Organizações de Economia Social (OES), propomos neste estudo verificar se a implementação do referencial da qualidade EQUASS (European Quality in Social Services) poderá causar impacto na qualidade de vida dos clientes portadores de deficiência mental de uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), o CRIO - Centro de Recuperação e Integração Ouriense. O estudo divide-se em duas partes: na primeira será feito um enquadramento teórico no âmbito da Qualidade, Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) EQUASS, Modelos de Avaliação da Qualidade de Vida e Qualidade de Vida na Área da Deficiência Mental; na segunda parte daremos conta do estudo empírico, com vista a perceber se entre os anos 2012 e 2016, anos em que foi implementado o referencial da qualidade, se registou impacto significativo na qualidade de vida de 44 clientes do CRIO. Este impacto será avaliado com base na análise dos resultados internos, aferidos através da aplicação da escala de medição da qualidade de vida “Gencat”. Em termos gerais, no final deste estudo, podemos verificar que o índicede qualidade de vida dos 44 clientes do CRIO que foram avaliados sofreu um impacto positivo no ano 2016, relativamente a 2012. Podemos também verificar que este impacto positivo na qualidade de vida dos 44 clientes coincidiu com a implementação do referencial da qualidade EQUASS.
    2017 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  2. 2

    Análise do relatório de avaliação psicológica da clientela de classe especial para deficiente mental

    Publicação
    por Marconi, Alice Ivone
    Outros Autores: Graminha, Sônia Santa Vitaliano
    Origem: Oasisbr
    The data contained in the Psychological Evaluation Reports from the special classes for mental deficient children were analyzed in this work according the schedule proposed in the Intrução DAE\SE, published in the Diário Oficial do Estado de São Paulo (1986). Others analyses were added considering the researchers' interest. It was possible verify that the Reports were available in 79% of the students. The analyse of the data demonstrated that there was no agreement pattern between the psychologists in performing the evaluation as were as in presenting the results. Different kinds of techniques and tests were used and most of them were related to intellectual level evaluation. Among the Reports analyzed some of them presents the IQ values (25%), and most of them do not mention the kind of class to be attended by the child (38%) neither contain any orientation in order to help the teacher towards his work with the child (47%).
    1992 artigo Brasil
  3. 3

    Deficiência Mental: Casuística da Unidade de Desenvolvimento do Hospital de Dona Estefânia

    Publicação
    por Amaral, R
    Outros Autores: Pinto, M; Pimentel, MJ; Martins, M; Vale, MC
    Segundo a DSM IV a Deficiência Mental (DM) define-se como o funcionamento intelectual global inferior à média (QI < 70) associado a perturbações do comportamento adaptativo com início antes dos 18 anos. Procurou-se caracterizar retrospectivamente a população de crianças com DM observadas no Centro de Desenvolvimento do Hospital de Dona Estefânia (CDHDE), entre Janeiro 2005 e Junho 2007. Foram avaliados os dados epidemiológicos, gravidade, etiologia, co-morbilidade e intervenção proposta. Do total de 232 processos clínicos observados, 185 apresentavam DM. Classificaram-se em DM ligeira 112 (61%), DM moderada 54 (29%), DM grave 17 (9%) e profunda 2 (1%). Foram definidas etiologias em 86 crianças (46%) sendo a taxa de diagnóstico mais elevada na DM de maior gravidade. Observou-se uma elevada variabilidade de etiologias: as mais frequentemente encontradas foram as doenças genéticas, prematuridade e patologia associada. Foi detectada co-morbilidade em 123 crianças (66%), sendo a mais frequente as do foro oftalmológico (57 crianças, 46%). Foram propostas e sinalizadas para apoio a totalidade das crianças com DM, 47% em intervenção precoce e 58% em educação especial, das quais 5% usufruiram, por curto período, do apoio simultaneo de educadora de Intervenção Precoce e de docente do Ensino Especial, durante o período inicial de integração em jardim de infância. Observou-se um predomínio do sexo masculino. Foi efectuada caracterização clínica e funcional das crianças seguidas no CDHDE com o diagnóstico de DM e encontraram-se semelhanças entre os dados presentes e os descritos na literatura. Contudo alguns dados diferem de outras casuísticas decorrente, muito provavelmente decorrente da heterogeneidade da população estudada, quer do ponto de vista etiológico, quer no referente aos grupos etários, provavelmente condicionada, pela política assistencial.
    2010 artigo Portugal acesso aberto
  4. 4

    A Integração das TIC na aprendizagem das crianças com Necessidades Educativas Especiais: um Estudo de Caso

    Publicação
    por Reis, Maria Gentil Alves Domingos
    Compreender e aceitar a diferença seria, no nosso entender, a solução para muitos dos problemas com que a Escola e a Humanidade hoje se deparam. Embora actualmente, com uma sociedade que tenta ser mais justa e solidária, esta realidade já se tenha de certa forma alterado, continuamos com o sentimento de que muito há ainda a fazer para aceitar e ajudar quem de alguma forma é diferente. As escolas recebem actualmente alunos com Necessidades Educativas Especiais, com o objectivo de as integrar e incluir neste novo espaço social, tentando adaptá-las e prepará-las para a vida e para a convivência com os outros, partilhando valor e experiência. Cabe então à Escola e aos Professores organizarem-se e movimentarem-se de forma a promoverem as melhores condições para acolher estes alunos, tentando responder às suas necessidades, capacidades e incapacidades, educando para um saber fazer criativo e participativo de todos e para a realização da pessoa enquanto agente de mudança. Com a realização deste trabalho pretendemos fazer um estudo de alguns aspectos relacionados com a aprendizagem das crianças com Necessidades Educativas Especiais, aplicar alguns exercícios e fichas, observar e registar a reacção dos referidos alunos. É também nosso objectivo aumentar os nossos conhecimentos sobre este tema e ao mesmo tempo podermos perceber melhor de que forma, nós professores, podemos melhorar como pessoas e como profissionais, contribuindo para a uma melhor inclusão de todos e especialmente das crianças com necessidades especiais, pois são sem dúvida estas que mais precisam de nós. Para tentar alcançar estes objectivos organizamos o nosso trabalho da forma que passamos a resumir. No primeiro capítulo apresentamos a motivação, os objectivos, as questões e metodologia de investigação a adoptar ao longo do trabalho, fazendo ainda uma caracterização detalhada do contexto e das duas crianças objecto deste trabalho, uma com Deficiência Mental e a outra com Paralisia Cerebral. No segundo capítulo procuramos fazer o enquadramento do trabalho por nós desenvolvido. Para o efeito será apresentado um resumo da forma como as pessoas com deficiência foram sendo vistas ao longo da História, sendo também apresentado um resumo da evolução da educação destas pessoas e da Educação Especial. O terceiro capítulo é dedicado à revisão da problemática que envolve as pessoas, e em particular as crianças, com Paralisia Cerebral e Deficiência Mental. São também apresentadas e discutidas algumas considerações educativas. No quarto capítulo apresentamos um resumo da forma como as TIC foram sendo introduzidas ao longo da História na Educação, de uma maneira geral, e da Educação Especial, em particular. Apresentamos ainda uma reflexão acerca das potencialidades e vantagens da aprendizagem baseada em exercícios e jogos, sendo visto o caso particular da Matemática. O quinto capítulo é dedicado à apresentação das competências e níveis de desempenho gerais propostos pelo Ministério da Educação e dos critérios para selecção de actividades que nos conduziram à elaboração do conjunto de exercícios por nós desenvolvido e aplicado. No sexto capítulo é apresentado do conjunto de exercícios por nós usado, um conjunto “digital” (usando o computador) e o seu equivalente em “formato papel”. Estes exercícios foram desenvolvidos tendo por base as dificuldades e necessidades das crianças objecto deste estudo, os seus Programas Educativos Individuais, as potencialidades das TIC e os critérios apresentados e discutidos no quinto capítulo. Por último, o sétimo capítulo é dedicado à apresentação e discussão de resultados, bem como à apresentação de possíveis direcções para desenvolvimento de trabalho futuro. Com a realização deste trabalho podemos observar que as crianças por nós estudadas preferem os exercícios no formato digital (usando o computador) aos exercícios no formato papel (recorrendo a materiais mais tradicionais) e manifestam uma atitude mais positiva face aos primeiros. De uma forma global, e tendo por base os exercícios no formato digital, podemos afirmar que foi maior o tempo total em que a criança esteve concentrada, menor o tempo total de execução, menor a ajuda, maior a alegria, menor a ansiedade, menor a apatia, maior a atenção, menor o desinteresse, menor a desistência, menores as dificuldades em resolver os exercícios, maior a facilidade em executar os exercícios, menor a indiferença, maior o interesse, maior a persistência, menor a tristeza e maior a vontade de continuar a resolver exercícios. Gostaríamos ainda de sublinhar que a utilização de computadores possibilitou o desenvolvimento da sensibilidade táctil e a coordenação motora ao tocar/carregar nas teclas (usando o teclado) e o rato, sendo este facto muito mais evidente para o caso da criança com Paralisia Cerebral.
    2010 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  5. 5

    A Inclusão de Crianças com Trissomia 21 na Escola Regular : estudo Comparativo entre Professores do 1º Ciclo de Diferentes Regiões do País

    Publicação
    por Ramos, Maria Manuel Ferreira
    A mudança de atitudes relativamente à criança diferente, a responsabilidade em fazer com que os direitos iguais para todos sejam uma realidade, começa a ser uma preocupação mais visível. Tendo em consideração que a escola inclusiva é um espaço onde todas as crianças estudam juntas e com as mesmas oportunidades, pretende este estudo comparativo compreender o modo como os Professores do ensino básico de diferentes Agrupamentos, percecionam a inclusão de alunos com Trissomia 21 nas turmas do ensino regular. Através de várias investigações tem sido provado, os ganhos significativos que estes alunos obtêm, não só a nível do seu desenvolvimento social e pessoal, mas também a nível da sua qualidade de vida, se forem incluídos em turmas do ensino regular, desde logo no início do seu percurso escolar.
    2015 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  6. 6
  7. 7

    Inclusão escolar: uma discussão a partir do psicodiagnóstico de um adolescente com deficiência mental

    Publicação
    por Souza, Susanni Marques Costa de
    Origem: Oasisbr
    Psicopatologia e Psicodiagnóstico
    2015 trabalho de fim de curso Brasil acesso aberto
  8. 8

    Burnout e Satisfação com o Suporte Social em Cuidadores Formais na Deficiência Mental / Burnout and Satisfaction with Social Support in Formal Caregivers in the area of Mental Disa...

    Publicação
    por da Cunha, Bruno Alexandre Santos Gaspar
    Outros Autores: Gonçalves, Carina Alexandra Gomes; Santos, Ana Catarina
    Origem: Oasisbr
    O presente estudo versa sobre o burnout e a Satisfação com o Suporte Social em Cuidadores Formais e tem como objetivo principal avaliar o burnout a que os funcionários estão sujeitos, relacionando-o com a sua satisfação com o suporte social. A amostra do estudo é composta por 41 cuidadores formais e a metodologia é de natureza quantitativa, sendo este um estudo de cariz descritivo e correlacional. Foram utilizados os questionários de autopreenchimento designados de Copenhagen Burnout Inventory (CBI) e Escala de Satisfação com o Suporte Social (ESSS). Os valores obtidos referentes ao burnout global, representam 14 cuidadores na amostra, sendo que os dados apresentam valores medianos inferiores a 50% em todas as suas dimensões. Na ESSS, a grande maioria dos cuidadores formais apresentam um elevado suporte social global, a amostra apresenta medianas superiores a 50% em todas as suas dimensões. O estudo evidencia uma correlação negativa entre burnout e suporte social. O estudo pretende contribuir para o conhecimento desta realidade.
    2021 artigo Brasil
  9. 9

    Sexualidade da pessoa com deficiência mental : entre discursos de verdade e a possibilidade de outras práticas de si

    Publicação
    por Santos, Myrna Wolff Brachmann dos
    Origem: Oasisbr
    Sob os pressupostos dos estudos de Michel Foucault, esta pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de analisar os discursos de verdade sobre a sexualidade da pessoa com deficiência mental em dez trabalhos acadêmicos. Os trabalhos analisados correspondem a duas teses de doutorado e oito dissertações de mestrado. A partir dos pressupostos foucaultianos, o conjunto desses dez relatórios de pesquisa foram tratados como um discurso de saber científico autorizado e reconhecido pela sociedade como um discurso de verdade. Os principais pressupostos foucaultianos utilizados para o desenvolvimento da análise foram: a produção histórica de saberes, a veiculação de verdades pelos discursos, a vinculação entre produção de verdade e sustentação de um dado poder, o aparecimento do dispositivo de sexualidade, a disciplinarização dos corpos e a normalização dos sujeitos, processos correlatos à mecânica da biopolítica. Na pesquisa levantaram-se primeiramente, as concepções da família e da escola a respeito da sexualidade da pessoa com deficiência mental apontadas nos relatórios de pesquisa. Em seguida analisaram-se os discursos de verdade sobre a sexualidade, e sobre a sexualidade da pessoa com deficiência mental. As concepções mais comuns entre familiares e profissionais indicadas nos trabalhos expressam as crenças de que as pessoas com deficiência mental, independente da faixa etária, são eternas crianças, consideradas sem sexualidade, sem malícia, sem desejos, ou de que possuem uma sexualidade aguçada, sendo hiperssexuadas. Os relatórios de pesquisa buscam desfazer e se desvencilhar dessas concepções. Verificou-se, no entanto, que, pelas concepções de sexualidade expressas, pela maneira como concebem as manifestações de sexualidade dos sujeitos com deficiência mental como “problemáticas”, e pelos argumentos que relacionam para fazer a defesa e a proposição da orientação sexual como uma solução, um remédio para o “problema” da não adequação de suas formas de manifestação de sexualidade às normas e regras sociais, os relatórios acabam por produzir o discurso de que a sexualidade da pessoa com deficiência mental é “anormal”. Considerando os discursos de verdade sobre a sexualidade da pessoa com deficiência mental veiculados pelos relatórios de pesquisa e os pressupostos e concepções de sexualidade dos quais eles lançam mão para argumentar a favor da orientação sexual, pode-se afirmar que eles acabam por corroborar com a mecânica da biopolítica, cujos efeitos são a disciplinarização e a normalização dos sujeitos em sua sexualidade. A produção de um discurso de verdade no interior de um campo de saber legitimado socialmente e a proposição de uma determinada prática escolar ¾ quer seja, a orientação sexual ¾ vinda desse mesmo campo de saber considerado verdadeiro evidenciam, ainda, a correlação entre a relação saber-poder e as formas de acesso e interferência na vivência da sexualidade tanto de sujeitos individualmente quanto do grupo de pessoas com deficiência mental.
    2011 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  10. 10

    Sexualidade e o adolescente com deficiência mental: uma revisão bibliográfica

    Publicação
    por Bastos, Olga Maria
    Outros Autores: Deslandes, Suely Ferreira
    Origem: Oasisbr
    Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Fernandes Figueira. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
    2010 artigo Brasil acesso aberto