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  1. 1

    Main postoperative complications of gastric bypass via laparotomy: an integrative literature review

    Publicação
    por Santos, Sara Claudino dos
    Outros Autores: Figueiredo, Bárbara Queiroz de; Soares, Felipe Alves; Amaral, Francyele dos Reis; Nogueira, Júlia Fernandes; Oliveira, Vitor Hugo et al.
    Origem: Oasisbr
    Introduction: gastric bypass is a procedure that revolutionized the history of bariatric surgery, being the most used today and considered the gold standard in this sense, being considered an excellent treatment to achieve weight loss in an adequate and efficient way. durable, with a high success rate and a low rate of adverse effects and complications. Despite its well-documented safety, several complications can occur with different degrees of morbidity and mortality. Objective: to highlight the main surgical complications of gastric bypass. Methodology: this is an integrative literature review. The selection of studies was carried out in April 2022 through a survey of publications indexed in the Virtual Health Library (BVS), Google Scholar, Scientific Electronic Library Online (SciELO) and National Library of Medicine (PubMed MEDLINE) platforms. . Results and discussion: there are complications and risks related to the performance of such a procedure, such as seroma, incisional hernia, deep dehiscence, hematoma, infection, fistula, nutritional deficiencies and cholelithiasis. There are places with an increased possibility for leakage, such as the gastric pouch stapling line, and there are rational factors with a higher incidence of adverse problems, such as advanced age, presence of several comorbidities, prolonged hospital stay, high BMI and sex. feminine. Conclusion: for future complications to be mitigated, it is up to the surgeon to alert himself to the places most susceptible to complications, to evaluate the individual risks and benefits of each patient, analyzing whether surgery is indicated or not, as well as analyzing the risk factors, using tools such as BASIC and ASA.
    2022 artigo Brasil
  2. 2

    Lentes intraoculares fácicas de câmara posterior

    Publicação
    por Theiss,Mara Barreto
    Outros Autores: Santhiago,Marcony R.
    Origem: Oasisbr
    Resumo O objetivo deste artigo foi reunir estudos que reportam resultados disponíveis na literatura científica, considerando a previsibilidade, segurança, eficácia, e estabilidade das lentes intraoculares fácicas de câmara posterior. E relatar as complicações documentadas para estas lentes. A revisão criteriosa dos estudos publicados na literatura ate o momento revelam resultado satisfatórios quanto à eficácia, elevada previsibilidade, estabilidade e segurança do implante de lente intraocular de câmara posterior, para correção das miopia, hipermetropia e astigmatismo.
    2017 artigo Brasil acesso aberto
  3. 3

    Perfil clínico-epidemiológico de pacientes com pico hipertensivo após implante de válvula de Ahmed

    Publicação
    por Vilas-Boas,Flávia da Silva
    Outros Autores: Fernandes,Matheus Borges; Ladeia,Juliana Soares
    Origem: Oasisbr
    Resumo Objetivo: Relatar perfil clínico epidemiológico de pacientes que apresentaram o pico hipertensivo após o IVA e apontar possíveis fatores de risco associados. Métodos: Estudo retrospectivo, observacional e descritivo (revisão de prontuário de pacientes assistidos no IBOPC) de 2014 a 2016. Resultados: Foram analisados 40 pacientes com glaucoma submetidos à implante de válvula de Ahmed. O diagnóstico pré-operatório mais comum foi glaucoma secundário, sendo a indicação pós-transplante penetrante de córnea a mais frequente. 95% das cirurgias foi de implante de tubo isolado. 56% dos pacientes tinham cirurgia anti- glaucomatosa prévia. 46% necessitaram de procedimento cirúrgico posterior para manejo de complicações pós-operatórias, sendo que a mais frequente foi atalamia (9,7%). PIO média no pré-operatório = 28,6 ± 12.20mmHg, com uso de 3,41 medicações. Com 3 semanas a PIO média aumentou para 16mmHg, com uso de 0,42 medicações. Após 3 meses de cirurgia a PIO média estava em 16.5mmHg, com uso de 1,86 de medicações. Após 6 meses de seguimento a PIO média reduziu (16,4 ± 6.74mmHg), com 2,23 ± 1.45 medicações. A média da AV (Snellen) foi de 20/100p no pré-operatório e de 20/200 após 6° mês de cirurgia. Catorze pacientes preencheram os critérios para a FH, destes 6 obtiveram resolução da FH. Dos pacientes que desenvolveram a FH, 78,4% iniciaram a elevação da PIO entre a 2ª e 4ª semana de pós-operatório. Seis (14,6%) pacientes obtiveram sucesso cirúrgico completo, parcial em 36,6% e falência 31%. Conclusão: A fase hipertensiva pode ocorrer em parte dos pacientes após as semanas iniciais do procedimento cirúrgico. O conhecimento deste fenômeno, o preparo prévio do cirurgião, o acompanhamento regular do paciente e o controle da PIO com o uso de medicações são determinantes na resolução desta complicação.
    2018 artigo Brasil acesso aberto
  4. 4

    Comparação da perda do excesso de peso e complicações pós operatórias entre as técnicas de Gastro-Entero Anastomose Linear e Circular na derivação gástrica em Y-DE-ROUX por via Lap...

    Publicação
    por Matheus Paula da Silva Netto
    Outros Autores: Ivana Duval de Araújo; Augusto Cláudio de Almeida Tinoco; Igor Santos Fonte Bôa
    Origem: Oasisbr
    RESUMO JUSTIFICATIVA: A derivação gástrica em Y-de-Roux laparoscópica (DGYRL) é um procedimento eficaz e bem aceito no tratamento da obesidade mórbida, mas que apresenta complicações como a estenose da gastro-entero anastomose (GEA), fístula, infecção de ferida operatória e falha do grampeamento. Alguns aspectos relacionados com a técnica operatória têm sido descritos na literatura como sendo causa dessas complicações, especialmente da estenose da anastomose gastrojejunal. Este estudo avaliou a eficiência na redução ponderal e a incidência de complicações pós-operatórias a curto e médio prazo, em pacientes submetidos a DGYRL onde a anastomose foi executada com emprego de grampeador linear (AGL) ou grampeador circular (AGC). MÉTODO: Estudo observacional prospectivo realizado entre abril de 2016 e março de 2019. Os dados foram extraídos de um banco de dados que inclui pacientes submetidos a DGRYL executada por um mesmo cirurgião e na mesma instituição. Foram coletados dados referentes a técnica de execução da gastroenteroanastomose, complicações pós-operatórias e perda do excesso de peso corporal em 30, 180 e 360 dias. RESULTADOS: Foram analisados dados de 457 pacientes, sendo 216 pacientes no grupo AGL e 241 no grupo AGC. Não houve diferença significativa entre os grupos em relação ao IMC inicial, idade, sexo e comorbidades. O tempo operatório, permanência hospitalar e a perda do excesso de peso corporal durante o período de acompanhamento de 12 meses também foram semelhantes nos dois grupos. Houve quatro casos (1,7%) de estenose na GEA no grupo AGC e somente um caso (0,5%) no grupo AGL, que foram tratados com dilatação endoscópica única bem-sucedida. Ocorreu uma falha do grampeador em ambos grupos: AGC (0,4%) e AGL (0,5%), sendo reparadas com sutura manual intraoperatória e o desenvolvimento de uma fístula (0,4%) somente no grupo AGC, tratado conservadoramente com sucesso. A infecção de ferida operatória foi encontrada em cinco pacientes no grupo AGC (2,1%) e dois pacientes no grupo AGL (0,9%). Não foi encontrado diferença estatística entre os dois grupos em nenhuma variável analisada (p>0,05). CONCLUSÕES: Ambas as técnicas de grampeamento resultaram numa perda do excesso de peso corporal semelhante durante o período de acompanhamento. Apesar do grupo AGL ter apresentando menor número de complicações totais, estas não foram estatisticamente significativas, o que corrobora o fato de que ambas as técnicas são seguras e factíveis, desde que realizadas por um cirurgião com ampla curva de aprendizado em cirurgia bariátrica laparoscópica.
    2022 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  5. 5

    As complicações dos ostomizados na comunidade nos primeiros dias após a alta : scoping review

    Publicação
    por Silveira, Daniela Soares
    Introdução: Os cuidados de excelência à pessoa colostomizada, após alta hospitalar, é um desafio. Neste contexto, a Enfermagem Comunitária, tendo como espaço de intervenção a comunidade, provê o Enfermeiro Especialista em Enfermagem Comunitária como um profissional habilitado para prestar cuidados de saúde específicos e diferenciados à pessoa colostomizada e sua família. Objetivo: Identificar as complicações dos ostomizados na comunidade, até um mês após a alta. Metodologia: Scoping Review com base nas recomendações do Joanna Briggs Institute e do PRISMA-ScR, com pesquisa de artigos nas bases de dados eletrónicas PubMed, CINAHL complete (via EBSCOhost) e B-on, com friso temporal de janeiro de 2018 até novembro de 2023, nos idiomas português, espanhol e inglês. A extração e síntese dos dados e a sua seleção foram efetuadas por dois revisores independentes. Resultados: Dos 37 artigos analisados, foram incluídos 4 artigos, os quais davam resposta à questão de pesquisa, cujas evidências revelaram sobretudo a presença de complicações cutâneas periestomais, correlacionadas com reinternamentos. Foram também encontradas evidências de dermatite, hérnia paracolostómica, prolapso, retração e granuloma. A maioria das complicações cutâneas periestomais era de natureza ligeira ou moderada. Estas complicações cutâneas encontravam-se relacionadas com a intervenção dos profissionais de saúde, produtos usados nos cuidados à ostomia. Conclusões: Identificou-se, na literatura, que as complicações mais evidentes dos ostomizados na comunidade, até um mês após a alta, são as complicações cutâneas periestomais, estando dois fatores de risco associados a um aumento da probabilidade de ocorrência de uma complicação cutânea periestomal: a duração do estoma e a prega cutânea periestomal ou pregas. Palavras-chave: Colostomia; Complicações; Enfermeiro; Enfermagem Comunitária.
    2023 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto