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Complications associated with transtoracic biopsies
Publicaçãopor Costa, AnaOutros Autores: Craveiro, Cristina; Sousa, ElisabeteOrigem: Onco.NewsTransthoracic Biopsy is a complementary diagnostic test used to diagnose lung, pleural and mediastinal injuries. This procedure, performed through puncture with intermittent support of axial images, or with Fluro-CT, in which the control of the needle position is done in real time, according to a minimally invasive method, can be performed in an outpatient setting. The type and size of the needle to be selected is done according to the type of biopsy to be performed (cytology or histology). This means of diagnosis can be influenced by factors inherent to the patient, experience of the executing physician, type of needle, etc. The objective of this project is to analyze the complications of transthoracic biopsies in patients enrolled at the Portuguese Institute of Oncology in Oporto and who will be subjected to this procedure, in order to clarify and establish the reality of the Radiology Intervention Service. -
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Complications of breast biopsies: a retrospective cohort study
Publicaçãopor Cunha, AméliaOutros Autores: Costa , Ana; Silva, Cláudia; Ribeiro , Paula; Fontes , FilipaOrigem: Onco.NewsImage-guided breast biopsy is an effective method for the diagnosis of breast cancer, although it has been described the occurrence of complications. Objective: To quantify the prevalence of breast biopsies complications occurred in the Breast Imaging of the Portuguese Institute of Oncology of Porto during 2017. Results: In a total of 6.9% (95%CI: 5.5%−8.6%) and 1.9% (95%CI: 1.2%−2.8%) of the 1180 breast biopsies performed occurred at least one immediate (during the procedure or until the patient leaves the service) or late (after the participant leaves the service and up to 30 days after) complications, respectively. The most frequent immediate and late complications were pain and the presence of inflammatory signs at the biopsy site, respectively. Conclusion: The complications of breast biopsies were an uncommon event, affecting 7 out of 100 participants in the immediate and about 2 out of 100 participants up to 30 days after its execution. -
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Ascite e Derrame Pleural como complicações da Pancreatite Aguda – qual a relação?
Publicaçãopor Pires, Miguel Oliveira CamposanaOrigem: uBibliorumIntrodução: O impacto da pancreatite aguda tem vindo a aumentar nos últimos 40 anos, sendo que a sua incidência se situa entre 4.9 e 73.4 casos por 100,000 habitantes. A nível europeu, este aumento é atribuído, provavelmente, ao crescente do consumo de álcool. A ascite pancreática e o derrame pleural são, respetivamente, manifestações locais e sistémicas desta patologia, no entanto, existem poucos estudos que as relacionem com o prognóstico dos doentes, sendo complicações excluídas de classificações mundialmente utilizadas como a Classificação de Atlanta. Objetivos: Estudo da incidência e prognósticos dos doentes que desenvolveram ascite pancreática e/ou derrame pleural como complicações da pancreatite aguda. Comparação, com o grupo de controlo, de variáveis como etiologia subjacente, valores laboratoriais de amilase, lipase, PCR, critérios de Ranson e mortalidade. Método: O estudo baseia-se numa perspetiva de investigação quantitativa, recorrendo à consulta dos processos clínicos de doentes entre o período de estudo de janeiro de 2013 a dezembro de 2018. Resultados: Dos 433 casos de pancreatite aguda, 15,2% apresentou ascite e/ou derrame pleural. Destes, 31,8% apresentou ascite, 33,3% derrame pleural e 34,8% ambas complicações, sendo a amostra de doentes com derrame pleural superior ao previamente estudado. Nenhuma etiologia pareceu estar associada ao maior desenvolvimento de qualquer uma das complicações em estudo, mas, foi notório que, os doentes que apresentam maior número de recorrências de pancreatite, também apresentam maior incidência de desenvolvimento de complicações (61,5%), face ao grupo de controlo (38,5%). Para além de associados a níveis séricos de amilase (1529,00) e PCR (26,96) mais elevados, estes doentes apesentam um período de internamento superior (15,00). Segundo os critérios de Ranson, os doentes do grupo de controlo apresentam, à admissão, um score correspondente a pancreatite não grave, e um score total correspondente a uma mortalidade prevista de 15%, superior à mortalidade prevista de 1% do grupo de controlo. A totalidade dos doentes realizou tratamento conservador. 4 dos doentes que desenvolveram ascite pancreática realizaram paracentese, e 3 dos doentes que desenvolveram derrame pleural realizaram toracocentese, correspondendo ao número de doentes que desenvolveram SIRS. Apenas houve 1 mortalidade no grupo de estudo. Conclusão: A ascite pancreática e o derrame pleural são complicações comuns da pancreatite aguda, sendo importante as suas exclusões nos doentes que apresentam recorrência desta patologia. Estas complicações estão associadas a períodos de internamento mais prolongados, e níveis séricos de amilase e PCR mais elevados. Os doentes que apresentam estas complicações apresentam uma mortalidade prevista superior. Não foi registada qualquer anomalia estrutural passível de intervenção cirúrgica. -
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Complicações agudas da diabetes mellitus
Publicaçãopor Luzio, JLOutros Autores: Matos, Fernando; Ferreira, Beatriz; Patto, Maria Da Assunção Vaz; Athayde, Carlos; Coucelo, João et al.Origem: uBibliorumEstudaram-se retrospectivamente 83 processos clínicos, correspondentes à totalidade dos doentes internados, no Serviço de Medicina, por complicações agudas da Diabetes Mellitus, num periodo compreendido entre os anos de 1986 e 1993, no total de oito anos. Foram analizadas algumas variaveis clínicas (idade, tipo de complicação e frequência, forma de apresentação, causa desencadeante, características bioquímicas e actuação terapêutica) e tratadas estatísticamente, comparando se as populações pelo método de Tde Student, não emparelhado. Os resul tados obtidos, foram comparados com os referidos na Literatura da Especialidade, permitindo apurar algumas conclusões significativas. -
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Contraceção de Emergência: O contexto da atualidade
Publicaçãopor Mendes, Liliana Raquel da SilvaOrigem: uBibliorumIntrodução: A Contraceção de Emergência (CE) ou contraceção pós-coital reduz o risco de gravidez após uma relação sexual não protegida, ou não adequadamente protegida, e em situações de crime sexual contra a autodeterminação da mulher, pelo que deve estar presente no aconselhamento da saúde reprodutiva, permitindo uma vida sexual ativa e segura. Objetivos: Esta dissertação tem como foco principal reunir a evidência científica existente na atualidade sobre a eficácia da contraceção de emergência, quanto aos métodos hormonais, métodos não hormonais e situações particulares de mulheres obesas, com risco de tromboembolismo, a efetuar outras medicações, com antecedentes de cancro da mama e vítimas de abuso sexual. Metodologia: A presente monografia foi desenvolvida com base numa pesquisa bibliográfica realizada entre os meses de setembro de 2022 a abril de 2023 nas plataformas PubMed, ScienceDirect (Elsevier) e RCAAP. Resultados e Conclusões: A utilização e recurso aos métodos contracetivos de emergência tem vindo a aumentar, no entanto, o mito dos possíveis malefícios da contraceção ainda continua muito presente na população. De acordo com a evidência científica mais recente, o DIU-Cu é o método contracetivo de emergência mais eficaz, seguindo-se o contracetivo oral com acetato de ulipristal e por último o contracetivo oral com levonorgestrel. Em determinados casos particulares como obesidade, tromboembolismo, medicações concomitantes, cancro da mama e abuso sexual, os contracetivos de emergência hormonais podem estar sujeitos a interações que diminuam a sua eficácia, sendo necessário considerar uma abordagem não hormonal. -
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Complicações do tratamento cirúrgico da incontinência urinária de esforço em mulheres (Sling e Mini-Sling)
Publicaçãopor Lobo, Andreia Filipa LiberatoOrigem: uBibliorumIntrodução: É definida a incontinência urinária de esforço como a perda involuntária de urina por esforço, exercício, espirro ou tosse. Como opções terapêuticas são consideradas alteração de estilos de vida, fisioterapia ou alternativas farmacológicas. Quando estas modalidades não proporcionam um alívio sintomático adequado, a cirurgia é frequentemente a única opção disponível para melhorar a qualidade de vida da doente. As próteses suburetrais têm-se tornando o procedimento cirúrgico preferencial para correção da incontinência urinária de esforço. Para além dos Slings tradicionais (TVT), foram desenvolvidos os Mini-Slings, com características e método de utilização diferentes (TVT Secur®, MiniArc®, Ophira® , Ajust®,Needleless®, Solyx®). Objectivos: Aferir quais as complicações pós-cirúrgicas, até um ano, em doentes tratadas com próteses suburetrais para correção de Incontinência urinária de esforço no Serviço de Obstetrícia e Ginecologia (SOG) do Centro Hospitalar cova da Beira, EPE (CHCB). Método: Estudo retrospectivo, baseado na recolha de dados dos processos clínicos das utentes que foram submetidas no SOG a tratamento cirúrgico da incontinência urinária de esforço, no período compreendido entre 1 de Janeiro de 2006 e 31 de Dezembro de 2011. Os dados foram codificados e analisados estatisticamente recorrendo ao programa SPSS – Statistical Package for Social Sciences (versão 17.0). Resultados: A amostra foi constituída por 168 mulheres, cuja moda de distribuição etária corresponde ao grupo 46-55 anos (40,1%). As taxas de cura relativamente à incontinência urinária com a utilização do Sling (n=132) e do Mini-Sling (n=36) atingiram 100% no período de internamento. As taxas de cura seis semanas após a cirurgia diminuíram para ambos os dispositivos, mais pronunciadamente para o Sling (71,2%), comparativamente ao Mini-Sling (91,6%). Seis meses após a cirurgia, a taxa de cura aumentou para o Sling (76,4%) e diminuiu para o Mini-Sling (85,5%). Um ano após a cirurgia as taxas de cura foram 85,5% e 88,9%,para o Sling e Mini-Sling respectivamente. As complicações reportadas foram lesão vesical e de outros órgãos (1,5%) para o Sling, e retenção urinária (2,8%) e recidiva de cistocelo (1,4%) para o Mini-Sling. As queixas mais comuns ao longo do estudo foram dor pélvica (3,8%), dispareunia (0,4%) e desconforto na virilha (varia entre 6,7% e 0,7% ao longo do estudo) para o Sling. Conclusão: As taxas de cura de incontinência urinária um ano após a cirurgia, tanto para o Sling, como para o Mini-Sling foram sobreponíveis às referidas na literatura, enquanto que foram menores as taxas de complicações e queixas relacionadas com as intervenções. -
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Anastomose Intracorpórea Versus Extracorpórea na Hemicolectomia Direita Laparoscópica: A realidade da Unidade Local de Saúde Cova da Beira
Publicaçãopor Sousa, Ângela Alexandra Sousa Soares deOrigem: uBibliorumIntrodução: Em Portugal, a neoplasia do cólon é o segundo tipo de cancro com maior prevalência nacional. O tratamento curativo do cancro do cólon não metastático é a resseção cirúrgica, sendo, atualmente, a hemicolectomia direita laparoscópica (HDL) considerada o goldstandard para resseção de tumores do cólon direito. No que respeita à anastomose ileocólica que irá restituir o trânsito intestinal, a sua realização pode ser feita dentro (intracorpórea) ou fora da cavidade abdominal (extracorpórea), não havendo ainda o consenso sobre a melhor opção cirúrgica. Objetivo: Comparar as técnicas de anastomose intracorpórea (AI) e extracorpórea (AE) na HDL, através da avaliação de outcomes pós-operatórios na abordagem terapêutica de lesões do cólon direito, tendo em consideração a população tratada na Unidade Local de Saúde (ULS) Cova da Beira. Métodos: Estudo retrospetivo baseado na recolha, análise e comparação de dados cirúrgicos de pacientes com idade igual ou superior a 18 anos, com lesões do cólon direito, submetidos a hemicolectomia direita laparoscópica nos últimos 10 anos (2013-2023) na ULS Cova da Beira, em Portugal. Resultados: Da amostra final de 99 HDL, o tipo de anastomose preferencialmente realizado foi a AE, embora a AI tenha apresentado um crescimento de forma estatisticamente significativo ao longo do tempo (p=0,002). Destacando os outcomes pós-operatórios, a duração do internamento nos pacientes submetidos a HDL com AI foi significativamente menor que nos submetidos a HDL com AE (7,39 ± 15,94 dias versus 13,44 ± 16,07 dias, p=0,012). Quanto ao desenvolvimento de íleo pós-operatório, este apenas foi encontrado nos pacientes submetidos a HDL com AE, o que torna os resultados clinicamente relevantes, mas a diferença observada não é estatisticamente significativa (p=0,057). As complicações associadas à anastomose foram substancialmente mais prevalentes no caso de anastomose extracorpórea, destacando-se a infeção da ferida operatória (p=0,002). Adicionalmente, as “outras complicações” – salientando-se a pneumonia, a infeção do trato urinário e a sépsis – predominam quase exclusivamente nos pacientes submetidos a HDL com AE (p=0,003). A significância global (p<0,001) do local de incisão para remoção da peça cirúrgica pode ser um fator importante para a ocorrência de infeções da ferida operatória e de hérnias incisionais, sendo mais evidente na incisão subcostal direita e mediana, respetivamente. Não se encontraram diferenças significativas no tempo de recuperação intestinal, na dor pós-operatória, na duração da HDL, na necessidade de reintervenção cirúrgica, nas complicações e mortalidade intraoperatórias, na mortalidade hospitalar, no reinternamento e mortalidade a 30 dias e na sobrevida a 1 ano das duas intervenções em estudo. Conclusão: Na hemicolectomia direita laparoscópica, a adoção de uma anastomose intracorpórea apresenta vantagens, como um menor tempo de internamento e uma redução das complicações pós-operatórias, comparativamente com a anastomose extracorpórea. Apesar de ambos os tipos de anastomose se terem demostrado seguros e eficazes, considera-se que a técnica mais vantajosa, tendo em consideração a população com lesões do cólon direito tratada na Unidade Local de Saúde Cova da Beira, é a anastomose intracorpórea. -
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Histerectomia Pós-Parto
Publicaçãopor Pestana, Fátima José CôrteOrigem: uBibliorumHisterectomia pós-parto (HPP) é um procedimento raramente utilizado na obstetrícia moderna, realizado apenas aquando hemorragia obstétrica massiva, refratária a tratamentos conservadores, de forma a evitar um desfecho trágico- a morte materna. As indicações primárias mais frequentes para a realização de HPP são atonia e rutura uterina. Com a evolução dos cuidados intraparto e dos tratamentos de controlo/ gestão da atonia, a incidência destes tem vindo a decrescer. Anormalidades placentárias têm vindo a emergir como as principais indicações de HPP nos países desenvolvidos, atribuído essencialmente ao crescimento da taxa de cesariana e outros procedimentos ginecológicos como curetagem, miomectomia, entre outros. Nesta presente dissertação é descrito um caso clínico de uma mulher grávida que realizou no CHUCB uma cesariana eletiva às 38 semanas gestacionais por diagnóstico de placenta prévia. Posteriormente à cirurgia, ocorreu uma hemorragia vaginal súbita e excessiva, com queda de valores tensionais, apenas com melhoria parcial destes, mesmo após o recurso de várias medidas farmacológicas. Tratando-se de uma hemorragia uterina pós-cesariana em quadro de atonia uterina grave e refratária a medidas terapêuticas, recorreu-se a histerectomia total como recurso de última linha de atuação perante um quadro de choque hemorrágico de súbita instalação. Este procedimento permitiu o controlo da hemorragia ativa, recuperando as capacidades vitais desta utente. Foi realizada uma revisão de literatura, no sentido de investigar a importância do estudo de potenciais situações/fatores que possam predispor a utente a um distúrbio placentário e/ou hemorragia maciça incontrolável que através de uma HPP emergente é possível evitar a morte materna. -
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Análise do Tratamento Cirúrgico da Fístula Perianal na Unidade Local de Saúde de Castelo Branco
Publicaçãopor Pinho, Luana da CunhaOrigem: uBibliorumIntrodução: A fístula perianal consiste numa comunicação anómala entre o canal anorretal e a pele da região perianal. É uma condição mais frequente na terceira ou quarta décadas de vida, acometendo mais homens do que mulheres, na proporção de 2-3:1. A evolução natural da fístula perianal para um abcesso crónico ou para fístula complexa exige um correto diagnóstico e uma intervenção adequada, eficaz e num único tempo. O objetivo deste trabalho consistiu em avaliar as técnicas cirúrgicas, os outcomes e as complicações do tratamento cirúrgico da fístula perianal. Materiais e Métodos: Estudo transversal e retrospetivo que incluiu indivíduos com idade igual ou superior a 18 anos, submetidos a tratamento cirúrgico da fístula perianal no Serviço de Cirurgia Geral da Unidade Local de Saúde de Castelo Branco no período decorrido entre janeiro de 2017 e dezembro de 2021, através da análise de processos clínicos. A análise estatística foi realizada através do Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 25. Resultados: Foram incluídos 78 doentes tratados cirurgicamente por fístula perianal. O tratamento realizado foi fistulotomia em 56,4% e fistulotomia com sedânio em 17,9%. Foram adotadas as técnicas de LIFT em 7,7% e retalho de avanço endorretal em 1,3% dos doentes. Foram registados 14,1% e 11,5% de recidiva e necessidade de re-intervenção cirúrgica, respetivamente. Conclusão: As fístulas perianais constituem uma patologia complexa e desafiadora quer no seu diagnóstico, quer no seu tratamento. A abordagem cirúrgica mais adotada neste trabalho foi a fistulotomia. As elevadas taxas de recidiva e reintervenção cirúrgica evidenciadas demonstram que, apesar dos avanços na abordagem das fístulas perianais, ainda são necessários mais estudos para se compreender esta patologia. -
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Incidência e complicações de epifisiólise contralateral em crianças com epifisiólise proximal do fémur unilateral primária: Revisão sistemática
Publicaçãopor Carneiro, Jéssica SantosOrigem: uBibliorumObjetivo A epifisiólise proximal do fémur (EPF) é uma patologia importante da anca, já que afeta indivíduos em fase de desenvolvimento, maioritariamente dos 11 aos 15 anos. Sobre os casos unilaterais primários paira sempre o risco de sofrer EPF contralateral. O objetivo desta revisão sistemática é analisar a incidência e complicações de epifisiólise contralateral subsequente a epifisiólise proximal do fémur em crianças anteriormente saudáveis. Métodos e Materiais Esta revisão sistemática da literatura foi realizada de acordo com as diretrizes PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews e Meta-Analysis). A PubMed/Medline foi a base de dados eletrónica utilizada para a pesquisa de literatura a 14 de agosto de 2023, com os termos de pesquisa “slipped capital femoral epiphysis”, “SCFE” e “contralateral”. Foram considerados critérios de inclusão: casos em humanos; crianças anteriormente saudáveis com EPF unilateral primária; dados de incidência e complicações de EPF contralateral; população em estudo com idade inferior a 18 anos aquando do diagnóstico primário de epifisiólise e que não tenham realizado fixação profilática contralateral. Os critérios de exclusão foram: casos de epifisiólise bilateral ao diagnóstico primário; crianças com doenças subjacentes; casos submetidos a fixação profilática contralateral e ainda crianças não acompanhadas até ao atingimento da maturidade óssea. Foram pesquisados dados como incidência de epifisiólise contralateral, proporção masculino: feminino, tempo entre as duas epifisiólise, tempo de follow-up de cada estudo e complicações detetadas e extraídos e sintetizados numa tabela no Microsoft® Word (Microsoft, Washington, WA, EUA) . Resultados De 182 artigos primariamente identificados, obteve-se 44 após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão: 28 estudos retrospetivos, 13 estudos prospetivos e três estudos de caso-controle, que perfazem um total de 16888 crianças saudáveis com epifisiólise proximal do fémur unilateral primária e que não foram submetidas a fixação cirúrgica contralateral profilática. De 16888 crianças incluídas no estudo, 14,6% (9-69%) apresentaram epifisiólise contralateral à posteriori, sendo que 89% destes (2178 casos) eram sintomáticos. Relativamente às complicações, com uma incidência total de 19,5%, coxartrose e conflito femoro-acetabular foram as mais frequentes nesta amostra de população (29,3% e 15,5%, respetivamente), tendo outras complicações como condrólise e necrose avascular ocorrido em cerca de 1-7,5% dos casos. Conclusão A elevada variação da incidência de epifisiólise contralateral (6-69%) e a elevada frequência de complicações (19,5%) a curto e longo prazo elevam a necessidade de uma vigilância clínica e imagiológica mais apertada de todos os casos de epifisiólise unilateral, para que o diagnostico da EPF contralateral seja o mais precoce possível.
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- Bomfim, Vitoria Vilas Boas da Silva 4 results 4
- Araújo, Paulo da Costa 3 results 3
- Gomes, Ana Viviam Souza Ferro 3 results 3
- Petroianu,Andy 3 results 3
- Albrecht, Hernane Martins 2 results 2
- Albuquerque, Carlos 2 results 2
- Alves, Ana Klara Rodrigues 2 results 2
- Beghetto, Mariur Gomes 2 results 2
- Bica, Isabel 2 results 2
- Borges, Bruno Ricardo Cardoso 2 results 2
- Carminatti, Moisés 2 results 2
- Carmo, Isabel do 2 results 2
- Carvalho, Romayla de Andrade 2 results 2
- Castro, Francisca Ângela Sousa 2 results 2
- Chantre, Tiago 2 results 2
- Costa, Rafael Everton Assunção Ribeiro da 2 results 2
- Delicato, Lucas Silva 2 results 2
- Dias, António 2 results 2
- Dias, Débora Miranda 2 results 2
- Feijo, Caroline Kroning 2 results 2
- Ferreira , Gerson Luís Castro 2 results 2
- Ferreira, Rita Soares 2 results 2
- Geraldo, Ana 2 results 2
- Gonçalves, Danielly Pereira 2 results 2
- Gonçalves, Frederico Bastos 2 results 2
- Loureiro, Isabel 2 results 2
- Machado, Lívia Filomena Castelo Branco 2 results 2
- Maia,Frederico F.R. 2 results 2
- Medeiros, Amanda Milhomem 2 results 2
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- Oasisbr 205 results 205
- Estudo Geral - Universidade de Coimbra 39 results 39
- Repositório da Universidade de Lisboa 29 results 29
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- Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar 4 results 4
- Repositório Institucional da UNL 4 results 4
- Revista Portuguesa de Otorrinolaringologia-Cirurgia de Cabeça e Pescoço 4 results 4
- Repositório Científico da Universidade de Évora 4 results 4
- Repositório do Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE 3 results 3
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- Repositório Científico da Universidade Politécnica de Lisboa 1 results 1
- Revista Portuguesa de Cirurgia 1 results 1
- Saúde & Tecnologia 1 results 1
- Repositório da UTAD 1 results 1
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- IBICT 205 results 205
- Universidade de Coimbra 39 results 39
- Universidade de Lisboa 29 results 29
- Universidade Fernando Pessoa 14 results 14
- Fundação para a Ciência e Tecnologia 12 results 12
- Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL 8 results 8
- Universidade Politécnica de Bragança 7 results 7
- Universidade Católica Portuguesa 6 results 6
- Associação Portuguesa de Medicina Geral Familiar 4 results 4
- Centro Hospitalar Universitário de Santo António 4 results 4
- Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia-Cirurgia de Cabeça e Pescoço 4 results 4
- Universidade de Évora 4 results 4
- Universidade Nova de Lisboa 4 results 4
- Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE (CHLC) 3 results 3
- Universidade do Algarve 3 results 3
- Associação Católica dos Profissionais de Enfermagem e Saúde (ACPES) 2 results 2
- Sociedade Portuguesa de Feridas 2 results 2
- Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário 1 results 1
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- Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa 1 results 1
- Universidade Politécnica de Lisboa 1 results 1
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